Não acho que a felicidade das pessoas grandes seja inexistente, apenas que: aqueles que não apreciam a essência da vida em toda sua dureza e beleza, só sentem satisfação em coisas fúteis. Maturidade nem sempre reflete infelicidade.
Vejo hoje, muitas crianças que mesmo em toda sua inocência, já se prendem em valores adultos e perversos.
Adorei muito o seu conto e pode ter certeza de você acabou de ganhar uma admiradora.
Oii! Tudo bem com você? Espero que sim. Velho, que capítulo foda!!! Desculpa, não tenho como expressar isso de outra maneira. Na verdade, tenho. Eu poderia usar inúmeros palavrões, porque, porra, foi fantástico!! Adorei sua escrita, de começo. Ela fluí perfeitamente e ainda consegue caracterizar um personagem em apenas um capítulo. Gostei de como a tensão do Enzo e dos demais alunos é tratada. Além de notar o como ele se difere e é critico em relação aos outros.
Mas, o que eu realmente gostei e o que porra foi incrível é sua teoria. Sim, eu digo sua. Acredito que Enzo foi apenas a maneira de passar isso para o papel, ou talvez de tornar público sua ideia. E ela é incrível. Esse cometário vai ficar gigante, senhor!
Eu não acredito na felicidade. Não acredito. Ver alguém tratando desse tema, sobre como a felicidade passa a não ser real, PORRA É INCRÍVEL!! Porque o que todos nós fazemos se não dizer que somos felizes? E você foi sensacional quando afirmou que Enzo não era feliz. GENIAL!
É difícil dizer que tudo é uma bosta. É difícil dizer que não se é feliz. Porque felicidade é o que todos querem. É o objetivo de vida do ser humano. Ser fudidamente feliz. UMA BOSTA!! E ficou claro a sua crítica a sociedade e ao desejo dos seres humanos. O quão retardados e filhos da puta nós somos. Somos auto destrutivos. Só estamos esperando explodir e passamos o resto da vida recolhendo os pedaços.
Posso afirmar que o final foi dramático, mas eu sei que não é fácil recolher os pedaços. Sei que não é fácil estar na Pós-Perda. Mas, a minha teoria sobre a felicidade se diverge um pouco aí em relação a sua. Acredito que a partir do momento que nascemos, vivenciamos o período da Pós-Perda. Mas, nós não sabemos disso. Apreciamos as coisas devagar, digerindo elas e nós gostamos. Uma casquinha de sorvete é incrível aos olhos de uma criança. É e continua sendo incrível até ficarmos velhos. A felicidade é aquele momento em que tudo dá certo. A felicidade é você comer uma casquinha, você ir até a lua. A felicidade dura segundos. E isso, isso não é felicidade!
Felicidade é algo duradouro. Ela aumenta conforme vivemos. Pois nossos desejos aumentam. Ser feliz é saciar os nossos desejos também. E se eles aumentam, a nossa felicidade se torna mais exigente. O ser humano aprendeu a ser feliz. A reduzir a sua felicidade em coisas idiotas. E essas coisas, nós podemos conseguir.
Então eles são felizes? São. Mas, a felicidade deles é pequena. Pequena e idiota. Um sentimento que faz jus ao que nos tornamos. Porém há aqueles, aqueles que pensam, aqueles que evoluem. A mente cresce e quando não conseguimos mais companhá-la, aqui na Terra, nós nos tornamos infelizes. Infelizes, pois nossa felicidade é grande. Maior que a Terra, maior que qualquer planeta, maior que o universo.
Não há nada nessa vida que possa saciá-la. Vivemos sempre na pós-perda. Alguns nunca vão perceber. E os que percebem são condenados ao sofrimento de se sentir presos, perdidos, sozinhos, isolados. A felicidade não existe aqui. Aqui.
Talvez, você não tenha entendido. Ou tenha achado idiota. Eu mesma sou suspeita. Sinto que há coisas erradas na minha teoria. Posso não ter concordado completamente com a sua, mas eu admiro a sua coragem por formular uma. Eu disse que é incrível e é mesmo. Obrigada por me oferecer algo assim para ler. Aguardo mais textos filosóficos, textos que eu sei que você escreve * eu pagando de vidente* ou espero que escreva algum dia.
Desculpa os palavrões e qualquer outra coisa. É isso. Até breve :)
Não acho que a felicidade das pessoas grandes seja inexistente, apenas que: aqueles que não apreciam a essência da vida em toda sua dureza e beleza, só sentem satisfação em coisas fúteis. Maturidade nem sempre reflete infelicidade.
Vejo hoje, muitas crianças que mesmo em toda sua inocência, já se prendem em valores adultos e perversos.
Adorei muito o seu conto e pode ter certeza de você acabou de ganhar uma admiradora.
O que mais gostei:
Achei mt bom! Penso q qd crescemos vamos perdendo a felicidade, esquecendo de busca-la, de fazer o q gostamos... Parabens!
Oii! Tudo bem com você? Espero que sim. Velho, que capítulo foda!!! Desculpa, não tenho como expressar isso de outra maneira. Na verdade, tenho. Eu poderia usar inúmeros palavrões, porque, porra, foi fantástico!! Adorei sua escrita, de começo. Ela fluí perfeitamente e ainda consegue caracterizar um personagem em apenas um capítulo. Gostei de como a tensão do Enzo e dos demais alunos é tratada. Além de notar o como ele se difere e é critico em relação aos outros.
Mas, o que eu realmente gostei e o que porra foi incrível é sua teoria. Sim, eu digo sua. Acredito que Enzo foi apenas a maneira de passar isso para o papel, ou talvez de tornar público sua ideia. E ela é incrível. Esse cometário vai ficar gigante, senhor!
Eu não acredito na felicidade. Não acredito. Ver alguém tratando desse tema, sobre como a felicidade passa a não ser real, PORRA É INCRÍVEL!! Porque o que todos nós fazemos se não dizer que somos felizes? E você foi sensacional quando afirmou que Enzo não era feliz. GENIAL!
É difícil dizer que tudo é uma bosta. É difícil dizer que não se é feliz. Porque felicidade é o que todos querem. É o objetivo de vida do ser humano. Ser fudidamente feliz. UMA BOSTA!! E ficou claro a sua crítica a sociedade e ao desejo dos seres humanos. O quão retardados e filhos da puta nós somos. Somos auto destrutivos. Só estamos esperando explodir e passamos o resto da vida recolhendo os pedaços.
Posso afirmar que o final foi dramático, mas eu sei que não é fácil recolher os pedaços. Sei que não é fácil estar na Pós-Perda. Mas, a minha teoria sobre a felicidade se diverge um pouco aí em relação a sua. Acredito que a partir do momento que nascemos, vivenciamos o período da Pós-Perda. Mas, nós não sabemos disso. Apreciamos as coisas devagar, digerindo elas e nós gostamos. Uma casquinha de sorvete é incrível aos olhos de uma criança. É e continua sendo incrível até ficarmos velhos. A felicidade é aquele momento em que tudo dá certo. A felicidade é você comer uma casquinha, você ir até a lua. A felicidade dura segundos. E isso, isso não é felicidade!
Felicidade é algo duradouro. Ela aumenta conforme vivemos. Pois nossos desejos aumentam. Ser feliz é saciar os nossos desejos também. E se eles aumentam, a nossa felicidade se torna mais exigente. O ser humano aprendeu a ser feliz. A reduzir a sua felicidade em coisas idiotas. E essas coisas, nós podemos conseguir.
Então eles são felizes? São. Mas, a felicidade deles é pequena. Pequena e idiota. Um sentimento que faz jus ao que nos tornamos. Porém há aqueles, aqueles que pensam, aqueles que evoluem. A mente cresce e quando não conseguimos mais companhá-la, aqui na Terra, nós nos tornamos infelizes. Infelizes, pois nossa felicidade é grande. Maior que a Terra, maior que qualquer planeta, maior que o universo.
Não há nada nessa vida que possa saciá-la. Vivemos sempre na pós-perda. Alguns nunca vão perceber. E os que percebem são condenados ao sofrimento de se sentir presos, perdidos, sozinhos, isolados. A felicidade não existe aqui. Aqui.
Talvez, você não tenha entendido. Ou tenha achado idiota. Eu mesma sou suspeita. Sinto que há coisas erradas na minha teoria. Posso não ter concordado completamente com a sua, mas eu admiro a sua coragem por formular uma. Eu disse que é incrível e é mesmo. Obrigada por me oferecer algo assim para ler. Aguardo mais textos filosóficos, textos que eu sei que você escreve * eu pagando de vidente* ou espero que escreva algum dia.
Desculpa os palavrões e qualquer outra coisa. É isso. Até breve :)