Oii! Tudo bem contigo? Eu espero que sim. Espero de verdade. Cara, o que são duzentas palavras? Trezentas, que seja! Os seus dois capítulos resumem muito o que eu sinto. E eu não sei se isso é uma coisa boa. Na verdade, eu sei que é. Eu sei que tem ser, porque exatamente como você disse, ou melhor, escreveu : "Eu já não consigo acreditar que eu algum dia serei capaz de voltar ao que era antes.”. Eu achei cada palavra incrível. Consigo me visualizar nelas, além de ver o próprio autor do diário. Um anônimo ou alguém que prefere ser chamado de Andy? Sei lá! Prefiro pensar que você também se encontre nessas palavras. Eu também espero que você se encontre. Novamente, você já digitou o que eu pensei! Concordo perfeitamente com o começo. Concordo e isso me dá um certo ódio. Eu gostaria de sofrer de modo independente. Mas não! Há sempre algo dentro de mim que me diz o contrário. E aqui estou eu. Sozinha, aprisionada e todo o resto. Chega de falar de mim! Eu nem sei o porquê de eu estar fazendo isso. Esperança, talvez. Não importa. Gostaria que você me respondesse. Um foda-se seria o suficiente para minha mente.... Eu gostei do que você escreveu. Gostei de verdade. E espero que não pare. Escreva até não adiantar mais. Até que as palavras se percam e a dor seja tão invisível ou tão natural ( tão parte de você) que não nos resta mais nada a não ser... A não ser a dor propriamente dita. Pareceu dramático? Mas é a verdade. Então, estou ansiosa para ler os próximos dias. Para saber mais de você ou do autor que escreve o diário, pelo menos. O "anônimo". Achei o máximo. Eu... Eu não sei mais o que dizer. Aguardarei resposta e o um novo capítulo. Beijos!
Olá, eu fico feliz em conseguir expressar meus sentimentos por meio das palavras e alguém conseguir captar isso. Muitas vezes me pego pensando que é melhor expressar todos os sentimentos, até mesmo os mais obscuros... Expressa-los de alguma forma, e essa forma que preferi foi a escrita, porque assim como eu, outras pessoas tem ou ja tiveram pensamentos parecidos com os meus.
As vezes eu me imagino como um copo de vidro. Fui derrubada e milhares de cacos foram estilhaçados pelo chão. Não dá para pegar uma cola e fingir que aquilo é um quebra cabeça. É impossível juntar todos os estilhaços.
Talvez você tenha que submeter aqueles vidros e pedacinhos de vidros quebrados a altas temperaturas e derrete-los, para assim fazer um novo copo. Mas não parece desesperador e frustrante? O copo nunca vai ser o mesmo novamente, porque tudo é diferente.
Como você disse "Eu já não consigo acreditar que eu algum dia serei capaz de voltar ao que era antes.". Tah, eu sei. Foi tosco meu exemplo com o copo. Mas é que é um pensamento que se passa constante pela minha cabeça e pensei em compartilha-lo com você, achei que entenderia.
Não sei quem falou essa frase, mas gosto muito: "Nunca troque o que você quer na vida pelo que você quer no momento. Pois os momentos passam, a vida continua". O meu maioooor sonho é me tornar uma artista, mas há momentos em que quero definitivamente morrer, pois me sinto incapaz de ser uma pessoa importante. Mas é como está escrito na frase "momentos passam" e passam mesmo.
Bem, não sei a história do protagonista de "Diário de um suicida" ou o que o levou a ficar desse jeito, uma fase depressiva. Mas eu tenho certeza que calvários servem para nos mudar para melhor. Não sei se o protagonista está em seu calvário ainda ou se ele já passou. (existe também o terceiro tipo de pessoas, que querem permanecer na dor porque são masoquista, é uma opção também). Mas cara, lembre-se que calvários só mudam para melhor.
O copo nunca irá ser o mesmo novamente, mesmo que derreta os cacos e faça um novamente, alguma parte irá sobrar e essa parte nunca poderá ser colocada novamente. Acho que posso afirmar então que te entendo... Consigo compreender esses nuances em sua vida... onde as vezes ninguém entende...
Oii! Tudo bem contigo? Eu espero que sim. Espero de verdade. Cara, o que são duzentas palavras? Trezentas, que seja! Os seus dois capítulos resumem muito o que eu sinto. E eu não sei se isso é uma coisa boa. Na verdade, eu sei que é. Eu sei que tem ser, porque exatamente como você disse, ou melhor, escreveu : "Eu já não consigo acreditar que eu algum dia serei capaz de voltar ao que era antes.”. Eu achei cada palavra incrível. Consigo me visualizar nelas, além de ver o próprio autor do diário. Um anônimo ou alguém que prefere ser chamado de Andy? Sei lá! Prefiro pensar que você também se encontre nessas palavras. Eu também espero que você se encontre. Novamente, você já digitou o que eu pensei! Concordo perfeitamente com o começo. Concordo e isso me dá um certo ódio. Eu gostaria de sofrer de modo independente. Mas não! Há sempre algo dentro de mim que me diz o contrário. E aqui estou eu. Sozinha, aprisionada e todo o resto. Chega de falar de mim! Eu nem sei o porquê de eu estar fazendo isso. Esperança, talvez. Não importa. Gostaria que você me respondesse. Um foda-se seria o suficiente para minha mente.... Eu gostei do que você escreveu. Gostei de verdade. E espero que não pare. Escreva até não adiantar mais. Até que as palavras se percam e a dor seja tão invisível ou tão natural ( tão parte de você) que não nos resta mais nada a não ser... A não ser a dor propriamente dita. Pareceu dramático? Mas é a verdade. Então, estou ansiosa para ler os próximos dias. Para saber mais de você ou do autor que escreve o diário, pelo menos. O "anônimo". Achei o máximo. Eu... Eu não sei mais o que dizer. Aguardarei resposta e o um novo capítulo. Beijos!
Olá, eu fico feliz em conseguir expressar meus sentimentos por meio das palavras e alguém conseguir captar isso. Muitas vezes me pego pensando que é melhor expressar todos os sentimentos, até mesmo os mais obscuros... Expressa-los de alguma forma, e essa forma que preferi foi a escrita, porque assim como eu, outras pessoas tem ou ja tiveram pensamentos parecidos com os meus.
As vezes eu me imagino como um copo de vidro. Fui derrubada e milhares de cacos foram estilhaçados pelo chão. Não dá para pegar uma cola e fingir que aquilo é um quebra cabeça. É impossível juntar todos os estilhaços.
Talvez você tenha que submeter aqueles vidros e pedacinhos de vidros quebrados a altas temperaturas e derrete-los, para assim fazer um novo copo. Mas não parece desesperador e frustrante? O copo nunca vai ser o mesmo novamente, porque tudo é diferente.
Como você disse "Eu já não consigo acreditar que eu algum dia serei capaz de voltar ao que era antes.". Tah, eu sei. Foi tosco meu exemplo com o copo. Mas é que é um pensamento que se passa constante pela minha cabeça e pensei em compartilha-lo com você, achei que entenderia.
Não sei quem falou essa frase, mas gosto muito: "Nunca troque o que você quer na vida pelo que você quer no momento. Pois os momentos passam, a vida continua". O meu maioooor sonho é me tornar uma artista, mas há momentos em que quero definitivamente morrer, pois me sinto incapaz de ser uma pessoa importante. Mas é como está escrito na frase "momentos passam" e passam mesmo.
Bem, não sei a história do protagonista de "Diário de um suicida" ou o que o levou a ficar desse jeito, uma fase depressiva. Mas eu tenho certeza que calvários servem para nos mudar para melhor. Não sei se o protagonista está em seu calvário ainda ou se ele já passou. (existe também o terceiro tipo de pessoas, que querem permanecer na dor porque são masoquista, é uma opção também). Mas cara, lembre-se que calvários só mudam para melhor.
Aguardando próximo capítulo :)
Gabriella Jackson
O copo nunca irá ser o mesmo novamente, mesmo que derreta os cacos e faça um novamente, alguma parte irá sobrar e essa parte nunca poderá ser colocada novamente. Acho que posso afirmar então que te entendo... Consigo compreender esses nuances em sua vida... onde as vezes ninguém entende...