Eu gostei. Eh tao poetico, o se jogar em algumas situaçoes se torna ambiguo em q se jogar pode ser para a morte ou para a vida tbm. Como se ela tivesse desistido da vida anterior e se jogou para uma vida nova sem medo e sem ressentimento. Ou tbm q ela se jogou para a morte por n aguentar a vida q ela levava.
N sei qual eh a sua interpretação como autora, mas foi isso q eu senti lendo essa one.
Que bom que gostou, fico feliz por isso. Ent?o, a minha interpreta??o foi a mesma que a sua, por isso disse mais acima que interpreta?es diferentes s?o necess?rias, ent?o gosto de saber as impress?es diferentes. ? algo para momentos diferentes.
Obrigada por ler e comentar, e principalmente por ter gostado.
Mds, nunca pensei que receberia um review nessa fic, fico muito feliz por ter gostado e comentado. Confesso que escrevi em um momento triste e você não foi a única a quase chorar, haha! Obrigada pelo comentário e até qualquer outro dia!
Obrigada por comentar e fico feliz que tenho gostado, foi meio que um desabafo que pode ser bem aproveitado, rs! Já que eu não tenho fotos tão legais de perfil, coloquei essa que representa um pouco minhas origens, que bom que gostou também!
Isa, Isa... me arrependo de não ter lido outras autorias tuas mais cedo.
Bem, pra começar, não sei ao certo se ainda te lembras de mim. Eu era uma leitora inconstante de Camomila antes de tu repostá-la e já quero ocupar esse espacinho pra pedir perdão por ter me ausentado por lá. Meio que, do fim do ano passado pra cá, acabei parando de frequentar o site e o grupo do facebook por uns problemas, mas nada que minha teimosia não insista em continuar por aqui.
Agora, à história:
Eu vi milhares de personalidades distintas representadas aqui. Não consegui me privar a interpretá-la como uma "passagem" a outra vida (ou à morte), mas vi diferentes pessoas. Motivos variados para cada individual representado querer partir dessa pra outra. Me enxerguei num ponto, também, que acabou me lembrando do alívio que é me livrar dos meus problemas e tudo o que suspendia em mim. Aqui, me vi:
"Se jogou porque ela quebrou suas regras. Se jogou porque se romperam os laços, se jogou porque o silêncio se dissipou. Se jogou porque contou tudo. Não havia prudência nem segredos.
Suas particularidades haviam sido sanadas.
Não havia mais nada para descobrir."
Há uns cinco meses, meu pai resolveu começar a monitorar tudo o que eu faço. Ele sempre teve um problema constante com o fato de eu defender arduamente os LGBT e o movimento feminista e iguarias que propusessem qualquer tipo de revolução na sociedade atual. Ele é evangélico, federal e dono de tabus que ele se recusa a quebrar. Não o condeno, mas ele me tratou muito mal quando, do nada, começou a suspeitar da minha orientação sexual. Jamais se deu ao trabalho de chegar pra mim e perguntar se eu gostava de garotas, não. Montou quase que uma tortura emocional pra me desprender totalmente das minhas lutas e me desfez de amizades que eu tinha há tempo. Ele conseguiu sanar todas minhas peculiaridades, mas me poupou de vários segredos que um dia eu temia contar, embora tenha afetado muito a nossa relação de pai e filha (o que, pra mim, não há mais depois das coisas que ele me disse). Tá bem, não conseguirei poupá-la de um review enorme.
E eu me enxerguei nesses versos porque, mais que tudo, quis me jogar pra longe disso. Ah, mas o final, Isabella? Excêntrico. Inesperado e um incentivo além de confortável não só pra mim, mas a qualquer um que tenha tido o gosto de ler Ela se jogou.
Pra mim, ler teu conto foi uma salvação. Uma maneira de apagar tanta dúvida e, de fato, um refúgio. Já tens um espacinho no meu coração simplesmente por tê-lo escrito. Um obrigada em todas as palavras. És genial e serás uma grande pessoa.
Um grande abraço e até que nos esbarremos por aí,
Nyx
O que mais gostei: O sentimento que as frases carregam e a maneira que conseguiste desempenhar várias situações para diferentes pessoas.
Olha, que saudades de você! Eu realmente achei que você não gostou do desenrolar de Camomila e esse tipo de coisa, mas na verdade, eu entendi seu problema e eu confesso que tenho uma dificuldade enorme em acompanhar histórias até o fim, então, né...
Eu consagrei (olha que intenso) minha volta ao Nyah! com "Ela se jogou" pois era a maneira como eu me sentia. Eu disse ao longo de recados e notas que ela deveria se interpretada de uma maneira bem particular a cada um que lesse e fiquei feliz em ver coisas na minha própria escrita que não havia identificado antes quando escrevi. Agora, eu enxergo como você. Não se trata de um suicídio — propriamente dito — mas sim das diversas e inúmeras maneiras de se jogar. Fico bem feliz que tenha gostado disso e tenha tratado tudo aqui com muito carinho e afeto!
Agora: que loucura do seu pai, eing? Eu entendo o achismo de que todo jovem tem algo bem cabeludo para esconder, mas a confiança nos filhos deveria — pelo menos — ser algo verídico. Ou pelo menos o bom senso e a praticidade, já que é bem mais fácil perguntar que oprimir alguém com suspeitas que nem fazem tanto sentido, né? Ele deveria estar orgulhoso por você não ver só o seu lado da moeda, mas sim lutar pelas pessoas que sofrem os mais variados tipos de violência todos os dias. Saiba que você não está errada, muito pelo contrário. A maneira que seu pai age é só o reflexo da sociedade individualista que vivemos. Eu também sou evangélica e tenho meus princípios, mas se Deus nos mandou fazer algo aqui, isso é amar uns aos outros. Ele nunca nos disse para oprimir alguém, até porque ao olhar dele, todos nós somos pecadores. Ele nos deixou o amor porque o amor deixa tudo menos ruim e é isso que importa no final, né nom?
Bom, eu fico imensamente agradecida pela sua presença aqui, volte mais vezes, viu?
Eu gostei. Eh tao poetico, o se jogar em algumas situaçoes se torna ambiguo em q se jogar pode ser para a morte ou para a vida tbm. Como se ela tivesse desistido da vida anterior e se jogou para uma vida nova sem medo e sem ressentimento. Ou tbm q ela se jogou para a morte por n aguentar a vida q ela levava.
N sei qual eh a sua interpretação como autora, mas foi isso q eu senti lendo essa one.
Ol?, mo?a!
Que bom que gostou, fico feliz por isso. Ent?o, a minha interpreta??o foi a mesma que a sua, por isso disse mais acima que interpreta?es diferentes s?o necess?rias, ent?o gosto de saber as impress?es diferentes. ? algo para momentos diferentes.
Obrigada por ler e comentar, e principalmente por ter gostado.
Beijos.
Meu Deus que divo!! Eu admito que quase chorei aqui lendo ( não me pergunte o porque, sou meio retardada) . Ficou muito bom, parabéns a autora!!
Um abraço e um beijo de luz! :*
*o*
Mds, nunca pensei que receberia um review nessa fic, fico muito feliz por ter gostado e comentado. Confesso que escrevi em um momento triste e você não foi a única a quase chorar, haha! Obrigada pelo comentário e até qualquer outro dia!
Beijos! :*
Lindo, um poema muito legal que fala sobre a vida, nunca tinha visto algo assim aqui no site, parabéns! Você tem muito talento.
Obs : Gostei da tua foto de perfil xD
Ah, você por aqui? Que bom, bem vindo!
Obrigada por comentar e fico feliz que tenho gostado, foi meio que um desabafo que pode ser bem aproveitado, rs! Já que eu não tenho fotos tão legais de perfil, coloquei essa que representa um pouco minhas origens, que bom que gostou também!
Obrigada pelo comentário, novamente!
Beijos!
Isa, Isa... me arrependo de não ter lido outras autorias tuas mais cedo.
Bem, pra começar, não sei ao certo se ainda te lembras de mim. Eu era uma leitora inconstante de Camomila antes de tu repostá-la e já quero ocupar esse espacinho pra pedir perdão por ter me ausentado por lá. Meio que, do fim do ano passado pra cá, acabei parando de frequentar o site e o grupo do facebook por uns problemas, mas nada que minha teimosia não insista em continuar por aqui.
Agora, à história:
Eu vi milhares de personalidades distintas representadas aqui. Não consegui me privar a interpretá-la como uma "passagem" a outra vida (ou à morte), mas vi diferentes pessoas. Motivos variados para cada individual representado querer partir dessa pra outra. Me enxerguei num ponto, também, que acabou me lembrando do alívio que é me livrar dos meus problemas e tudo o que suspendia em mim. Aqui, me vi:
"Se jogou porque ela quebrou suas regras. Se jogou porque se romperam os laços, se jogou porque o silêncio se dissipou. Se jogou porque contou tudo. Não havia prudência nem segredos.
Suas particularidades haviam sido sanadas.
Não havia mais nada para descobrir."
Há uns cinco meses, meu pai resolveu começar a monitorar tudo o que eu faço. Ele sempre teve um problema constante com o fato de eu defender arduamente os LGBT e o movimento feminista e iguarias que propusessem qualquer tipo de revolução na sociedade atual. Ele é evangélico, federal e dono de tabus que ele se recusa a quebrar. Não o condeno, mas ele me tratou muito mal quando, do nada, começou a suspeitar da minha orientação sexual. Jamais se deu ao trabalho de chegar pra mim e perguntar se eu gostava de garotas, não. Montou quase que uma tortura emocional pra me desprender totalmente das minhas lutas e me desfez de amizades que eu tinha há tempo. Ele conseguiu sanar todas minhas peculiaridades, mas me poupou de vários segredos que um dia eu temia contar, embora tenha afetado muito a nossa relação de pai e filha (o que, pra mim, não há mais depois das coisas que ele me disse). Tá bem, não conseguirei poupá-la de um review enorme.
E eu me enxerguei nesses versos porque, mais que tudo, quis me jogar pra longe disso. Ah, mas o final, Isabella? Excêntrico. Inesperado e um incentivo além de confortável não só pra mim, mas a qualquer um que tenha tido o gosto de ler Ela se jogou.
Pra mim, ler teu conto foi uma salvação. Uma maneira de apagar tanta dúvida e, de fato, um refúgio. Já tens um espacinho no meu coração simplesmente por tê-lo escrito. Um obrigada em todas as palavras. És genial e serás uma grande pessoa.
Um grande abraço e até que nos esbarremos por aí,
Nyx
O que mais gostei: O sentimento que as frases carregam e a maneira que conseguiste desempenhar várias situações para diferentes pessoas.
Olá, olá!
Olha, que saudades de você! Eu realmente achei que você não gostou do desenrolar de Camomila e esse tipo de coisa, mas na verdade, eu entendi seu problema e eu confesso que tenho uma dificuldade enorme em acompanhar histórias até o fim, então, né...
Eu consagrei (olha que intenso) minha volta ao Nyah! com "Ela se jogou" pois era a maneira como eu me sentia. Eu disse ao longo de recados e notas que ela deveria se interpretada de uma maneira bem particular a cada um que lesse e fiquei feliz em ver coisas na minha própria escrita que não havia identificado antes quando escrevi. Agora, eu enxergo como você. Não se trata de um suicídio — propriamente dito — mas sim das diversas e inúmeras maneiras de se jogar. Fico bem feliz que tenha gostado disso e tenha tratado tudo aqui com muito carinho e afeto!
Agora: que loucura do seu pai, eing? Eu entendo o achismo de que todo jovem tem algo bem cabeludo para esconder, mas a confiança nos filhos deveria — pelo menos — ser algo verídico. Ou pelo menos o bom senso e a praticidade, já que é bem mais fácil perguntar que oprimir alguém com suspeitas que nem fazem tanto sentido, né? Ele deveria estar orgulhoso por você não ver só o seu lado da moeda, mas sim lutar pelas pessoas que sofrem os mais variados tipos de violência todos os dias. Saiba que você não está errada, muito pelo contrário. A maneira que seu pai age é só o reflexo da sociedade individualista que vivemos. Eu também sou evangélica e tenho meus princípios, mas se Deus nos mandou fazer algo aqui, isso é amar uns aos outros. Ele nunca nos disse para oprimir alguém, até porque ao olhar dele, todos nós somos pecadores. Ele nos deixou o amor porque o amor deixa tudo menos ruim e é isso que importa no final, né nom?
Bom, eu fico imensamente agradecida pela sua presença aqui, volte mais vezes, viu?
Mil beijos!