Oi, Aline! Estou apaixonada pela sua estória e todos os elementos que você empregou nela. Seja a típica violência que a mulher sofre através do marido, em muitos casos, na atualidade – e você conseguir representá-la de maneira mais bruta e desumana. Triste é pensar que a mulher, muitas vezes, aprende a conviver com isso: ser submissa aos comandos do marido ou até de filhos adultos.
E, ainda assim, estou maravilhada em como você conseguiu desembalar tanto amor envolvido entre os gêmeos e Corrine mesmo com as atitudes constantes e violentas do pai. O jeito protetor de Theo quando se trata da irmã dá um gostinho adorável na estória, absorvi isso pela maneira de como ele reagiu quando viu Ange chorando e desesperada.
Sobre os erros que citei anteriormente, é coisa básica! Procura sempre dar uma revisadinha no capítulo para poupar isso. Sou muito (muito mesmo) chata quando se trata de erros de ortografia e quase sempre me incomoda citá-los porque não sei se isso é de agrado do autor. Repetições é um descuido que todos nós temos. A solução é procurar palavras derivadas ou similares e empregar no lugar da que já foi usada. Por exemplo, troque os "e" repetitivos por vírgula e tenha cautela quando for aplicá-las, também. Lembre-se de que o "à" geralmente implica direção, ação ou sentido. E, Aline, nós mulheres sempre respondemos obrigada. Os homens, obrigado. ("...Obrigado! – A pequena Ange exclamou..."). (:
Adorei sua estória e espero que continue com ela (desculpe-me pelo comentário grande, hahaha). Um beijo,
Nyx
O que mais gostei:
O amor habitual e familiar envolvido entre Ange e Theo.
O que acho que pode melhorar:
Mínimos erros de ortografia, cuidar as repetições e vírgulas.
O que responder depois de ler esse maravilhoso comentário e perceber que a pessoa que escreveu está esperando a três meses? Primeiro, MUITO OBRIGADO, de coração. E quanto às citações dos meus erros: muito obrigado também. Críticas construtivas são sempre - ouviu? Sempre! - bem vindas.
Não sabia que havia conseguido transmitir tudo isso nas poucas linhas desse capítulo. Fiquei muito feliz porque era exatamente esse tipo de sentimento que senti quando imaginava a estória na minha cabeça, e queria mais que tudo compartilhar com vcs.
Oi, Aline! Estou apaixonada pela sua estória e todos os elementos que você empregou nela. Seja a típica violência que a mulher sofre através do marido, em muitos casos, na atualidade – e você conseguir representá-la de maneira mais bruta e desumana. Triste é pensar que a mulher, muitas vezes, aprende a conviver com isso: ser submissa aos comandos do marido ou até de filhos adultos.
E, ainda assim, estou maravilhada em como você conseguiu desembalar tanto amor envolvido entre os gêmeos e Corrine mesmo com as atitudes constantes e violentas do pai. O jeito protetor de Theo quando se trata da irmã dá um gostinho adorável na estória, absorvi isso pela maneira de como ele reagiu quando viu Ange chorando e desesperada.
Sobre os erros que citei anteriormente, é coisa básica! Procura sempre dar uma revisadinha no capítulo para poupar isso. Sou muito (muito mesmo) chata quando se trata de erros de ortografia e quase sempre me incomoda citá-los porque não sei se isso é de agrado do autor. Repetições é um descuido que todos nós temos. A solução é procurar palavras derivadas ou similares e empregar no lugar da que já foi usada. Por exemplo, troque os "e" repetitivos por vírgula e tenha cautela quando for aplicá-las, também. Lembre-se de que o "à" geralmente implica direção, ação ou sentido. E, Aline, nós mulheres sempre respondemos obrigada. Os homens, obrigado. ("...Obrigado! – A pequena Ange exclamou..."). (:
Adorei sua estória e espero que continue com ela (desculpe-me pelo comentário grande, hahaha). Um beijo,
Nyx
O que mais gostei:
O amor habitual e familiar envolvido entre Ange e Theo.
O que acho que pode melhorar:
Mínimos erros de ortografia, cuidar as repetições e vírgulas.
O que responder depois de ler esse maravilhoso comentário e perceber que a pessoa que escreveu está esperando a três meses? Primeiro, MUITO OBRIGADO, de coração. E quanto às citações dos meus erros: muito obrigado também. Críticas construtivas são sempre - ouviu? Sempre! - bem vindas.
Não sabia que havia conseguido transmitir tudo isso nas poucas linhas desse capítulo. Fiquei muito feliz porque era exatamente esse tipo de sentimento que senti quando imaginava a estória na minha cabeça, e queria mais que tudo compartilhar com vcs.
Espero que continue acompanhando a fic. :)
Beijos e até o próximo capítulo
Acompanhando a fic Bjs
Ebaa, + uma motivação