Comentários em “Macchiato | Café com Letra #1”: ““The Boss” — Weslley Ngr”

Simone DJ

Parabéns pela história. Adorei.

S
Srta Pezzino

Oi, anjo!

Tudo bem?

Seu final foi absolutamente fantástico. Lembro-me de um episódio de Doctor Who, quando existe uma matéria orgânica que se transforma em humano e eles acabam ganhando emoções e tentando ficar no lugar dos humanos. O Doctor é duplicado também nesse material e ele acaba confundindo a sua acompanhante, Amy, sobre qual ser a matéria e qual ser o verdadeiro, aliás, trocando os sapatos, ele a engana.

No final do episódio, descobre-se que a Amy não é a verdadeira, mas esse material orgânico. E tudo foi um ensinamento para ela, como material orgânico, entender-se como real também porque não se pode dizer que um é melhor/ mais ser humano que o outro se possui emoções. O Snake é exatamente isso, estou errada?

Seu final foi realmente brilhante, mesmo, mas foi absolutamente cansativo - ou eu estou cansada mesmo - chegar no final da sua história. Seu enredo é muito bom, mas o seu universo deveria ser melhor explicado com a locação de datas. Sugiro fortemente isso.

Encontrei diversos erros na leitura e ficaram fixados na minha cabeça pelo desgaste da narrativa, a concordância verbal pecou como também a troca de pretérito e futuro em relação ao acento no "-ra". Mais de uma vez, isso me deixou confusa, pensando que existia possibilidade da narrativa ser diferente do habitual, mas não me pareceu, então, foi erro.

Existiram outros erros de acentuação (falta), entre outros, mas o que eu acho que preciso focar é o parágrafo. Parágrafos muito longos sem necessidade. Você poderia ter mudado de parágrafo para dar uma dinâmica ao leitor durante a sua história, mas você não fez isso e me pareceu monótono. acho que você poderia ir realmente além se fizesse essa separação melhor e também acredito que seu enredo tem uma jogada/ sacada genial por trás.

A ideia de acrescentar a frase do Descartes e a ideia do Snake ser o antigo amante da Boss, mas, em verdade, também ser uma IA é realmente muito boa. Essa parte me cativou e vou elogiar você por ela, bastante, aliás. Realmente, tocou no meu ponto whovian!

Poderia me prolongar, mas as partes do passado e do presente me confundiram um pouco, eu tive que voltar a leitura, acho que falei o essencial por hora, não preciso me estender.

Mas esse final... Puta que pariu. Fiquei encantada, parabéns por ele.

Obrigada pela leitura, qualquer dúvida em relação ao meu comentário, contate-me. ;)

M
Marcondes

Gostei da coesão da narrativa, bem como da riqueza de detalhes e das descrições.
Além do mais o conhecimento histórico contribuiu muito para dar um sentido de progressividade das máquinas.
Parabéns Weslley!