Cansativa essa vida em que você tenta tenta e tenta desconstruir-se o tempo todo e pessoas, que sofrem outras opressões, te atacam sem motivo. Seu texto veio a calhar bem, nessa fatídica semana em que passei por você sabe o que... Triste vida de falta de empatia. :(
Nossa! Ficou muito legal. Muito mais atual e fez um belo contraste: primeiro apresentou a relação entre eles, o sentimento de ódio e o motivo, depois, digamos, a qual grupo cada um participava. Muito bacana essa versão. Show!
Essa sua ideia foi muito bem executada, na minha simples opinião, dando um sentido mais atual e mais real das personagens. Porque o amor é algo que as pessoas sentem, mas o ódio também, bem como as pessoas não são iguais e sim têm suas características particulares, e isso você mostrou aqui. Então foi abordada uma questão bem complexa e importante, a diferença que cada possui e a relação enquanto grupo gerada.
Vou acompanhar mais seus textos. Esse é o segundo que leio, e vejo que você capricha e faz bonito.
Eu achei que Estetoscópio seria meu capítulo favorito, mas aí veio Reza e agora Quadrilha em Tempos Modernos. Você só melhora, moça xD
Uma releitura e crítica sucinta sobre o ódio gratuito embasado na desinformação. Além do mais, quem quer que leia vai lembrar imediatamente da poesia de Drummond, o que é um outro ponto positivo. Enfim, parabéns pelo capitulo!
Genial! Esse capítulo com certeza partiu a ser meu favorito. Simplesmente genial. Aquela crítica social muito bem feita e construída, infelizmente cheia de razão e muito verdadeira. Infelizmente mesmo.
Até o próximo!
E
Elyon Somniare
Li agora de rajada todas as drabbles e... gostei do que li. Há algumas histórias do desafio que eu tenho gostado pela capacidade em manter um enredo contínuo e agradável, apesar da limitação de palavras, coisa que pessoalmente invejo, mas no teu caso o que tenho gostado mais é a capacidade de expressar todo o sentimento através de um momento singelo - algo que também suposto ser características das drabbles, mas que é imensamente difícil de fazer (pelo menos eu tenho sentido isso XD). Em relação a isso, achei a primeira a mais fraca (não má, apenas mais fraca em relação a todas as que se seguiram), enquanto que esta última, embora não diga de caras "é a mais potente", porque teve algumas bem potentes entre elas, é a considerei mais actual, que mexe mais feridas e, por consequências, a que mais leva a reflectir. Pela nota que escreves no início, posso deduzir que partilhas pelo menos parte dessa opinião?
Coitada da Fernanda! :c Ficou muito legal sua releitura de Drummond ♥ eu amei, mesmo! Acho inclusive que a senhorita podia patentear isso aqui, porque ficou genial, mandar pr'aquelas páginas feministas ou sei lá e fazer quadrinhos. EOHOAHOIHIOEH Beijos.
Adoro esse poema, ele tem uma ironia tão absurdamente linda é uma pena que dificilmente se perceba algo assim nos dias de hoje. Alias, é difícil achar uma forma de amor que não seja criticada.
Agora, falando da sua história (eu ia emendar no outro paragrafo, mas ia ficar muito carregado :p ) Adorei a sua releitura, infelizmente é algo real e terrivelmente exacerbado pela "liberdade" das redes sociais, não existe mais um amor que seja intacto, todos são julgados e todos querem expor suas verdades sobre a dos outros e acabam se odiando por questões bestas.
Enfim , se conseguir responder esse meu pequeno monólogo te mando uma paçoca.
Olha meu nome ali, que lindo 😍😍😍
Adoro esse texto do Drummond, mas o seu não deixou nada a desejar! :D
Oiii. Eu gostei do capítulo. Ficou ótimo. Gostei dessa releitura. Bem interessante. Enfim, até mais. Bjss 😘
Cansativa essa vida em que você tenta tenta e tenta desconstruir-se o tempo todo e pessoas, que sofrem outras opressões, te atacam sem motivo. Seu texto veio a calhar bem, nessa fatídica semana em que passei por você sabe o que... Triste vida de falta de empatia. :(
Oi, oi :)
Nossa! Ficou muito legal. Muito mais atual e fez um belo contraste: primeiro apresentou a relação entre eles, o sentimento de ódio e o motivo, depois, digamos, a qual grupo cada um participava. Muito bacana essa versão. Show!
Essa sua ideia foi muito bem executada, na minha simples opinião, dando um sentido mais atual e mais real das personagens. Porque o amor é algo que as pessoas sentem, mas o ódio também, bem como as pessoas não são iguais e sim têm suas características particulares, e isso você mostrou aqui. Então foi abordada uma questão bem complexa e importante, a diferença que cada possui e a relação enquanto grupo gerada.
Vou acompanhar mais seus textos. Esse é o segundo que leio, e vejo que você capricha e faz bonito.
Abraço!
Nossa! Fantástico...
Eu gostei bastante dessa releitura. Remete a obra original, mas de certa forma ela ainda mantem certo desvínculo com a mesma, de forma equilibrada.
Além disso, ela passa algo bacana, algo real e que, muitas vezes é algo como a Fernanda, não é escutado.
Então moça, ainda tendo me recuperar desse capítulo supimpa!
Espero que vejamos-nos em breve...
Kisses
*_* adorei, Kat! ♥
Eu amo sotaque sulista, nunca entendi como o povo consegue não gostar *cries* é tão fofinho ♥
Carlos Drummond, amo as obras dele, haha, super amorzinho.
Até o próximo cap, amore ♥
Eu achei que Estetoscópio seria meu capítulo favorito, mas aí veio Reza e agora Quadrilha em Tempos Modernos. Você só melhora, moça xD
Uma releitura e crítica sucinta sobre o ódio gratuito embasado na desinformação. Além do mais, quem quer que leia vai lembrar imediatamente da poesia de Drummond, o que é um outro ponto positivo. Enfim, parabéns pelo capitulo!
Até \o
Genial! Esse capítulo com certeza partiu a ser meu favorito. Simplesmente genial. Aquela crítica social muito bem feita e construída, infelizmente cheia de razão e muito verdadeira. Infelizmente mesmo.
Até o próximo!
Li agora de rajada todas as drabbles e... gostei do que li. Há algumas histórias do desafio que eu tenho gostado pela capacidade em manter um enredo contínuo e agradável, apesar da limitação de palavras, coisa que pessoalmente invejo, mas no teu caso o que tenho gostado mais é a capacidade de expressar todo o sentimento através de um momento singelo - algo que também suposto ser características das drabbles, mas que é imensamente difícil de fazer (pelo menos eu tenho sentido isso XD). Em relação a isso, achei a primeira a mais fraca (não má, apenas mais fraca em relação a todas as que se seguiram), enquanto que esta última, embora não diga de caras "é a mais potente", porque teve algumas bem potentes entre elas, é a considerei mais actual, que mexe mais feridas e, por consequências, a que mais leva a reflectir. Pela nota que escreves no início, posso deduzir que partilhas pelo menos parte dessa opinião?
Abraço.
Coitada da Fernanda! :c Ficou muito legal sua releitura de Drummond ♥ eu amei, mesmo! Acho inclusive que a senhorita podia patentear isso aqui, porque ficou genial, mandar pr'aquelas páginas feministas ou sei lá e fazer quadrinhos. EOHOAHOIHIOEH Beijos.
OIE!!! Que saudade! Eu sei que sumi, mas voltei!!
Adoro esse poema, ele tem uma ironia tão absurdamente linda é uma pena que dificilmente se perceba algo assim nos dias de hoje. Alias, é difícil achar uma forma de amor que não seja criticada.
Agora, falando da sua história (eu ia emendar no outro paragrafo, mas ia ficar muito carregado :p ) Adorei a sua releitura, infelizmente é algo real e terrivelmente exacerbado pela "liberdade" das redes sociais, não existe mais um amor que seja intacto, todos são julgados e todos querem expor suas verdades sobre a dos outros e acabam se odiando por questões bestas.
Enfim , se conseguir responder esse meu pequeno monólogo te mando uma paçoca.
Beijos e até mais!
O que mais gostei: O modo como desenvolveu essa nova quadrilha. Infinitas palmas são merecidas por essa maravilha!