Eu falo sempre, cara. Dá vontade de colocar esse menino num potinho e expor na estante da sala para sempre. Coisa miúda do meu pobre coração de manteiga.
Diz a minha mãe que meu primeiro dia na creche foi assim... ela estava nervosa e eu curiosa, daí ela entrou cmg e eu fui brincar, nas primeiras duas horas eu fiquei mostrando os brinquedos de lá pra ela e dps eu a ignorei totalmente.
Com o meu irmão foi um pouquinho diferente: ela foi com ele até a escola e qnd ele viu o portão ele correu pra dentro e disse "Tchau, mãe!" e deixou ela do lado de fora... kkkkkkk
Eu acho que, de maneira geral, a mãe/pai sempre fica mais nervosx que a criança. Mas sempre rende uma história boa kkk
Eu não faço ideia de como foi meu primeiro dia na creche, mas minha mãe diz que todos os dias eu ia o caminho todo chupando chupeta e quando chegávamos ela enrolava na minha fralda de pano e escondia no fundo da minha mochila, e me avisava claro. Eu fiquei dos 3 aos 4 anos na creche e as tias de lá não deixavam as crianças usarem chupeta exceto na hora da soneca. E aquilo era a única coisa que me consolava de ser deixada lá, então kkkkkkkkkkkkk Só larguei a chupeta qdo entrei no jardim de infância.
Minha mãe ficava com o coração partido de me deixar lá todo dia, e isso da chupeta era uma coisa só minha e dela q de certa forma consolava nós duas kkkkkkkkkkk
Adorei a proposta desse décimo extra. Contar um pouco da infância das crianças no ponto de vista da Rachel é o tipo de coisa que eu gostaria de ver mais vezes ♥
Foi tão lindo vê-la apoiando o Nate nessa transição... primeiro dia de aula é complicado até que se prove o contrário, e mesmo quando a gente cresce, mudar continua sendo uma decisão difícil a qual não estamos acostumados e logo somos contra isso. E o modo com o qual Rachel lidou foi tão ♥ que eu poderia crescer uns dez anos agora mesmo só pra casar com ela. Por trás de todos os castigos e malcriações, ela e Finn ainda estiveram lá para apoiar o garoto na escola :)
Sim, eu gosto também de escrever um ponto de vista mais dramático kkkkkkk e amor de mãe é como nenhum outro, não é? E dói pra ela ver seu bebê crescer!
Sim, o primeiro dia na escola pode ser assustador, é um novo mundo onde você convive com pessoas novas e de todos os tipos. Até pouco tempo Nate era o bebê que dependia de tudo e agora ele tava caminhando sozinho, muita coisa para o pobre coração de mãe.
Não importa quantas birras seu filho faça, o seu trabalho é estar lá e trazê-lo novamente para os trilhos, colocá-lo no caminho certo que ele desviou por um momento. Pode ser através de castigos, palmadas, cantinhos da disciplina, o que importa e mostrá-lo que mesmo quando ele erra, o papai e a mamãe vão ajudá-lo a voltar para o caminho certo. E claro, amá-lo acima de qualquer coisa!
Eu falo sempre, cara. Dá vontade de colocar esse menino num potinho e expor na estante da sala para sempre. Coisa miúda do meu pobre coração de manteiga.
Obrigada pelo comentário.
Diz a minha mãe que meu primeiro dia na creche foi assim... ela estava nervosa e eu curiosa, daí ela entrou cmg e eu fui brincar, nas primeiras duas horas eu fiquei mostrando os brinquedos de lá pra ela e dps eu a ignorei totalmente.
Com o meu irmão foi um pouquinho diferente: ela foi com ele até a escola e qnd ele viu o portão ele correu pra dentro e disse "Tchau, mãe!" e deixou ela do lado de fora... kkkkkkk
Eu acho que, de maneira geral, a mãe/pai sempre fica mais nervosx que a criança. Mas sempre rende uma história boa kkk
Eu não faço ideia de como foi meu primeiro dia na creche, mas minha mãe diz que todos os dias eu ia o caminho todo chupando chupeta e quando chegávamos ela enrolava na minha fralda de pano e escondia no fundo da minha mochila, e me avisava claro. Eu fiquei dos 3 aos 4 anos na creche e as tias de lá não deixavam as crianças usarem chupeta exceto na hora da soneca. E aquilo era a única coisa que me consolava de ser deixada lá, então kkkkkkkkkkkkk Só larguei a chupeta qdo entrei no jardim de infância.
Minha mãe ficava com o coração partido de me deixar lá todo dia, e isso da chupeta era uma coisa só minha e dela q de certa forma consolava nós duas kkkkkkkkkkk
Adorei a proposta desse décimo extra. Contar um pouco da infância das crianças no ponto de vista da Rachel é o tipo de coisa que eu gostaria de ver mais vezes ♥
Foi tão lindo vê-la apoiando o Nate nessa transição... primeiro dia de aula é complicado até que se prove o contrário, e mesmo quando a gente cresce, mudar continua sendo uma decisão difícil a qual não estamos acostumados e logo somos contra isso. E o modo com o qual Rachel lidou foi tão ♥ que eu poderia crescer uns dez anos agora mesmo só pra casar com ela. Por trás de todos os castigos e malcriações, ela e Finn ainda estiveram lá para apoiar o garoto na escola :)
Adorei, adorei e adorei. ;)
Muito obrigada pelo comentário!
Sim, eu gosto também de escrever um ponto de vista mais dramático kkkkkkk e amor de mãe é como nenhum outro, não é? E dói pra ela ver seu bebê crescer!
Sim, o primeiro dia na escola pode ser assustador, é um novo mundo onde você convive com pessoas novas e de todos os tipos. Até pouco tempo Nate era o bebê que dependia de tudo e agora ele tava caminhando sozinho, muita coisa para o pobre coração de mãe.
Não importa quantas birras seu filho faça, o seu trabalho é estar lá e trazê-lo novamente para os trilhos, colocá-lo no caminho certo que ele desviou por um momento. Pode ser através de castigos, palmadas, cantinhos da disciplina, o que importa e mostrá-lo que mesmo quando ele erra, o papai e a mamãe vão ajudá-lo a voltar para o caminho certo. E claro, amá-lo acima de qualquer coisa!
Mais uma vez obrigada pelo comentário :D