Comentários em “All Out War”: “Orientation 01 of 02 - Return to Sender”

Menta

Olá, caro Daniel! Se prepare que esse review vai ser bem intenso, porque esse capítulo foi foda, instigante e certamente vai deixar os leitores com reações emocionais fortes! Talvez eu não possa escrever muito, como te avisei por MP do facebook, estou muito enrolada com a monografia, foi sorte eu ter conseguido arranjar tempo para aparecer por aqui e ler logo! Sério, estava imaginando que só conseguiria comentar semana que vem.

AAAARGH!

Mano, eu te disse que não desgostava do Vincent, mas agora te confesso... Puta que pariu, ele me deixou MUITO puta com ele nesse capítulo! Porra, mermão! Covardia tem limite!

Não consegui engolir esse papinho de que "escolhi meu lado". Na moral, ele escolheu o Garden, novamente, por medo. Todos os vínculos que ele tinha, como bem disse Leah, residiam em Alexandria. Então, ele fez a escolha mais fácil. Aceitar o novo, onde ele AINDA não tinha feito muitas burradas, do que voltar para o antigo e consertar seus erros. Pelo fim do diálogo, acho que ele FINALMENTE vai tomar jeito, ao ver que a Leah está grávida, que ela amadureceu e enfrentou de cara seus problemas, mesmo tão nova (diferente de um sujeito de MAIS DE TRINTA ANOS na cara), e vai criar um pouco de coragem. Sério, não tenho paciência pra covarde! HAUSSHU! Acho muito tranquilo um personagem ser medroso, e sofrer por mil e um dilemas emocionais, aliás, eu gosto de personagens assim. Como eu também gostava do Vincent, antes de ele começar a fazer merda atrás de merda por pura paralisia do medo! Como eu sempre digo, sentir medo é normal, ceder ao medo que é escroto! É minimamente esperado que você pelo menos tente enfrentá-lo, nem isso o Hall anda fazendo! Porra, mermão! Para de garotear, caralho! Não tem mais idade pra isso não!

Aliás, essa imaturidade emocional dele e incapacidade de enfrentar os problemas reflete um certo sentido do envolvimento dele com Leah... E é mais interessante ainda ver o quanto a menina, que provavelmente deve ter sido "menos ameaçadora" para ele por ser jovem, por ser inexperiente, e, assim sendo, por exercer menos pressão sobre ele (já que o cara é médico e ainda assim incapaz de lidar com situações de estresse, vou te contar, hein), já evoluiu para caralho em termos emocionais e está batendo de frente com seus problemas, enquanto Vincent ainda insiste em só fugir.

Pelo que deu pra ver, APARENTEMENTE a ficha do Hall caiu. Vamos lá, meu filho, honre seu novo nome de Desmond e volte a ser um personagem foda! Se redima, menino! Estou torcendo por isso!

Vamos ver quem está por trás da porta, agora... Não tenho muito para falar da conversa de Rick e Jesus, quero só ver como a cambada vai se virar... Aliás, quero muito ver Rick Grimes mitando em seu modo boladão! Tô ansiosa pra ver o sujeito malucão fazendo Negan se foder uhahuuhsuhs! Vamos ver qual dos dois, agora, vai enfiar o pau na boca de quem! AHUSHUSHUSH!

Mais um capítulo primoroso, caro Kivison! Só tenho uma crítica (e não a escrita): cadê você, meu filho? Conversávamos mais antigamente. Trate de voltar! Tens meus contatos, ahusuhsuh!

Beijos!



O que mais gostei: Leah dando um chega pra lá no Vincent. Ambos contrastando muito um com o outro. O diálogo entre eles foi irado!
Filho de Kivi

Hei!

Olá Mentinha, como estão as coisas?

Imagino que a correria por conta da monografia ainda esteja bastante punk, mas tenho certeza que tudo dará certo e que irá tirar de letra tudo isso!

Confesso que estava apreensivo a respeito de sua opinião quanto a esse capítulo, que eu até curti bastante escrever, mas não sabia se a resposta dos leitores seria positiva. Ele sai um pouco do contexto dos quadrinhos, trazendo para o roteiro algo bastante particular para mim, já que venho investindo no Garden e em sua mandatária há bastante tempo... Tudo convergia para esse capítulo, portanto ele precisava ser especial...

Ler logo de cara os elogios escritos por você já me deixou bastante aliviado, pois vi que você havia curtido e isso significava que eu tinha acertado na forma de tocar a história...

Eu sabia que você teria opiniões bastante contundentes a respeito das decisões tomadas pelo Doc Hall. Fiz questão de não trazer uma resposta concreta nesses dois capítulos, e muito menos realizar qualquer julgamento a respeito, justamente para que os leitores apreciassem e chegassem a suas próprias conclusões. De fato o doutor ainda é movido por seus medos, os demônios interiores que o perseguem desde sempre, ele tenta encontrar forças para lutar contra tudo, mas acaba esbarrando em algo que parece fazer parte de si próprio... Durante a terapia eu conversei muito com minha psicóloga a respeito dos conceitos que cada pessoa formula, ajudada por suas experiências de vida e forma de criação, e isso me ajudou bastante a compor esse personagem, que apesar de totalmente cinza, talvez seja o que eu mais trabalhei dentro da história... Enfim, Hall tem conceitos pré-estabelecidos em seu interior que acabam impedindo o seu desenvolvimento como pessoa. Para que ele supere os seus medos e se redima definitivamente (se é que isso é possível) de seus erros, será preciso primeiro quebrar todos esses conceitos já concretizados em sua personalidade...

Hall havia escolhido o mais fácil, deixando-se levar mais uma vez por seu medo, sua indecisão. Quando o doutor se viu confrontado com a realidade, com as consequências de seus atos e principalmente com as consequências dos seus erros em Alexandria... Só aí o cara conseguiu perceber a burrada que estava fazendo, e como mais uma vez ele iria pecar por conta de seus medos... Como você falou, muita coisa mudou desde que ele deixou Alexandria, e ver Leah amadurecida, seguindo em frente e ainda mais grávida de Tom Price... Nesse momento a ficha caiu para ele, e então ele pôde dar talvez o primeiro passo rumo a sua redenção...

Leah, obviamente, guardava muitas mágoas do cirurgião. De certo modo ele a abandonou quando ela mais precisava, no momento em que a menina mais se sentia só, isolada de todos na comunidade... Ele escolheu o lado mais fácil outra vez, pensando nele, agindo (não conscientemente) de forma totalmente egoísta... Fisher, principalmente por ser adolescente e estar crescendo em meio a um mundo tão tortuoso, não coseguiria relevar isso de cara, ainda mais por ter engravidado do cara... Ela precisava se revoltar, precisava estourar, e precisava jogar algumas verdades na cara de Vincent... A menina já cresceu bastante internamente desde que a história se iniciou, mas gosto de deixar perceptível o quanto ela ainda é passível de caneladas, erros e confusões típicas dessa idade. No fim das contas ela nunca estará 100% pronta, assim como todos nós, sempre em constante evolução... Gosto de imaginar que estou seguindo os passos de maneira certa...

Hall começará a mudar sua forma de enxergar o mundo, pois sofrera um grande baque nesse capítulo... O destino do personagem já está traçado e você verá essa evolução que tantos esperam durante a guerra, que agora, mais do que nunca, está bem perto de ocorrer...

Beijos, cara amiga! Responderei agora ao outro comentário...

Moi moi.

Maritafan

Esse foi sem duvida o melhor cap que já li de AOW... A Imperatriz desesperada ao ponto de invadir Alexandria, Hall tentando se redimir... já vou ler a continuação...



O que mais gostei: Tudo, gostei de tudo.
Filho de Kivi

Hei!

Olá Maritafan, que bom vê-la novamente por aqui!

Agradeço a todos os elogios, muito obrigado!

Hall está realmente buscando sua redenção, enquanto que a trama caminha cada vez mais de encontro a guerra...

Beijos, nos vemos nos próximos reviews!

Moi moi.