Meu nome é Fernanda, mas pode me chamar de Nanda (ou Nanda Chan, como consta no perfil). Comecei a ler sua história há algum tempo, mas decidi comentar agora porque quinze é um número redondo e ímpar.
Eu simplesmente adoro "Azar". Eu gosto de sua escrita, do seu senso de humor, das ilusões que você provoca no meu pobre coração quando escreve alguma cena entre a Zá e o Edu.
Sei que errado se divertir com o sofrimento dos outros, mas é impossível não sorrir (ou até mesmo gargalhar) quando leio algumas das cenas de azar da Zá. Adoro ler histórias sobre garotas azaradas e tímidas, porque acabo rindo da completa falta de noção e vergonha delas. (Eu sou uma pessoa cruel? As pessoas pensam o que quiser, mas a verdade é que eu rio disso, sim.) Não sei bem porque me divirto com isso, já que eu também sou azarada e tímida. Acho que é só para saber que não estou sozinha nesse mundo ¬¬
Mas esse capítulo foi tenso, viu? Quando a Zá estava quase descobrindo porque o amigo do Edu estava aborrecido com ela, e aí POWWWWW a bomba explode! Pessoas começam a ficar desesperadas e correr de um lado para o outro quando descobrem que....
O PAI DO EDU QUASE FOI O PAI DA ZÁ!!!!!!! ELE É O EX DA MÃE DA POBRE GAROTA AZARADA E TÍMIDA!!!! ELE É "O" CARLOS!!!!
Eu fiquei tipo: "Espera aí. Espera um pouquinho aí!!! Eu li isso direito? Estou alucinando, meu Senhor? Tá certo isso? O que tá acontecendo?"
.......
Whatever.
Eu simplesmente adorei esse capítulo (mas é a mesma coisa que acontece em todos os capítulos de Azar, então se tornou algo normal), principalmente a parte da perseguição no hospital. Me senti lendo um livro sobre doentes mentais (bem, não que Azar seja totalmente normal e a Zá não seja nem um pouquinho doida...).
Espero ansiosa pelo próximo capítulo, e espero que seus problemas familiares se resolvam logo!
Até mais!
O que mais gostei:
"Eu usava um daqueles vestidos de hospital abertos atrás que mostrava minha calcinha de ursinho e corria gritando pelas alas até chegar na ala psiquiátrica."
O que acho que pode melhorar:
A gramática e acentuação estão ótimas, assim como a organização do texto. Só percebi a falta de uma vírgula aqui e ali.
Meu nome é Fernanda, mas pode me chamar de Nanda (ou Nanda Chan, como consta no perfil). Comecei a ler sua história há algum tempo, mas decidi comentar agora porque quinze é um número redondo e ímpar.
Eu simplesmente adoro "Azar". Eu gosto de sua escrita, do seu senso de humor, das ilusões que você provoca no meu pobre coração quando escreve alguma cena entre a Zá e o Edu.
Sei que errado se divertir com o sofrimento dos outros, mas é impossível não sorrir (ou até mesmo gargalhar) quando leio algumas das cenas de azar da Zá. Adoro ler histórias sobre garotas azaradas e tímidas, porque acabo rindo da completa falta de noção e vergonha delas. (Eu sou uma pessoa cruel? As pessoas pensam o que quiser, mas a verdade é que eu rio disso, sim.) Não sei bem porque me divirto com isso, já que eu também sou azarada e tímida. Acho que é só para saber que não estou sozinha nesse mundo ¬¬
Mas esse capítulo foi tenso, viu? Quando a Zá estava quase descobrindo porque o amigo do Edu estava aborrecido com ela, e aí POWWWWW a bomba explode! Pessoas começam a ficar desesperadas e correr de um lado para o outro quando descobrem que....
O PAI DO EDU QUASE FOI O PAI DA ZÁ!!!!!!! ELE É O EX DA MÃE DA POBRE GAROTA AZARADA E TÍMIDA!!!! ELE É "O" CARLOS!!!!
Eu fiquei tipo: "Espera aí. Espera um pouquinho aí!!! Eu li isso direito? Estou alucinando, meu Senhor? Tá certo isso? O que tá acontecendo?"
.......
Whatever.
Eu simplesmente adorei esse capítulo (mas é a mesma coisa que acontece em todos os capítulos de Azar, então se tornou algo normal), principalmente a parte da perseguição no hospital. Me senti lendo um livro sobre doentes mentais (bem, não que Azar seja totalmente normal e a Zá não seja nem um pouquinho doida...).
Espero ansiosa pelo próximo capítulo, e espero que seus problemas familiares se resolvam logo!
Até mais!
O que mais gostei:
"Eu usava um daqueles vestidos de hospital abertos atrás que mostrava minha calcinha de ursinho e corria gritando pelas alas até chegar na ala psiquiátrica."
O que acho que pode melhorar:
A gramática e acentuação estão ótimas, assim como a organização do texto. Só percebi a falta de uma vírgula aqui e ali.