Comentários em “NyahN - Uma peça de natal”: “Uma peça de natal (Capítulo único)”

Queen Hady

Apesar da trama ter uma ideia interessante, o texto parece perder a fluidez em alguns momentos, o que atrapalha a leitura e acaba tornando alguns trechos massantes.

A ideia é interessante? Super. Podia ser melhor? Sim. Talvez se tivesse dividido o melhor os parágrafos, não os estendendo tanto teria sido melhor.

Em geral não foi ruim, até gostei, mas eu acredito que você tem chances de melhorar.

P

Oi, moça!
Obrigado pela correção, nas próximas histórias vou escrever com mais atenção, mas obrigado por me mostrar esse lado que eu não tinha visto. :)

The Escapist

Olá, jovem

É louvável sua disposição em escrever uma história de mistério. Apesar de bastante popular, esse não é um gênero dos mais fáceis xD. Grosso modo, você contou uma história de mistério sim, um caso de assassinato mal resolvido e tals, porém, houve algumas falhas que prejudicaram o desenvolvimento da história. Seu texto, apesar de não apresentar erros de ortografia e nem tanto de gramática, possui falhas de coerência e coesão que comprometem a qualidade da sua história. A começar pela redação do texto em si, você utiliza frases muito longas, usa algumas vírgulas de maneira incorreta, e poderia pontuar mais as frases. Tomando o terceiro parágrafo como exemplo, você faz apenas um ponto final e coloca muita informação, às vezes coisas que não estão necessariamente ligadas, mas estão na mesma frase. Isso torna a leitura um pouco difícil, sabe? Há ainda a repetição excessiva de palavras (por exemplo: detetive, médico, investigador). Mais cuidado com o uso da crase também.

Mas o ponto que cê precisa ter mais atenção mesmo é no desenvolvimento do enredo. Até o momento que o detetive chega ao local do crime tá ok, mas depois você começa a não fazer sentido em algumas coisas. Primeiro, a cena do crime não tá isolada. Depois você até menciona que há uma fita de isolamento, mas a essa altura as pessoas já andaram pra lá e pra cá. Tipo, na hora que a Silvia faz aquele discurso, eles continuam todos no local do crime, entrando e saindo da cena (talvez por isso o Daniel não tenha conseguido desvendar de cara o caso). Outra coisa, ainda sobre o Daniel, é a maneira como ele se refere aos médicos, chamando-os de médicos. Por que não “doutor fulano” ou algo assim? Also, você gastou algumas cenas com apresentações e os caras dizendo “prazer em conhecê-lo”, sei lá, acho que ninguém sente prazer em conhecer um detetive numa cena de crime.

Sobre os médicos: na primeira aparição deles, dá a entender que são os legistas, certo? Depois começa a parecer que os caras são parte do grupo, tanto que o Gabriel depois fala que era amigo do Roger — e o Daniel não ter percebido que ele não era médico não faz muito sentido.

Houve momentos que o tom da narração tendeu mais para o cômico do que para o suspense. A sequência de coisas dando erradas para o Daniel, a maneira como a coisa toda foi esclarecida, tem mais ingredientes de comédia do que de mistério de fato. A mensagem que você quis passar, no entanto, foi bonita e facilmente recebida. Tanto sobre o Natal quanto sobre a dinâmica da profissão de detetive.

Parabéns pela iniciativa de participar do concurso.

Abraços

The Escapist

P

Obrigado!

É sempre bom ter a visão crítica de um especialista no assunto literário. Agradeço a sua revisão no meu texto, pois agora sei onde errei e o que melhorar da próxima vez!

De fato eu exagerei um pouco nas vírgulas e usei alguns ponto-vírgulas em locais errados, mas isso estou aprendendo a corrigir.

Repito: Obrigado pela correção!