Ai que awwwwn esse final "virou escritor" Escritores são lindos, maravilhosos e perfeitos. Eu quando era mais nova queria ser professora, mas hoje percebo que não tenho paciência para isso não :v achei bem legal sua ideia de contos isolados, sem nada que os ligue, legal mesmo ❤️
Então... Eu nunca quis ser médica, mas minha interminável lista já foi de advogada à cantora (apesar de hoje só cantar em ambientes muito privados), eu curso engenharia, mas sonho mesmo é com o dia de virar escritora.
Acho que a vida tem dessas, a gente nunca sabe o dia de amanhã e muitas vezes ainda temos a mente muito jovem para decidir uma vida inteira.
Sim! Sinto que fui uma das poucas pessoas que partiu para isso, inicialmente até fui conferir se era regra ser uma história só. Ainda bem que não é ♥
Sempre há textos que gostamos mais, e é nesses que vou deixar meu comentário, espero que isso não seja problema. O fato de na introdução começar com essa ideia de movimento, colocando a doença como algo que possa se mover, entrando, invadindo, como uma fumaça ou uma brisa, foi um dos grandes méritos do texto. A composição, a ordem, a escolha das palavras, também produziu um contar interessante de se ler.
Sempre gosto dessa ferramenta, personificação, fazer com que objetos (ou no caso a doença) se movam como se fossem pessoas. Ou transformá-las em brisa também. Gostei da sua comparação.
Ai que awwwwn esse final "virou escritor"
Escritores são lindos, maravilhosos e perfeitos. Eu quando era mais nova queria ser professora, mas hoje percebo que não tenho paciência para isso não :v achei bem legal sua ideia de contos isolados, sem nada que os ligue, legal mesmo ❤️
Então... Eu nunca quis ser médica, mas minha interminável lista já foi de advogada à cantora (apesar de hoje só cantar em ambientes muito privados), eu curso engenharia, mas sonho mesmo é com o dia de virar escritora.
Acho que a vida tem dessas, a gente nunca sabe o dia de amanhã e muitas vezes ainda temos a mente muito jovem para decidir uma vida inteira.
Sim! Sinto que fui uma das poucas pessoas que partiu para isso, inicialmente até fui conferir se era regra ser uma história só. Ainda bem que não é ♥
Proesiando continua!
Beijos!
Obrigada pelo comentário ^^
Layla.
Sempre há textos que gostamos mais, e é nesses que vou deixar meu comentário, espero que isso não seja problema. O fato de na introdução começar com essa ideia de movimento, colocando a doença como algo que possa se mover, entrando, invadindo, como uma fumaça ou uma brisa, foi um dos grandes méritos do texto. A composição, a ordem, a escolha das palavras, também produziu um contar interessante de se ler.
Não tem problema algum, moça.
Sempre gosto dessa ferramenta, personificação, fazer com que objetos (ou no caso a doença) se movam como se fossem pessoas. Ou transformá-las em brisa também. Gostei da sua comparação.
Obrigada pelos elogios! E pelo comentário!
Espero vê-la novamente!
Beijinhos.
Layla.