Comentários em “Palavras ao Vento”: “Do Céu ao Pó - 2001”

Lúpulo Lupin

Lembro mais do 11 de setembro chileno do que do americano, quando penso nessa data, mas... Muito bom, como sempre.

Beijão

Menta
Menta Autor

Blebleble! Ambos são importantes de serem lembrados.

Beijo!

Arrriba

Esse dia foi caótico demais, cara... lembro de chegar na escola nesse dia, ainda sem saber de nada, e ver o povo todo com cara de enterro...

Foda mesmo é pensar nas pessoas que estavam dentro dos prédios e que viram os aviões se aproximando, deve ter sido um desespero tenso demais!

Estou ansiosa pelos relatos anônimos, Mentita! Vou logo pro próximo! ;*

Menta
Menta Autor

Esse dia foi sinistro... No caso, eu ainda estudava de tarde, e acho que ia assistir tv globinho quando começou o plantão da Globo. Foi um dia muito bizarro, no colégio só se falava nisso... Barra pesada mesmo.

Sim, não consigo nem imaginar a situação da galera que não tinha nem chance de escapar. O pessoal dos andares mais altos, que não adiantaria nem tentar descer as escadas, sem chance de sobreviver. :/

Beijos!

Ethereal Serenade

Vi que o Nyah ainda não mudou meu nome pro novo nos reviews SUHEUSHUHS, que coisa doida.

Eu tinha dois anos quando isso aconteceu, mas sei do quanto isso repercutiu ao longo dos anos.

É, Vento, também não entendo esse ódio todo. É o mundo que vivemos, infelizmente =/

Beijão, Menta ♡ Conto incrível como sempre!

Menta
Menta Autor

Já mudou sim, minha querida! Aqui está aparecendo Ethereal Serenade no seu nick, heheehe.

NOSSA! DOIS ANOS? Para com isso, acabei de me sentir uma idosa aqui. Eu tinha nove anos quando isso aconteceu. :'(

Eu tenho pra mim que o natural do ser humano é ser "ruim", no sentido de que somos naturalmente egoístas. Nosso instinto de autopreservação é "ruim", porque nos fecha individualmente, exceto quando ele serve para algum funcionamento social que nos ajude. Masss, creio que a "natureza humana" pode ser compensada quando buscamos nos afastar do puramente instintivo, digamos, buscando essa "redenção", de não cedermos apenas aos nossos desejos imediatos, de vermos o plano geral das coisas, de realmente nos importarmos com o outro... Creio que esse é o lado bom de nossa capacidade de racionalização e sensibilização com o que vai além da gente.

Beijos!