Comentários em “Notas Mortais”: “A Cantiga Amaldiçoada”

Lazy Liesel

Putz, já fazem duas semanas que to escrevendo esses comentários, mas como quero postar os dois ao mesmo tempo, vai assim mesmo –q Eu ESPERAVA que ficasse pronto no dia 30, pra ser tipo um presente de aniversário, mas NÃO, a lerda aqui não conseguiu terminar à tempo. Fiquei com tanta vergonha que nem te dei os parabéns :c Mas bem atrasado, PARABÉNS PRA TI, OK? MUITO OBRIGADA por ser minha escritora favorita no Nyah com cada fic fantástica que mereciam muito serem publicadas.

Vamos assim pro terceiro one-shot. Olha, cê adora bonecas, hein? XD Mas elas tem algo de simultaneamente assustador e “fofinho”, assim como palhaços tem de assustador/engraçado. Acho que é isso que fazem algumas criaturas do terror serem tão fascinantes, esse contraste alimenta nossa dúvida de “putz, por que eu teria medo disso?”, sendo que aí tá o segredo.

“Claro que não eram essas as palavras que você usava, mas elas têm o mesmo significado.“ Já comecei gamada na escrita do capítulo. Uma das 97234723 coisas que adoro num texto é a voz indireta. Gosto quando quem narra se esquece das palavras exatas, transcreve da própria maneira... Dá um toque muito pessoal à narrativa, e uma noção maior de realidade caso a pessoa não tenha uma memória estilo “banco de dados de um PC fodão”.

Outra coisa que adoro, mas das suas histórias especificamente, é como sua escrita é versátil e se adapta ao tema. MDS, ficou perfeita essa boneca narrando tudo de forma infantil, até porque o contato que ela tem da realidade é de uma criança e isso molda a forma com que ela interpreta e conta o que aconteceu. Também adorei como nada é descrito claramente (afinal, a boneca pode nem saber como descrever claramente, né). Em nenhum momento ela diz que estava rabiscada, mas sim que a menina invejosa fez com que a criança chorasse porque ela “estava feia”.

A guria realmente foi fútil ao se livrar da boneca, mas não consigo censurá-la por isso. Quando lembro de mim mesma quando criança, eu nunca fiz isso porque tinha poucos brinquedos e estimava cada um deles ao máximo, mas para meus primos e amigos com melhores condições isso era o comum. Crianças são crianças.

“Não sei ao certo quanto tempo se passou, você numera em dias e eu em brincadeiras...” Outro trecho que deixa bem claro como a noção que a boneca tem da realidade é muito diferente da nossa. Dá vontade de saber mais sobre a visão de mundo dela, para além desse conto. Como ela enxerga e nomeia as cores, os números, as roupas que os adultos usam.

No início da historia, eu achei apenas bonitinha a relação entre a boneca e a menina. Mas depois que ela é abandonada é que percebi o quanto é doentia a dependência que a boneca tem com ela. Aquele trecho de “brincando com outra que não te ama tanto quanto eu” me deu um arrepio. Lembrei de cara desses relacionamentos abusivos ou dessas gurias tão ciumentas que fazem um escândalo se o namorado simplesmente fala com outra mulher. E através da boneca dá pra entender o que se passa com essas pessoas: a relação entre a criança e o brinquedo é desigual. Tudo que a boneca tem e sente é conforme os padrões da criança: o modo de falar, os pensamentos, os sentimentos, a visão que ela tem de si mesma, a maneira com que idealiza a dona. Não dá pra sair coisa boa daí.

Como são contos de terror, já imaginava que a boneca daria uma de Chucky, mas a maneira doce e infantil com que a boneca descreveu tudo foi ao mesmo tempo adorável e macabra. Quer dizer, usar ÁGUA FERVENTE como o permanente pra marcar a menina? JESUS, afasta essas criaturas de plástico de mim –q (Mas achei super criativa a ideia de voltar à questão do rosto marcado permanentemente, da feiura. Essa abordagem cíclica de um tema único é, pra mim, a melhor maneira de trabalhar numa história, porque nada parece ao acaso, e até mesmo as motivações pessoais dos personagens concordam com o todo da narrativa.)

A intenção da boneca até que é bonita, de que ambas sejam iguais para que uma apoie a outra, mas a maneira com que ela fez isso é SUPER FREAK. Mais perturbador ainda é como ela enxerga o que faz com naturalidade, só esperando a reação de causa e efeito que vai fazer a deformidade da menina aceitar o rosto manchado dela. Não sei se achei mais doentia a espera dela enquanto a menina estava enfaixada ou a maneira com que ela descreve o rosto queimado, como se fosse algo comum alguém estar com o rosto enrugado e rosado (rosado como o dela, outro aspecto que se repetiu).

Não consigo escolher uma oneshot favorita, mas pra mim essa é até agora a mais bem construída. Não só pela narrativa, mas porque (pelo menos eu achei) o terror nessa aqui é mais sutil. Ele me causou medo pela naturalidade com que a boneca fez algo tão horrível, e acho que é isso que resume o medo que temos de palhaços e bonecas: as coisas mais presentes no nosso cotidiano são capazes de nos assustar muito mais porque esse contraste entre real/sobrenatural nos parece bem mais capaz de acontecer do que o sobrenatural por si mesmo (ou o terror gore, por exemplo).

Sobre o capítulo do Creepypasta: antes de tudo, creepypastas sempre me dão um medo do cacete. Sou uma pessoa bem cética, sem nenhuma crença em superstição, mas quando algo me dá medo, ah, esse medo é irracional porque eu acredito que aquilo existe. Ou pelo menos uma parte de mim acredita.

Aí me vem você escrevendo uma creepypasta sobre FICS. Sorte a minha que atualmente só leio as suas, porque se tivesse lido isso aí na época em que eu só caçava (olha só a coincidência) ones originais, eu estaria muito cagada e ia te amaldiçoar pra sempre –q

Gostei da maneira com que a personagem dá uma noção de si mesma antes de tudo (porque procura comentar, o quanto gosta de ler e talz) porque nos deixa mais acostumados a ela e acho isso importante pro terror (não exatamente a EMPATIA com o personagem, mas uma relação que nos permita temer com ele, mesmo que não POR ele). Só achei um pouco superficial, sem grandes argumentos, mas como o foco é a creepypasta, o indivíduo não é lá tão importante; o fundamental é se colocar no lugar dele e cagar de medo. E uma apresentação geral já deu o suficiente para compreendê-la.

Aí já começa a minha “piração literária” (eu tenho que dar um nome decente pra isso, mas por enquanto vai esse aí). Quando a personagem diz que sente agonia com a capa, eu dei um surto, bem mais do que pelo nome ou pela sinopse. Lembrei de tudo que já aprendi sobre artes plásticas, de que uma das maiores intenções é mexer com os sentidos e principalmente, do quanto é possível perturbar o ser humano, e não só entretê-lo com o belo. Acho isso muito fascinante (a reação que as pessoas tem diante de expressões artísticas, às vezes até mais do que as expressões artísticas em si). E quanto a garota tentou interpretar o título, lembrei de mim mesma HAHA Mas o nome me remete mesmo a ideia de uma rosa negra. Quando penso na palavra “viúva”, logo ligo à cor negra (porque ela está de luto), mas também penso na Viúva Negra, aquela aranha que devora o cadáver do macho quando ele morre depois de procriar. No caso, Rosa Viúva, na minha interpretação, estaria de “luto” por absorver a alma ou o sangue de alguém. (Olha eu metendo teoria sem nem avisar, malz)

Quando a história some e aparece de novo, passei a encontrar mais semelhanças com outras creepypastas. O que eu acho foda nesse tipo de história de terror é que ela explora algo que só é possível nos dias de hoje. Antigamente, as pessoas tinham medo de vampiros, de zumbis, de fantasmas. Hoje, podemos sentir medo de algo que é muito recente: a infinidade da internet. Acho que é por isso que as pessoas se sentem tão seduzidas com a Deep Web, afinal, o que pode ter escondido entre esses trilhões de gigabytes por aí? É realmente algo só virtual, não palpável? Porque assim como os fantasmas, a internet não “existe”. A gente não consegue tocar nela, saber seus limites, e acho que é isso que a creepypasta explora: é o medo do digital como algo sobrenatural.

Vou confessar que a partir desse ponto senti mais empatia pela garota, quando ela não se arrisca a acessar a história diante dos avisos. Consegui me identificar com o medo dela, senti-lo em mim, e com isso vi mais verossimilhança nela a partir da reação dela com o medo (o que pra mim é um dos objetivos do gênero terror/horror).

Outra coisa que achei MUITO bacana foi ela ter descoberto sozinha o padrão do mistério da história, em tão poucas “palavras”, de maneira bem natural e não forçada como alguns filmes fazem parecer. É sério, não canso de repetir que você tem muito talento com a escrita. É surpreendente isso.

“Ela leu e assumiu a dívida”. Esse destino de quem se mete com essas coisas assusta. Porque assim, (quase) todo mundo é invadido pela curiosidade nesses casos, e a gente se sente tentado a tentar descobrir o que é. Entra o dilema entre medo e curiosidade, e quem se fode é quem acaba escolhendo o segundo. Isso é uma das coisas que sempre me dá medo nessas histórias; tipo, a curiosidade é o que nos faz querer algo novo, MUDAR, e a “moral” das creepypastas sempre pune quem pensa assim. Como se mudar fosse perigoso e mortal. Sei lá, isso me assusta.

Sobre a próxima one, “O Bilhete”... Impressionante como essas pessoas sempre pegam jogos em situações em que o bom senso grita NÃO. “Ah, meu primo foi sequestrado? Pff... Bora pegar esse game aqui e arrasar com as nerds.” Qual foi, moço, cê tá suave no copo de guaravita?!

Essa questão dos bilhetes em jogos de terror é uma das coisas que mais gosto neles. Nunca consegui jogar um por mais de cinco minutos (sou extremamente cagada), mas já vi muito gameplay. E em alguns jogos, tipo Silent Hill (minha franquia favorita 4ever s2), a maior parte deles nem é fundamental pra avançar. É só pra você se sentir mais ligado à ambientação, conhecer os pacientes daquele hospício, ler a carta de suicídio naquele apartamento coberto de sangue, descobrir que aquele monstro com duas cabeças de criança é na verdade a alma de gêmeos estripados por um serial killer (tá, isso é muito tenso).

Atualmente, acho que os jogos (e a internet) tem o maior potencial pra nos causar aquela tensão do medo. Primeiro por causa da trilha sonora e das imagens, que já criam um ambiente tenso pra cacete. Segundo que, ao contrário dos filmes, eles podem dar essas pausas e nos contar sobre aquele universo pra que a gente pense que aquilo É REAL. E se a gente pensar que é real, fodeu, a gente caga de medo.

Agora sobre a última one-shot que cê postou... Essa brincadeira me lembra uma que acontece no filme “O Orfanato”, já viu? É um filme de terror mexicano (ou espanhol, não sei) e um dos meus favoritos. Segue o mesmo esquema de uma música seguida de movimentos, só que é tipo um “pique-esconde”. Não falo mais porque isso é fundamental pra história e pode ser spoiler e talz.

Essa coisa de usar um protagonista num estado de invalidez por si só já é medonha. Putz, pensa só: uma pessoa que depende dos outros pra ir ao banheiro, pra comer, pra receber medicamentos. Não tem autonomia nenhuma nem sobre o próprio corpo, quanto mais sobre os movimentos e ações. Aí me vem: cacete, imagina o quanto já passou pela mente dessa pessoa. O quão perturbada ela deve ser, o quanto ela já deve ter fantasiado sair dali (tanto que uma das minhas interpretações dessa história é que a menina, entre as muitas maneiras de sair dali, escolheu pensar na mais perturbadora porque as mais felizes não funcionaram). E olha eu pensando merda de uma criancinha... Tá, eu não aprendo.

(Ah, um detalhe que achei estranho: “Após falar aquelas palavras a criança sorriu e foi embora.” Fica meio confuso a quem se refere cada parte da oração, parece que ou a criança falou e foi embora ou a menina falou e milagrosamente levantou da cama. Mas é só um detalhe mesmo.)

Mas adorei a ideia da brincadeira e a maneira com que a menina vai lentamente entendendo o que tem que falar e a criança vai gradativamente se aproximando mais... Dá uma sensação de que o texto está realmente se movendo junto; não foneticamente como uma poesia, claro, mas... hã... narrativamente. Tanto que eu levei um puta susto quando aconteceu o que aconteceu.

Ah, Ryskalla, se eu ganhasse um real cada vez que cê me espanta com sua habilidade eu nem precisava estagiar. Tá certo que todos os contos são de terror, mas a brincadeira das crianças distrai tanto que quando vem a parada sobrenatural ela tem ainda mais impacto com o contraste. Isso me lembra algumas passagens de It, que alternam cenas felizes com as crianças e aquela criatura-demoníaca-dos-infernos-de-satanás perseguindo cada uma delas. Dá pra explorar o terror de várias formas, e criar essa quebra abrupta entre o alegrinho e o pavoroso é uma das mais eficazes (se bem feito, claro, o que é o caso).

“Sinto dor. Aqui é frio, não há calor.” Fico pensando que se a guria não pode se mexer na cama, ela não deve saber o que é a dor em grande parte do corpo (sei lá, não deve sentir nada, saca?) E ao mesmo tempo, quando penso numa cama de hospital, sempre me vem a cabeça um ambiente quentinho, pra impedir que os pacientes morram de hipotermia. Aí quando ela acorda e passa a sentir tudo isso, além do sol na pele (que deveria estar sempre coberta), fico pensando no quanto isso pode estar relacionado com aquilo que falei antes, de que ela queria sair de lá e acabou sendo da pior forma possível.

Não foi só nesse conto que percebi isso, mas curto muito esse aspecto cíclico das histórias de terror. De que o “amaldiçoado” joga sua sina no protagonista, que é encarregado de passar isso pra outra pessoa, e assim por diante. Torna a parada mais viva, mais real, e faz a gente pensar, naqueles momentos que a razão vai embora, que realmente pode acontecer com a gente. (Repetindo pela 93439 vez essa expressão, nossa).

Então, moça. Achei muito foda cada uma dessas one-shots, ainda que eu tenha as minhas preferidas. E me diz sinceramente: é a primeira vez que tem contato com o terror? Porque nossa, ficou incrível! (Mas ainda te acho imbatível na fantasia s2)

Até a próxima fic, que vou escolher aqui no uni-duni-tê -q

Ryskalla
Ryskalla Autor

Aí eu tava aqui pensando: Vou escrever... mas tem tanto comentário pra responder...
Pelo menos os da Stephanie eu respondi.
Respondi?
AIMDS
Calma, Rys, respondeu sim.
E aí não respondi.
Tela azul.
Tela vermelha.
Explosão nuclear.
Mas bora lá
Já tem três meses que tô te devendo a resposta desse comentário :v Pelo menos o outro eu respondi ♥ E eu fui lá confirmar pra ver se tinha mesmo q
Vou surtar no dia que o nyah desenvolver alguma forma de te mostrar todos os comentários que cê tem que responder. E ficar num vermelho gritante aqueles que tiverem sem resposta por mais de 3 meses, por exemplo ç-ç
Eu nem merecia parabéns ;-; Pode retirar, eu deixo. Só que eu vou agradecer mesmo assim, posso?
Enfim :v
SIM, EU AMO BONECAS ♥
Ah, não sei, não vejo graça em palhaços. Mas não tenho medo deles também :v
Acho que a única coisa que tenho medo mesmo é da Samara, mas a Samara é assustadora de toda forma, sl. Mas eu gosto bastante da história dela q- Só que não tem como achá-la fofa, sl :v
Queria ser uma pessoa com a memória nesse estilo ç_ç Ia ajudar bastante ;n;
Lá vai ela me deixar sem graça :v Nunca sei exatamente como responder a elogios ç_ç Um dia aprendo, pode esperar, é ;-;
AH EU TINHA TANTA RAIVA DAS CRIANÇAS QUE FICAVAM CORTANDO E RABISCANDO AS BONECAS Ç-Ç Eu também tinha poucos brinquedos e ficava muito frustrada quando via alguém cheio de brinquedo e todos zoados assim ç-ç Sabia como era difícil pra minha mãe juntar dinheiro pra me dar algo.
Sl, era meio inaceitável ç-ç Eu via as bonecas quase como pessoas :v
Eu meio que sempre pensei sobre isso, tipo. Eu tinha pena de parar de brincar com meus brinquedos. Com 15 anos eu ainda brincava, aí aos 16 eu ia forçando, era quase como se eles fossem morrer sl ;-; Eu podia sentir a tristeza deles, o abandono e eu ficava com tanta pena.
E eu sempre brincava com todos, pra ninguém ficar com ciúmes. Era meio bagunçado, porque depois comecei a ganhar aqueles animais que vendem em feira, sabe? Girafa, Tigre e aí era uma verdadeira zona :v Quase uma fazenda, sl
Nem fala desse tipo de guria. Tô sofrendo com uma agora x_x Meu amigo terminou com ela e aí ela tá me culpando (??) É tão desnecessário, sl, será que ela não se tocou que a culpa do relacionamento ter acabado foi dela e dele? Fica me metendo no meio só porque sou amiga dele, tipo, wat ç-ç
Eu pensei em usar óleo, mas achei melhor a água mesmo :v Foi um castigo e uma tentativa deturbada de reaproximação. Fico imaginando o que a menina pensaria sobre a boneca agora, se desconfiaria, se a odiaria ou se tudo correria como a boneca planejou. Aí descubro que prefiro permanecer sem saber XD Àsvezes o mistério é o melhor final q-
Creepypasta me lembra da época do Orkut e, sim, elas também sempre me assustavam. Não sei muito bem a razão XD Eram tão curtas, tipo. Porém o calafrio sempre vinha. É algo que não consigo sentir nos livros. Esse calafrio. Talvez porque eu sou mais velha agora e já não seja tão medrosa quanto antes, realmente não sei q- Mas sinto falta ç-ç É sl, bom :v
Só que essa creepypasta na verdade surgiu como uma zoeira do nyah q- Estávamos falando de creepypastas no grupo e aí eu surgi inventando essa e o povo ficou: MDS, ONDE VOCÊ VIU ISSO? E eu tipo: Acabei de inventar :v E aí eles pediram pra escrever e foi assim que apareceu. Surgiu no mesmo dia, sem muita preparação. Foi coisa bem do momento e até dá um pouco de vergonha você lendo coisas assim UHASDHUASDHUASDUHDASUHDSAUDSADAS Porque geralmente eu fico pensando muito sobre os personagens, não sei
Pode meter teorias :v Já falei que gosto delas, ué HUHASDHUSDHUADHUASDHUASDHUDASSD Mas de verdade, gosto de suas teorias. Essa história, como eu disse, não pensei muito sobre e depois tentei não pensar pra não me torturar XD "Ai mds, como isso ficou mal feito". Esses contos (tirando A Princesinha) foram testes pra me tirar daquele meu cantinho da comodidade. Em aceitar que eu não tenho que escrever perfeitamente e que está tudo bem fazer histórias falhas ou que não conseguem alcançar o objetivo inicial.
Aí cê lê um trem desses e fala que tenho talento com a escrita e eu fico toda feliz e depois toda triste por estar me iludindo e aí feliz de novo porque cê não teria motivos pra fazer um comentário gigantes desses se fosse só pra ficar me iludindo e depois triste porque penso em outro motivo e fica um ciclo assim. Sem pontuação nenhuma mesmo porque não tenho tempo de respirar XD
Minha mente tenta me botar pra baixo e me motivar numa rapidez quase ridícula. Não sei explicar q-
Enfim :v O Bilhete foi pra um concurso, mas acabou que ele não pode concorrer. O que foi bom, porque no fundo eu sentia que poderia ter feito algo mais macabro, sl. Eu gostei da ideia, mas não sei se trabalhei nela tão bem quanto poderia.
O Orfanato! Amo esse filme ♥ Essa cena do "1, 2, 3 bate na parede" foi tão maravilhosa. Tipo, na primeira vez que eu vi, demorei pra me ligar no que tava acontecendo e então tomei um susto de "Ai c***** lol" q-
Verdade, esse trecho ficou confuso ç-ç Tentarei pensar numa forma de melhorar isso. Não lembro de onde tirei essa ideia, acho que eu só queria fazer uma música doentia q- Eu tentava pegar coisas que me assustam um pouco. Causam desconforto, só que nunca consigo passar pro papel exatamente a forma como me perturba. O que é triste, porque me sinto uma inútil :v
Eu fiz estágio de enfermagem e vou ter dizer. Alguns hospitais eram bem frios ç_ç Embora os pacientes tenham lá seus cobertores e tudo o mais. Uma situação horrível foi quando eu tava com febre e fui na UPA. Aquele ar condicionado dos infernos ç_ç Gente, quase desisti e voltei pra casa de tanto frio que eu tava sentindo ;-; Mas precisava do atestado
Imagino que eu coloco um aspecto cíclico por ainda não ter muita noção de como terminar uma história de terror. Sempre tenho medo do final ficar broxante q- Pelo menos dando uma ideia de continuidade não fica tão ruim, sabe? Porque se consegui agradar com o meio, então não vou estragar tudo com o final q-7
E escrevendo foi sim q Pra você ver minha incompetência, PM era pra ser de terror. Mas não consegui we HUASDHUASDHUASDUHDSAHUSDAHUDUAS Virou aquele drama todo lá. Seria muito cruel com a Noire não levar em consideração tudo que ela "não sente" e tudo o que ela passou ;-; Tinha um plano pra história e ela acabou seguindo outro rumo, apesar de eu ter ficado satisfeita com o rumo que a história tomou ;u;
Fantasia é ♥ Desde pequenininha sendo apaixonada por esse gênero maravilhoso. Apesar que também gosto de romance, mas não sou lá muito boa desenvolvendo. Acho, não sei q-
Enfim, obrigada pelo comentário maravilhoso (eles sempre são, só que eu sempre gosto de repetir isso porque sim) :v Agradeço os elogios mesmo que aquela parte da minha mente que gosta de me colocar pra baixo fique gritando: cê não merece nem um terço! Mas é a vida, fazer o quê? ♥ Continuo feliz porque simplesmente não tem como não ficar q-
Espero que goste da próxima, mesmo que o número esteja ficando cada vez menor agora q- Vou ter que criar novas histórias, mas tô tão empacada no capítulo novo de GdL ç-ç E a revisão de MdB tá me matando, posso nem ter o luxo de pensar em fazer uma história. Mesmo que eu MORRA de vontade de fazer uma fanfic de Ladybug (maldito desejo viciante ;-;)
É isso ♥ Desculpe pela demora, de verdade ç-ç Pode demorar, mas nunca deixo de responder, é ♥ Abraços quentinhos :3

C
Carpe Diemzy

Miga.. (Ou migo, não sei) Você tem uma mente perturbada, hein? Quem pensa nessas coisas? Huhasuasuhas, eu também penso :v Você não tem noção do quanto eu amo esse tipo de história. Quanto mais sombria e perturbadora, melhor! ♥3 Essas foram umas das melhores ones que eu já li, sem brincadeira, tá maravilhoso!

Ryskalla
Ryskalla Autor

Sou miga HUHSDAHUADHUASDHUSDHUDSSDA Eu ia negar, mas acho que tenho mesmo ç-ç Alguns dos contos foram coisas que me assustavam antes de dormir, tipo, sabe quando você fica imaginando várias coisas assustadoras? E aí sempre me vem aquele pensamento maldito de "cuidado com o que você imagina, pode se tornar real". O que só me deixa com um P*** medo ;-; No lugar de me tranquilizar eu fico me sabotando assim ;-; Mas enfim q-

Obrigada, de verdade ♥ Significa muito pra mim ler isso. E pode parecer mentira, mas é verdade. Principalmente com essas ones, porque não tenho uma experiência concreta com o terror. Só com minha mente querendo me assustar. Mas tentar passar isso pros outros? Nenhuma. É bem difícil, de verdade, então obrigada novamente ♥ Abraços quentinhos :3