Sua fic acabou significando mais do que uma fic. Ela iluminou todas as pequenas partes escurecidas que sobraram dos meus anos de depressão profunda. Eu aprendi sozinha e com muito custo que a morte prematura não nos leva a nada. Apenas a mais sofrimento. É uma escolha egoísta e nada inteligente. Alguns trechos da sua fic me fizeram perceber que sim, as pessoas podem ser felizes se tentarem. Eu posso ser feliz se eu tentar. Obrigada e parabéns!
O que mais gostei: A parte em que ele diz que a morte nem a dor podem ser superadas.
O que acho que pode melhorar: Alguns errinhos, mas nada que atrapalhe a leitura.
A poxa! Queria saber se ela se jogou ou n. E se ela escolheu viver, se teria ficado com o psiquiatra.
Mas acho que isso faz parte da trama, não é? Deixar que o próprio leitor escolha o seu final. Se ela deve seguir na vida ou na morte. Como se fosse uma escolha nossa, das nossas vidas.
E um toque de mistério sempre é bom, kk.
O meu final, foi que ela: "foi até o terraço, chegou na beirada e ficou olhando para o vazio... E o tempo passa, e ela n consegue se mexer. N consegue se jogar. Como se algo a impedisse. Mas ela ainda n desistiu da ideia. Então, naquele dia, ela desiste. Apenas por um dia. E decidi deixar para amanhã.
E dia após dia, ela chega naquele prédio, naquele terraço, e olha para o vazio na intenção de se jogar: e algo sempre a impede. E a cada dia que ela pega o elevador para subir, ela encontra com o psiquiatra. Eles sempre conversam sobre algo. E sem perceber, os dois vão criando um laço que nem eles mesmo esperavam.
E termina por ela desistindo de se matar, quando se ver apaixonada e sendo correspondida. Cada um cicatrizando as dores do outro."
Bem, eu prefiro imaginar assim. Em outro tempo, eu n teria dado esse final. E se fosse eu no lugar da Julia, eu provavelmente teria me matado. Eu perdi meu namorado em um assalto. A dor foi... indescritível. E hj ainda o é. N cheguei a tentar me matar, mas confesso que algo assim já me passou pela cabeça.
Já tem um ano e seis meses que ele morreu. Eu agora penso com mais clareza. O luto passou, mas a dor jamais vai embora. Eu sei disso. Mas eu aprendi a conviver com ela.
Ok, sua one é maravilhosa! Amei mesmo!
IngridN.
R
Rebys
MEU DEUS!!!!!! Não me surpreende nada você ter ganho a recomendação (fui atraída pelo post do face). Menina, que historia maravilhosa!!! Tão bem escrita!! É diferente do que normalmente leio e mesmo assim me conquistou. Pode até ser uma one-short, mas ela foi tão bem elaborada (mesmo sendo escrita em um dia chuvoso rsrs) que na minha opinião, vale por um livro inteiro. E ficou essa grande pergunta, se ela devia ou não? Se jogava ou não? Tirar a vida era realmente sua única opção ou o psicólogo estava certo no final das contas? Uma garota rica, que sofreu um trauma na infância quando sua mãe disse que ela era inútil, vai se matar jogando-se do ultimo andar do prédio mais alto da sua pequena cidade, e no caminho acaba presa dentro do elevador junto com um psicólogo que tenta fazer ela mudar de opinião. Alem do enredo perfeito, amei os personagens, acho que gostei mais do faro de você não ter dado nome a eles, ficou mais realista, como se isso realmente tivesse acontecido. E você soube certinho como terminar a história. Se você tivesse feito ela se matar, provavelmente eu estaria me derramando em lagrimas aqui, nem sei se teria comentado. Se tivesse feito ela mudar de ideia, ia te encher o saco até dar uma continuação, porque ai eu teria o sentido de que ela ficou incompleta, como se esse episódio mo elevador fosse só um Prologo da verdadeira história. Mas assim ficou dois caminhos possíveis, um fim certo ou um futuro (alem que desse modo você consegue agradar um maior público). Mas no que mais eu fiquei intrigada, é que por mais que eu leia e releia sua história, mão consigo encontrar a sua decisão nas entrelinhas. Não tenho a menor idéia se ela vai ou não pular!!!!! E isso me deixa ao mesmo tempo frustrada, maravilhada por você conseguir fazer isso, e com insônia (você acha mesmo que depois de ler algo assim eu vou conseguir dormir essa noite!!??) E agora, só pra você ter uma noção de como eu to me sentindo: Eu vou te presentear com uma segunda recomendação? (embora a resposta esteja meio obvia)
Não sei o que digitar, apenas sentir. Que Fic tocante e reflexiva. Quase chorei com apenas um cap. A mensagem oculta que passa é tão bonita e ao mesmo tempo séria e fatal. Ótima fic.
E o que que a conteceu ela pulo - tomara que não - MEU DEUS PRECISAMOS DE UMA CONTINUAÇÃO como assim ficar sem resposta minha fro bota um capitulo estra ai
Muito boa a sua one ♥ Conseguiu me prender do início ao sim. Mesmo sendo tão curtinha você conseguiu criar dois personagens complexos e intensos a seu próprio modo. Acho que essa é uma das principais dificuldades de um autor, desenvolver o personagem com o mínimo possível, e você fez isso muito bem. Sobre o final: ao mesmo tempo que detesto finais em aberto (mas O QUE ELA DECIDIU AFINAL?) também os amo, porque ficam cutucando a nossa mente eternamente e nos faz pensar bastante. Lendo qual era o objetivo da sua história, o final casou perfeitamente com ele, e não poderia pensar em algo melhor. Bjbj ;*
Vi sua divulgação lá no grupo do facebook e vim aqui conferir sua one. Não me arrependo de jeito nenhum, viu?
Gostei bastante, de tudo, e essas duas mil palavras voaram que eu nem percebi quando acabou! Fora que a trama foi espetacular, quem diria que coisas interessantes assim possam acontecer em um elevador, huh?
Além do mais, me identifiquei bastante com o personagem, o apelidado Cachinhos. Eu não estou na faculdade ainda, mas tenho vontade de fazer psicologia - sim, ele fez psiquiatria, mas são áreas um tanto parecidas - por querer ajudar a pessoas a resolver esses tipos de problemas. Um problema interior é tão letal ou até mais que um problema físico, porque ele pode ser escondido bem facilmente, assim como o da Julia. Mas ainda bem que ela achou quem a ajudasse, mesmo que o final tenha ficado ao critério do leitor.
De qualquer forma, isso nos faz pensar em que pessoas já percorreram esse mesmo caminho que ela, mas não acharam ninguém no elevador, nos corredores ou no terraço. Não acharam ninguém que a fizessem pensar por um momento em como o suicídio nunca foi um opção.
Então, parabéns, senhorita. Gostei muito de tudo, não percebi erros e enfim, você arrasou! Pra mim, uma parte singular do texto foi: "às vezes os demônios gritam alto demais, mais alto que qualquer que ofereça ajuda". Essa frase resumiu muita coisa de um jeito perfeito.
Você ganhou uma nova fã! :)
Até mais, nos vemos por aí!
Beijos!
A
Allison Blume
Espero sinceramente que ela tenha feito a coisa certa, porque sabemos que nem sempre o certo é o mais fácil. História mais do que incrível!
Era apenas mais um dia na escaldante sala de espera que é minha cidade e eu queria apenas uma história que fosse capaz de tornar esse calor suportável. E no Facebook eu vi uma postagem sua no grupo do Nyah! Fanfiction sobre uma One. Não sou muito adepta a Ones porque eu costumo me apegas às histórias e fico depressiva quando elas acabam, mas a capa, o título, a frase abaixo do título e a Sinopse fizeram com que minha curiosidade superasse qualquer apego e qualquer DPL. Não posso deixar de falar que eu me identifiquei com o que levou a Julia a querer se suicidar - a questão familiar - e que o que ela estava prestes a fazer já havia se passado milhares de vezes em minha cabeça. Tudo bem que é apenas uma história, mas histórias, sendo elas verdadeiras ou não, nos dão pequenas lições, lições que podem nos ajudar em nossas vidas. E acho que a sua fez isso comigo. Não é como se eu fosse fazer o que Julia estava disposta a fazer, não mesmo. Enfim... "Às vezes os demônios gritam alto demais, mais alto do que qualquer voz que ofereça ajuda." Acho que essa frase vai ficar guardada comigo durante muito tempo, ou talvez para sempre. Não que eu vá plagiar, é que ela foi realmente marcante. A forma como você descreveu os fatos, a dor de Julia; as frases que o Cacheado escolheu ao tentar convencê-la. Tudo... Simplesmente tudo ficou perfeito. Você soube deixar a história bem marcante. Ainda mais com esse final! Meu Deus! Que surpresa! Eu pensei que aparecer a resposta dela, mas não! Gente... Acaba com uma pergunta. Revoltante - mentira, deixou tudo ainda melhor. Me encheu de dúvidas e de mais curiosidade. Qual foi a escolha final de Julia? O Cacheado conseguiu convencê-la de que a morte, apesar de ser o caminho mais fácil, não é a melhor opção? Ela vai sair no terraço e enviar a mensagem para a amiga dela, mas ao contrário do que iria fazer, iria ter a oportunidade de ver a amiga e contar realmente uma coisa engraçada? Ela vai ser capaz de superar os medos dela? E a mãe dela? A mãe dela vai repensar o que falou e pedir perdão à filha? Acho que essa é foi uma das melhores histórias que eu já li! Você simplesmente arrasou em tudo! Beijos e abraços, Yas. PS: Se você lançasse essa One num livro de contos, eu compraria o livro com certeza! ❤
C
Chapeleira Maluca
OIE, MINHA CARA! Então, cá estou eu novamente, depois daquele comentário incompleto que me matou de vergonha. Obrigada por excluir :v hehe
Então, essa história foi feita pra mim, tem uma Julia, e um psiquiatra. E olha, minha amg acabou de postar no face "Não tome uma decisão permanente por causa de um sentimento temporário." Acho que essa é a mais pura verdade.
Todo mundo algum dia se sentiu, ou vai se sentir como a Julia, como se não tivesse mais chance, não valesse mais apena, eu já me senti assim diversas vezes, mas nunca pensei na morte como uma opção, pra mim a vida é uma dadiva que nunca pode ser desperdiçada, gosto de sentir cada lágrima e cada sorriso como se fossem eternos, mas tendo consciência de que não são.
Já vi muitas fics sobre suicídio, mas gostei da sua, ela é diferente de todas as outras, porque em vez de mostrar apenas os sentimentos dos suicidas, ela mostra as razões para persistir.
Eu com a minha visão sobre as maravilhas da vida, acho muito difícil e intrigante entender um suicida, mas se você vai a fundo, eles são muito "entendíveis".
Acho que é por isso que quero ser psiquiatra, sempre adorei um mistério, e pessoas como a Julia são o mistério vivo, e consequência das mágoas da vida. Mas eu não aceito apenas compreender uma coisa, eu quero ajudar. Acho que psiquiatria não está na área de medicina apenas por entender a mente, mas porque tal como cirurgiões salva vidas, e que sensação mágica ajudar alguém. Merda eu to chorando.
E moça, você me fez acreditar mais ainda na profissão que eu quero ser, porque tenho certeza que a Julia não se jogou. E que se você eu a psiquiatra teria feito o mesmo, e teria salvado uma vida.
Enfim, acho que falei de mais, e que eu gosto de interagir sobre os assuntos hehe, e não falar apenas da história.
O que mais gostei: A parte em que ele diz que a morte nem a dor podem ser superadas.
O que acho que pode melhorar: Alguns errinhos, mas nada que atrapalhe a leitura.
A poxa! Queria saber se ela se jogou ou n. E se ela escolheu viver, se teria ficado com o psiquiatra.
Mas acho que isso faz parte da trama, não é? Deixar que o próprio leitor escolha o seu final. Se ela deve seguir na vida ou na morte. Como se fosse uma escolha nossa, das nossas vidas.
E um toque de mistério sempre é bom, kk.
O meu final, foi que ela: "foi até o terraço, chegou na beirada e ficou olhando para o vazio... E o tempo passa, e ela n consegue se mexer. N consegue se jogar. Como se algo a impedisse. Mas ela ainda n desistiu da ideia. Então, naquele dia, ela desiste. Apenas por um dia. E decidi deixar para amanhã.
E dia após dia, ela chega naquele prédio, naquele terraço, e olha para o vazio na intenção de se jogar: e algo sempre a impede. E a cada dia que ela pega o elevador para subir, ela encontra com o psiquiatra. Eles sempre conversam sobre algo. E sem perceber, os dois vão criando um laço que nem eles mesmo esperavam.
E termina por ela desistindo de se matar, quando se ver apaixonada e sendo correspondida. Cada um cicatrizando as dores do outro."
Bem, eu prefiro imaginar assim. Em outro tempo, eu n teria dado esse final. E se fosse eu no lugar da Julia, eu provavelmente teria me matado. Eu perdi meu namorado em um assalto. A dor foi... indescritível. E hj ainda o é. N cheguei a tentar me matar, mas confesso que algo assim já me passou pela cabeça.
Já tem um ano e seis meses que ele morreu. Eu agora penso com mais clareza. O luto passou, mas a dor jamais vai embora. Eu sei disso. Mas eu aprendi a conviver com ela.
Ok, sua one é maravilhosa! Amei mesmo!
IngridN.
MEU DEUS!!!!!! Não me surpreende nada você ter ganho a recomendação (fui atraída pelo post do face).
Menina, que historia maravilhosa!!! Tão bem escrita!! É diferente do que normalmente leio e mesmo assim me conquistou. Pode até ser uma one-short, mas ela foi tão bem elaborada (mesmo sendo escrita em um dia chuvoso rsrs) que na minha opinião, vale por um livro inteiro.
E ficou essa grande pergunta, se ela devia ou não? Se jogava ou não? Tirar a vida era realmente sua única opção ou o psicólogo estava certo no final das contas?
Uma garota rica, que sofreu um trauma na infância quando sua mãe disse que ela era inútil, vai se matar jogando-se do ultimo andar do prédio mais alto da sua pequena cidade, e no caminho acaba presa dentro do elevador junto com um psicólogo que tenta fazer ela mudar de opinião. Alem do enredo perfeito, amei os personagens, acho que gostei mais do faro de você não ter dado nome a eles, ficou mais realista, como se isso realmente tivesse acontecido.
E você soube certinho como terminar a história. Se você tivesse feito ela se matar, provavelmente eu estaria me derramando em lagrimas aqui, nem sei se teria comentado. Se tivesse feito ela mudar de ideia, ia te encher o saco até dar uma continuação, porque ai eu teria o sentido de que ela ficou incompleta, como se esse episódio mo elevador fosse só um Prologo da verdadeira história.
Mas assim ficou dois caminhos possíveis, um fim certo ou um futuro (alem que desse modo você consegue agradar um maior público).
Mas no que mais eu fiquei intrigada, é que por mais que eu leia e releia sua história, mão consigo encontrar a sua decisão nas entrelinhas. Não tenho a menor idéia se ela vai ou não pular!!!!! E isso me deixa ao mesmo tempo frustrada, maravilhada por você conseguir fazer isso, e com insônia (você acha mesmo que depois de ler algo assim eu vou conseguir dormir essa noite!!??)
E agora, só pra você ter uma noção de como eu to me sentindo: Eu vou te presentear com uma segunda recomendação? (embora a resposta esteja meio obvia)
"Sim ou não?"
Não sei o que digitar, apenas sentir. Que Fic tocante e reflexiva. Quase chorei com apenas um cap. A mensagem oculta que passa é tão bonita e ao mesmo tempo séria e fatal. Ótima fic.
O que mais gostei:
Tudo, é lindo.
O que acho que pode melhorar:
Nada
Muito boa a sua one ♥ Conseguiu me prender do início ao sim. Mesmo sendo tão curtinha você conseguiu criar dois personagens complexos e intensos a seu próprio modo. Acho que essa é uma das principais dificuldades de um autor, desenvolver o personagem com o mínimo possível, e você fez isso muito bem. Sobre o final: ao mesmo tempo que detesto finais em aberto (mas O QUE ELA DECIDIU AFINAL?) também os amo, porque ficam cutucando a nossa mente eternamente e nos faz pensar bastante. Lendo qual era o objetivo da sua história, o final casou perfeitamente com ele, e não poderia pensar em algo melhor. Bjbj ;*
Omg, amei a fic, principalmente o desfecho. Parabéns ♥
O que mais gostei:
Do final
Olá, Mrs Lannister!
Tudo bem? Eu espero que sim.
Vi sua divulgação lá no grupo do facebook e vim aqui conferir sua one. Não me arrependo de jeito nenhum, viu?
Gostei bastante, de tudo, e essas duas mil palavras voaram que eu nem percebi quando acabou! Fora que a trama foi espetacular, quem diria que coisas interessantes assim possam acontecer em um elevador, huh?
Além do mais, me identifiquei bastante com o personagem, o apelidado Cachinhos. Eu não estou na faculdade ainda, mas tenho vontade de fazer psicologia - sim, ele fez psiquiatria, mas são áreas um tanto parecidas - por querer ajudar a pessoas a resolver esses tipos de problemas. Um problema interior é tão letal ou até mais que um problema físico, porque ele pode ser escondido bem facilmente, assim como o da Julia. Mas ainda bem que ela achou quem a ajudasse, mesmo que o final tenha ficado ao critério do leitor.
De qualquer forma, isso nos faz pensar em que pessoas já percorreram esse mesmo caminho que ela, mas não acharam ninguém no elevador, nos corredores ou no terraço. Não acharam ninguém que a fizessem pensar por um momento em como o suicídio nunca foi um opção.
Então, parabéns, senhorita. Gostei muito de tudo, não percebi erros e enfim, você arrasou! Pra mim, uma parte singular do texto foi: "às vezes os demônios gritam alto demais, mais alto que qualquer que ofereça ajuda". Essa frase resumiu muita coisa de um jeito perfeito.
Você ganhou uma nova fã! :)
Até mais, nos vemos por aí!
Beijos!
Espero sinceramente que ela tenha feito a coisa certa, porque sabemos que nem sempre o certo é o mais fácil. História mais do que incrível!
Beijos!
Nossa! Surpreendente, amei o jeito que você narrou e tudo hahahaha :)
Primeiramente, estou tremendo!
Me senti exposta, sério, a história me descreve e vejo que realmente preciso de um psiquiatra.
Parabéns, conseguiu deixar-me com lágrimas nos olhos, e pensando em todos os motivos do meu sofrimento.
Caso queira saber mais sobre todo esse atordoamento (talvez eu te procure, não sei ao certo), por favor me envie uma MP.
Obrigada e bela história ♥
Era apenas mais um dia na escaldante sala de espera que é minha cidade e eu queria apenas uma história que fosse capaz de tornar esse calor suportável. E no Facebook eu vi uma postagem sua no grupo do Nyah! Fanfiction sobre uma One. Não sou muito adepta a Ones porque eu costumo me apegas às histórias e fico depressiva quando elas acabam, mas a capa, o título, a frase abaixo do título e a Sinopse fizeram com que minha curiosidade superasse qualquer apego e qualquer DPL.
Não posso deixar de falar que eu me identifiquei com o que levou a Julia a querer se suicidar - a questão familiar - e que o que ela estava prestes a fazer já havia se passado milhares de vezes em minha cabeça.
Tudo bem que é apenas uma história, mas histórias, sendo elas verdadeiras ou não, nos dão pequenas lições, lições que podem nos ajudar em nossas vidas. E acho que a sua fez isso comigo. Não é como se eu fosse fazer o que Julia estava disposta a fazer, não mesmo.
Enfim...
"Às vezes os demônios gritam alto demais, mais alto do que qualquer voz que ofereça ajuda."
Acho que essa frase vai ficar guardada comigo durante muito tempo, ou talvez para sempre. Não que eu vá plagiar, é que ela foi realmente marcante.
A forma como você descreveu os fatos, a dor de Julia; as frases que o Cacheado escolheu ao tentar convencê-la. Tudo... Simplesmente tudo ficou perfeito. Você soube deixar a história bem marcante. Ainda mais com esse final! Meu Deus! Que surpresa! Eu pensei que aparecer a resposta dela, mas não! Gente... Acaba com uma pergunta. Revoltante - mentira, deixou tudo ainda melhor. Me encheu de dúvidas e de mais curiosidade. Qual foi a escolha final de Julia? O Cacheado conseguiu convencê-la de que a morte, apesar de ser o caminho mais fácil, não é a melhor opção? Ela vai sair no terraço e enviar a mensagem para a amiga dela, mas ao contrário do que iria fazer, iria ter a oportunidade de ver a amiga e contar realmente uma coisa engraçada? Ela vai ser capaz de superar os medos dela? E a mãe dela? A mãe dela vai repensar o que falou e pedir perdão à filha?
Acho que essa é foi uma das melhores histórias que eu já li! Você simplesmente arrasou em tudo!
Beijos e abraços,
Yas.
PS: Se você lançasse essa One num livro de contos, eu compraria o livro com certeza! ❤
OIE, MINHA CARA! Então, cá estou eu novamente, depois daquele comentário incompleto que me matou de vergonha. Obrigada por excluir :v hehe
Então, essa história foi feita pra mim, tem uma Julia, e um psiquiatra. E olha, minha amg acabou de postar no face "Não tome uma decisão permanente por causa de um sentimento temporário." Acho que essa é a mais pura verdade.
Todo mundo algum dia se sentiu, ou vai se sentir como a Julia, como se não tivesse mais chance, não valesse mais apena, eu já me senti assim diversas vezes, mas nunca pensei na morte como uma opção, pra mim a vida é uma dadiva que nunca pode ser desperdiçada, gosto de sentir cada lágrima e cada sorriso como se fossem eternos, mas tendo consciência de que não são.
Já vi muitas fics sobre suicídio, mas gostei da sua, ela é diferente de todas as outras, porque em vez de mostrar apenas os sentimentos dos suicidas, ela mostra as razões para persistir.
Eu com a minha visão sobre as maravilhas da vida, acho muito difícil e intrigante entender um suicida, mas se você vai a fundo, eles são muito "entendíveis".
Acho que é por isso que quero ser psiquiatra, sempre adorei um mistério, e pessoas como a Julia são o mistério vivo, e consequência das mágoas da vida. Mas eu não aceito apenas compreender uma coisa, eu quero ajudar. Acho que psiquiatria não está na área de medicina apenas por entender a mente, mas porque tal como cirurgiões salva vidas, e que sensação mágica ajudar alguém. Merda eu to chorando.
E moça, você me fez acreditar mais ainda na profissão que eu quero ser, porque tenho certeza que a Julia não se jogou. E que se você eu a psiquiatra teria feito o mesmo, e teria salvado uma vida.
Enfim, acho que falei de mais, e que eu gosto de interagir sobre os assuntos hehe, e não falar apenas da história.
É isso.
Bj, bj, fui-me.