Nossa, muito boa de vdd! Eu amei! Eu me descobri Ace a alguns meses e mesmo assim ainda tenho lutado pra aceitar um pouco isso. E muito complicado ou talvez a gente q complique tudo neh?! Kkkk Bem, hj mesmo, a noite eu estava irritada pq minha mãe e minha família estavam dizendo q ei deveria dar uma chance a um cara q quer me namorar. Eles me irritam quando dizem coisas como: Vc vai ficar sozinha! Vai perder a chance de ficar com uma pessoa boa! Ou pior, Vai arrumar um idiota qualquer se apaixonar e casa ou "dar" pra ele pq já ta ficando velha e vai ficar com fogo e tal... Eu tenho 20 anos e sou virgem. Sou Assexual panrômantica não assumida. E acho q sua finc fez sim seu devido trabalho e objetivo q é nos fazer refletir, pensar a respeito. E eu realmente tenho guardado muito as coisas pra mim. Tenho sido bem fechada. E não aguento mais ter q ouvir as pessoas falarem q sou fria e insensível. Quando o Antônio descrevia toda sua angústia e não entender o pq de ser diferente, naquele momento eu me senti, fui, me tornei o Antônio. Achei linda a sua capa. E maravilhosa sua história. Acho importante trazer a temática principalmente aqui pro Nyah! Que é um local de leitura de pensadores e ideias. E pra outros lugares também. Infelizmente a visibilidade Ace ainda é bem pouca. Muitos são reprimidos internamente. Não sei se devido a se acharem diferentes ou por medo de preconceitos e rejeições por parte da sociedade que é e sua maioria sexual. Acho q hj em dia dizer q não gosta de sexo e um ato escandaloso. Perdão se falei demais, mas senti a vontade de comentar e de falar. Acho q precisava disso kkkkkk obrigada por essa história!
Hoje estou um pouco preguiçoso para comentários, sorry por isso, portanto irei direto ao ponto, my dear. De todas as suas participações do DeLiPa esta, para mim, foi sua melhor performance. Gostei BASTANTE da maneira como desenvolveu a narração, os diálogos, confesso ue senti um pouco a falta de descrições, mas também percebi que elas eram meio desnecessárias neste caso. Enfim, o que quero dizer é que, para mim, este foi o melhor texto seu que li (ok que somente li três, mas isso é só detalhe u_u :v ). Pode ser somente impressão minha, mas achei a leitura mais prazerosa do que já havia sido nas outras vezes. Não sei se foi efeito de escrever sob pressão ou coisa do tipo, mas achei que você estava bem mais solta, como se estivesse completamente dentro de seu conforto. Gostei bastante da leitura e já estou colocando em minhas favoritas u_u
Sobre o enredo, gostei de tudo, achei um pouco forçado o reencontro de Layla ali, mas nada de fato comprometedor, podemos culpar o Cosmos ou a Astrologia por isto(-q) No mais gostei bastante da caracterização do Antônio, conseguiu deixar tudo claro sobre ele, e isso em pouquíssimas linhas. Usou bem o tema sorteado quando resolveu trabalhar o protagonista. Não sou assexual para te dizer se trabalhou bem estas angústias internas do personagem, mas, lendo como li, posso dizer que foi pelo menos convincente para, bastante crível... mas deixarei isto para algum ace destacar melhor ^^
Enfim, gostei da história, foi um tanto curta mas mostrou o que tinha que mostrar, uma insegurança interna e a busca de autoconhecimento.
About Andreas... Outro personagem que gostei, sobre ele posso dizer que achei-o um tanto corajoso, ou talvez ele seja inocente demais. Penso que ele tenha sido um pouco apressado ao dizer que aquilo poderia dar certo, tudo bem que cada pessoa é uma pessoa diferente... Mas eu não consigo me ver sem sexo :v Então eu provavelmente ficaria com um pé (senão os dois) atrás no lugar do André.
E é isso, um grande abraço apertado do urso.
Gostei bastante e já colocando nos favoritos.
Escreva mais textos nessa pegada narrativa que é sucesso total!
WOOF!
O que mais gostei: Do tom da narração e principalmente os diálogos
O que acho que pode melhorar: Alguns errinhos bobos de digitação, tipo noturo ao invés de noturno
Antes de qualquer coisa: Obrigada por ter lido e comentado, hehe. Errinho de digitação devidamente corrigido e ainda hei de procurar os outros.
Uau, estou surpresa com o que disse, xD Não imaginei que este tinha sido meu melhor delipa so far, ainda que tenha gostado do resultado. Eu estava muuuuito longe do meu conforto, porque desde que me propus a escrever sobre um personagem ace, fiquei com muito medo de escrever alguma coisa cancerígena. Então estou mais que feliz por ter achado a narrativa tão legal *o*
Sim, realmente a Layla aparecendo foi forçado, mas eu precisava de alguma forma "acelerar as coisas" e ela foi a melhor forma que encontrei de fazer isso, rsrs' Deixei com o Cosmos, huehue. Muita coisa foi convenientemente construída para que o enredo fluísse de verdade.
Sobre a falta de descrição, ela foi também pensada. Não sei se referia-se à descrição dos personagens ou do cenário como um todo, mas eu quis deixar isso em aberto. Não sei porquê, mas quis deixar cada um imaginando os personagens como queriam, como se a minha descrição fosse "poluir" a imaginação alheia (é meio louco? talvez -q).
Agora, sobre o angst do Antônio... Fico muito feliz por ter sido convincente para você, como foi para mim, dei o meu máximo tentando x_x Li um monte de coisa e tentei fugir dos erros mais cabulosos. E o final do André... Nhá, foi um fluffy u.u Não queria deixá-los separados, sei lá. Quis um flafe nesse delipa e foi, kk'
Obrigada pelo lindo revile e pelo abraço ♥ ♥ Tbm por ter favoritado OuO Tentarei seguir nessa pegada :3 Beijos ♥ ♥
Boa tarde ~ Achei bem interessante o protagonista que você construiu aqui *o povo do Delipa tá arrasando nesses persons originais*, saber que existem mais pessoas como ele por aí é bem esclarecedor, tipo, apenas recentemente que soube de pessoas trans, demi, sinto que ainda conheço muito pouco do mundo :x No meu caso, eu também não gosto de sair contando por aí meu assunto privado e acho meio chato quando as pessoas insistem em saber, sério *também é meio fechada q* não sei como o Antônio conseguiu se acostumar com isso, tenho tentado q A Layla foi como uma luz no fim do túnel (expressão antiga hein) para o Antônio que tava todo perdido, ela me pareceu uma boa pessoa, não é todo mundo que consegue conversar com o ex sem surtar muito q O André também impressionou, ele conhece umas estratégias hein q Mini-pães de queijo são o máximo. O final foi fofinho ♥ Parabéns pela história a adorei ♥ Beijos e bye bye ~
Huehue, obrigada, foi bem legal construir meu protagonista :3 E, sim, representatividade é tudo, né? Ok, pode não ser tudo, mas dá uma ajuda do caramba. Eu, pessoalmente, gosto de ver o que há de ser visto na vida em forma de ficção, e a assexualidade (não só ela, mas vc entendeu -q) está aí e não é muito representada. Fico feliz por você ter visto uma pontinha mínima desse "outro lado do mundo" que é tão presente e tão ignorado.
Sobre ser fechado... Bem, a Layla foi realmente uma ferramenta que caiu do céu para se trabalhar no "defeito" do Antônio, até porque, parando para pensar, de todos aqueles que o cercaram, ela foi, de fato, a única pessoa que realmente se importou com ele a ponto de querer ouvi-lo. Nem mesmo a família do Antônio estava lá para ajudá-lo em tantos aspectos, e aí teve ela, hehe :3
O André é um amorzinho :3 Ele é simplesmente aquele carinha fofo, mas nada ingênuo e foi muito, mais muito divertido escrevê-lo. Triste por ter sido uma história tão curtinha, mas feliz com o resultado, e mais ainda por ter gostado ^-^ É sempre muito animador e encorajador.
Pão de queijo rules u.u (olha a autora enfiando os gostos na fic -q). Beijos ♥ ♥
Deus só pode estar querendo me presentear de alguma forma: duas fanfics representativas em menos de três dias! Estou muito feliz com essa história, não sei explicar ahakshks Adorei a forma como se desenvolveu, apesar de curta, gostei das personagens, gostei de sua escrita e tudo, absolutamente tudo dela. Antes de chegar ao meio da história, claro que eu, toda empenhada a entender os gêneros e espectros, já sabia que ele era assexual e, como acontece, infelizmente, em muitas estórias, achei que você não soubesse disso e apenas tirasse onda porque a pessoa só pode ser homo ou hétero. Fiquei contente além da conta ao longo da estória e com suas notas finais. Representação é tudo! Me senti muito bem. Um grande abraço e sucesso!! xoxox
Agora, tirando o surto de lado xD Que bom que pôde ler duas fics representativas em tão pouco tempo. Essas coisas são, infelizmente, um pouco incomuns. Fico muito feliz por ter gostado da história, que sim, foi bem curtinha e tal, mas acabou trazendo o que eu queria trazer, hehe.
Meu Deus, vc n tem ideia de como eu fiquei conforme construía a história. Desde a capa e seus tons, sempre pensando na assexualidade como tema. Claro, quem nunca ouviu falar do assunto ou sabe muito pouco sobre ele não ia pegar os pequenos detalhes e sacar logo desde o início da história. De fato, parecia muito um caso de "ah, ele é gay e não sabe", e foi um pouquinho difícil quebrar isso de modo não muito direto (tanto que eu só mencionei de fato a "assexualidade" e o adicional "birromântico" só nas notas finais, para esclarecer detalhes e, lógico, pedir desculpas caso algo tenha ficado mal representado (essa foi, afinal, minha primeira fic com um personagem ace xD).
Agora... Meu Deus, tirando onda? Credo, nunca. Já viu a capa do meu nyah? :3 São lobinhos com as cores da bandeira bi :3 O que eu mais vejo é esse "apagamento" das demais letras da sigla. É L-G-B-T-Q-I-A, ou seja, tem MUITA gente aí e eu não ia sacanear caindo nesse lance de ou é hétero, ou é homo. Sei o que é estar no meio do espectro, ou simplesmente lembrar que espectros existem, e que devem ser levados em conta, hehe. Mas não vou negar, adoraria construir alguma história satirizando esse lance de "ou se é hétero, ou se é homo", porque é algo a ser explorado xD
Obrigada pelo comentário e pela leitura :3 Beijos ♥
Nossa, a primeira coisa que eu vou dizer pra ti é que sério, fiquei surpresa em ter visto essa ~evolução~ sua da escrita desde a sua última história que li. Aquela que eu apontei que tinha vários “ques” e era meio explicativa demais em alguns pontos, lembra? Ou será que na verdade não era você e eu estou tendo ilusões por excesso de café? NÃO PODE C
MAS SE FOI, nossa molier, eu tenho que admitir que essa foi uma bela duma evolução. Tá muuuito melhor agora, mais limpo, mais delícia de ler, e eu não sei se fi pelo tema e por ter me identificado aqui e ali na história, mas eu realmente adorei tudo aqui HAUAH
Segundo Antônio que vejos em DeLiPas, mas eu adorei esse, sério, coisa mais fofinha ele se descobrindo, falando com o André e tudo. E o André, mano, que daora ele, não conseguia parar de imaginar o cara como um ruivo, tenho que largar um pouco de DMMMd '-' AUSHAUSHAU
Mas eu adorei ver como a coisa se evoluiu pros dois, o interesse quase gritante do André no Antônio, tava quase “queria te comer” no jogo de eu nunca -qqqq muito fofo esses dois. E muito legal da parte da Layla ajudar ele. Eu até acabaria dizendo que o diálogo soou estranho se, well, o Antônio não estivesse literalmente bêbado. Porque aí deixou tudo menos “ué” e mais “isso na verdade pode ser legítimo” e “isso é razoável de acontecer com bêbados”.
POR FALAR NO ANTÕNIOS uahsuahsua cara direto você, hein. Mas acho que é pelo fato dele ser fechado, então o coitado deve ter menor ideia de como conversar sobre coisas de si mesmo. Boa jogada do André ter usado o jogo do Eu nunca, though.
Bom, a única coisa que reclamo daqui mesmo é que tu pôs umas vírgulas em alguns lugares que eu não tenho certeza, mas acho que não deveriam estar ou me soou como uma pausa meio desnecessária. Tô com pri de pegar agora q Mas de resto, Levea limds, ta tudo muito limds e eu quero te morder, apenas ♥
Vou te deixar com minha mordida amigável de doge e você nos meus favs.
Jaa ne ~~
O que mais gostei: "Mas como poderia sentir-se incompleto quando nem ao menos sabia o que lhe faltava?" < eu não sei porque, mas adorei essa frase ahauahau
Kkkkk, obrigada pelo elogio e sim, fui eu que escrevi a antiga história e não, você não estava tendo delírios cafeísticos, ashauhaua Mas, olha, em ambas as fiques, fiz na pressão, mas essa aqui saiu maravilhosa e a outra, hum, nem tanto. Realmente fiquei feliz por ter ~avançado~ assim, é gratificante. Aindá há muito o que se melhorar, tho, mas estou ultra mega happy por ter deixado a história gostosa de se ler, mais fluida.
Não sei o que é DMMMd, ashuashua, mas legal. Eu quis deixar em aberto pq percebi que eles poderiam basicamente parecer qualquer pessoa -q Pra mim o André era um loirinho, com olhos claros, de sardinhas e pele bem clara, magrelo e cara de safado. Pq? N sei, só sei que foi assim. Antônio confesso que ainda n tenho imagem formada. É muito estranho escrever de um personagem sem imaginá-lo fisicamente... Talvez isso tenha contribuído mais pro aspecto dele se descobrir e tals xD
Sim, o André visivelmente interessado -q Adorei fazê-lo assim. Aquela coisa de "jogar verde", demonstrar interesse, ser direto... Acho muito legal. Na vida real mesmo é algo divertido, quando não muito escrachado u.u
About drunk Antônio... MWA HAHAH, sim, aquele diálogo dos dois foi muito wtf pra mim, e eu só imagino vc andando no parque, vê seu ex que, bem, FUGIU de vc, depois de anos e tal... Vai lá, dá um oi e se depara com a criatura completamente bêbada. É algo tão tragicômico pra mim, que sempre que tento imaginar, fico rindo. É surreal, mas ao mesmo tempo não é. Pessoas bêbadas tem os mais loucos diálogos, e sobretudo, os mais sinceros. Usei e abusei disso, e a Layla foi a ferramenta perfeita para dar o "flip" na história.
Por fim, pensei em deixá-lo [o Antônio] direto mesmo. Não tanto pelo fato de não saber sobre si mesmo, ainda que fosse plausível, mas porque eu estava com pressa (xD non me julgue). Não cabia ali mais "fechamentos" por parte dele. E além do mais, se ele foi atrás e quis conversar, é porque estava claramente em alguma espécie de surto de coragem, kkkkk' Gosto de pensar nesse motivo. Se bem que o que vc apresentou dá de mil no meu :v (olha meus "que" aí) (é um vício maldito)
Por fim, o "eu nunca" simplesmente coloquei por pura vontade de jogar mesmo e as vírgulas vou ver se reviso para encontrar sas pragas desses erros e.é Obg pelo revile tão lindu e a mordida amigável (aperta doge)
Enfim, falei demais kkk' Beijos ♥ ♥
A
Anne L
Ai, sabia que era ace ♥ Que linda, cê fez ace, fiz demi (sort of) ♥ Só amor.
Nossa, tenho que dizer que curti demais a sua fic. Desde o problema com o povo sendo machista e "esperando coisas" do Antônio just because até a Layla sendo de boas e oferecendo ajuda ainda. Espero que o André consiga mesmo relevar a coisa de ficar sem sexo, porque, também pela sociedade e tal, não é qualquer um não ace que consegue.
Acho que seu uso do defeito foi o melhor que eu vi so far, e a fic tá linda em geral ♥ Curti mesmo.
Só conserta aí alguns errinhos, tipo os nomes das empresas, que são sempre com letra maiúscula ♥ (Subway, Starbucks, etc.) Tinha mil "subways" e eu sempre pensava em metrô ahuahua
Confesso que senti minha espinha gelar quando vi a notifiação do review, mas fiquei muito surpresa (e contente) por ter gostado. Os errinhos foram devidamente consertados e muito obrigada pelo revile :3
Não pensei que fosse conseguir construir um bom personagem ace, ou ainda, representar o defeito na fic, hehe. Mas consegui, e estou mega feliz com o resultado :3
No começo temos Carlos, o típico amigo fdp da vida dos ace. Não tenho muito a falar, é só aquele amigo preconceituoso que ferra nossa vida. Sobre o Antônio viver sempre na rotina, fechado, eu não queria mas acabei me identificando :( não gosto mas é a vida.
Depois temos o André, o carinha gay do bar. Admito que só consigo imaginar ele gordo. E é um ótimo exemplo de aproximação saudável pra aquelas fics yaoi com estupro romantizado (Deusmilivriguardi) ou pros stalkers (DEUSMILIVRIGUADI COM CAPS LOCK). É assim que um ser humano mentalmente saudável faz: marca de sair, tenta descobrir as coisas de um jeito saudável (quer dizer, a brincadeira da bebida, nem tanto). André é um carinha legal.
Depois ele sai correndo e encontra a antiga... sei lá como se chamaria. E ela ensina pra ele sobre o incrível mundo dos boli e do amor sem potaria. Admito que ri quando ele disse "Caralho, Carlos é um gênio" mas no fundo é triste ele realmente acreditar que um preconceituoso tem razão, ainda mais quando o preconceito é voltado para ele.
Então temos Antônio no café, divando, sambando e lacrando na arte da conquista. "Eu gosto de você, mas não quero transar e talvez isso seja um problema" ABORDAGEM BEM DISCRETA, VIU MIGO? SUPER SUTIL.
E temos o final amorzinho, com André e Antônio vivendo felizes para sempre, com seus cappuccinos, pães de queijo, Subways e Boli ♥
Ok, esse review ficou grande pra caramba (e olha que nem costumo comentar) mas eu sou ace e é tão raro ver representatividade em fics (tanto que nem tem o aviso no Nyah). Vi a fic no grupo do face e achei maravilinda ♥ (tô caçando fic ace lá) Bejos no core ♥
Ai, meu Deus, esse review... *ainda sorrindo tonta depois de me recuperar do desmaio*
Nossa, falou de tanta coisa que fiquei até boba aqui, rs' Vou ver se consigo responder tudo certinho, mas se deixar algo pra trás, me perdoe. Ah, também desculpa a demora na resposta, mas tava viajando e a internet estava tensa, hehe.
Anyway... BABY, REPRESENTATIVIDADE RULES! Fiquei feliz por ter conseguido caçar a fic dada a sua temática. Confesso que achei um pouquinho pretencioso da minha parte querer me aventurar na outra sigla da linda bandeirinha arco-íris (LGBTQA+), né e tal. Ainda mais com os ace, que são muuuuito pouco retratados nesse mundo de fiques e originais da vida (pelo menos, quando fui pesquisar para ter um "embasamento" tive dificuldades em achar coisas do assunto). Em todo o tempo que escrevi fiquei com medo e me perguntando... Ai, meu Deus, será que estou sendo preconceituosa? Tô ofendendo alguém? Foi meio tenso, mas ao mesmo tempo, interessante, hehe.
De qualquer forma, voltemos ao seu review. Fiquei surpresa com o que disse sobre Carlos. O "típico amigo fdp da vida dos ace". Nossa, eu fiz o personagem sem nem desconfiar disso. Nossa, que feliz coincidência. Tipo, feliz porque consegui colocar um pouquiiiinho de realidade na história, ainda que em algo sutil e que mesmo assim, não é regra. Sei lá, achei interessante. É triste que os aces em geral tenham que lidar com a ignorância assim. Se bem que, no caso do Carlos é mais babaquice que ignorância, creio eu. Um bom amigo quando é ignorante mesmo, faz as coisas sem maldade, sem ter conhecimento mesmo e tal. Enfim, achei bem legal o seu apontamento.
O Antônio direto.... HUE! Eu fiz porque achei muito engraçado. Eu particularmente não sou uma pessoa fechada, não mais, pelo menos, e então peguei essa coisa de, ah, vamos colocar um Antônio dando a louca aqui pra ver no que dá e o resultado foi ótimo. Sobre ter se identificado com o "defeito"... ah, acho uma pena :/ Espero que consiga se abrir um pouquinho com o tempo >.<'
Ahsuahsau sua visão do André foi engraçada. Eu bem que quis deixar isso aberto pra imaginação das pessoas que lessem mesmo. Não descrevi absolutamente nada dos dois homens deliberadamente. Achei divertido deixar isso em aberto :3 Vejo que valeu muito a pena ♥
Bem, se vc achou seu review grande, essa minha resposta ficou um horror de grande x_x Acho que acabei me empolgando, e.. e.. foi mal x_x Acho que vou parando por aqui pra não te cansar :v :v
Olha, fico muito feliz por ter gostado da história, é muito encorajador. Quem sabe me arrisco um pouquinho mais no quesito representatividade? XD
Obrigada por ter lido e comentado (se já agradeci antes, fica aqui de novo pq sim u__u). Beijos ♥ ♥
A
Ana Mesquita
Oi, moça ^^ como sabe, eu fiquei responsável por sua história no Critique-me, então, como além de beta, você é colega no projeto, eu vou pular a parte em que digo que tudo aqui é pra te ajudar etc., etc., etc., okay? XD
Primeiro quero dizer que assexualidade não é um tema muito conhecido por mim, eu sei apenas o básico sobre os tipos de assexualidade e tal, sendo assim, não vou poder emitir uma crítica sobre a forma como você abordou o assunto.
Com isso em mente, vamos para a crítica da história:
Eu gosto de começar pela parte gramatical primeiro, então, espero que não se importe por eu começar falando da pontuação dos diálogos. Como você disse que tem problemas com isso, eu vou tentar dar uma breve explicação sobre o uso de maiúsculas e minúsculas, além do ponto final, e vou citar pontos do seu próprio texto como exemplo..
❖ Então vamos falar sobre DIÁLOGOS:
Em um diálogo, nós usamos a minúscula quando o verbo que for núcleo da oração (e aqui estamos falando da parte narrativa que vem logo após o travessão, e não do diálogo em si) for um verbo que anuncie o discurso. Nesses casos sua conjugação vai concordar com a pessoa que fez o discurso. Ademais, quando isso ocorre, não há ponto final entre o discurso e a narrativa, apenas o travessão, mesmo.
Explicado isso, vamos a alguns exemplos que eu tirei do seu texto:
»“Desculpa, mas não pensei que isso fosse da sua conta — resmungou.”
Essa frase é a forma mais básica para explicar o que eu te disse: letra minúscula e ponto final apenas no final da frase. Está perfeitamente correta.
Agora outro exemplo:
»“Obrigado — agradeceu colocando o celular de lado — Aceita um?”
Como o “agradeceu” é algo que está diretamente relacionado ao discurso, está correto vir em minúscula e não haver ponto final depois do “obrigado”, mas depois, quando essa parte da ação está concluída (ele agradece e coloca o celular de lado), deve haver um ponto final antes do travessão, e então a letra maiúscula em “Aceita um?” estará perfeitamente correta. Basicamente, o cerne da questão é que o travessão não faz papel de ponto final, ele não encerra uma frase, então você não pode usar maiúscula enquanto não colocar o ponto, mesmo que haja o travessão.
Um último exemplo:
» “Sabe, eu ontem depois da aula fiquei pensando... — o barista falou [...]”
Note, nessa frase, que apesar de o verbo que está relacionado à fala não vir imediatamente depois do travessão, ele ainda é o centro da oração e ela precisa ser iniciada com letra minúscula.
E então, sabendo disso, em todos os outros casos você irá usar maiúscula ^^ e lembre-se de colocar o ponto final.
» ”Sim, mas... Como sabe?” — chegou um pouco para o lado [...]”
Perceba que o “chegar” não tem nada a ver com a fala dele, logo, precisa vir em maiúscula, e nesse caso, como há ponto de interrogação, não é necessário o ponto final.
❖ Agora que terminamos de falar sobre diálogos, vou só apontar correção rápida de grámatica:
» “Não tem nada demais para saber, afinal”
Nesse caso, o “demais” é separado. A expressão correta é “nada de mais” já que o “nada” é um substantivo então ele não “pede” um advérbio como o “demais”.
❖ E agora vou falar rapidinho aqui sobre a sinopse:
A sua fic é algo que sai dos parâmetros, e eu sei que era justamente a sua intenção quando a escreveu — dar visibilidade para um grupo de pessoas também ♥ — e eu realmente acho que ela tenha cumprido com a sua função. Contudo, não acho que a sinopse reflita isso. Sendo a segunda parte do componente de capa + sinopse, que tem o objetivo de chamar a atenção para sua fic, é importante que ela mostre o que há de diferente no que você escreveu. E nesse caso, essa diferença é algo incrível, no entanto, ela é deixada de lado na sinopse, que é incrivelmente genérica.
❖ Vamos falar sobre a história em si, agora ^^
O início da história e a forma como você apresenta o seu personagem é realmente legal. O fato de que ele desconhece o conceito do que vive nos faz torcer para que a informação chegue logo a ele, para que entenda e que não fique mais nessa angústia XD
Você criou um personagem realmente interessante. Antônio é perfeito na forma como é fechado. A conversa com o Carlos... A forma como ele se esquiva de todas as perguntas mesmo ao falar com André... Ficou ótimo. Por isso, é bem estranho como ele subitamente fica tão aberto para André durante a saída deles, tão disposto a beber e contar coisas sobre a sua vida amorosa. Ali, falta um conflito que o faça chegar a essa decisão e talvez, uma forma mais reservada de fazer as revelações. Ou então, você pode fazer o inverso e trabalhar esse lado provocativo dele antes desse anticlímax. O que seria uma melhor opção, porque encaixaria com o comportamento alegre que ele apresenta ao voltar a ver André.
E outro ponto também é que, quando ele encontra Layla, ele diz que realmente queria namorá-la. Contudo, não essa a sensação que eu tive no flashback dos dois. Parece mais que ele suportava todo o afeto da garota porque não queria perder a amizade e também porque era aquilo que a sociedade esperava (e Carlos também), em nem um momento passou-me a impressão de que ele quisesse um relacionamento com ela.
A última consideração que eu tenho para fazer a respeito da história é que: a única coisa que eu achei um tanto forçado foi o Carlos. Eu entendi que ele é mais ou menos a personificação do que a sociedade espera do Toni, despejando as suas expectativas diretamente sobre ele. No entanto, você faz parecer que ele faz parte da rotina do Antônio, e que está lá há muito tempo, mas quando André entra na vida dele, o Carlos some, mesmo que ele seja presença constante desde a “escola elementar”. Então, mesmo que ele não seja um personagem emotivamente importante para a história, a forma como ele saiu de cena foi insatisfatória, ainda mais quando você disse que Antônio sempre voltava ao mesmo café, mas, subitamente, deixou de encontrar o amigo que ia lá “de vez em quando”.
Mas sobre a conclusão que você deu eu achei realmente muito digna e muito fofa. Fiquei com dó do André, mas ao mesmo tempo, uma euforia quando Antônio chega e a gente percebe que finalmente a informação chegou até ele, finalmente ele entende ♥ ficou ótimo.
❖ Considerações finais:
Você pediu “uma crítica geral, sem foco em específico”, então eu espero ter satisfeito o pedido. E como ponto fraco você disse que “em alguns momentos creio ter abusado da boa vontade do leitor com coincidências forçadas a fim de desenvolver o enredo, mas não sei se isso influenciou, num aspecto negativo, na qualidade da história”. Supondo que esteja falando do encontro de Toni com André no Subway e, quando ele encontra Layla na praça, eu realmente não me senti incomodada, e acredito que as duas cenas não tenham passado a impressão de “preciso que você engula isso para continuar a história” *-*
A única coisa que eu acho que possa parecer estranha é, talvez, o fato de Layla permitir que Antônio se consulte com ela, já que a gente sempre escuta que eles não podem atender nenhum caso minimamente pessoal, mas eu fui pesquisar sobre isso e a informação que tive foi:
“A decisão pelo atendimento é do(a) psicólogo(a), que considerará se o atendimento interferirá negativamente nos objetivos do serviço prestado, uma vez que não há nada na regulamentação que proíba especificamente o atendimento de familiares e/ou conhecidos(as).”
Sendo assim, deixo a seu critério isso aí ^^
Bom, espero ter te ajudado. Qualquer coisa é só chamar por MP, Facebook, sei lá ♥
Mil desculpas pela demora em responder, mas agora que arrumei um tempinho, vim colocar uns reviews em dia e a sua crítica não podia ficar de fora, é claro.
Nossa, eu NEM TINHA PERCEBIDO que sumi com o Carlos da história. Juro. Acho que me deixei levar tanto pelo resto que deixei essa ponta terrivelmente solta. Muito obrigada ♥ Vou tratar de dar um jeito de arrumar isso, hehe.
A sinopse já foi devidamente arrumada, mas ainda não acho que esteja lá essas coisas. Eu realmente não sou boa com sinopses e dei meu máximo para despertar a curiosidade do leitor sem revelar o lance do ace. Na verdade, fica parecendo muito como mais um yaoi de alguém que vai "se descobrir gay", talvez quebre algumas expectativas -q
Sobre os diálogos, vou melhorar, prometo. Ainda tenho dificuldades com essa pontuação, mas vou estudar, revisar e botar a mão na massa aqui.
Agora sobre o Antônio... Realmente ele se abriu com certa facilidade na saída com o André, mas ainda é algo que preciso estudar e pensar em como remodelar. Com cuidado, sabe? Tenho medo de enrolar muito ou acelerar demais, é um ponto de equilíbrio bem complicadinho para mim de se escrever aqui nessa história, mas vou dar o meu máximo para acertar.
Muito obrigada pela crítica, desculpa mais uma vez e... é isso. Acho. Beijos, beijos ♥
kakahdkkabaK
Nossa, muito boa de vdd! Eu amei! Eu me descobri Ace a alguns meses e mesmo assim ainda tenho lutado pra aceitar um pouco isso. E muito complicado ou talvez a gente q complique tudo neh?! Kkkk Bem, hj mesmo, a noite eu estava irritada pq minha mãe e minha família estavam dizendo q ei deveria dar uma chance a um cara q quer me namorar. Eles me irritam quando dizem coisas como: Vc vai ficar sozinha! Vai perder a chance de ficar com uma pessoa boa! Ou pior, Vai arrumar um idiota qualquer se apaixonar e casa ou "dar" pra ele pq já ta ficando velha e vai ficar com fogo e tal... Eu tenho 20 anos e sou virgem. Sou Assexual panrômantica não assumida. E acho q sua finc fez sim seu devido trabalho e objetivo q é nos fazer refletir, pensar a respeito. E eu realmente tenho guardado muito as coisas pra mim. Tenho sido bem fechada. E não aguento mais ter q ouvir as pessoas falarem q sou fria e insensível. Quando o Antônio descrevia toda sua angústia e não entender o pq de ser diferente, naquele momento eu me senti, fui, me tornei o Antônio. Achei linda a sua capa. E maravilhosa sua história. Acho importante trazer a temática principalmente aqui pro Nyah! Que é um local de leitura de pensadores e ideias. E pra outros lugares também. Infelizmente a visibilidade Ace ainda é bem pouca. Muitos são reprimidos internamente. Não sei se devido a se acharem diferentes ou por medo de preconceitos e rejeições por parte da sociedade que é e sua maioria sexual. Acho q hj em dia dizer q não gosta de sexo e um ato escandaloso. Perdão se falei demais, mas senti a vontade de comentar e de falar. Acho q precisava disso kkkkkk obrigada por essa história!
Bjs até
Helloes, garota anônima!
The bear is aqui! u_u
Hoje estou um pouco preguiçoso para comentários, sorry por isso, portanto irei direto ao ponto, my dear. De todas as suas participações do DeLiPa esta, para mim, foi sua melhor performance. Gostei BASTANTE da maneira como desenvolveu a narração, os diálogos, confesso ue senti um pouco a falta de descrições, mas também percebi que elas eram meio desnecessárias neste caso. Enfim, o que quero dizer é que, para mim, este foi o melhor texto seu que li (ok que somente li três, mas isso é só detalhe u_u :v ). Pode ser somente impressão minha, mas achei a leitura mais prazerosa do que já havia sido nas outras vezes. Não sei se foi efeito de escrever sob pressão ou coisa do tipo, mas achei que você estava bem mais solta, como se estivesse completamente dentro de seu conforto. Gostei bastante da leitura e já estou colocando em minhas favoritas u_u
Sobre o enredo, gostei de tudo, achei um pouco forçado o reencontro de Layla ali, mas nada de fato comprometedor, podemos culpar o Cosmos ou a Astrologia por isto(-q) No mais gostei bastante da caracterização do Antônio, conseguiu deixar tudo claro sobre ele, e isso em pouquíssimas linhas. Usou bem o tema sorteado quando resolveu trabalhar o protagonista. Não sou assexual para te dizer se trabalhou bem estas angústias internas do personagem, mas, lendo como li, posso dizer que foi pelo menos convincente para, bastante crível... mas deixarei isto para algum ace destacar melhor ^^
Enfim, gostei da história, foi um tanto curta mas mostrou o que tinha que mostrar, uma insegurança interna e a busca de autoconhecimento.
About Andreas... Outro personagem que gostei, sobre ele posso dizer que achei-o um tanto corajoso, ou talvez ele seja inocente demais. Penso que ele tenha sido um pouco apressado ao dizer que aquilo poderia dar certo, tudo bem que cada pessoa é uma pessoa diferente... Mas eu não consigo me ver sem sexo :v Então eu provavelmente ficaria com um pé (senão os dois) atrás no lugar do André.
E é isso, um grande abraço apertado do urso.
Gostei bastante e já colocando nos favoritos.
Escreva mais textos nessa pegada narrativa que é sucesso total!
WOOF!
O que mais gostei: Do tom da narração e principalmente os diálogos
O que acho que pode melhorar: Alguns errinhos bobos de digitação, tipo noturo ao invés de noturno
General Bear ♥ Melhor urso ♥
Antes de qualquer coisa: Obrigada por ter lido e comentado, hehe. Errinho de digitação devidamente corrigido e ainda hei de procurar os outros.
Uau, estou surpresa com o que disse, xD Não imaginei que este tinha sido meu melhor delipa so far, ainda que tenha gostado do resultado. Eu estava muuuuito longe do meu conforto, porque desde que me propus a escrever sobre um personagem ace, fiquei com muito medo de escrever alguma coisa cancerígena. Então estou mais que feliz por ter achado a narrativa tão legal *o*
Sim, realmente a Layla aparecendo foi forçado, mas eu precisava de alguma forma "acelerar as coisas" e ela foi a melhor forma que encontrei de fazer isso, rsrs' Deixei com o Cosmos, huehue. Muita coisa foi convenientemente construída para que o enredo fluísse de verdade.
Sobre a falta de descrição, ela foi também pensada. Não sei se referia-se à descrição dos personagens ou do cenário como um todo, mas eu quis deixar isso em aberto. Não sei porquê, mas quis deixar cada um imaginando os personagens como queriam, como se a minha descrição fosse "poluir" a imaginação alheia (é meio louco? talvez -q).
Agora, sobre o angst do Antônio... Fico muito feliz por ter sido convincente para você, como foi para mim, dei o meu máximo tentando x_x Li um monte de coisa e tentei fugir dos erros mais cabulosos. E o final do André... Nhá, foi um fluffy u.u Não queria deixá-los separados, sei lá. Quis um flafe nesse delipa e foi, kk'
Obrigada pelo lindo revile e pelo abraço ♥ ♥ Tbm por ter favoritado OuO
Tentarei seguir nessa pegada :3
Beijos ♥ ♥
Boa tarde ~ Achei bem interessante o protagonista que você construiu aqui *o povo do Delipa tá arrasando nesses persons originais*, saber que existem mais pessoas como ele por aí é bem esclarecedor, tipo, apenas recentemente que soube de pessoas trans, demi, sinto que ainda conheço muito pouco do mundo :x No meu caso, eu também não gosto de sair contando por aí meu assunto privado e acho meio chato quando as pessoas insistem em saber, sério *também é meio fechada q* não sei como o Antônio conseguiu se acostumar com isso, tenho tentado q A Layla foi como uma luz no fim do túnel (expressão antiga hein) para o Antônio que tava todo perdido, ela me pareceu uma boa pessoa, não é todo mundo que consegue conversar com o ex sem surtar muito q O André também impressionou, ele conhece umas estratégias hein q Mini-pães de queijo são o máximo. O final foi fofinho ♥ Parabéns pela história a adorei ♥ Beijos e bye bye ~
Heeeeey, olá ^-^
Huehue, obrigada, foi bem legal construir meu protagonista :3 E, sim, representatividade é tudo, né? Ok, pode não ser tudo, mas dá uma ajuda do caramba. Eu, pessoalmente, gosto de ver o que há de ser visto na vida em forma de ficção, e a assexualidade (não só ela, mas vc entendeu -q) está aí e não é muito representada. Fico feliz por você ter visto uma pontinha mínima desse "outro lado do mundo" que é tão presente e tão ignorado.
Sobre ser fechado... Bem, a Layla foi realmente uma ferramenta que caiu do céu para se trabalhar no "defeito" do Antônio, até porque, parando para pensar, de todos aqueles que o cercaram, ela foi, de fato, a única pessoa que realmente se importou com ele a ponto de querer ouvi-lo. Nem mesmo a família do Antônio estava lá para ajudá-lo em tantos aspectos, e aí teve ela, hehe :3
O André é um amorzinho :3 Ele é simplesmente aquele carinha fofo, mas nada ingênuo e foi muito, mais muito divertido escrevê-lo. Triste por ter sido uma história tão curtinha, mas feliz com o resultado, e mais ainda por ter gostado ^-^ É sempre muito animador e encorajador.
Pão de queijo rules u.u (olha a autora enfiando os gostos na fic -q).
Beijos ♥ ♥
Deus só pode estar querendo me presentear de alguma forma: duas fanfics representativas em menos de três dias! Estou muito feliz com essa história, não sei explicar ahakshks Adorei a forma como se desenvolveu, apesar de curta, gostei das personagens, gostei de sua escrita e tudo, absolutamente tudo dela.
Antes de chegar ao meio da história, claro que eu, toda empenhada a entender os gêneros e espectros, já sabia que ele era assexual e, como acontece, infelizmente, em muitas estórias, achei que você não soubesse disso e apenas tirasse onda porque a pessoa só pode ser homo ou hétero. Fiquei contente além da conta ao longo da estória e com suas notas finais.
Representação é tudo! Me senti muito bem.
Um grande abraço e sucesso!! xoxox
Hey, ho, let's go!
YEA, BABY! REPRESENTATIVIDADE!
Agora, tirando o surto de lado xD Que bom que pôde ler duas fics representativas em tão pouco tempo. Essas coisas são, infelizmente, um pouco incomuns. Fico muito feliz por ter gostado da história, que sim, foi bem curtinha e tal, mas acabou trazendo o que eu queria trazer, hehe.
Meu Deus, vc n tem ideia de como eu fiquei conforme construía a história. Desde a capa e seus tons, sempre pensando na assexualidade como tema. Claro, quem nunca ouviu falar do assunto ou sabe muito pouco sobre ele não ia pegar os pequenos detalhes e sacar logo desde o início da história. De fato, parecia muito um caso de "ah, ele é gay e não sabe", e foi um pouquinho difícil quebrar isso de modo não muito direto (tanto que eu só mencionei de fato a "assexualidade" e o adicional "birromântico" só nas notas finais, para esclarecer detalhes e, lógico, pedir desculpas caso algo tenha ficado mal representado (essa foi, afinal, minha primeira fic com um personagem ace xD).
Agora... Meu Deus, tirando onda? Credo, nunca. Já viu a capa do meu nyah? :3 São lobinhos com as cores da bandeira bi :3 O que eu mais vejo é esse "apagamento" das demais letras da sigla. É L-G-B-T-Q-I-A, ou seja, tem MUITA gente aí e eu não ia sacanear caindo nesse lance de ou é hétero, ou é homo. Sei o que é estar no meio do espectro, ou simplesmente lembrar que espectros existem, e que devem ser levados em conta, hehe. Mas não vou negar, adoraria construir alguma história satirizando esse lance de "ou se é hétero, ou se é homo", porque é algo a ser explorado xD
Obrigada pelo comentário e pela leitura :3
Beijos ♥
LEVEAAAAAAAAAAAAAAAAAAA SUA LINDA OIE
Nossa, a primeira coisa que eu vou dizer pra ti é que sério, fiquei surpresa em ter visto essa ~evolução~ sua da escrita desde a sua última história que li. Aquela que eu apontei que tinha vários “ques” e era meio explicativa demais em alguns pontos, lembra? Ou será que na verdade não era você e eu estou tendo ilusões por excesso de café? NÃO PODE C
MAS SE FOI, nossa molier, eu tenho que admitir que essa foi uma bela duma evolução. Tá muuuito melhor agora, mais limpo, mais delícia de ler, e eu não sei se fi pelo tema e por ter me identificado aqui e ali na história, mas eu realmente adorei tudo aqui HAUAH
Segundo Antônio que vejos em DeLiPas, mas eu adorei esse, sério, coisa mais fofinha ele se descobrindo, falando com o André e tudo. E o André, mano, que daora ele, não conseguia parar de imaginar o cara como um ruivo, tenho que largar um pouco de DMMMd '-' AUSHAUSHAU
Mas eu adorei ver como a coisa se evoluiu pros dois, o interesse quase gritante do André no Antônio, tava quase “queria te comer” no jogo de eu nunca -qqqq muito fofo esses dois. E muito legal da parte da Layla ajudar ele. Eu até acabaria dizendo que o diálogo soou estranho se, well, o Antônio não estivesse literalmente bêbado. Porque aí deixou tudo menos “ué” e mais “isso na verdade pode ser legítimo” e “isso é razoável de acontecer com bêbados”.
POR FALAR NO ANTÕNIOS uahsuahsua cara direto você, hein. Mas acho que é pelo fato dele ser fechado, então o coitado deve ter menor ideia de como conversar sobre coisas de si mesmo. Boa jogada do André ter usado o jogo do Eu nunca, though.
Bom, a única coisa que reclamo daqui mesmo é que tu pôs umas vírgulas em alguns lugares que eu não tenho certeza, mas acho que não deveriam estar ou me soou como uma pausa meio desnecessária. Tô com pri de pegar agora q Mas de resto, Levea limds, ta tudo muito limds e eu quero te morder, apenas ♥
Vou te deixar com minha mordida amigável de doge e você nos meus favs.
Jaa ne ~~
O que mais gostei: "Mas como poderia sentir-se incompleto quando nem ao menos sabia o que lhe faltava?" < eu não sei porque, mas adorei essa frase ahauahau
DOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOGE ♥
Kkkkk, obrigada pelo elogio e sim, fui eu que escrevi a antiga história e não, você não estava tendo delírios cafeísticos, ashauhaua Mas, olha, em ambas as fiques, fiz na pressão, mas essa aqui saiu maravilhosa e a outra, hum, nem tanto. Realmente fiquei feliz por ter ~avançado~ assim, é gratificante. Aindá há muito o que se melhorar, tho, mas estou ultra mega happy por ter deixado a história gostosa de se ler, mais fluida.
Não sei o que é DMMMd, ashuashua, mas legal. Eu quis deixar em aberto pq percebi que eles poderiam basicamente parecer qualquer pessoa -q Pra mim o André era um loirinho, com olhos claros, de sardinhas e pele bem clara, magrelo e cara de safado. Pq? N sei, só sei que foi assim. Antônio confesso que ainda n tenho imagem formada. É muito estranho escrever de um personagem sem imaginá-lo fisicamente... Talvez isso tenha contribuído mais pro aspecto dele se descobrir e tals xD
Sim, o André visivelmente interessado -q Adorei fazê-lo assim. Aquela coisa de "jogar verde", demonstrar interesse, ser direto... Acho muito legal. Na vida real mesmo é algo divertido, quando não muito escrachado u.u
About drunk Antônio... MWA HAHAH, sim, aquele diálogo dos dois foi muito wtf pra mim, e eu só imagino vc andando no parque, vê seu ex que, bem, FUGIU de vc, depois de anos e tal... Vai lá, dá um oi e se depara com a criatura completamente bêbada. É algo tão tragicômico pra mim, que sempre que tento imaginar, fico rindo. É surreal, mas ao mesmo tempo não é. Pessoas bêbadas tem os mais loucos diálogos, e sobretudo, os mais sinceros. Usei e abusei disso, e a Layla foi a ferramenta perfeita para dar o "flip" na história.
Por fim, pensei em deixá-lo [o Antônio] direto mesmo. Não tanto pelo fato de não saber sobre si mesmo, ainda que fosse plausível, mas porque eu estava com pressa (xD non me julgue). Não cabia ali mais "fechamentos" por parte dele. E além do mais, se ele foi atrás e quis conversar, é porque estava claramente em alguma espécie de surto de coragem, kkkkk' Gosto de pensar nesse motivo. Se bem que o que vc apresentou dá de mil no meu :v (olha meus "que" aí) (é um vício maldito)
Por fim, o "eu nunca" simplesmente coloquei por pura vontade de jogar mesmo e as vírgulas vou ver se reviso para encontrar sas pragas desses erros e.é Obg pelo revile tão lindu e a mordida amigável (aperta doge)
Enfim, falei demais kkk'
Beijos ♥ ♥
Ai, sabia que era ace ♥ Que linda, cê fez ace, fiz demi (sort of) ♥ Só amor.
Nossa, tenho que dizer que curti demais a sua fic. Desde o problema com o povo sendo machista e "esperando coisas" do Antônio just because até a Layla sendo de boas e oferecendo ajuda ainda. Espero que o André consiga mesmo relevar a coisa de ficar sem sexo, porque, também pela sociedade e tal, não é qualquer um não ace que consegue.
Acho que seu uso do defeito foi o melhor que eu vi so far, e a fic tá linda em geral ♥ Curti mesmo.
Só conserta aí alguns errinhos, tipo os nomes das empresas, que são sempre com letra maiúscula ♥ (Subway, Starbucks, etc.) Tinha mil "subways" e eu sempre pensava em metrô ahuahua
Parabéns pela fic!
;*
Hey, olá õ/
Confesso que senti minha espinha gelar quando vi a notifiação do review, mas fiquei muito surpresa (e contente) por ter gostado. Os errinhos foram devidamente consertados e muito obrigada pelo revile :3
Não pensei que fosse conseguir construir um bom personagem ace, ou ainda, representar o defeito na fic, hehe. Mas consegui, e estou mega feliz com o resultado :3
Beijos ♥ ♥
MELDELS, MELHOR ONE ♥
No começo temos Carlos, o típico amigo fdp da vida dos ace. Não tenho muito a falar, é só aquele amigo preconceituoso que ferra nossa vida. Sobre o Antônio viver sempre na rotina, fechado, eu não queria mas acabei me identificando :( não gosto mas é a vida.
Depois temos o André, o carinha gay do bar. Admito que só consigo imaginar ele gordo. E é um ótimo exemplo de aproximação saudável pra aquelas fics yaoi com estupro romantizado (Deusmilivriguardi) ou pros stalkers (DEUSMILIVRIGUADI COM CAPS LOCK). É assim que um ser humano mentalmente saudável faz: marca de sair, tenta descobrir as coisas de um jeito saudável (quer dizer, a brincadeira da bebida, nem tanto). André é um carinha legal.
Depois ele sai correndo e encontra a antiga... sei lá como se chamaria. E ela ensina pra ele sobre o incrível mundo dos boli e do amor sem potaria. Admito que ri quando ele disse "Caralho, Carlos é um gênio" mas no fundo é triste ele realmente acreditar que um preconceituoso tem razão, ainda mais quando o preconceito é voltado para ele.
Então temos Antônio no café, divando, sambando e lacrando na arte da conquista. "Eu gosto de você, mas não quero transar e talvez isso seja um problema" ABORDAGEM BEM DISCRETA, VIU MIGO? SUPER SUTIL.
E temos o final amorzinho, com André e Antônio vivendo felizes para sempre, com seus cappuccinos, pães de queijo, Subways e Boli ♥
Ok, esse review ficou grande pra caramba (e olha que nem costumo comentar) mas eu sou ace e é tão raro ver representatividade em fics (tanto que nem tem o aviso no Nyah). Vi a fic no grupo do face e achei maravilinda ♥ (tô caçando fic ace lá) Bejos no core ♥
Ai, meu Deus, esse review... *ainda sorrindo tonta depois de me recuperar do desmaio*
Nossa, falou de tanta coisa que fiquei até boba aqui, rs' Vou ver se consigo responder tudo certinho, mas se deixar algo pra trás, me perdoe. Ah, também desculpa a demora na resposta, mas tava viajando e a internet estava tensa, hehe.
Anyway... BABY, REPRESENTATIVIDADE RULES! Fiquei feliz por ter conseguido caçar a fic dada a sua temática. Confesso que achei um pouquinho pretencioso da minha parte querer me aventurar na outra sigla da linda bandeirinha arco-íris (LGBTQA+), né e tal. Ainda mais com os ace, que são muuuuito pouco retratados nesse mundo de fiques e originais da vida (pelo menos, quando fui pesquisar para ter um "embasamento" tive dificuldades em achar coisas do assunto). Em todo o tempo que escrevi fiquei com medo e me perguntando... Ai, meu Deus, será que estou sendo preconceituosa? Tô ofendendo alguém? Foi meio tenso, mas ao mesmo tempo, interessante, hehe.
De qualquer forma, voltemos ao seu review. Fiquei surpresa com o que disse sobre Carlos. O "típico amigo fdp da vida dos ace". Nossa, eu fiz o personagem sem nem desconfiar disso. Nossa, que feliz coincidência. Tipo, feliz porque consegui colocar um pouquiiiinho de realidade na história, ainda que em algo sutil e que mesmo assim, não é regra. Sei lá, achei interessante. É triste que os aces em geral tenham que lidar com a ignorância assim. Se bem que, no caso do Carlos é mais babaquice que ignorância, creio eu. Um bom amigo quando é ignorante mesmo, faz as coisas sem maldade, sem ter conhecimento mesmo e tal. Enfim, achei bem legal o seu apontamento.
O Antônio direto.... HUE! Eu fiz porque achei muito engraçado. Eu particularmente não sou uma pessoa fechada, não mais, pelo menos, e então peguei essa coisa de, ah, vamos colocar um Antônio dando a louca aqui pra ver no que dá e o resultado foi ótimo. Sobre ter se identificado com o "defeito"... ah, acho uma pena :/ Espero que consiga se abrir um pouquinho com o tempo >.<'
Ahsuahsau sua visão do André foi engraçada. Eu bem que quis deixar isso aberto pra imaginação das pessoas que lessem mesmo. Não descrevi absolutamente nada dos dois homens deliberadamente. Achei divertido deixar isso em aberto :3 Vejo que valeu muito a pena ♥
Bem, se vc achou seu review grande, essa minha resposta ficou um horror de grande x_x Acho que acabei me empolgando, e.. e.. foi mal x_x Acho que vou parando por aqui pra não te cansar :v :v
Olha, fico muito feliz por ter gostado da história, é muito encorajador. Quem sabe me arrisco um pouquinho mais no quesito representatividade? XD
Obrigada por ter lido e comentado (se já agradeci antes, fica aqui de novo pq sim u__u).
Beijos ♥ ♥
Oi, moça ^^ como sabe, eu fiquei responsável por sua história no Critique-me, então, como além de beta, você é colega no projeto, eu vou pular a parte em que digo que tudo aqui é pra te ajudar etc., etc., etc., okay? XD
Primeiro quero dizer que assexualidade não é um tema muito conhecido por mim, eu sei apenas o básico sobre os tipos de assexualidade e tal, sendo assim, não vou poder emitir uma crítica sobre a forma como você abordou o assunto.
Com isso em mente, vamos para a crítica da história:
Eu gosto de começar pela parte gramatical primeiro, então, espero que não se importe por eu começar falando da pontuação dos diálogos. Como você disse que tem problemas com isso, eu vou tentar dar uma breve explicação sobre o uso de maiúsculas e minúsculas, além do ponto final, e vou citar pontos do seu próprio texto como exemplo..
❖ Então vamos falar sobre DIÁLOGOS:
Em um diálogo, nós usamos a minúscula quando o verbo que for núcleo da oração (e aqui estamos falando da parte narrativa que vem logo após o travessão, e não do diálogo em si) for um verbo que anuncie o discurso. Nesses casos sua conjugação vai concordar com a pessoa que fez o discurso. Ademais, quando isso ocorre, não há ponto final entre o discurso e a narrativa, apenas o travessão, mesmo.
Explicado isso, vamos a alguns exemplos que eu tirei do seu texto:
» “Desculpa, mas não pensei que isso fosse da sua conta — resmungou.”
Essa frase é a forma mais básica para explicar o que eu te disse: letra minúscula e ponto final apenas no final da frase. Está perfeitamente correta.
Agora outro exemplo:
» “Obrigado — agradeceu colocando o celular de lado — Aceita um?”
Como o “agradeceu” é algo que está diretamente relacionado ao discurso, está correto vir em minúscula e não haver ponto final depois do “obrigado”, mas depois, quando essa parte da ação está concluída (ele agradece e coloca o celular de lado), deve haver um ponto final antes do travessão, e então a letra maiúscula em “Aceita um?” estará perfeitamente correta. Basicamente, o cerne da questão é que o travessão não faz papel de ponto final, ele não encerra uma frase, então você não pode usar maiúscula enquanto não colocar o ponto, mesmo que haja o travessão.
Um último exemplo:
» “Sabe, eu ontem depois da aula fiquei pensando... — o barista falou [...]”
Note, nessa frase, que apesar de o verbo que está relacionado à fala não vir imediatamente depois do travessão, ele ainda é o centro da oração e ela precisa ser iniciada com letra minúscula.
E então, sabendo disso, em todos os outros casos você irá usar maiúscula ^^ e lembre-se de colocar o ponto final.
» ”Sim, mas... Como sabe?” — chegou um pouco para o lado [...]”
Perceba que o “chegar” não tem nada a ver com a fala dele, logo, precisa vir em maiúscula, e nesse caso, como há ponto de interrogação, não é necessário o ponto final.
❖ Agora que terminamos de falar sobre diálogos, vou só apontar correção rápida de grámatica:
» “Não tem nada demais para saber, afinal”
Nesse caso, o “demais” é separado. A expressão correta é “nada de mais” já que o “nada” é um substantivo então ele não “pede” um advérbio como o “demais”.
❖ E agora vou falar rapidinho aqui sobre a sinopse:
A sua fic é algo que sai dos parâmetros, e eu sei que era justamente a sua intenção quando a escreveu — dar visibilidade para um grupo de pessoas também ♥ — e eu realmente acho que ela tenha cumprido com a sua função. Contudo, não acho que a sinopse reflita isso. Sendo a segunda parte do componente de capa + sinopse, que tem o objetivo de chamar a atenção para sua fic, é importante que ela mostre o que há de diferente no que você escreveu. E nesse caso, essa diferença é algo incrível, no entanto, ela é deixada de lado na sinopse, que é incrivelmente genérica.
❖ Vamos falar sobre a história em si, agora ^^
O início da história e a forma como você apresenta o seu personagem é realmente legal. O fato de que ele desconhece o conceito do que vive nos faz torcer para que a informação chegue logo a ele, para que entenda e que não fique mais nessa angústia XD
Você criou um personagem realmente interessante. Antônio é perfeito na forma como é fechado. A conversa com o Carlos... A forma como ele se esquiva de todas as perguntas mesmo ao falar com André... Ficou ótimo. Por isso, é bem estranho como ele subitamente fica tão aberto para André durante a saída deles, tão disposto a beber e contar coisas sobre a sua vida amorosa. Ali, falta um conflito que o faça chegar a essa decisão e talvez, uma forma mais reservada de fazer as revelações. Ou então, você pode fazer o inverso e trabalhar esse lado provocativo dele antes desse anticlímax. O que seria uma melhor opção, porque encaixaria com o comportamento alegre que ele apresenta ao voltar a ver André.
E outro ponto também é que, quando ele encontra Layla, ele diz que realmente queria namorá-la. Contudo, não essa a sensação que eu tive no flashback dos dois. Parece mais que ele suportava todo o afeto da garota porque não queria perder a amizade e também porque era aquilo que a sociedade esperava (e Carlos também), em nem um momento passou-me a impressão de que ele quisesse um relacionamento com ela.
A última consideração que eu tenho para fazer a respeito da história é que: a única coisa que eu achei um tanto forçado foi o Carlos. Eu entendi que ele é mais ou menos a personificação do que a sociedade espera do Toni, despejando as suas expectativas diretamente sobre ele. No entanto, você faz parecer que ele faz parte da rotina do Antônio, e que está lá há muito tempo, mas quando André entra na vida dele, o Carlos some, mesmo que ele seja presença constante desde a “escola elementar”. Então, mesmo que ele não seja um personagem emotivamente importante para a história, a forma como ele saiu de cena foi insatisfatória, ainda mais quando você disse que Antônio sempre voltava ao mesmo café, mas, subitamente, deixou de encontrar o amigo que ia lá “de vez em quando”.
Mas sobre a conclusão que você deu eu achei realmente muito digna e muito fofa. Fiquei com dó do André, mas ao mesmo tempo, uma euforia quando Antônio chega e a gente percebe que finalmente a informação chegou até ele, finalmente ele entende ♥ ficou ótimo.
❖ Considerações finais:
Você pediu “uma crítica geral, sem foco em específico”, então eu espero ter satisfeito o pedido. E como ponto fraco você disse que “em alguns momentos creio ter abusado da boa vontade do leitor com coincidências forçadas a fim de desenvolver o enredo, mas não sei se isso influenciou, num aspecto negativo, na qualidade da história”. Supondo que esteja falando do encontro de Toni com André no Subway e, quando ele encontra Layla na praça, eu realmente não me senti incomodada, e acredito que as duas cenas não tenham passado a impressão de “preciso que você engula isso para continuar a história” *-*
A única coisa que eu acho que possa parecer estranha é, talvez, o fato de Layla permitir que Antônio se consulte com ela, já que a gente sempre escuta que eles não podem atender nenhum caso minimamente pessoal, mas eu fui pesquisar sobre isso e a informação que tive foi:
“A decisão pelo atendimento é do(a) psicólogo(a), que considerará se o atendimento interferirá negativamente nos objetivos do serviço prestado, uma vez que não há nada na regulamentação que proíba especificamente o atendimento de familiares e/ou conhecidos(as).”
Sendo assim, deixo a seu critério isso aí ^^
Bom, espero ter te ajudado. Qualquer coisa é só chamar por MP, Facebook, sei lá ♥
Atenciosamente
Dana Medeiros.
Hey, hey ~
Mil desculpas pela demora em responder, mas agora que arrumei um tempinho, vim colocar uns reviews em dia e a sua crítica não podia ficar de fora, é claro.
Nossa, eu NEM TINHA PERCEBIDO que sumi com o Carlos da história. Juro. Acho que me deixei levar tanto pelo resto que deixei essa ponta terrivelmente solta. Muito obrigada ♥ Vou tratar de dar um jeito de arrumar isso, hehe.
A sinopse já foi devidamente arrumada, mas ainda não acho que esteja lá essas coisas. Eu realmente não sou boa com sinopses e dei meu máximo para despertar a curiosidade do leitor sem revelar o lance do ace. Na verdade, fica parecendo muito como mais um yaoi de alguém que vai "se descobrir gay", talvez quebre algumas expectativas -q
Sobre os diálogos, vou melhorar, prometo. Ainda tenho dificuldades com essa pontuação, mas vou estudar, revisar e botar a mão na massa aqui.
Agora sobre o Antônio... Realmente ele se abriu com certa facilidade na saída com o André, mas ainda é algo que preciso estudar e pensar em como remodelar. Com cuidado, sabe? Tenho medo de enrolar muito ou acelerar demais, é um ponto de equilíbrio bem complicadinho para mim de se escrever aqui nessa história, mas vou dar o meu máximo para acertar.
Muito obrigada pela crítica, desculpa mais uma vez e... é isso. Acho.
Beijos, beijos ♥