Comentários em “A menina que falava com os pássaros”: “Ela”

Layla Glêz

Bem, senhor, posso sentar por aqui? É... Na calçada mesmo, ouvindo o clique da câmera e a conversa com as casas. Senti-me meio Jenny, na verdade, seria loucura dizer que a entendo? Sabe, deve ser essas coisas de pássaros, ou dos olhos bonitos que as casas tem, às vezes também são olhos tristes, reboco caindo, rugas cansadas na fachada. Elas devem ter muito a contar, mistérios que escondem nas paredes de alvenaria ou madeira, cobertos por massa. Será que os segredos estão junto ao ar que fica preso nas construções? Não sei, quem sabe um dia, ao detonar uma parede, não veja isto e te diga.

Perdi-me, de novo, mas desta vez nem me importo na verdade. Eu consigo entender a Jenny, de verdade, tudo o que a envolve me parece real demais. Já falei que conheci uma Jenny? Que, em descrição, se assemelha muito a tua? Bem... Eu não conseguia olhá-la, ela é namorada de um dos meus grandes amigos (cujo nome começa com D, mas não é Dylan, é David) talvez seja uma dessas coincidências que o destino nos grita. Sei que era aniversário dele e eu não conseguia olhar para Jenny sem me lembrar da tua Jenny. Terminei esquecendo de dizer isto antes, mas fica aqui gravado de novo.

Estou ansiosa, na verdade, parte de mim está ansiosa, parte de mim teme o que você pode fazer. Eu não quero que a Jenny acabe tudo, por mais que eu a entenda, quero um recomeço. Quero entrar na história e destrinchar tudo até restar apenas Jenny e Dylan e ninguém mais para interferir. Quero que eles acabem bem... Apenas bem. Mas sei que você pode me estilhaçar no próximo capítulo. E eu já não quero mais ouvir os pássaros.

Quero o silêncio, o quadro colorido, o bilhete, o pedido de namoro, o taco de beisebol, o mundo fantástico com o castor.

Eu já estou ficando tão louca que não sei mais o que comentar. Apenas deixe-me aqui na calçada, sentada, acompanhando Jenny com o olhar. É só o que quero fazer por hora.

As coisas acabam, Jenny. As coisas acabam.

E talvez estivesse na hora de crescer e entender isso.

Não posso entender... não desejo isto. Mas as coisas acabam, talvez seja hora de findar também este comentário.

Não tenho como me despedir de forma melhor.

Talvez esteja na hora de entender isto...

Até.

Clary

"Esse puto nem respondeu meu comentário e já postou outro capítulo?" (a piadinha não teve tanta graça por causa das notas iniciais, mas ok.)

Acho que você está se empenhando em me fazer ter um ataque do coração. O ponto de vista da Jenny? Eu amei. Muito.

Tão meiga, tão leve, tão divertida. Ao mesmo tempo uma criança sonhadora e uma adulta madura. Sabe, eu acredito que se você quer que algo exista, como no caso dos pássaros da Jenny, essa coisa vai existir para você. E Jenny é tipo um ser muito mais evoluído que sabe dar importância apenas para o que vale a pena, como a imaginação, e por isso ela tem esse semblante de paz e felicidade.

Uma coisa que eu esqueci de comentar antes, essa história sobre a guerra para libertar os Pássaros do Limite e derrotar a Normalidade tem a ver com esse acidente (foi um acidente?) que causou a morte dela? Parece que eu descobri alguma coisa, mas você tem a capacidade de fazer o inesperado, então :v

Agora, e o pai dela? Até eu fiquei um pouco assustada com a reação dele, mas antes uma piada do que outra coisa, hahah (que o meu pai seja assim, amém.)

Aliás, é bom responder meus comentários viu? Se não... bom, se não você vai ter muitos outros para responder c:

P
Pollyanna Felberk
Que graça a Jenny. Apesar dessa fachada infantil, achei ela bem madura no fim das contas. É esse acidente hein? Nele que ela deveria ter morrido?
O Viajante
O Viajante Autor

Hey, hey!

Sim, a Jenny é uma graça mesmo. Eu contemplei muito ela antes de colocar no papel. Tentei ver os limites da personalidade dela (que não pertence mais a mim, já que ela própria ganhou vida). Ela tem um lado infantil, que se protege das coisas externas, mas tem um lado bem maduro sim. Foi essa coisa que fez com Dylan se apaixonasse por ela. Esse contraste tão abstrato.

E sobre o acidente... você saberá em breve. Até mais!

Daniela Nicacio

Olá *-*

Bom, eu estou um pouco confusa nesse momento, na verdade eu não sei nem o que escrever aqui... A intensidade dos sentimentos dela é muito maior do que os sentimentos de Dylan, e mais ainda, ela parece ser muito perceptível a certas coisas ao seu redor. Dessa vez não irei fazer um comentário grande, até porque nem sei o que escrever... Mas quero que saiba que eu amei o capítulo como sempre...

Ansiosa pela continuação...

Bjos bjos *3*

Eliza Santana

Olá,

Como vai você?

Eu estou triste, arrasada... Por quê? Bem, deve ser pelo fato que só mais cinco capítulos e a história acaba... Como assim? Já? Não!!! Isso não pode acabar, nem tão cedo! Por favor, diz que eu li errado e que vão ser mais cinquenta T-T

Em protesto meu comentário não vai ter entrada triunfal divosa. Sou má também

Gente a família é birutinha que nem a Jenny... Amei isso ♥ ♥ ♥ Tios, me adotem por favor.

Moço, você terminou de dilacerar o meu coração. Porque faz isso? Seu coração é de pedra por acaso? Tô xorosa, tô destruída, tô encolhida num cantinho perguntando porque dessa vida de sofrição...

Jenny não faz isso, não termina T-T

Dylan corre meu filho, CORRE!!!!

Finalmente terminei de ler. Mereço aplausos u.u

Desculpa o comentário besta, mas estou morrendo de sono e não acho certo ler sem deixar o comentário.

Mas o que importa é que eu tinhamo e nhamo sua história também ok? Ok ♥

Beijos

nymphadora

Continua logo plmdds, gnt essa Jenny é perfeita, adoro esse nome aliá e tipo infelizmente o trabalho e a responsabilidade fazem a gnt virar robô :c

Desconhecida

Bom, e agora? Eu realmente não sei. Rolei com o mouse para baixo e encontrei esse espaço vazio. Creio eu que seja para dar minha opinião sobre a sua Fic...

Mais um vez, não sei. Estou sem palavras. Magnifica? Esplêndida? Perfeita?

Essa é uma das melhores fanfictions que já li aqui no Nyah. Você consegue escrever tão detalhadamente... O cenário, os objetos, expressões... Tudo! Admito que em todos os capítulos - em cada palavra, para ser mais exata - você me tocou.

Lá no fundo do coração, era como se eu fosse o Dylan, tentando lidar com a situação. Mas a questão é: E se eu, ou você, ou qualquer um tivesse um segunda chance?

Sinceramente, você devia pensar em escrever um livro! Tão criativo, poético - se é que eu sei o que é a poesia - e cativante...

Tem todo o meu respeito como leitora, parabéns!

Black Wings

Quem é vivo sempre aparece, por isso aqui estou eu. Estava sem tempo aí fiquei um tempo sem entrar no Nyah mas... Aqui estou.

Agora está explicado a personalidade da Jenny, com uns pais desses estranho seria se ela fosse uma pessoa comum.

Lithium

A sua estória está maravilhosa. Continue por favor!!! :)

B
Bea Góes Cruz

Aí meu Deus
Não acredito que já vai acabar
E aí meu coração não aguenta
Essa fic é maravilhosa demais
Tens um talento enorme ♡♡☆