Gostei muito dos detalhes sobre sobrevivência que colocou. O lance das cigarras, a forma de esconder o fogo, como o grupo utilizava muitos recursos... São detalhes que acrescentam muito à imersão da história, no sentido da dificuldade que o grupo passa e sua engenhosidade pra aguentar essa merdalhada toda (modo Negan de xingar agora AHUEHAUAHUE)!
Quer uma sugestão? Escreve direto no editor de capítulos do nyah, e só copia e cola quando terminar, pra ter certeza que não vai perder o texto. Às vezes eu mesma faço isso, dá certo!
Beijos!
O que mais gostei: Sua escrita tem um jeito fluido de ser, como eu imaginava.
O que acho que pode melhorar: Faltam alguns acentos, mudar os "q" pelos "quês" e algumas vírgulas, substituir os tracinhos pelos travessões.
Precisava explicar como um grupo de pessoas com tantos dependentes conseguiu sobreviver em campo aberto. Claro que as Cargas, como os Bizarros chamam os zumbis mutilados ajudam a camuflar o grupo de outros zumbis mais perigosos. Pretendo escrever um cap inteiro onde eles irão ao supermercado. Será assustador, prometo! ^^ Pretendo melhirar a edição do texto... ;)
Apesar de ver o nome Lizzie, não ponho fé que esse grupo seja o de Rick, mas acho que pode ser o grupo bizarro a que Negan se referiu antes. O fato deles esperarem a pessoa se transformar para matá-lo parece demonstrar um código bem diferente do grupo do xerife, em que tomam providências para que a pessoa nem se transforme. Talvez haja uma explicação depois para essa diferença, ou seja isso apenas uma forma de mostrar os grupos de forma distinta.
PS: Vi muito o uso de "q" e não "que", seria bom evitar abreviações no texto. Só um toque.
Sim, Lizzie e Tyreese fazem parte dos Bizarros, explicarei logo. As peculariedades dos grupos são inportantes para diferencia- los e dar sabor a história. O grupo tem um passado de altos e baixos, mas pretendo ser o mais original possível.
Tenho que ressaltar primordialmente que você está cada vez mais me surpreendendo com a qualidade de sua escrita! Não que eu imaginasse que você não escrevia bem, não é isso, mas a surpresa é totalmente positiva por superar o nível que comumente vemos aqui no nyah! É claro que ainda há canelada nas pontuações, por exemplo, mas um texto rico, como o que você vem nos mostrando, chama muito a atenção dos leitores. Eu sempre tomo minha fic como exemplo, acho que o esforço em tentar escrever algo de qualidade (algo que também vejo por aqui) acaba fazendo com que o “público” se fidelize...
Gostei do grupo que você nos apresentou, apesar de ter sido mais um capítulo curtinho... Um grupo grande assim é bem difícil de controlar, principalmente por estarem no inverno. E o mais assustador, é que o grupo está vagando e sobrevivendo, três anos após o início do apocalipse... O próprio Kirkman gosta de ressaltar que assim que o tempo vai passando, as dificuldades para os grupos nômades só vai aumentando... Vamos ver no que vai dar.
Ah, achei bem legal a forma como você descreveu a transformação do carinha que havia morrido, bem legal mesmo! E destaque para Lizzie, que só pelo nome já me fez ir com a cara dela! Hehehe...
Oieee... Finalmente lembrei da minha senha do Nyah e ak estou respondendo esse maravilhoso review cheio de elogios. Obrigada. Sou uma leitora compulsiva desde os cinco anos. Leio de tudo, mas sou fã total de HP Lovecraft e por seus contos é que faço a base da minha escrita não repetindo adjetivos. Haha. O grupo bizarro na verdade está há dois anos na estrada desde Nova Orleans até a fronteira de Washington. São sobrivencialistas ao extremo, sabendo utilizar todo o meio selvagem e das cidades abandonadas para conseguir suprimentos. Espero em breve atualizar EMC e mostrar como eles conseguem suprimentos nos lugares lotados de walkers.
G
Giovanna Lu
Esse capítulo foi tão tenso e bem escrito. Me diga se estou certa, este grupo, contém muitas pessoas, tipo, incluindo crianças e adultos? Se sim, realmente gostei disso. Eles parecem ser do tipo que se protegem, mas ao mesmo tempo um tanto dependentes dos mais fortes, talvez. Ou talvez o homem que morreu fosse muito querido. É uma pessoa, afinal.
Já começou com tragédia, fofa! Calma aí!
Ain eu me sinto tão esquisita já chegando e opinando pacas no segundo capítulo. Tipo, mal cheguei e já quero sentar na janelinha... shuahsauhsuhahs
NEM PENSE EM MANTER ESSES CAP PEQUENO, ESCREVE AÍ, MOÇA! DEMORA UNS ANOS AÍ, MAS ESCREVE!
Oi Gio, obrigada, obrigada pelo review. O grupo bizarro são os remanescentes de uma comunidade que se abrigou num prédio em Nova Orleans e ficou lá no primeiro ano do apocalipse. Velhos e bebês entre dois e cinco anos fazem parte desse grupo. Todos tem um senso de união muito grande em vista das dificuldades de sobrevivência dos primeiros dias e da filosofia da Regina First que prima pela cooperação e obediência às regras. O Porteiro era realmente o porteiro do predio que abrigou a comunidade. Ele recebeu e deixou entrar vários sobreviventes do engarrafamento da saida da cidade. Espero que continue lendo e comentando. ^-^
Oiê Marita!
Gostei muito dos detalhes sobre sobrevivência que colocou. O lance das cigarras, a forma de esconder o fogo, como o grupo utilizava muitos recursos... São detalhes que acrescentam muito à imersão da história, no sentido da dificuldade que o grupo passa e sua engenhosidade pra aguentar essa merdalhada toda (modo Negan de xingar agora AHUEHAUAHUE)!
Quer uma sugestão? Escreve direto no editor de capítulos do nyah, e só copia e cola quando terminar, pra ter certeza que não vai perder o texto. Às vezes eu mesma faço isso, dá certo!
Beijos!
O que mais gostei: Sua escrita tem um jeito fluido de ser, como eu imaginava.
O que acho que pode melhorar: Faltam alguns acentos, mudar os "q" pelos "quês" e algumas vírgulas, substituir os tracinhos pelos travessões.
Precisava explicar como um grupo de pessoas com tantos dependentes conseguiu sobreviver em campo aberto. Claro que as Cargas, como os Bizarros chamam os zumbis mutilados ajudam a camuflar o grupo de outros zumbis mais perigosos. Pretendo escrever um cap inteiro onde eles irão ao supermercado. Será assustador, prometo! ^^ Pretendo melhirar a edição do texto... ;)
Apesar de ver o nome Lizzie, não ponho fé que esse grupo seja o de Rick, mas acho que pode ser o grupo bizarro a que Negan se referiu antes. O fato deles esperarem a pessoa se transformar para matá-lo parece demonstrar um código bem diferente do grupo do xerife, em que tomam providências para que a pessoa nem se transforme. Talvez haja uma explicação depois para essa diferença, ou seja isso apenas uma forma de mostrar os grupos de forma distinta.
PS: Vi muito o uso de "q" e não "que", seria bom evitar abreviações no texto. Só um toque.
Sim, Lizzie e Tyreese fazem parte dos Bizarros, explicarei logo. As peculariedades dos grupos são inportantes para diferencia- los e dar sabor a história. O grupo tem um passado de altos e baixos, mas pretendo ser o mais original possível.
Hei!
Olha eu aqui outra vez hehe...
Tenho que ressaltar primordialmente que você está cada vez mais me surpreendendo com a qualidade de sua escrita! Não que eu imaginasse que você não escrevia bem, não é isso, mas a surpresa é totalmente positiva por superar o nível que comumente vemos aqui no nyah! É claro que ainda há canelada nas pontuações, por exemplo, mas um texto rico, como o que você vem nos mostrando, chama muito a atenção dos leitores. Eu sempre tomo minha fic como exemplo, acho que o esforço em tentar escrever algo de qualidade (algo que também vejo por aqui) acaba fazendo com que o “público” se fidelize...
Gostei do grupo que você nos apresentou, apesar de ter sido mais um capítulo curtinho... Um grupo grande assim é bem difícil de controlar, principalmente por estarem no inverno. E o mais assustador, é que o grupo está vagando e sobrevivendo, três anos após o início do apocalipse... O próprio Kirkman gosta de ressaltar que assim que o tempo vai passando, as dificuldades para os grupos nômades só vai aumentando... Vamos ver no que vai dar.
Ah, achei bem legal a forma como você descreveu a transformação do carinha que havia morrido, bem legal mesmo! E destaque para Lizzie, que só pelo nome já me fez ir com a cara dela! Hehehe...
Fico por aqui, Marita! Nos vemos nos próximos...
Beijo!
Moi moi.
Oieee... Finalmente lembrei da minha senha do Nyah e ak estou respondendo esse maravilhoso review cheio de elogios. Obrigada. Sou uma leitora compulsiva desde os cinco anos. Leio de tudo, mas sou fã total de HP Lovecraft e por seus contos é que faço a base da minha escrita não repetindo adjetivos. Haha. O grupo bizarro na verdade está há dois anos na estrada desde Nova Orleans até a fronteira de Washington. São sobrivencialistas ao extremo, sabendo utilizar todo o meio selvagem e das cidades abandonadas para conseguir suprimentos. Espero em breve atualizar EMC e mostrar como eles conseguem suprimentos nos lugares lotados de walkers.
Esse capítulo foi tão tenso e bem escrito. Me diga se estou certa, este grupo, contém muitas pessoas, tipo, incluindo crianças e adultos? Se sim, realmente gostei disso. Eles parecem ser do tipo que se protegem, mas ao mesmo tempo um tanto dependentes dos mais fortes, talvez. Ou talvez o homem que morreu fosse muito querido. É uma pessoa, afinal.
Já começou com tragédia, fofa! Calma aí!
Ain eu me sinto tão esquisita já chegando e opinando pacas no segundo capítulo. Tipo, mal cheguei e já quero sentar na janelinha... shuahsauhsuhahs
NEM PENSE EM MANTER ESSES CAP PEQUENO, ESCREVE AÍ, MOÇA! DEMORA UNS ANOS AÍ, MAS ESCREVE!
mil beijinhos!
Oi Gio, obrigada, obrigada pelo review. O grupo bizarro são os remanescentes de uma comunidade que se abrigou num prédio em Nova Orleans e ficou lá no primeiro ano do apocalipse. Velhos e bebês entre dois e cinco anos fazem parte desse grupo. Todos tem um senso de união muito grande em vista das dificuldades de sobrevivência dos primeiros dias e da filosofia da Regina First que prima pela cooperação e obediência às regras. O Porteiro era realmente o porteiro do predio que abrigou a comunidade. Ele recebeu e deixou entrar vários sobreviventes do engarrafamento da saida da cidade. Espero que continue lendo e comentando. ^-^