Agora da para entender um a dor que a beni passou foi chamada de mostro teve a família e sua unica amiga morta e ainda foi enganada . Desculpe demora tanto até o próximo
Não, não se desculpe comigo. Você não me deve satisfação alguma, minha cara.
Well, agora esclarecemos o passado escuro da Beni. Conseguimos entender o porquê dela agir do jeito que agia até a luta contra a Ino e o Sai. Esperemos para que haja uma luz para ela.
Victor vou te falar novamente sobre a quantidade excessiva de repetição dos nomes. Tente diminuir um pouco, é chato na minha opinião. Mas o seu trabalho continua muito bom.
Sobre essas micromarionetes, onde ele arranjou tecnologia pra fazer isso? E como é feita? Quero detalhes. *Le~ eu indelicado kkk. Se não quiser responder sobre isso tudo bem.
Beni apelona, não deu nem graça elimitar aqueles isentos kkk.
Max, infelizmente, eu tenho cuidado bastante para não repetir palavras (até porque, como você, acho isso superchato), mas quanto aos nomes isso muda um pouco. Vou dizer o porquê.
Diferente dos demais vocábulos, os nomes servem para, óbvio, identificar o personagens. Claro, repeti-los três ou quatro vezes no mesmo parágrafo torna o texto enfadonho, e creio eu que não faço isso. No máximo, por parágrafo, são duas vezes. Se em algum momento escrevi três foi porque, definitivamente, eu estava meio doidão (mas eu não sou dependente, viu?).
Mas, voltando a falar sério, imagine um texto no qual o autor usa: Fulano de Tal, de Tal (sobrenome do personagem), o ninja, o loiro, etc... tudo no mesmo, ou pelo menos em um curto espaço de tempo para identificar um único personagem na narrativa. Concorda comigo que isso também tornaria o texto chato, senão confuso? Nomes podem, e nos livros, inclusive, são usados mais de uma vez para identificar os personagens. Harry Potter e Percy Jackson e os Olimpianos são dois clássicos exemplos do que digo. Não creio que eu esteja repetindo os nomes exageradamente, mas, mesmo assim, dobrarei a minha atenção para isso. Desde já obrigado pela observação, e pelo elogio também, cara! :)
Sobre as micromarionetes, eu, sinceramente deixei isso com a imaginação dos leitores. Penso eu que a tecnologia para criá-las não é problema, uma vez que estamos falando de um universo no qual ninjas arrancam olhos intactos, pedaços dos dedos para invocações e tá tudo de boa. Vale lembrar que ele (Shozu) era um cientista (mesmo mirim). Ele ter os próprios experimentos bizarros não é, ao meu ver, pelo menos, algo espantoso. Contudo, achei curioso você ter perguntado. Eu posso criar uma teoria agora sobre como elas foram feitas, mas... porque eu tô com preguiça (culpa sua, você me ensinou isso :p), vou deixar a sua imaginação trabalhar, hahaha.
Beni apelona "bagarai", né? She smash!
Até o próximo capítulo o/
PS: estou respondendo aso reviews na ordem inversa. Depois, ainda hoje, vou responder o seu do capítulo anterior xD
O que mais gostei:
Agora da para entender um a dor que a beni passou foi chamada de mostro teve a família e sua unica amiga morta e ainda foi enganada . Desculpe demora tanto até o próximo
Não, não se desculpe comigo. Você não me deve satisfação alguma, minha cara.
Well, agora esclarecemos o passado escuro da Beni. Conseguimos entender o porquê dela agir do jeito que agia até a luta contra a Ino e o Sai. Esperemos para que haja uma luz para ela.
Até o próximo capítulo o/
Victor vou te falar novamente sobre a quantidade excessiva de repetição dos nomes. Tente diminuir um pouco, é chato na minha opinião. Mas o seu trabalho continua muito bom.
Sobre essas micromarionetes, onde ele arranjou tecnologia pra fazer isso? E como é feita? Quero detalhes. *Le~ eu indelicado kkk. Se não quiser responder sobre isso tudo bem.
Beni apelona, não deu nem graça elimitar aqueles isentos kkk.
Max, infelizmente, eu tenho cuidado bastante para não repetir palavras (até porque, como você, acho isso superchato), mas quanto aos nomes isso muda um pouco. Vou dizer o porquê.
Diferente dos demais vocábulos, os nomes servem para, óbvio, identificar o personagens. Claro, repeti-los três ou quatro vezes no mesmo parágrafo torna o texto enfadonho, e creio eu que não faço isso. No máximo, por parágrafo, são duas vezes. Se em algum momento escrevi três foi porque, definitivamente, eu estava meio doidão (mas eu não sou dependente, viu?).
Mas, voltando a falar sério, imagine um texto no qual o autor usa: Fulano de Tal, de Tal (sobrenome do personagem), o ninja, o loiro, etc... tudo no mesmo, ou pelo menos em um curto espaço de tempo para identificar um único personagem na narrativa. Concorda comigo que isso também tornaria o texto chato, senão confuso? Nomes podem, e nos livros, inclusive, são usados mais de uma vez para identificar os personagens. Harry Potter e Percy Jackson e os Olimpianos são dois clássicos exemplos do que digo. Não creio que eu esteja repetindo os nomes exageradamente, mas, mesmo assim, dobrarei a minha atenção para isso. Desde já obrigado pela observação, e pelo elogio também, cara! :)
Sobre as micromarionetes, eu, sinceramente deixei isso com a imaginação dos leitores. Penso eu que a tecnologia para criá-las não é problema, uma vez que estamos falando de um universo no qual ninjas arrancam olhos intactos, pedaços dos dedos para invocações e tá tudo de boa. Vale lembrar que ele (Shozu) era um cientista (mesmo mirim). Ele ter os próprios experimentos bizarros não é, ao meu ver, pelo menos, algo espantoso. Contudo, achei curioso você ter perguntado. Eu posso criar uma teoria agora sobre como elas foram feitas, mas... porque eu tô com preguiça (culpa sua, você me ensinou isso :p), vou deixar a sua imaginação trabalhar, hahaha.
Beni apelona "bagarai", né? She smash!
Até o próximo capítulo o/
PS: estou respondendo aso reviews na ordem inversa. Depois, ainda hoje, vou responder o seu do capítulo anterior xD