Como seria o meu nome no Kra'vstan? Gustavo Fortes.
Para ser sincero eu não criei uma imagem fixa da Annik ainda, você até descreveu o jeito dela, as roupas, mas ela é a Annik independente do visual, já a Alice me vem a cabeça uma loira como no conta da Alice mesmo.
Só faltou falar que vão estuprar as duas haha!
Superar a Natureza má é bem melhor. Você então vai conhecer os dois lados da moeda e não vai ser tentado a querer conhecer o outro como quem já nasce bom. Apesar que já me perguntei muitas vezes o que aconteceria se eu já tivesse nascido em uma família cristã. Eu sou por opção e depois de velho de viver muita coisa, coisas que não me fazem falta alguma hoje, mas não vem ao caso.
Um kra'vstan é uma palavra que vem até você. Então não, não é Gustavo Fortes. De acordo com as regras da história, Gustavo Fortes está mais para um kayrn. E seria "Gyscaʌy", apenas. Kayrnva não têm sobrenomes.
Esta gostaria de falar como imagino ambas, mas isso estragaria a experiência. Mas para o camarada ter uma ideia, imagino-a quase como a guitarrista da minha banda favorita, Warpaint (e caso procure vídeos, aviso que é a de guitarra vermelha Fender Mustang). Mas veja bem: nem Annik, nem Alice nem Adam e nem qualquer um dos outros personagens humanos já apresentados estão descritos com cores de pele, cabelo, tipos de cabelo, de rosto, et cetera. Apenas Annik e Alice foram descritas com olhos castanhos. E só. Então, caso você queira imaginar uma Annik asiática, uma Alice negra ou um Adam indígena, sinta-se livre para isso. É como alguns dizem: descrever é limitar (ou coisa do tipo).
Não. A história está totalmente sem conteúdo sexual explícito - nos dois sentidos da coisa. E mexer com estupro hoje em dia numa mídia ficcional é arriscado devido ao tópico de romantização de estupro. Esta tem sua posição acerca disso, mas será irrelevante neste momento.
Bem, né. Eis que eu tenho uma queda por pessoas malvadas que não demonstraram ser nada além de frias. É quase uma mentira, pois essas pessoas ocultam e muito mal o quanto são gentis.
Uma fanfic que acompanhei me chamou atenção por ter personagem considerada muito má. Mas que revelava aos poucos que se inportava. É a coisa mais linda *-*
Ah... Truques... Ódios... Algemas... Como era mesmo o nome? Tem a ver com... Crimes! O nome era "crimes do amor 2.0" apesar do nome, a personagem é bem interessante. A outra não. Mas fazer o que kkkk
Somos duas, camarada. Também tenho bastante interesse em personagens frios e maus, mas não acho que chegaria a ser uma queda. Eu diria que tenho um crush literário em Annik, mas apenas porque sei do seu passado de antemão. Caso eu não soubesse, eu provavelmente continuaria a gostar dela, mas não dessa forma.
Bem, nem todo mundo consegue tornar todos os personagens da história cativantes e interessantes para todo mundo. Se nem George R. R. Martin, um escritor excelente, conseguiu fazer isso comigo, acho difícil outras pessoas conseguirem.
Como seria o meu nome no Kra'vstan? Gustavo Fortes.
Para ser sincero eu não criei uma imagem fixa da Annik ainda, você até descreveu o jeito dela, as roupas, mas ela é a Annik independente do visual, já a Alice me vem a cabeça uma loira como no conta da Alice mesmo.
Só faltou falar que vão estuprar as duas haha!
Superar a Natureza má é bem melhor. Você então vai conhecer os dois lados da moeda e não vai ser tentado a querer conhecer o outro como quem já nasce bom. Apesar que já me perguntei muitas vezes o que aconteceria se eu já tivesse nascido em uma família cristã. Eu sou por opção e depois de velho de viver muita coisa, coisas que não me fazem falta alguma hoje, mas não vem ao caso.
Um kra'vstan é uma palavra que vem até você. Então não, não é Gustavo Fortes. De acordo com as regras da história, Gustavo Fortes está mais para um kayrn. E seria "Gyscaʌy", apenas. Kayrnva não têm sobrenomes.
Esta gostaria de falar como imagino ambas, mas isso estragaria a experiência. Mas para o camarada ter uma ideia, imagino-a quase como a guitarrista da minha banda favorita, Warpaint (e caso procure vídeos, aviso que é a de guitarra vermelha Fender Mustang). Mas veja bem: nem Annik, nem Alice nem Adam e nem qualquer um dos outros personagens humanos já apresentados estão descritos com cores de pele, cabelo, tipos de cabelo, de rosto, et cetera. Apenas Annik e Alice foram descritas com olhos castanhos. E só. Então, caso você queira imaginar uma Annik asiática, uma Alice negra ou um Adam indígena, sinta-se livre para isso. É como alguns dizem: descrever é limitar (ou coisa do tipo).
Não. A história está totalmente sem conteúdo sexual explícito - nos dois sentidos da coisa. E mexer com estupro hoje em dia numa mídia ficcional é arriscado devido ao tópico de romantização de estupro. Esta tem sua posição acerca disso, mas será irrelevante neste momento.
Faz sentido. Mas como definir o que é mau?
Bem, né. Eis que eu tenho uma queda por pessoas malvadas que não demonstraram ser nada além de frias. É quase uma mentira, pois essas pessoas ocultam e muito mal o quanto são gentis.
Uma fanfic que acompanhei me chamou atenção por ter personagem considerada muito má. Mas que revelava aos poucos que se inportava. É a coisa mais linda *-*
Ah... Truques... Ódios... Algemas... Como era mesmo o nome? Tem a ver com... Crimes! O nome era "crimes do amor 2.0" apesar do nome, a personagem é bem interessante. A outra não. Mas fazer o que kkkk
Somos duas, camarada. Também tenho bastante interesse em personagens frios e maus, mas não acho que chegaria a ser uma queda. Eu diria que tenho um crush literário em Annik, mas apenas porque sei do seu passado de antemão. Caso eu não soubesse, eu provavelmente continuaria a gostar dela, mas não dessa forma.
Bem, nem todo mundo consegue tornar todos os personagens da história cativantes e interessantes para todo mundo. Se nem George R. R. Martin, um escritor excelente, conseguiu fazer isso comigo, acho difícil outras pessoas conseguirem.
Abraços!