Oiii, eu sou leitora nova, então desculpa por não ter aparecido antes.
Antes de eu falar sobre o que eu acho, devo dizer que estou indignada. Não com a história, ela simplesmente é perfeita, mas como fato de não ter, tipo, uns trezentos mil comentários. Como assim? Eu sempre xereto essas coisas porque sou curiosa, e tipo, eu não entendo como essa gente não vêm lê uma história tão boa. Ou não vêm dizer que a história é boa.
Fora isso sua história é simplesmente incrível. Gosto do jeito que você consegue transformar um narração impessoal (de terceira pessoa) em pessoal. Apesar de ser "ele", o leitor consegue se colocar no lugar do personagem muito fácil e entender a personalidade dele.
Alguns capítulos atrás você pediu para dizer qual personagem mais gostava, e não sei mais se está ainda curiosa ou não, mas o Santini ganha de disparada. No início era meio aquele gostar porque o principal gosta, e como era a visão do principal sobre o personagem você acaba vendo ele como perfeito. Mas mesmo quando entrou o ponto de vista do Santini eu continuei amando ele. Tipo, eu amo um personagem complicado. O Shey também é, mas com ele é aquela relação de amor e ódio que eu sempre tenho com o principal.
E falando sobre o Shey (sim, isso aqui tá ficando enorme, qualquer coisa dilua entre os dezenove capítulos que eu não comentei por não ter lido ainda a história), eu tentei ficar adivinhando o que ele tinha até aquele capítulo em que você revelou, e posso dizer que não fiquei muito longe. Eu tinha chutado esquizofrenia, porque muitas das características batiam com as que eu li num livro uma vez, mas está quase, não é? Uma coisa que me agradou foi como você descreveu as crises. Quando eu via em filme, alguns gestos acabam sendo sem sentido e as pessoas acham que é só porque o personagem é louco. Mas tipo, quando o Shey batia na cabeça, que é uma característica muito forte de quem sofre alucinações, não ficou fora de sentido. Ele tentava alguma coisa com isso (que era tirar o zumbido, se não me engano).
Tem tanta cosia que eu gostaria de falar ainda, mas nem sei como colocar. Tipo, tem que o Leon é muito, muito foda, e que eu sinto pena do pai do Santini porque ele tenta ser legal, mas simplesmente não consegue. Tem também que a Helena e o Daniel são muitos fofos juntos. Ahhh, e o Shey precisa ter uma aula de religião com o meu professor. Aquele cara é simplesmente o máximo, não sei como ele não foi expulso ainda da escola, mas ele conseguiu provar que a religião em si não é homofóbica ou preconceituosa, mas que as pessoas que são usam dela como um escudo. Ou seja, o que tem que se mudar não é a religião, mas o pensamento das pessoas que as praticam. Ele basicamente falou como o Leon, mas com palavras diferentes e formais.
Espero sinceramente que você não desista. Essa história é muito mágica e agora que você me viciou nela não tem mais volta. Quando você sentir vontade de parar, pense naquela garotinha chamada Oli que estará te olhando com cara de cachorro que caiu de mudança, com os olhos brilhando e implorando para que não desista. Tá, eu exagerei, mas acho que você entendeu mesmo assim.
Desculpe não ter respondido antes, mas atualmente estou sem computador, então fica meio impossível, porque se você responde pelo celular o Nyah buga e todo acento e o "ç" ficam como pontos de interrogação.
Ah, sim, eu recebo bem poucos comentários, mesmo XDDD mas tá tudo bem. Eu gosto muito de escrever isso aqui, e acho que só de conseguir atingir algumas pessoas já é ótimo.
Ah, que bom que você gosta o/ tá no ponto de vista deles, e tal. Eu sempre me sinto meio tensa que todo mundo diz que não é pra se passar muito o sentimento nesse tipo de narração, mas -q
É o primeiro comentário que eu recebo sobre como eu narro, por sinal. Since ever.
Estou sempre curiosa quanto a isso, pra ser honesta. O Santini também é meu favorito, aliás. Não que eu devesse ter um favorito e não ser imparcial, mas cof eu fico feliz de saber que o Santini te conquistou :3~ e que você gosta de personagens complicados, também. Isso aqui tudo é sobre personagens complicados tentando ficar juntos =DDDDD
E, sinceramente, até eu tenho relação de amor e ódio com o Shey -qqq Por sinal, nunca se preocupe com o comentário ficar longo quando estiver falando comigo. Eu adoro comentário longo, de verdade.
Fico feliz que você tenha pego, cara~ isso meio que indica que eu tava indo pelo caminho certo, porque se alguém tivesse lido algo sobre esquizofrenia e não pego as semelhanças (além das alucinações, que todo mundo sabe), eu teria feito alguma merda. Então, sim, foi quase :3
Ah, é. Mas eu devo confessar que acho que os movimentos fazerem sentido é mais coisa de que quando você está lendo tem como entrar bem no ponto de vista do personagem e expôr o que ele tá sentindo. É uma desvantagem dos cinemas, isso. Mas obrigada, de novo~ um dos pontos disso aqui é mostrar um pouco como é ter problemas que envolvem alucinações (com o Shey) e como se é viver com ansiedade (com o Santie). Ah, e é, no geral ou ele tá tentando expulsar seja lá o que ele acha que tá na cabeça dele, ou tá tentando fazer o zumbido parar, mesmo.
Ah, continua gostando do Leon mesmo que ele seja um traíra? XDDD alguns leitores ficaram com raiva dele -q
É, o cara não nasceu com skills naturais de pai. Own, um comentário sobre o relacionamento do Daniel e da Helena ♥ ninguém nunca comenta disso~~
Concordo plenamente com o seu professor, pelo que você me falou. Livros religosos costumam ser principalmente sobre paz, respeito e amor. Usar isso para tirar proveito e fazer todos seguirem o que você concorda é basicamente humano. Todo mundo tá aí tendo certeza que prostitutas vão pro inferno, por exemplo, mas se eu me lembro bem Jesus foi lá salvar uma de ser apedrejada e disse que ela era como todos os outros. Porque ela era, né? -qqqq e acho lindo que o coitado falava principalmente de humildade e agora olha aí o Vaticano cheio de coisas de ouro e marfim.
É foda, né.
..... e desculpa entrar em rant sobre isso, também.
Acho muito difícil eu desistir, Oli! XD... embora eu deva avisar que às vezes dou uma atrasada. Mas procuro postar no máximo a cada duas semanas. Vou manter isso em mente, de qualquer forma~~
Muito obrigada por comentar, e eu adorei muito ler isso aqui. Desculpe de novo a demora para escrever, aliás.
Oiii, eu sou leitora nova, então desculpa por não ter aparecido antes.
Antes de eu falar sobre o que eu acho, devo dizer que estou indignada. Não com a história, ela simplesmente é perfeita, mas como fato de não ter, tipo, uns trezentos mil comentários. Como assim? Eu sempre xereto essas coisas porque sou curiosa, e tipo, eu não entendo como essa gente não vêm lê uma história tão boa. Ou não vêm dizer que a história é boa.
Fora isso sua história é simplesmente incrível. Gosto do jeito que você consegue transformar um narração impessoal (de terceira pessoa) em pessoal. Apesar de ser "ele", o leitor consegue se colocar no lugar do personagem muito fácil e entender a personalidade dele.
Alguns capítulos atrás você pediu para dizer qual personagem mais gostava, e não sei mais se está ainda curiosa ou não, mas o Santini ganha de disparada. No início era meio aquele gostar porque o principal gosta, e como era a visão do principal sobre o personagem você acaba vendo ele como perfeito. Mas mesmo quando entrou o ponto de vista do Santini eu continuei amando ele. Tipo, eu amo um personagem complicado. O Shey também é, mas com ele é aquela relação de amor e ódio que eu sempre tenho com o principal.
E falando sobre o Shey (sim, isso aqui tá ficando enorme, qualquer coisa dilua entre os dezenove capítulos que eu não comentei por não ter lido ainda a história), eu tentei ficar adivinhando o que ele tinha até aquele capítulo em que você revelou, e posso dizer que não fiquei muito longe. Eu tinha chutado esquizofrenia, porque muitas das características batiam com as que eu li num livro uma vez, mas está quase, não é? Uma coisa que me agradou foi como você descreveu as crises. Quando eu via em filme, alguns gestos acabam sendo sem sentido e as pessoas acham que é só porque o personagem é louco. Mas tipo, quando o Shey batia na cabeça, que é uma característica muito forte de quem sofre alucinações, não ficou fora de sentido. Ele tentava alguma coisa com isso (que era tirar o zumbido, se não me engano).
Tem tanta cosia que eu gostaria de falar ainda, mas nem sei como colocar. Tipo, tem que o Leon é muito, muito foda, e que eu sinto pena do pai do Santini porque ele tenta ser legal, mas simplesmente não consegue. Tem também que a Helena e o Daniel são muitos fofos juntos. Ahhh, e o Shey precisa ter uma aula de religião com o meu professor. Aquele cara é simplesmente o máximo, não sei como ele não foi expulso ainda da escola, mas ele conseguiu provar que a religião em si não é homofóbica ou preconceituosa, mas que as pessoas que são usam dela como um escudo. Ou seja, o que tem que se mudar não é a religião, mas o pensamento das pessoas que as praticam. Ele basicamente falou como o Leon, mas com palavras diferentes e formais.
Espero sinceramente que você não desista. Essa história é muito mágica e agora que você me viciou nela não tem mais volta. Quando você sentir vontade de parar, pense naquela garotinha chamada Oli que estará te olhando com cara de cachorro que caiu de mudança, com os olhos brilhando e implorando para que não desista. Tá, eu exagerei, mas acho que você entendeu mesmo assim.
Olá ^^
Desculpe não ter respondido antes, mas atualmente estou sem computador, então fica meio impossível, porque se você responde pelo celular o Nyah buga e todo acento e o "ç" ficam como pontos de interrogação.
Ah, sim, eu recebo bem poucos comentários, mesmo XDDD mas tá tudo bem. Eu gosto muito de escrever isso aqui, e acho que só de conseguir atingir algumas pessoas já é ótimo.
Ah, que bom que você gosta o/ tá no ponto de vista deles, e tal. Eu sempre me sinto meio tensa que todo mundo diz que não é pra se passar muito o sentimento nesse tipo de narração, mas -q
É o primeiro comentário que eu recebo sobre como eu narro, por sinal. Since ever.
Estou sempre curiosa quanto a isso, pra ser honesta. O Santini também é meu favorito, aliás. Não que eu devesse ter um favorito e não ser imparcial, mas cof eu fico feliz de saber que o Santini te conquistou :3~ e que você gosta de personagens complicados, também. Isso aqui tudo é sobre personagens complicados tentando ficar juntos =DDDDD
E, sinceramente, até eu tenho relação de amor e ódio com o Shey -qqq
Por sinal, nunca se preocupe com o comentário ficar longo quando estiver falando comigo. Eu adoro comentário longo, de verdade.
Fico feliz que você tenha pego, cara~ isso meio que indica que eu tava indo pelo caminho certo, porque se alguém tivesse lido algo sobre esquizofrenia e não pego as semelhanças (além das alucinações, que todo mundo sabe), eu teria feito alguma merda. Então, sim, foi quase :3
Ah, é. Mas eu devo confessar que acho que os movimentos fazerem sentido é mais coisa de que quando você está lendo tem como entrar bem no ponto de vista do personagem e expôr o que ele tá sentindo. É uma desvantagem dos cinemas, isso. Mas obrigada, de novo~ um dos pontos disso aqui é mostrar um pouco como é ter problemas que envolvem alucinações (com o Shey) e como se é viver com ansiedade (com o Santie). Ah, e é, no geral ou ele tá tentando expulsar seja lá o que ele acha que tá na cabeça dele, ou tá tentando fazer o zumbido parar, mesmo.
Ah, continua gostando do Leon mesmo que ele seja um traíra? XDDD alguns leitores ficaram com raiva dele -q
É, o cara não nasceu com skills naturais de pai.
Own, um comentário sobre o relacionamento do Daniel e da Helena ♥ ninguém nunca comenta disso~~
Concordo plenamente com o seu professor, pelo que você me falou. Livros religosos costumam ser principalmente sobre paz, respeito e amor. Usar isso para tirar proveito e fazer todos seguirem o que você concorda é basicamente humano. Todo mundo tá aí tendo certeza que prostitutas vão pro inferno, por exemplo, mas se eu me lembro bem Jesus foi lá salvar uma de ser apedrejada e disse que ela era como todos os outros. Porque ela era, né? -qqqq e acho lindo que o coitado falava principalmente de humildade e agora olha aí o Vaticano cheio de coisas de ouro e marfim.
É foda, né.
..... e desculpa entrar em rant sobre isso, também.
Acho muito difícil eu desistir, Oli! XD... embora eu deva avisar que às vezes dou uma atrasada. Mas procuro postar no máximo a cada duas semanas. Vou manter isso em mente, de qualquer forma~~
Muito obrigada por comentar, e eu adorei muito ler isso aqui. Desculpe de novo a demora para escrever, aliás.
Até o/