Nunca encontrei uma fanfiction que me cativasse de alguma forma e fosse, de certa forma, cômica. E eu passei anos buscando, não só nos sites brasileiros como estrangeiros. E finalmente encontrei. Está bem aqui.
Embora não seja uma fanfiction que apresente uma estória fantástica e eu não vá ver o personagem Mike soltando acordes monstruosos como um guitarrista de Power Metal e escrevendo letras que falem de batalhas épicas de dragões, decidi acompanhar. Aliás foi justamente pela simplicidade da estória que tomei tal decisão.
Também contou o jeito da fanfiction que explica bem o título: três alternativas (Aposto que na prova objetiva ele chuta tudo B - chuta alguma outra de vez em quando!). Nunca li algo desse jeito, mas me agradou. Se continuar com esse estilo, pode ter certeza que acompanharei.
E puxa, eu estava aqui pensando: bem que o Mike podia ser o segundo guitarrista da banda da minha fanfiction, hehe'. Bom, se quiser dar uma olhada, ela se chama "No Escape": http://fanfiction.com.br/historia/628718/No_Escape/
Com relação ao personagem Mike, vejo-o como um "gênio imcompreendido". Percebi que ele pode manifestar interesse em montar alguma banda, virar um artista, ou as duas coisas! Seria incrível vê-lo arrasando no festival de artes de sua respectiva escola (ou em alguma noite melancólica no bar de rock da periferia da cidade), conversando com outros músicos/artistas e ajudando a cena local! (Ah, falando nisso, esse é meu sonho: me tornar músico profissional ou algo relacionado à música e ajudar a cena local).
Vejo que a mãe vai ser seu pilar de sustentação, por enquanto, até o Mike encontrar alguém esquizofrênico como ele. Ele não tem pai?
Bom, acho que ficou meio grande esse comentário, por isso vou encerrá-lo por aqui. Até o próximo capítulo!
Primeiramente, olá e obrigada por comentar! Fico muito feliz em saber que o enredo inicial da estória o agradou, espero que continue agradando. A vida do Mike é tão simples quanto a estória, e não pensa em coisas grandiosas para o futuro, apesar de ter capacidade.
A história das três alternativas é uma metáfora; a B é sempre a mais intermediária entre a raiva e a solidão. Ele também não chuta nada nas provas, porque ele é esquizofrênico, e todos os esquizofrênicos tem uma capacidade memorial alta.
Claro que ele pode ser o guitarrista! Só vão ter que ter paciência com ele, né? Haha. :D
Seu interesse pela música vai se desenvolvendo através do tempo na história. E a mãe dele é a única pessoa que ele pode confiar; o pai dele era alcóolatra e acabou morrendo.
Agradeço o comentário, espero que continue acompanhando! Beijão, até o próximo capítulo!
Gostei, realmente gostei. Normalmente, acho interessante esses assuntos que envolvem distúrbios psicológicos. Sua escrita também é muito bacana. E parece que o Mike tem compulsão pelas respostas de alternativas b, haha.
Obrigada pelos elogios e, como eu disse nos outros comentários, a alternativa B é a mais intermediária, entre a raiva e a solidão, a razão, não é? Obrigada pelo comentário! Beijão.
Antes de realmente começar meu comentário, quero dizer que venho em paz, ok? (Lê-se, por favor, n tente me decapitar, só estou tentando fazer críticas construtivas)
Eu também escrevo uma história cujo o personagem é esquizofrênico, mas ainda não a postei aqui (tomando coragem ainda). O caso é que quero compartilhar um pouquinho da minha experiencia com vc, ok moça?
Normalmente pessoas com essa doença se sentem ameaçadas por aqueles que o cercam, então não acho que "antissocial" seja um termo muito adequado, por parece que eles não querem socializar, quando na maioria eles tem medo de socializar. E daí surge o bullying.
Outra coisa, normalmente eles necessitam de tratamento médico, seja com medicamentos de uso diário ou injeções semanais. Acho que seria legal você mencionar isso. A coisa de fazer listas é TOC ou não? Porque tinha feito uma pesquisa antes de escrever e não tinha lido nada que mencionasse tal comportamento que fosse fruto da esquizofrenia (mas ai entra o TOC). Lembrando que não te julgando nem nada, quero saber tbm porque isso me ajuda a escrever sobre o meu próprio personagem.
A atitude toda positiva da mãe é algo que ela fala só por ser mãe e tal? Tipo, para melhorar o astral dele? (esse negócio de ser um "dom" me incomodou um pouco, confesso. Parece que tá diminuindo a gravidade do assunto, quer dizer, é uma doença que necessita de tratamento, não vejo isso como um dom. Mas ai acho que é a percepção da personagem, e não da autoria em si.)
Eu gostei da parte de ele se distrair facilmente, e de sempre considerar a fuga como uma solução. Não quero que leve meu comentário para o lado negativo, por favor. Adorei seu modo de escrever, principalmente como narrou em 3° pessoa sem deixar a história impessoal demais.
Enfim, espero de verdade que leve de boa meu comentário, e se quiser discutir mais sobre o assunto, me manda uma MP.
Olá! Primeiramente, obrigada por ler e comentar. Adorei seu comentário e críticas sempre são aceitas. Para sempre melhoras, não é verdade? Agora, respondendo suas perguntas: Mike não é totalmente social, e o estágio de esquizofrenia é um dos mais baixos. Não é a esquizofrenia aguda, a que você cita acima.
Ele não é o tipo social, mas ele frequenta a escola por causa da mãe. Depois que o pai dele morreu, ela ficou desmoralizada e ele, sendo o único filho, achou que era importante pra ela. Bullying? Sempre. Mas ele não liga, está na dimensão dele e não percebe as pessoas à sua volta.
O Mike também toma remédios, só não achei necessário colocar isso logo no primeiro capítulo. E a listinha é uma mania dele, não necessariamente o TOC. Esquizofrênicos têm aquela tendência a criar seu próprio mundo que, em frações de segundos, transforma o mundo em que nós mesmos vivemos.
A atitude da mãe, que citaste acima, é seu lado maternal. O filho se vê como um monstro, ignorado pela sociedade, mas tem um senso torto do real, o que o faz ver coisas que normais não veriam. Tipo problemas na fiação e encanamento.
Agradeço o comentário e as sugestões, estarei providenciando mais explicações no capítulo de amanhã. Agradeço mais ainda o elogio e reforço sua frase: "se quiser discutir mais sobre o assunto, me manda uma MP." Beijos.
Olá, olá! Eu gostei do enredo da história e do que você se propôs a fazer. Abordou uma doença que ainda não é bem vista na sociedade e isso é um ponto ótimo - pelo menos para mim.
Além disso, acho que você precisa melhorar nos detalhes e estudar para aprofundar ainda mais na doença. Se expressar mais na escrita e ter conhecimento pode lhe ajudar para enriquecer cada vez mais os seus parágrafos, meu bem. Eu, como amante de longos capítulos e detalhes, lhe digo como opinião própria de que deve ir a fundo na cabeça de seu personagem e do que o cerca. Fazer com que o leitor se sinta conectado com ele e seu pequeno mundo particular.
Outra coisa, faça com que os leitores possam enxergar como ele vê o mundo. Explore o que ele sente. Por exemplo os desenhos, o que isso significa para ele? Talvez o ajude a fugir da "realidade?" E o violão? Um hobbe? Algo que o acalma? Investigue mais, meu anjo!
E por fim, sua escrita é ótima e com alguns ajustes ficará melhor ainda. ♥
Nunca encontrei uma fanfiction que me cativasse de alguma forma e fosse, de certa forma, cômica. E eu passei anos buscando, não só nos sites brasileiros como estrangeiros. E finalmente encontrei. Está bem aqui.
Embora não seja uma fanfiction que apresente uma estória fantástica e eu não vá ver o personagem Mike soltando acordes monstruosos como um guitarrista de Power Metal e escrevendo letras que falem de batalhas épicas de dragões, decidi acompanhar. Aliás foi justamente pela simplicidade da estória que tomei tal decisão.
Também contou o jeito da fanfiction que explica bem o título: três alternativas (Aposto que na prova objetiva ele chuta tudo B - chuta alguma outra de vez em quando!). Nunca li algo desse jeito, mas me agradou. Se continuar com esse estilo, pode ter certeza que acompanharei.
E puxa, eu estava aqui pensando: bem que o Mike podia ser o segundo guitarrista da banda da minha fanfiction, hehe'. Bom, se quiser dar uma olhada, ela se chama "No Escape": http://fanfiction.com.br/historia/628718/No_Escape/
Com relação ao personagem Mike, vejo-o como um "gênio imcompreendido". Percebi que ele pode manifestar interesse em montar alguma banda, virar um artista, ou as duas coisas! Seria incrível vê-lo arrasando no festival de artes de sua respectiva escola (ou em alguma noite melancólica no bar de rock da periferia da cidade), conversando com outros músicos/artistas e ajudando a cena local! (Ah, falando nisso, esse é meu sonho: me tornar músico profissional ou algo relacionado à música e ajudar a cena local).
Vejo que a mãe vai ser seu pilar de sustentação, por enquanto, até o Mike encontrar alguém esquizofrênico como ele. Ele não tem pai?
Bom, acho que ficou meio grande esse comentário, por isso vou encerrá-lo por aqui. Até o próximo capítulo!
Primeiramente, olá e obrigada por comentar! Fico muito feliz em saber que o enredo inicial da estória o agradou, espero que continue agradando. A vida do Mike é tão simples quanto a estória, e não pensa em coisas grandiosas para o futuro, apesar de ter capacidade.
A história das três alternativas é uma metáfora; a B é sempre a mais intermediária entre a raiva e a solidão. Ele também não chuta nada nas provas, porque ele é esquizofrênico, e todos os esquizofrênicos tem uma capacidade memorial alta.
Claro que ele pode ser o guitarrista! Só vão ter que ter paciência com ele, né? Haha. :D
Seu interesse pela música vai se desenvolvendo através do tempo na história. E a mãe dele é a única pessoa que ele pode confiar; o pai dele era alcóolatra e acabou morrendo.
Agradeço o comentário, espero que continue acompanhando! Beijão, até o próximo capítulo!
Ele gosta de alternativas b.
E... oi!
Oi, Peixe! E é a alternativa mais intermediária, entre a raiva e o medo. É uma metáfora das boas, hein? Obrigada por ler. :)
Gostei, realmente gostei. Normalmente, acho interessante esses assuntos que envolvem distúrbios psicológicos. Sua escrita também é muito bacana. E parece que o Mike tem compulsão pelas respostas de alternativas b, haha.
Continue, jovem! Abraço.
Obrigada pelos elogios e, como eu disse nos outros comentários, a alternativa B é a mais intermediária, entre a raiva e a solidão, a razão, não é? Obrigada pelo comentário! Beijão.
Eu adorei, me fez ri bastante e me fez ficar meio comovido ksjdnfb
Meio? HSUAHSUAHSUA Obrigada por comentar. ♥
Antes de realmente começar meu comentário, quero dizer que venho em paz, ok? (Lê-se, por favor, n tente me decapitar, só estou tentando fazer críticas construtivas)
Eu também escrevo uma história cujo o personagem é esquizofrênico, mas ainda não a postei aqui (tomando coragem ainda). O caso é que quero compartilhar um pouquinho da minha experiencia com vc, ok moça?
Normalmente pessoas com essa doença se sentem ameaçadas por aqueles que o cercam, então não acho que "antissocial" seja um termo muito adequado, por parece que eles não querem socializar, quando na maioria eles tem medo de socializar. E daí surge o bullying.
Outra coisa, normalmente eles necessitam de tratamento médico, seja com medicamentos de uso diário ou injeções semanais. Acho que seria legal você mencionar isso. A coisa de fazer listas é TOC ou não? Porque tinha feito uma pesquisa antes de escrever e não tinha lido nada que mencionasse tal comportamento que fosse fruto da esquizofrenia (mas ai entra o TOC). Lembrando que não te julgando nem nada, quero saber tbm porque isso me ajuda a escrever sobre o meu próprio personagem.
A atitude toda positiva da mãe é algo que ela fala só por ser mãe e tal? Tipo, para melhorar o astral dele? (esse negócio de ser um "dom" me incomodou um pouco, confesso. Parece que tá diminuindo a gravidade do assunto, quer dizer, é uma doença que necessita de tratamento, não vejo isso como um dom. Mas ai acho que é a percepção da personagem, e não da autoria em si.)
Eu gostei da parte de ele se distrair facilmente, e de sempre considerar a fuga como uma solução. Não quero que leve meu comentário para o lado negativo, por favor. Adorei seu modo de escrever, principalmente como narrou em 3° pessoa sem deixar a história impessoal demais.
Enfim, espero de verdade que leve de boa meu comentário, e se quiser discutir mais sobre o assunto, me manda uma MP.
Olá! Primeiramente, obrigada por ler e comentar. Adorei seu comentário e críticas sempre são aceitas. Para sempre melhoras, não é verdade? Agora, respondendo suas perguntas: Mike não é totalmente social, e o estágio de esquizofrenia é um dos mais baixos. Não é a esquizofrenia aguda, a que você cita acima.
Ele não é o tipo social, mas ele frequenta a escola por causa da mãe. Depois que o pai dele morreu, ela ficou desmoralizada e ele, sendo o único filho, achou que era importante pra ela. Bullying? Sempre. Mas ele não liga, está na dimensão dele e não percebe as pessoas à sua volta.
O Mike também toma remédios, só não achei necessário colocar isso logo no primeiro capítulo. E a listinha é uma mania dele, não necessariamente o TOC. Esquizofrênicos têm aquela tendência a criar seu próprio mundo que, em frações de segundos, transforma o mundo em que nós mesmos vivemos.
A atitude da mãe, que citaste acima, é seu lado maternal. O filho se vê como um monstro, ignorado pela sociedade, mas tem um senso torto do real, o que o faz ver coisas que normais não veriam. Tipo problemas na fiação e encanamento.
Agradeço o comentário e as sugestões, estarei providenciando mais explicações no capítulo de amanhã. Agradeço mais ainda o elogio e reforço sua frase: "se quiser discutir mais sobre o assunto, me manda uma MP." Beijos.
Heeeey Leitora Novaaa ♥
Ooooi!♥
Olá, olá! Eu gostei do enredo da história e do que você se propôs a fazer. Abordou uma doença que ainda não é bem vista na sociedade e isso é um ponto ótimo - pelo menos para mim.
Além disso, acho que você precisa melhorar nos detalhes e estudar para aprofundar ainda mais na doença. Se expressar mais na escrita e ter conhecimento pode lhe ajudar para enriquecer cada vez mais os seus parágrafos, meu bem. Eu, como amante de longos capítulos e detalhes, lhe digo como opinião própria de que deve ir a fundo na cabeça de seu personagem e do que o cerca. Fazer com que o leitor se sinta conectado com ele e seu pequeno mundo particular.
Outra coisa, faça com que os leitores possam enxergar como ele vê o mundo. Explore o que ele sente. Por exemplo os desenhos, o que isso significa para ele? Talvez o ajude a fugir da "realidade?" E o violão? Um hobbe? Algo que o acalma? Investigue mais, meu anjo!
E por fim, sua escrita é ótima e com alguns ajustes ficará melhor ainda. ♥
Até a próxima!