Olha eu aqui de novo ❤️ To virando fã oficial. Já vou mandar fazer minha carteirinha ahushua
Novamente, tu escrevestes maravilhosamente sobre um tema muito bonito - a descoberta de si mesmo - e o fizeste de um modo nada clichê ou batido. Achei poético, quase. E pude imaginar a situação acontecendo até comigo, por mais que tu tivesse criado personagens fictícios. Acho isso algo muito legal: poder fazer as pessoas se identificarem.
Uau. Apenas uau. Eu sinceramente me surpreendo quando eu abro a página do Nyah! e aparece umas oneshots maravilhosas dessas. Aquelas histórias que eu nunca poderia achar, mas que o "aleatório" do Nyah! faz questão de me apresentar, hahahaha.
Bom, por onde eu começo? É difícil transmitir sentimentos em palavras, é algo abstrato, distorcido e estranho, mas nos esforçamos para transmiti-los, certo? Certíssimo. E creio que você fez isso com maestria. Mostrando cada ponto em que Gwen se sentia mal, porém junto de Delilah todos os problemas haviam de ser insignificantes. Isso é incrível não? Me encho de encanto quando consigo transmitir algo assim ou quando consigo entender o que o autor quer passar. :3
Sobre pontos negativos eu creio que não tenha. A forma como você descreve tudo e como Gwen narra tudo me cativou muito para notar algo de errado. Por isso peço desculpas caso tenha deixado um erro passar e não possa te informar para que você conserte. :(
Por fim posso dizer que queria saber muito como Delilah reagiu ao ler essa carta(isso se a Gwen teve coragem de entrega-la). Seria pedir demais? *apanha* Só espero que elas possam ao menos ter aproveitado o que cada uma tinha a oferecer. O momento para elas foi inoportuno, como Gwen disse: O que meu pai diria? E tua mãe, como teria coragem de pôr os pés na igreja?É de partir o coração... Logo eu que amo finais felizes, mas a realidade sempre prevalece. *suspira*
Mas eu agradeço a leitura, minha cara. Foi empolgante, curioso e libertador(para Gwen eu diria xD)!
Adorei você ter ambientado a história, dizendo o contexto histórico. A situação pensada, o modo como você a botou em palavras ordenadas e harmônicas... A carta toda! Muito obrigado! É o tipo de coisa que adoro ler e que tem sua necessidade no mundo!!! :D
Essa one-shot me tocou de uma maneira diferente, e eu quase não consigo explicar o porquê. Tem coisas que a gente tem a sorte de ler na hora certa, e esta foi uma delas. Muito obrigada por isso.
Reli várias vezes, com música, sem música, com outras músicas. Primeiro, me coloquei como um observador distante, que observa a cena e apura os detalhes; depois me vi como a própria Gwen, passei de melancolia para a sensação de liberdade em uma fração de segundos, como uma corrente elétrica que percorre o corpo; depois me vi como Delilah, a alma livre que eu gostaria de ser.
Apenas mais uma prova do quão bem escrita Delilah está. A preocupação ao tecer as palavras, nos fazendo emergir na cena. Pude sentir cheiros, sensações. Quanto prazer em ler! Me bateu como um tapa na cara ou um soco no estômago. Leitura boa é aquela que faz a gente pensar e também sentir.
Ambientando a cena toda nos anos 80 também me traz uma nostalgia daquilo nunca vivido, e, além de engraçada, acho gostosa essa sensação. Novamente, muito obrigada por isso.
Termino com um estranho peso no peito e, ao mesmo tempo, a felicidade e satisfação de, como Gwen, ter encontrado/aceitado algo que procurava já há tempos.
Eu ia te contar como achei a sua, mas vou deixar você adivinhar... e sei que vai acertar.
Eu não leio apenas as histórias, leio também os comentários; então você sabe né... tem gente que tira tempo pra tudo, até para criticar algo realmente bom, então... vida que segue!!
Eu sou um terror escrevendo dessa forma, ainda uso muito diálogo nas minhas histórias e confesso que tenho um pouco de vergonha disso, queria poder escrever mais assim como você.
A sua história me fez lembrar aquele livros sabe, "Carta de Amor aos Mortos" já leu, se não, vale a pena ler viu!! Aquela ideia de: será que ela entregou? Quanto tempo já se passou e a carta ainda está lá; esquecida. Será que virou um achado em meio a vida de alguém que se foi sem revelar seus sentimentos a pessoa amada? Triste né, mas é a vida...
Confesso que ainda não ouvi as músicas, mas vou ouvi-las!
Achei linda, estonteante e delicada - como Delilah deve ser - esta songfic em forma de carta. Somente fiquei curiosa sobre o porquê da sua opção pela segunda pessoa, já que me parece que não havia essa formalidade entre elas. Mas não é uma crítica, de forma alguma. Apenas curiosidade mesmo.
Por favor, transmita meus elogios à pessoa que fez a capa de tremendo bom gosto, foi ela que me trouxe até aqui. E neste finzinho de noite quando te escrevo, quero dizer que você refrescou meu dia com sua sensibilidade. Que texto mais bonito o seu!
Sei que você disse que não pretende mais acrescentar capítulos aqui, mas se um dia mudar de ideia e quiser dar um desfecho para Gwen, por favor, me avise.
Nunca achei que uma carta pudesse tocar tão profundamente o meu coração. Com menos de 700 palavras você disse tudo e agora eu quero chorar, porque como um ralato tão claro dos anos 80 pode ser ao mesmo tempo tão real para os tempos atuais? Eu, que sou não tão secretamente "apaixonada" pela minha melhor amiga pude ver como foi verdadeira a sua história, as vezes eu acabava por confundir a Delilah com a minha amiga, Naira. E o treixo que ela disse que sentir-se apaixonada pela garota era como sentir-se despida é exatamente como eu me sinto todos os dias.
Muito obrigada por escrever algo tão real e sofisticado, com poucas palavras que dizem tudo e que vão me fazer pensar a minha vida inteira.
Amor é pouco para descrever o que eu to sentindo por esse conto ♥
Olha eu aqui de novo ❤️ To virando fã oficial. Já vou mandar fazer minha carteirinha ahushua
Novamente, tu escrevestes maravilhosamente sobre um tema muito bonito - a descoberta de si mesmo - e o fizeste de um modo nada clichê ou batido. Achei poético, quase. E pude imaginar a situação acontecendo até comigo, por mais que tu tivesse criado personagens fictícios. Acho isso algo muito legal: poder fazer as pessoas se identificarem.
Parabéns! Eu amei ❤️
xoxo
Cara, que bonito! Amei! Fiquei curiosa com o casal! Tem mais delas?
Uau. Apenas uau. Eu sinceramente me surpreendo quando eu abro a página do Nyah! e aparece umas oneshots maravilhosas dessas. Aquelas histórias que eu nunca poderia achar, mas que o "aleatório" do Nyah! faz questão de me apresentar, hahahaha.
Bom, por onde eu começo? É difícil transmitir sentimentos em palavras, é algo abstrato, distorcido e estranho, mas nos esforçamos para transmiti-los, certo? Certíssimo. E creio que você fez isso com maestria. Mostrando cada ponto em que Gwen se sentia mal, porém junto de Delilah todos os problemas haviam de ser insignificantes. Isso é incrível não? Me encho de encanto quando consigo transmitir algo assim ou quando consigo entender o que o autor quer passar. :3
Sobre pontos negativos eu creio que não tenha. A forma como você descreve tudo e como Gwen narra tudo me cativou muito para notar algo de errado. Por isso peço desculpas caso tenha deixado um erro passar e não possa te informar para que você conserte. :(
Por fim posso dizer que queria saber muito como Delilah reagiu ao ler essa carta(isso se a Gwen teve coragem de entrega-la). Seria pedir demais? *apanha* Só espero que elas possam ao menos ter aproveitado o que cada uma tinha a oferecer. O momento para elas foi inoportuno, como Gwen disse: O que meu pai diria? E tua mãe, como teria coragem de pôr os pés na igreja? É de partir o coração... Logo eu que amo finais felizes, mas a realidade sempre prevalece. *suspira*
Mas eu agradeço a leitura, minha cara. Foi empolgante, curioso e libertador(para Gwen eu diria xD)!
Com amor, Foxy.
Adorei você ter ambientado a história, dizendo o contexto histórico. A situação pensada, o modo como você a botou em palavras ordenadas e harmônicas... A carta toda! Muito obrigado! É o tipo de coisa que adoro ler e que tem sua necessidade no mundo!!! :D
O que mais gostei: Temática e ambientação.
Uma das melhores coisas que eu já li em todo o Nyah! Fanfiction, e eu não estou brincando.
Estou tão emocionado com a sua escrita e o modo como você desenvolveu todo o contexto. É incrível, de verdade.
Adorei as palavras que escolheu, cada uma delas.
Você tem um grande talento. Obrigado por compartilhá-lo conosco.
Parabéns! (ㅅ´ ˘ `)
Essa one-shot me tocou de uma maneira diferente, e eu quase não consigo explicar o porquê. Tem coisas que a gente tem a sorte de ler na hora certa, e esta foi uma delas. Muito obrigada por isso.
Reli várias vezes, com música, sem música, com outras músicas. Primeiro, me coloquei como um observador distante, que observa a cena e apura os detalhes; depois me vi como a própria Gwen, passei de melancolia para a sensação de liberdade em uma fração de segundos, como uma corrente elétrica que percorre o corpo; depois me vi como Delilah, a alma livre que eu gostaria de ser.
Apenas mais uma prova do quão bem escrita Delilah está. A preocupação ao tecer as palavras, nos fazendo emergir na cena. Pude sentir cheiros, sensações. Quanto prazer em ler! Me bateu como um tapa na cara ou um soco no estômago. Leitura boa é aquela que faz a gente pensar e também sentir.
Ambientando a cena toda nos anos 80 também me traz uma nostalgia daquilo nunca vivido, e, além de engraçada, acho gostosa essa sensação. Novamente, muito obrigada por isso.
Termino com um estranho peso no peito e, ao mesmo tempo, a felicidade e satisfação de, como Gwen, ter encontrado/aceitado algo que procurava já há tempos.
Apenas gratidão e elogios!
Eu quase pude me imaginar dançando com a Delilah :)
Oi, tudo bem, espero que sim!
Então cheguei até aqui através do Desafio da Baleia Fanfiqueira: 5º dia: Leia e comente uma história de classificação livre.
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Eu ia te contar como achei a sua, mas vou deixar você adivinhar... e sei que vai acertar.
Eu não leio apenas as histórias, leio também os comentários; então você sabe né... tem gente que tira tempo pra tudo, até para criticar algo realmente bom, então... vida que segue!!
Eu sou um terror escrevendo dessa forma, ainda uso muito diálogo nas minhas histórias e confesso que tenho um pouco de vergonha disso, queria poder escrever mais assim como você.
A sua história me fez lembrar aquele livros sabe, "Carta de Amor aos Mortos" já leu, se não, vale a pena ler viu!! Aquela ideia de: será que ela entregou? Quanto tempo já se passou e a carta ainda está lá; esquecida. Será que virou um achado em meio a vida de alguém que se foi sem revelar seus sentimentos a pessoa amada? Triste né, mas é a vida...
Confesso que ainda não ouvi as músicas, mas vou ouvi-las!
Parabéns pela história, ficou linda moça!!! *w*
Olá!
Achei linda, estonteante e delicada - como Delilah deve ser - esta songfic em forma de carta. Somente fiquei curiosa sobre o porquê da sua opção pela segunda pessoa, já que me parece que não havia essa formalidade entre elas. Mas não é uma crítica, de forma alguma. Apenas curiosidade mesmo.
Por favor, transmita meus elogios à pessoa que fez a capa de tremendo bom gosto, foi ela que me trouxe até aqui. E neste finzinho de noite quando te escrevo, quero dizer que você refrescou meu dia com sua sensibilidade. Que texto mais bonito o seu!
Sei que você disse que não pretende mais acrescentar capítulos aqui, mas se um dia mudar de ideia e quiser dar um desfecho para Gwen, por favor, me avise.
Gostei.
Conto lindo e bem escrito, senti como se tivesse contemplando cada momento pessoalmente. Parabéns de verdade ;)
Nunca achei que uma carta pudesse tocar tão profundamente o meu coração. Com menos de 700 palavras você disse tudo e agora eu quero chorar, porque como um ralato tão claro dos anos 80 pode ser ao mesmo tempo tão real para os tempos atuais? Eu, que sou não tão secretamente "apaixonada" pela minha melhor amiga pude ver como foi verdadeira a sua história, as vezes eu acabava por confundir a Delilah com a minha amiga, Naira. E o treixo que ela disse que sentir-se apaixonada pela garota era como sentir-se despida é exatamente como eu me sinto todos os dias.
Muito obrigada por escrever algo tão real e sofisticado, com poucas palavras que dizem tudo e que vão me fazer pensar a minha vida inteira.