Gente, que coisa doida esse capítulo. O menino Dean viajou com os cavalinhos, hahaha. E gostei da descrição das coisas e da água.
Sobre o que falou antes, eu acho que o público dessa internet é meio complicado, mas sempre pode existir alguém que goste da sua história se você continuar a escrever ela como acha que deve ser escrita. E cara, olha quantos livros você quer escrever! Eu não sei se foi uma pergunta retórica, mas você criou uma ideia de universo muito ampla, então não duvido que consiga fazer dar certo.
Não espero rapidez, apenas que não desista, porque essa história é bem o tipo de fantasia que eu procuro pra ler. Gostei dela, e quando digo isso sem apontar nenhum erro, é porque gostei de praticamente tudo e não vi nada em especial de que eu reclamaria, então ficaria uma bíblia se tentasse especificar. Mas acho que posso destacar que tem detalhes o suficiente para tudo ganhar uma certa estética, e de algum jeito isso não é cansativo, é quase como se eu tivesse lendo um livro ilustrado. E o Dean parece um protagonista promissor, fui muito com a cara dele e do relacionamento que tem com os irmãos.
Faz muito tempo que escrevi esse capítulo - ele já estava pronto da minha outra versão da história; apenas mudei para terceira pessoa - mas é outro capítulo de que tenho orgulho. Achei que consegui fazer fielmente a sensação que esperava e como imagino que deve ser se afogar naquele mar.
Você nem faz ideia. Ao invés das histórias onde as coisas acontecem muito de repente - 'ah, oi, você é um bruxo e vai para a escola de magia de Hogwarts e seus pais foram mortos por um bruxo maligno perigosíssimo que ainda está vivo', 'seu pai é um Deus e você foi atacado pelo minotauro porque Hades acha que você está com a arma de Zeus, então você tem que salvar o mundo em X dias' (só um exemplo, ok? Eu amo as duas histórias e li milhares de vezes, mesmo que o começo sempre me deixe meio assim) - eu estou tentando quebrar alguns clichês. Então, vou apresentar os fatos aos poucos, e sempre de uma forma sutil e pouco brusca. Além disso, vou focar bastante em alguns detalhes da convivência deles, pois mesmo em uma vida de aventuras, as pessoas têm que descansar entre uma missão e outra. Mas gradativamente você vai ver que criei não só um novo mundo, mas um novo sistema, com novas criaturas, novas regras, uma nova ciência, novos valores, novas entidades... basicamente, depois de dois anos inteiros estudando a arte de criar um mundo, fiquei bem satisfeita. Pode-se dizer que eu consegui criar uma existência inteiramente minha ^^
Eu não desistiria, mesmo que deletasse. Estou escrevendo para mim mesma desde muito antes de postar, e não pararia por motivo algum. Terminar o primeiro livro da Viajantes se tornou uma espécie de objetivo de vida para mim... pode-se dizer que virou obsessão. É quase estranho pensar que esse novo mundo não existe de verdade.
Caso você veja qualquer erro, não hesite em me dizer! Sempre aceitei bem críticas, e, quando terminar essa história, espero que ela se equipare à que faço na minha mente à tanto tempo. Não é exagero dizer que procuro a perfeição - não para todos, mas, pelo menos, para mim. Então, aceito qualquer sugestão, correção ou crítica que tiver. Fale, para que eu veja como posso consertar.
Na verdade, isso é um pouco mais complicado. A minha história é uma em que o narrador é um personagem e o protagonista é outro. Pode-se dizer que Dean é um coadjuvante. Desde que comecei a pensar no meu livro e tive um bloqueio criativo na escrita - graças ao qual demorei tanto tempo para escrever - tenho aproveitado o bloqueio da escrita para evoluir minha história e estudar os truques e macetes da escrita, enredo e criação de personagens. Graças a vários truques que descobri e histórias que analisei, consegui consertar erros, tapar buracos e encaminhar o meu livro para a direção certa. E um dos livros que analisei é Sherlock Holmes. Já parou para pensar em como seria uma história do ponto de vista do herói lendário? As pessoas podem admirá-lo e endeusá-lo o quanto seja, mas para ele, tudo é perfeitamente normal. 'Ah, aí eu fiz um feitiço. Ah, derrotei o monstro de três metros e meio que é super fácil de matar.' Esse pouco caso acabaria tirando parte do mérito e da grandiosidade das cenas. Sherlock Holmes quebrou essa barreira, narrando do ponto de vista de Watson, uma pessoa comum. Enquanto Holmes diria 'ao entrar, vi a pequena manchinha de nanquim em seus dedos e o gasto em seu cotovelo. Ela deve ser jornalista; eles usam essa tinta com frequência. E suas botas trocadas? Deve ter saído de repente, apesar da aparência', do ponto de vista do Watson nós vemos Holmes cumprimentando a recém-chegada que não falara uma palavra e dizendo 'o que fez com que uma jornalista como você decidir tão repentinamente vir ao meu escritório?', e todos ficamos surpresos. Interessante, não é? O que podemos aprender com as histórias. Usei esse truque na minha. Imagino que você já saiba quem é a verdadeira protagonista, não é?
Me desculpe, acabei escrevendo demais ^^' Sempre me empolgo quando falo dos meus estudos e do meu mundo... estou verdadeiramente apaixonada pela Viajantes, e parece que é uma entidade viva... se eu não cuidar dela direito, acabarei perdendo-a.
Bom, obrigada pelo comentário! Mesmo! Você não sabe o quanto isso importa para mim...
Eu estou gostando muito da descrição dos cenários e personagens *-* A leitura não é cansativa e eu consigo imaginar exatamente a cena. E cada personagem é desenvolvido de um jeito, e isso deixa muito legal!
Agora provavelmente vou comentar só no último capítulo postado, ok?
Que bom!!! Eu me esforço bastante para isso. Considero o ponto chave do meu estilo de escrita!
Aaaaaaahhh :(
(Não, zoeira minha ^^' Tenho poucos comentários, mas entendo a preguiça... mais ou menos, já que eu mesma geralmente comento, mas... Ah, esquece XD Vejo você lá!!!)
Gente, que coisa doida esse capítulo. O menino Dean viajou com os cavalinhos, hahaha. E gostei da descrição das coisas e da água.
Sobre o que falou antes, eu acho que o público dessa internet é meio complicado, mas sempre pode existir alguém que goste da sua história se você continuar a escrever ela como acha que deve ser escrita. E cara, olha quantos livros você quer escrever! Eu não sei se foi uma pergunta retórica, mas você criou uma ideia de universo muito ampla, então não duvido que consiga fazer dar certo.
Não espero rapidez, apenas que não desista, porque essa história é bem o tipo de fantasia que eu procuro pra ler. Gostei dela, e quando digo isso sem apontar nenhum erro, é porque gostei de praticamente tudo e não vi nada em especial de que eu reclamaria, então ficaria uma bíblia se tentasse especificar. Mas acho que posso destacar que tem detalhes o suficiente para tudo ganhar uma certa estética, e de algum jeito isso não é cansativo, é quase como se eu tivesse lendo um livro ilustrado. E o Dean parece um protagonista promissor, fui muito com a cara dele e do relacionamento que tem com os irmãos.
Faz muito tempo que escrevi esse capítulo - ele já estava pronto da minha outra versão da história; apenas mudei para terceira pessoa - mas é outro capítulo de que tenho orgulho. Achei que consegui fazer fielmente a sensação que esperava e como imagino que deve ser se afogar naquele mar.
Você nem faz ideia. Ao invés das histórias onde as coisas acontecem muito de repente - 'ah, oi, você é um bruxo e vai para a escola de magia de Hogwarts e seus pais foram mortos por um bruxo maligno perigosíssimo que ainda está vivo', 'seu pai é um Deus e você foi atacado pelo minotauro porque Hades acha que você está com a arma de Zeus, então você tem que salvar o mundo em X dias' (só um exemplo, ok? Eu amo as duas histórias e li milhares de vezes, mesmo que o começo sempre me deixe meio assim) - eu estou tentando quebrar alguns clichês. Então, vou apresentar os fatos aos poucos, e sempre de uma forma sutil e pouco brusca. Além disso, vou focar bastante em alguns detalhes da convivência deles, pois mesmo em uma vida de aventuras, as pessoas têm que descansar entre uma missão e outra. Mas gradativamente você vai ver que criei não só um novo mundo, mas um novo sistema, com novas criaturas, novas regras, uma nova ciência, novos valores, novas entidades... basicamente, depois de dois anos inteiros estudando a arte de criar um mundo, fiquei bem satisfeita. Pode-se dizer que eu consegui criar uma existência inteiramente minha ^^
Eu não desistiria, mesmo que deletasse. Estou escrevendo para mim mesma desde muito antes de postar, e não pararia por motivo algum. Terminar o primeiro livro da Viajantes se tornou uma espécie de objetivo de vida para mim... pode-se dizer que virou obsessão. É quase estranho pensar que esse novo mundo não existe de verdade.
Caso você veja qualquer erro, não hesite em me dizer! Sempre aceitei bem críticas, e, quando terminar essa história, espero que ela se equipare à que faço na minha mente à tanto tempo. Não é exagero dizer que procuro a perfeição - não para todos, mas, pelo menos, para mim. Então, aceito qualquer sugestão, correção ou crítica que tiver. Fale, para que eu veja como posso consertar.
Na verdade, isso é um pouco mais complicado. A minha história é uma em que o narrador é um personagem e o protagonista é outro. Pode-se dizer que Dean é um coadjuvante. Desde que comecei a pensar no meu livro e tive um bloqueio criativo na escrita - graças ao qual demorei tanto tempo para escrever - tenho aproveitado o bloqueio da escrita para evoluir minha história e estudar os truques e macetes da escrita, enredo e criação de personagens. Graças a vários truques que descobri e histórias que analisei, consegui consertar erros, tapar buracos e encaminhar o meu livro para a direção certa. E um dos livros que analisei é Sherlock Holmes. Já parou para pensar em como seria uma história do ponto de vista do herói lendário? As pessoas podem admirá-lo e endeusá-lo o quanto seja, mas para ele, tudo é perfeitamente normal. 'Ah, aí eu fiz um feitiço. Ah, derrotei o monstro de três metros e meio que é super fácil de matar.' Esse pouco caso acabaria tirando parte do mérito e da grandiosidade das cenas. Sherlock Holmes quebrou essa barreira, narrando do ponto de vista de Watson, uma pessoa comum. Enquanto Holmes diria 'ao entrar, vi a pequena manchinha de nanquim em seus dedos e o gasto em seu cotovelo. Ela deve ser jornalista; eles usam essa tinta com frequência. E suas botas trocadas? Deve ter saído de repente, apesar da aparência', do ponto de vista do Watson nós vemos Holmes cumprimentando a recém-chegada que não falara uma palavra e dizendo 'o que fez com que uma jornalista como você decidir tão repentinamente vir ao meu escritório?', e todos ficamos surpresos. Interessante, não é? O que podemos aprender com as histórias. Usei esse truque na minha. Imagino que você já saiba quem é a verdadeira protagonista, não é?
Me desculpe, acabei escrevendo demais ^^' Sempre me empolgo quando falo dos meus estudos e do meu mundo... estou verdadeiramente apaixonada pela Viajantes, e parece que é uma entidade viva... se eu não cuidar dela direito, acabarei perdendo-a.
Bom, obrigada pelo comentário! Mesmo! Você não sabe o quanto isso importa para mim...
Nossa
Impossível parar de ler, a descrição das cenas é muito boa.
Adorei!! Maravilhosa sua fic
Obrigada ^^ Descrição de cenas sempre foi um ponto forte meu ^^
Muito obrigada por comentar! :3
Woooow, esses capítulos estão ótimos!
Ah, e desculpe a demora pra continuar lendo...
Eu estou gostando muito da descrição dos cenários e personagens *-* A leitura não é cansativa e eu consigo imaginar exatamente a cena. E cada personagem é desenvolvido de um jeito, e isso deixa muito legal!
Agora provavelmente vou comentar só no último capítulo postado, ok?
Thanks!! :3 *-*
Que bom!!! Eu me esforço bastante para isso. Considero o ponto chave do meu estilo de escrita!
Aaaaaaahhh :(
(Não, zoeira minha ^^' Tenho poucos comentários, mas entendo a preguiça... mais ou menos, já que eu mesma geralmente comento, mas... Ah, esquece XD Vejo você lá!!!)