Ginando → Confesso que tive que reler o finalzinho do anterior, pra entrar no clima dessas lembranças de uma noite Ginando bem dormida (não sei se fico feliz ou triste por ser só 'dormida'), só sei q me fez suspirar e até imaginar sentir as sensações sentidas por eles.. aiai :3
Essa amnésia da Gina é praticamente uma muralha, eu não sei se resistiria ao charme irresistível do Nando se estivesse em igual situação, nesse jeito tão sedutor (ai acho q fiquei umedecida só em pensar nisso.. ouw God eu comentei isso? ¬¬' .. rs). .. hãham.. como eu estava dizendo sobre a Gina, vejo q aquele imenso buraco branco na memória dela está se fechando, ou pelo menos a tem permitido resgatar fatos primordiais de sua mente.
Zeliana → Owmn ='( .. tô morrendo de dó da Jujuba, tadinha. E tanta desgraceira ala mexicana acontecendo na vida dela.. porém sou capaz de pensar se o Zelão a mandar embora da vida dele e ainda sim ela sobreviver a esta grande decepção, vou considerá-la como a grande heroína dessa estória, pq é preciso ser muito forte para se levantar depois de uma batalha difícil como esta, talvez a pior enfrentada por ela, pois dos inimigos nos preparamos para qualquer ataque inesperado, mas estamos totalmente vulneráveis a aqueles q amamos, pois não sentimos a necessidade de manter alguma guarda.. não, é neles q nos sentimos protegidos.. talvez até passe pela cabeça rosada, se ela se sentiria melhor se tivesse sido ela a perder a memória e não a ruiva. É muito ruim se sentir aprisionada a incertezas, onde buscamos a melhor maneira de entender a quem amamos sem magoá-las.. mas infelizmente a vida é cruel e geralmente uma das partes sai machucada disso tudo.
Em contrapartida entendo o dilema do Zelão tb, se sentindo impotente não só no fato da questão, mas em coisas simples e ele se tornar tão dependente das pessoas, pior, da própria esposa a qual ele sempre julgou esse papel de protetor, lhe pertencer.. é algo reflexivo, principalmente para nós, meros leitores.
Renato e Vira → não canso de dizer o quanto é prazeroso ler e vê-los tão humanos, solidários ao próximo, tentando se virar com o q tem pra salvar vidas, ou amenizar os sofrimentos q a guerra trás.
Lepetuca → owmnnn *-* somente estes dois mesmo para trazer um pouquinho de alegria a este capítulo. Se bem q até chorei com o singelo gesto dela ao se despedir do irmão. Vc conseguiu passar uma pureza tão linda, de q devemos respeito aos mortos (ou supostos) mas de uma maneira suave, a entender q mesmos estando em planos diferentes, ainda podemos ser capazes de um gesto de carinho, q a lembrança pode ser saudável e doce.
Gina e Juliana → q delicia é a amizade delas em suas fics, esta cumplicidade q mesmo num ambiente com os nervos em frangalhos, é possível amenizar as tristezas e a saudade de tempos felizes, através de um abraço, risos, desabafos e lembranças.. olha elas aí de novo, nossa quanta relutância da Gina pra aceitar q um dia foi feliz ao lado do frangotinho.. nossa quando ela realmente acordar pra realidade ou ela vai ficar um capítulo inteiro pedindo desculpas e tentando recuperar o tempo perdido ou poderá ser tarde de mais, bom, não quero pensar na segunda possibilidade.
E quem será q chegou a casa dos Napoleão .. será q foi o Renato? .. não perca a resposta deste mistério na segunda parte deste capítulo .. rs :P
Querida autora, vc sabe o quanto amo cada capítulo desta e de todas as outras fics suas, mas esta me toca de uma maneira tão humanizada, q me faz sempre pensar de forma reflexiva sobre a guerra, não a propriamente dita, mas aquela q travamos diariamente, com as pessoas q amamos, com as q respeitamos, com as q somos subordinados, com nós mesmos. Sua estória toca no meu eu profundo, sobre como tratamos nossos semelhantes e a maneira q deveríamos agir, mas talvez por medo ou indiferença fechamos os olhos a isso.
Obrigada por encher meus pensamentos e meu coração desse rico conforto literário.
Fico no aguardo da segunda parte, curiosa pra saber se Ginando terá mais uma noite de (só) dormida juntos. ^^ .. será q demora?
O que mais gostei:
Gostei do captulo inteiro, mas a parte q mais me comoveu foi Lepetuca ^^
Gina buscando abrigo nos braços de ferdinando é tão fofo, to amando o desenrolar da história, as lembraças vindo pouco a pouco, acho muito forçado quando a memória volta de uma vez, e ainda bem que é uma neurocientista, assim fica tão mais realista. Por favor, posta mais :c
Querida
A guerra não acabou chega de sofrimento não acha?
sinistra
O que mais gostei:
Curioso
O que mais gostei:
Que bom que voltou a escrever...gostei do novo cap
O que acho que pode melhorar:
ajo que esta na hora da Gina recuperar a memoria
Que capítulo mais delicioso de ler.
Ginando → Confesso que tive que reler o finalzinho do anterior, pra entrar no clima dessas lembranças de uma noite Ginando bem dormida (não sei se fico feliz ou triste por ser só 'dormida'), só sei q me fez suspirar e até imaginar sentir as sensações sentidas por eles.. aiai :3
Essa amnésia da Gina é praticamente uma muralha, eu não sei se resistiria ao charme irresistível do Nando se estivesse em igual situação, nesse jeito tão sedutor (ai acho q fiquei umedecida só em pensar nisso.. ouw God eu comentei isso? ¬¬' .. rs). .. hãham.. como eu estava dizendo sobre a Gina, vejo q aquele imenso buraco branco na memória dela está se fechando, ou pelo menos a tem permitido resgatar fatos primordiais de sua mente.
Zeliana → Owmn ='( .. tô morrendo de dó da Jujuba, tadinha. E tanta desgraceira ala mexicana acontecendo na vida dela.. porém sou capaz de pensar se o Zelão a mandar embora da vida dele e ainda sim ela sobreviver a esta grande decepção, vou considerá-la como a grande heroína dessa estória, pq é preciso ser muito forte para se levantar depois de uma batalha difícil como esta, talvez a pior enfrentada por ela, pois dos inimigos nos preparamos para qualquer ataque inesperado, mas estamos totalmente vulneráveis a aqueles q amamos, pois não sentimos a necessidade de manter alguma guarda.. não, é neles q nos sentimos protegidos.. talvez até passe pela cabeça rosada, se ela se sentiria melhor se tivesse sido ela a perder a memória e não a ruiva. É muito ruim se sentir aprisionada a incertezas, onde buscamos a melhor maneira de entender a quem amamos sem magoá-las.. mas infelizmente a vida é cruel e geralmente uma das partes sai machucada disso tudo.
Em contrapartida entendo o dilema do Zelão tb, se sentindo impotente não só no fato da questão, mas em coisas simples e ele se tornar tão dependente das pessoas, pior, da própria esposa a qual ele sempre julgou esse papel de protetor, lhe pertencer.. é algo reflexivo, principalmente para nós, meros leitores.
Renato e Vira → não canso de dizer o quanto é prazeroso ler e vê-los tão humanos, solidários ao próximo, tentando se virar com o q tem pra salvar vidas, ou amenizar os sofrimentos q a guerra trás.
Lepetuca → owmnnn *-* somente estes dois mesmo para trazer um pouquinho de alegria a este capítulo. Se bem q até chorei com o singelo gesto dela ao se despedir do irmão. Vc conseguiu passar uma pureza tão linda, de q devemos respeito aos mortos (ou supostos) mas de uma maneira suave, a entender q mesmos estando em planos diferentes, ainda podemos ser capazes de um gesto de carinho, q a lembrança pode ser saudável e doce.
Gina e Juliana → q delicia é a amizade delas em suas fics, esta cumplicidade q mesmo num ambiente com os nervos em frangalhos, é possível amenizar as tristezas e a saudade de tempos felizes, através de um abraço, risos, desabafos e lembranças.. olha elas aí de novo, nossa quanta relutância da Gina pra aceitar q um dia foi feliz ao lado do frangotinho.. nossa quando ela realmente acordar pra realidade ou ela vai ficar um capítulo inteiro pedindo desculpas e tentando recuperar o tempo perdido ou poderá ser tarde de mais, bom, não quero pensar na segunda possibilidade.
E quem será q chegou a casa dos Napoleão .. será q foi o Renato? .. não perca a resposta deste mistério na segunda parte deste capítulo .. rs :P
Querida autora, vc sabe o quanto amo cada capítulo desta e de todas as outras fics suas, mas esta me toca de uma maneira tão humanizada, q me faz sempre pensar de forma reflexiva sobre a guerra, não a propriamente dita, mas aquela q travamos diariamente, com as pessoas q amamos, com as q respeitamos, com as q somos subordinados, com nós mesmos. Sua estória toca no meu eu profundo, sobre como tratamos nossos semelhantes e a maneira q deveríamos agir, mas talvez por medo ou indiferença fechamos os olhos a isso.
Obrigada por encher meus pensamentos e meu coração desse rico conforto literário.
Fico no aguardo da segunda parte, curiosa pra saber se Ginando terá mais uma noite de (só) dormida juntos. ^^ .. será q demora?
O que mais gostei:
Gostei do captulo inteiro, mas a parte q mais me comoveu foi Lepetuca ^^
Gina buscando abrigo nos braços de ferdinando é tão fofo, to amando o desenrolar da história, as lembraças vindo pouco a pouco, acho muito forçado quando a memória volta de uma vez, e ainda bem que é uma neurocientista, assim fica tão mais realista. Por favor, posta mais :c