Que situação kkk, creio que a força espelho fosse proibida nessa epoca porque quase não existiam meios de voltar ao jogo depois que ela fosse usada, mas posso estar enganada haha. Que coisas sérias tem acontecido na academia não, estou sentindo o clima do lugar bem mais sério do que no próprio anime. Que saudades dos duelos descritos por você, eu sei que até agora só foi um, mas realmente faz um tempinho né, acho que esqueci de comentar em um capítulo ai, desculpinha kkk. Ansiosa pro próximo capítulo, o Bane ta muito desfalcado ainda já to querendo ver i Zane aparecendo de novo se bem que isso não deve demorar muito já que pensar lo que parece teremos a paixonite da Blair desenvolvida na fic também. Bjs da Luma.
Os duelos levam MUITO tempo pra escrever, esse é o motivo qual eles serão mais raros do que no original. É muito difícil imaginar um duelo inteiro na sua cabeça de forma que cada turno tenha seu drama próprio e ainda seja condizente com as regras do jogo, portanto tenha pena de mim XD
Eu queria afastar o enredo dessa rivalidade entre o Solomon e o Zane, por um momento. Me focar em alguns subplots e dar mais vida a certos personagens coadjuvantes, antes de voltar para esse aspecto da vida do Bane. Achei que também seria mais interessante para os leitores. Cheers!
Eai. Foi mal pela demora, problemas com a internet por morar no fim do mundo.
Seu empenho em nos mostrar um lado mais crível da historia de yugioh continua fantastico e apesar de ter nos agraciado com um único duelo em seis capítulos, acho que ninguém realmente deveria deixar de ler o que é provavelmente a fanfic mais bem escrita de Yugioh, não tanto gramaticamente embora seja um ponto alto, mas principalmente por tomar cuidado com as pontas solta e por tentar e ser bem sucedido com maestria em conseguir criar esse ambiente realista da qual GX necessitava.
Quanto ao Solomon era só questão de tempo até que sua natureza "apática" entrasse em colisão com seu derradeiro rival de personalidade, o gritão e na maioria das vezes inconsequente Jaden, mas até que ele lidou bem com toda a situação, por falar em situações, parece que a Blair conseguiu um novo crush e apesar de não ser lá uma grande duelista é uma personagem que me agrada.
Enfim, esperando o próximo capítulo e também a aparição do Bastian, porque né...
Hah! Muito obrigado pelo comentário, como sempre. :) O Solomon, espero, ainda vai mostrar muitas cores daqui para o final. Eu sou averso a personagens que nunca crescem e com ele não será diferente. O realismo da obra, a meu ver, não é algo tão importante em algo como Yu-Gi-Oh. Não acho que todo anime tenha de ser um Serial Experiments Lain, nem acho que todo livro precise ser L'étranger, nem que todo álbum de música precise ser Lateralus. Às vezes as premissas mais "idiotas" podem criar as obras mais fantásticas. Mas trazer algo mais crível e mais centrado para Yu-Gi-Oh era uma ideia que fervilhava na minha cabeça há longo tempo. A escassez de duelos é devida a várias razões. Dentre as principais eu nomearia o trabalho que dá escrever tanto, mas principalmente o fato de eu, como narrador, compactuar em modesta parte com a filosofia de Anton Chekhov. Você não põe uma arma no set no primeiro ato se não fizer um personagem dispará-la no segundo ou terceiro. Eu gosto de pensar meus duelos momento a momento, quero que eles sejam intensos e dramáticos do início ao fim, e pretendo não elongá-los desnecessariamente com coisas que não precisem estar lá. Os duelos, acredito, deveriam ser os pontos fulcrais da narrativa —a pièce de résistance, se me faço compreender.
Que situação kkk, creio que a força espelho fosse proibida nessa epoca porque quase não existiam meios de voltar ao jogo depois que ela fosse usada, mas posso estar enganada haha.
Que coisas sérias tem acontecido na academia não, estou sentindo o clima do lugar bem mais sério do que no próprio anime.
Que saudades dos duelos descritos por você, eu sei que até agora só foi um, mas realmente faz um tempinho né, acho que esqueci de comentar em um capítulo ai, desculpinha kkk. Ansiosa pro próximo capítulo, o Bane ta muito desfalcado ainda já to querendo ver i Zane aparecendo de novo se bem que isso não deve demorar muito já que pensar lo que parece teremos a paixonite da Blair desenvolvida na fic também. Bjs da Luma.
Os duelos levam MUITO tempo pra escrever, esse é o motivo qual eles serão mais raros do que no original. É muito difícil imaginar um duelo inteiro na sua cabeça de forma que cada turno tenha seu drama próprio e ainda seja condizente com as regras do jogo, portanto tenha pena de mim XD
Eu queria afastar o enredo dessa rivalidade entre o Solomon e o Zane, por um momento. Me focar em alguns subplots e dar mais vida a certos personagens coadjuvantes, antes de voltar para esse aspecto da vida do Bane. Achei que também seria mais interessante para os leitores. Cheers!
Eai. Foi mal pela demora, problemas com a internet por morar no fim do mundo.
Seu empenho em nos mostrar um lado mais crível da historia de yugioh continua fantastico e apesar de ter nos agraciado com um único duelo em seis capítulos, acho que ninguém realmente deveria deixar de ler o que é provavelmente a fanfic mais bem escrita de Yugioh, não tanto gramaticamente embora seja um ponto alto, mas principalmente por tomar cuidado com as pontas solta e por tentar e ser bem sucedido com maestria em conseguir criar esse ambiente realista da qual GX necessitava.
Quanto ao Solomon era só questão de tempo até que sua natureza "apática" entrasse em colisão com seu derradeiro rival de personalidade, o gritão e na maioria das vezes inconsequente Jaden, mas até que ele lidou bem com toda a situação, por falar em situações, parece que a Blair conseguiu um novo crush e apesar de não ser lá uma grande duelista é uma personagem que me agrada.
Enfim, esperando o próximo capítulo e também a aparição do Bastian, porque né...
Hah! Muito obrigado pelo comentário, como sempre. :)
O Solomon, espero, ainda vai mostrar muitas cores daqui para o final. Eu sou averso a personagens que nunca crescem e com ele não será diferente. O realismo da obra, a meu ver, não é algo tão importante em algo como Yu-Gi-Oh. Não acho que todo anime tenha de ser um Serial Experiments Lain, nem acho que todo livro precise ser L'étranger, nem que todo álbum de música precise ser Lateralus. Às vezes as premissas mais "idiotas" podem criar as obras mais fantásticas. Mas trazer algo mais crível e mais centrado para Yu-Gi-Oh era uma ideia que fervilhava na minha cabeça há longo tempo. A escassez de duelos é devida a várias razões. Dentre as principais eu nomearia o trabalho que dá escrever tanto, mas principalmente o fato de eu, como narrador, compactuar em modesta parte com a filosofia de Anton Chekhov. Você não põe uma arma no set no primeiro ato se não fizer um personagem dispará-la no segundo ou terceiro. Eu gosto de pensar meus duelos momento a momento, quero que eles sejam intensos e dramáticos do início ao fim, e pretendo não elongá-los desnecessariamente com coisas que não precisem estar lá. Os duelos, acredito, deveriam ser os pontos fulcrais da narrativa —a pièce de résistance, se me faço compreender.