Comentários em “Entropia”: “I - O Sono”

N
Noah
Destacado pelo autor

Novamente reitero: impossível dar uma opinião sólida tendo lido apenas o prólogo e o capítulo Sleep. Mas outra coisa que é possível concluir... seu projeto parece exigir a plena atenção do leitor. Parece que, em Entropia, uma história paralela (ou até mesmo a história principal) acontecerá nas entrelinhas. Você parece esconder material significativo nos detalhes e eu adoro isso, é como se sua estória estivesse nos desafiando a entender o que está de fato acontecendo, nos provocando. E realmente é confuso. Estou me vendo cercado diante de um cenário que desconheço e de personagens que parecem mais confusas do que eu... Annik deve saber mais, visto que ela viu tudo o que tinha para ver, mas depois voltou. Estou com a impressão de que o Deserto abrange um mundo imenso, imenso! E uma maravilhosa aventura nos aguara daqui para frente, tenho certeza disso. Seu enredo traz ares de uma narração épica, fantasiosa, cheia de metáforas. Annik é uma dwelerva? Ela está perdida, assim como Sem Nome.

Eu achei interessante esses neologismos que você criara, isto é um dos muitos sinais de que Entropia é um trabalho sério. Eu pensava que Annik era um termo que já existisse, e para tirar a prova, fui pesquisar, descobrindo que não; pois tudo que achei foi uma produtora do mesmo nome e uma modelo que parece ganhar a vida posando nua (garanto que não olhei, só supus rs).

Enfim, é isso. Parabéns pelo capítulo, autora!

Reyna Voronova

Agradeço mais uma vez pelo seu comentário, camarada, e fico imensamente feliz de vê-lo por aqui de novo!

Sim, Entropia é uma história que exige bastante atenção para detalhes, mas esses detalhes podem alterar a percepção de algumas coisas ao final da história. E sobre uma história acontecendo paralelamente, você vai ter a resposta para sua dúvida mais para frente. Fico muito feliz por você ter caracterizado a história dessa forma. Realmente, agradeço bastante por isso =)

Annik é um nome, mas não é um nome muito comum. Contudo, acho que isso dá um "toque especial" para a personagem, já que é um nome pouco usual numa personagem também pouco usual. Já a língua e os termos, sim, eu inventei tudo, e você verá mais sobre ela com o decorrer da história, já que ela é um ponto chave na história.

Eu agradeço, camarada, e parabéns pelo comentário, gostei bastante dele também =D

Batrishya

Voltei, novamente, para comentar mais um capítulo, tal como tinha prometido!

Eu ainda não sei bem onde tu vais querer levar a história, acho que este capítulo foi uma espécie de "mini" introdução para uma personagem ou mais que uma, que, creio eu, vai ter um papel fundamental na história.

Annik e a sem nome. Kravstanls? - gostei do nome. Passa a sensação de ser poderoso e misterioso... gostava de saber onde essa cabeçinha vai buscar palavras como estas (davam-me jeito :p )

Ainda não posso comentar muito sobre as personagens, pois ainda nem tivemos um deslumbre das suas personalidades e um capítulo "pequeno" não dá para criar empatia com uma personagem, mas estou curiosa para saber mais sobre a Sem-Nome do que a Annik, embora não sei quem poderá ser mais importante para a história.

Sempre gostei do modo que escreves. Tens um vasto vocabulário e sabes usá-lo de forma simples. E isso ajuda muito a entenderes depressa uma história!

Até ao próximo capitulo!!

Reyna Voronova

Esta novamente agradece o retorno da camarada. A camarada não necessita de fazer promessas, esta não se importa com comentários, mas acha a interação entre leitor/autor muito mais prazerosa do que uma simples resposta ao comentário. Mas esta agradece também a preocupação da leitora em publicar, o que confirma o fato de que és uma leitora atenta.

De fato, a camarada é mesmo uma leitora atenta! Ela lê nas entrelinhas, enquanto o público mediano apenas lê superficialmente. Mais uma vez a camarada confirma sua percepção apurada como leitora. Mas será que essa percepção continuará aguçada nos capítulos adiante? Será que a camarada vai conseguir pegar não apenas o porquê de eu escrever esse capítulo, mas o porquê geral da história? O porquê dos personagens? O porquê dos nomes e das epígrafes? Há muitos porquês nesta história e apenas um leitor sagaz pode captar a todos eles - e igualmente respondê-los.

Elas, de fato, são misteriosas e poderosas. Talvez mais misteriosas que poderosas. O poder não é um foco desta história. O mistério, talvez seja foco em alguns momentos. Mas o verdadeiro foco a camarada ainda não captou - mas não se preocupe, pode captar em breve.

Esta deveria escrever isso no parágrafo anterior, mas como esta está alterando o assunto, esta teve que quebrar a linha. Enfim, os nomes são assim; eles vêm, do nada, e passam aquilo que eles querem, tão subitamente quanto apareceram. Assim as palavras, os kayrnva e os kravstanva são formados.

Elas terão capítulos muito densos, esta pode já afirmar de antemão. E a personalidade delas, pelo menos esta deseja e tenta explorar ao máximo possível - pelo menos, o máximo que esta ainda pode explorar e pôr no papel. Outras partes, apenas com o decorrer da história.

Como esta é uma história enxuta, tanto de tramas quanto personagens, alerto que aqueles que mais aparecerem são os mais importantes. Tecnicamente, o personagem mais importante é o deserto e um outro que se revelará futuramente. Mas aqueles que andam pelo deserto também são igualmente importantes, ou seja, todos aqueles que tiverem capítulos com seus pontos de vista bastante focados por esta que vos escreve são protagonistas de importância elevadíssima. Aqueles que tiverem menos capítulos, protagonistas de importância alta. Os outros, aqueles que tiverem capítulos vez ou outra, como uma ou duas vezes em toda a história, meros coadjuvantes.

Esta novamente fica lisonjeada com o elogio da camarada, és bastante educada. Eu não sei como esta própria classificaria a escrita, mas esta crê que sua definição já está bastante boa. Não cabe a esta que vos fala se definir, e sim aqueles que a leem.

Esta está novamente ansiosa para seus comentários no próximo capítulo - e igualmente ansiosa para sua percepção apurada.

Densk, kameradie.

Vaernseyn.

A L Reich

Adorei esse capítulo, tão pacífico, acalma a mente. Lembrou-me Beyond the Veil, uma instrumental com vídeo, não sei porquê. Talvez o fato delas acordarem.

Eu não comentarei muitas coisas nos futuros capítulos, porque sabe, não tenho muita criatividade quando é um capítulo seguido do outro, ainda mais quando se fala sobre essas coisas que, pelo que entendi, envolvem a física.

Até!

Reyna Voronova

Esta agradece o comentário do(a) camarada.

O camarada entendeu bastante bem um dos pontos os quais esta quis transmitir para o leitor durante o capítulo. Isso é bastante bom, saber que a escrita e os acontecimentos estão ligados e conseguem passar uma sensação aos leitores.

De fato, esta teve algumas... lições de física quântica para poder ajudar na criação da história. Mas nada que será realmente usado. Foi apenas útil para inspiração.

Vaernseyn.

Spock Baelish

Gostei da Sem-nome. Curioso como a pessoa pode simplesmente acordar/aparecer no Deserto, sem nem mesma ela entender como aquilo aconteceu. Nada mais a dizer, bom capítulo! Espero conhecer mais a fundo os personagens, Annik me parece ser uma personagem cheia de histórias para contar.



O que mais gostei: As palavras, o tom de mistério
Reyna Voronova

Hallo, kamerad. Peço perdão pelo alemão enferrujado, já faz um bom tempo desde o primeiro comentário seu.

Esta agradece pelo freund ter gostado do capítulo. É bastante bom.

Talvez ela conte. Talvez não. Algumas coisas são feitas para serem apenas especuladas, não descobertas. O freund irá conhecer alguns a fundo... e outros, apenas especular sobre o que pensam.

Danke und auf wiedersehen.

Vaernseyn.

Gwynbleidd

Gostei O3O Bem diferente e isso é bom.
Embora levará um tempo até eu acostumar com os nomes, por enquanto para mim é Tudo kaehujse um negocio assim.

Você usa muito bem as palavras, serio "3

Reyna Voronova

Esta agradece, camarada.

Por enquanto. Como os personagens não têm sobrenome, vai ser mais fácil para você se acostumar. Eles podem ter até outros nomes, mas serão poucos e raramente mencionados. Quanto as palavras do kra'vstan, pretendo em breve colocar um dicionário com as atuais palavras criadas (até o último capítulo postado). Algumas, no entanto, aparecerão tantas vezes que você vai se acostumar rapidamente.

Mais uma vez, esta agradece imensamente e fica feliz pelo camarada estar lendo.

Vaernseyn.

Matheus Milagres

Boquiaberto estou... :o

Após temrinar de ler essa maravilha, me sinto uma areia sortuda que o vento empurrou até a sua fic, no meio de tantas outras areias perdidas no grupo do Nyah.

Não sei se você se lembra de mim, masmais cedo eu pedi indicações de histórias sobre universos paralelos no grupo e você me deixou o link dessa, que acredito que seja sua. Estou grato por isso.

Primeiramente, criar uma língua deve ser muito complicado ein? Eu fiquei tentando pronunciar aqui, é bem difícil ahahahahah Admiro sua dedicação, pois é necessário ter muita pra conseguir fazer esse tipo de coisa.

Você escreve perfeitamente bem, soube passar os sentimentos, e me deixou totalmente imerso naquela paisagem tomada pelo amarelo alaranjado que um deserto costuma ter.

Ainda não há muito o que falar da história, mas estou morrendo de curiosidade pra saber das aventuras que essas meninas irão viver, e dos desafios e perigos que irão encontrar no meio desse imenso deserto.

Voltarei pra comentar nos demais capítulos!!!!

Matheus Milagres :*



O que mais gostei: Tudo
O que acho que pode melhorar: Nada
Reyna Voronova

Esta fica imensamente grata pelo comentário do camarada. E ótima metáfora, hehe.

Ah, claro que me lembro! Não imaginava que o veria por aqui, no entanto. Isso faz seu comentário uma surpresa ainda mais agradável do que já é para mim. E estou ainda mais grata por ter o camarada lendo a história. E, se houvesse um estágio ainda maior que gratidão, eu estaria nele, pois saber que o camarada gostou deixa-me imensamente feliz.

Primeiramente, preciso explicar que criar uma língua não é difícil nem fácil, mas encontra-se no meio dessas duas definições. Bom, pelo menos foi "médio" para mim, com exceção de algumas dificuldades que mencionarei logo. É claro que, para criar uma língua, tive de aprender noções de outras que eu mal conhecia, como o russo (muitas palavras tiveram a pronúncia baseada na pronúncia das palavras russas), o alemão e o dovahzul, que é o idioma de Skyrim, e peguei noções de outras que conheço bastante bem, como o inglês e o português (as únicas línguas as quais posso afirmar saber falar). Para criar o alfabeto (ele é às vezes mostrado nas notas iniciais), levou muito, mas muitíssimo tempo. Mas ele não será mostrado com frequência na história. Pronomes e conjugações verbais, por mais estranho que pareça, foram partes fáceis. O alfabeto realmente foi o que mais me tomou tempo, justamente porque ele nunca me parecia bom o suficiente. Em segundo lugar, não tive como criar o idioma TODO. Levaria anos para isso. Eu apenas criei pronomes, conjugações e artigos e substantivos de adjetivos eu vou criando à medida que vou inserindo novas palavras na história.

Ah, e quanto à pronúncia, estou pensando num jeito de passar isso para os leitores. Até agora, as palavras estão nada mais nada menos que transliteradas do alfabeto que eu organizei para algo próximo da pronúncia original. Mas lógico que alguma coisa será perdida no caminho. Portanto, talvez eu escreva sobre o alfabeto nas notas, ou coloque a pronúncia de algumas palavras. Ainda não faço ideia, no entanto, de como mostrar toda a ortografia do kra'vstan, mas a pronúncia de algumas palavras é algo mais fácil de se lidar.

Esta fica muitíssimo feliz de o camarada sentir isso. Esforço-me ao máximo para passar com integridade os sentimentos dos personagens, por mais minúsculos e insignificantes que pareçam. Mas para mim, nenhum sentimento é insignificante quando se trata desta história. Quero tornar cada vírgula um ser vivo no pensamento do leitor, cada parágrafo uma imersão ainda maior que o anterior e cada capítulo mais forte e impactante. E deixa-me imensamente feliz saber que leitores como você estejam apreciando isso. Esforço-me bastante em espremer cada palavra para deixar o texto perfeito para os leitores, e é muito, mas muito gratificante mesmo saber que o camarada leu e sentiu isso. Significa muito mesmo para mim.

Esta não gosta de dar spoilers aos leitores, mas acho que esse não vai doer: acredito que, a partir do próximo capítulo, o camarada já vai poder começar a unir algumas das inúmeras peças do quebra-cabeças que venho tentando construir.

Esta agradece imensamente. Devo inclusive adicionar que deixa-me muito feliz saber que o camarada tenha vindo, comentado e gostado. Nada deixa-me mais feliz que saber que um leitor esteja apreciando o que escrevo com tanto esforço e sentimento. Seu comentário também me inspira a continuar escrevendo e melhorando sempre a escrita. Estes agradecimentos, na verdade, são rasos até de mais para expressar a gratidão. Sei que escrever um comentário não é tarefa fácil (esta inclusive sofre para comentar em outras histórias), então muito me aprecia saber que o camarada tomou uma porção de seu tempo para isso. Portanto, muito obrigada, camarada.

Vaernseyn.

S
S S Lucas Reis

Olá, tudo bem?

Vim do grupo do Nyah no Facebook para ler sua fic. Gostei muito, cara, assim como gosto de tudo fora do "comum".

Curti esse começo onírico, solto e com ar de lenda. Vou acompanhar, mesmo que já esteja concluída. kkk :v Um capítulo por dia. (do jeito que eu gosto)



O que mais gostei: O inusitado, a criatividade, o incomun...
Reyna Voronova

Olá, camarada. Fico feliz que tenha achado a história incomum =D Esforço-me ao máximo para deixá-la assim. E fico ainda mais feliz que tenha gostado. O seu comentário deixa-me verdadeiramente feliz por isso =) Aliás, devo agradecer mais uma vez por ter achado algo onírico. Tentei escrever para que parecesse dessa forma e, aparentemente, consegui.

Ela está longe de ser concluída e não posto um capítulo por dia (apesar de que às vezes consigo fazer a proeza de postar um por dia). Dei uma pausa para focar em outras coisas agora, mas logo vou voltar a postar.

Mais uma vez agradeço, pelo comentário, pelo acompanhamento e por ter gostado!

Vaernseyn.

Filipe Mendes

caralho, q bacana essa história em!!!!!!!!!!!!!!!!!

serio mesmo. Sao poucas historias q costumo curtir neste sitezim aqui. Fiquei impressionado, pelo visto há alguma profundidade suprema nessa história, que me vem à mente como inspirada por Fallout (Alpha and Omega, deserto, etc), gerando algo grandioso e único a sua própria maneira. E as descrições: são lindas demais; e os personagens, embora só apresentados aqui no inciim, soaram tão naturais e interessantes que já criei certa empatia com Annik, e com a inocente menina sem nome.

Reyna Voronova

Eita, Filipim! Saudades de você, camarada. Estava esses dias no grupo me lembrando do seus casórios no The Z1K4S.

Também são poucas as que me cativam aqui no Nyah!. Vejo muitas histórias seguindo a mesma linha, então tentei fazer algo bem diferente do que conheço justamente para não cair nessa mesmice que está dominando o site, infelizmente.

E sim, é bastante inspirada por Fallout. Tem algumas referências mais no futuro, talvez você até perceba, hehe.

Ah, fico bastante feliz mesmo que você tenha gostado das descrições. Tentei me esforçar ao máximo nelas neste capítulo porque queria que esse início fosse bastante profundo e marcante, e sua reação me deixou bastante feliz quanto a isso.

Agradeço imensamente pelo comentário, camarada, e também fico bastante feliz em revê-lo =D

Gislane Brito

Amo desvendar mistérios!...

Vamos ver onde este deserto vai dar!

Reyna Voronova

Agradeço pelo comentário, camarada!

Eu também adoro desvendar mistérios e acho que não só o Deserto como vários outros elementos da trama de Entropia renderão muitas perguntas no decorrer da história.

Abraços!

Mileny Gabrieli

Claymore. Adorei!

Reyna Voronova

Fico bastante feliz que tenha gostado!

Nossa, faz tanto tempo que eu escrevi esse capítulo que eu nem me lembrava que tinha usado essa palavra.

Agradeço pelos comentários, e abraços! =D

M
Marcondes

Esse capítulo realmente traz uma ideia de um mundo assustador e predatório, pois toda a descrição do local, do clima, da ausência de construções humanas confortáveis evocam um ambiente hostil, desconhecido e violento.

Sua história brinca com os sentidos e reforça a fragilidade humana de uma maneira muito forte.

Parabéns!



O que mais gostei: Da maneira como a palavra "deserto" foi usada uma série de vezes para reforçar a total noção de falta de direção/propósito para as personagens.
Reyna Voronova

Olá, camarada.

Responder aos seus comentários é sempre uma tarefa difícil, me sinto às vezes sem capacidade para complementar a sua visão. É muito bom ter alguém com uma bagagem cultural tão grande como você lendo a história, realmente fico muito feliz de poder ter uma visão bem detalhista como a sua. Através dos seus comentários, percebo detalhes da história que eu mesma não tinha reparado antes, por exemplo, o constante uso da palavra "deserto" para significar essa falta de orientação.

Mas o fato de mundo assustador e predatório eu já tinha percebido e fiz questão de reforçar esse detalhe em vários momentos da história.

Tentei brincar com os sentidos mais nessa fase inicial da história, mas quero retomar isso na fase final. É algo que gostei bastante, mas infelizmente se perdeu durante a história por falta de cuidado minha.

Agradeço imensamente pelo comentário, Condes! Abraços!