Não preciso nem dizer o quanto achei o capitulo espetacular!
Cada pequeno momento, cada gesto e nova descoberta da Julinha com a rose me fascinam e emocionam profundamente, é inacreditável como me apeguei a tudo nessa historia.
Os momentos dos três, entao? É uma sintonia incrivel. Eu achei que a Rose se sentiria impotente pela Julinha pedir pelo pai no momento do aperto, mas eu quem pirei o cabeção, eles se amam e se completam... Estou derretida e dando risada à toa ♥
Queria muito poder ver o tempo em que a Julinha se libertasse dos seus pesadelos, magoas e temores. Sempre que o passado dela é relembrado sinto um aperto enorme.
A gotinha pedindo a "pepeta" é a coisa mais linda do mundo, meu Deus! Sua história me despertando um instinto materno em mim que eu nem sabia que existia, kkkkkk.
Parabéns por mais esse capitulo, e obrigada ao mesmo tempo ♥
Espero ansiosíssima pelo próximo!
PS1: Estou muito tentada a ler "Quando o Amor Acontece", só tô esperando ter um pouco mais de tempo para fazer uma maratona Sill Cullen ♥ me aguarde por lá, kkkkkk
PS2: Eu sei que não tem muito a ver, mas... eu passei no vestibular! Acho que esse vai ser o ano que começo a trilhar meu futuro de verdade, tô que nao me aguento em felicidade! kkkkk
Ownn meu Deus. Que coisa mais linda. Fico mesmo feliz, Julinha é minha paixão. Ver Rose se realizando como mãe, é uma delicia. Ver Emmett sendo bom pai, me leva aos céus.
Sério? Ela não se incomodou não. Ela já tinha percebido que Julinha tinha mais confiança no pai para algumas coisas. Ela entendeu que, na cabecinha da filha, só ele tinha forças para não deixa-la cair. Dando risada à toa é um bom sinal rsrsrsr
Eu sempre fico meio deprimida com cenas do passado da Julinha. Eu não posso com essas coisas, graças a Deus minha bebê está livre dos seus carrascos. É bom saber que vocês também se envolvem, é muito gratificante.
Kkkkkkkkkkkkk eu amo quando ela pede a “pepeta”. Sabe, vou te confessar, outras meninas disseram o mesmo que você. Que, com a gotinha, eu tinha despertado o instinto materno e vontade de ser mãe. De ter uma Julinha pra cuidar, eu juro, quando leio coisas assim, nem consigo dormir, pensando, suspirando. Meu instinto materno, minha vontade de ser mãe, me acompanha desde que me entendo por gente, eu era daquelas crianças que cuidava das bonecas como se fossem filhos. Sonhava. Idealizava. E isso, essa necessidade de ter alguém pra amar, cresceu junto comigo. Eu só serei realizada um dia, quando tiver meu bebê em meus braços. Para amá-lo da forma que ninguém jamais me amou.
Eu é quem te agradeço, por sempre me presentear com comentários tão lindos, o sonho de qualquer autor.
PS1: Ai, meu Deus. Ai meu Deus. Isso é sério? Esses dias mesmo eu estava pensando: “será que a Aria vai ler a Quando o Amor Acontece algum dia? Acho que quando ela vê a quantidade de capítulos vai sir correndo.” Rsrsrrs
Mas, viu, se for ler mesmo, devagar você chega lá ;)
PS2: Como assim?! Pode falar sobre o que quiser, oxe, eu estarei aqui pra qualquer coisa. Me diz, mulher, vai fazer o que? Me deixou curiosa, agora tem que falar.
PARABÉNS!! E MUITO SUCESSO!!
Beijo grande em seu coração
L
Lú
É muito amor para para o meu core ♥,amei o capitulo.
Olá Sill, desculpe por não ter 34 comentários, mas eu estava muito ansiosa para concluir a leitura.
Estou surpresa, admirada, encantada com essas doses de amor da Gotinha mais linda. Amo personagens infantis e tenho que admitir que procurava nos capítulos mais cenas da Julinha e por alguns segundos esqueci que Emmett e Rosálie tinham problemas a ser resolvidos.
Violência doméstica infelizmente acontece, já presenciei e ouvi relatos sobre isso e meu coração sofre por essas crianças. Um exemplo, em minha cidade o conselho do tutelar encontrou um menino de nove anos sendo usado como aviãozinho, quando chegaram a casa da criança encontraram o irmão caçula (um bebê de pouco mais de um ano) chorando e embaixo do berço improvisado fios. O pai batia porque a criança chorava de fome.
Só de imaginar o que a Julinha passou nas mãos da mãe biológica e do padrasto é de cortar o coração. Infelizmente são lembranças doloridas que não se esquece (eu mesma sinto dificuldade de deixar as pessoas se aproximarem de mim, pois quando estava na creche, ganhei um safanão da "tia", hoje com quase 19 anos, ainda lembro nitidamente da sensação de medo: tinha menos de quatro anos).
No início eu fiquei com muita raiva do Emmett, pois ele se mostrou um completo idiota enquanto a Julia - um docinho - buscava ganhar um gesto de carinho. Assustei e meio que concordei com a Esme, ele precisava desse choque de realidade e conviver com a filha. Mas fiquei com muito medo.
Rosálie também me surpreendeu no início ao saber que havia uma filha do marido. Descobrir que não pode engravidar é desolador, principalmente se é algo hereditário, temos medo porque sabemos que tantas pessoas que não querem a responsabilidade materna dão a luz por aí.
Amei as palavras da Grace quando pararam em frente a escolinha da gotinha e o encontro delas foi lindo! Sofri com a cirurgia e ainda com os momentos de medo da Julinha. Espero que ela consiga superá-lo.
Os momentos com os tios, com as coleguinhas são mágicos. Adoro essas descrições familiares, criança é tudo de bom.
Tenha uma excelente semana, Sill
Ps: Parabéns mais uma vez pela história e espero que tenha gostado da minha recomendação.
Own, own, own. Juro que quando comecei escrever a gotinha nunca passou pela minha cabeça que agradaria. Achei que fosse ser apenas mais uma na multidão. Ainda me assusto quando alguém diz que gosta. Muitas vezes pensei que estivesse sonhando.
Eu também amo muito personagens infantis. Eles acabam dando uma doçura tão grande a historia. Contudo, deixo claro que detesto crianças que agem como adultos. Criança tem que ser inocente, fofa. Tem que ser criança.
Eu fico doente quando vejo coisas semelhantes na tevê. Eu nem sei o que faria se presenciasse uma cena dessas.
São uns miseráveis que não merecem nem o perdão de Deus. É triste ver que aqueles que tinham que cuidar e proteger estão maltratando/matando.
Mas, nesse caso aí em sua cidade, eles tiraram as crianças do poder desses infelizes? Espero que sim. Gente que coisa horrível.
Pior que nossa gotinha sofreu horrores nas mãos daqueles dois monstros. É o tipo de lembrança que fica pra sempre.
Sério? Mas que vaca. Sua mãe, na época deve ter ido falar com ela? Gente, isso não se faz, muito menos com os filhos dos outros.
Emmett no começo é de matar. Nossa até eu fiquei com raiva dele. Meu bebê só queria carinho, ser cuidada, amada. E ele lá, bancando o imbecil, rabugento. Precisava mesmo desse choque de realidade, ele era muito superficial. Apesar do medo, a mãe tinha fé de que o filho não fosse um caso perdido. Mesmo com medo, ela decidiu aportar/correr esse risco. E ai dele que machucasse a Julinha.
Rosalie meio que tomou um susto, jamais imaginou que ele tivesse uma filha. Ela ficou ressentida/enciumada, não só com ele, mas com a vida também.
Acho que isso é o que mais machuca uma mulher que não pode ter filhos, saber que muitas que não se importam dão a luz a cada segundo. Recebendo uma dádiva da qual não merecem. Mas, já parou pra pensar que as que mais desejam são exatamente as que não vão poder ter.
Grace tinha que estar junto pra mostrar a filha coisas que ela se recusava a ver. Pra ser seu equilíbrio. Pra ser a ponte, da maternidade, entre ela e a gotinha. Como todas as coisas que Grace falou pra ela no hospital, sobre ela amar a gotinha a primeira vista como Grace a amou.
Sabe, é como se ela tivesse ido ao hospital pra ser mãe. Ela recebeu e cuidou de sua filinha. Aprendeu os primeiros passos de como ser mãe lá.
Os momentos com os tios e os coleguinhas são uma parte tranquila da historia. Divertidos e cuidadosos como devem ser. Criança é tudo de bom mesmo.
Obrigada, Lana, de verdade.
Deus eu amei sua recomendação. Antes de responder aqui eu corri lá pra ver. Ainda estou me recuperando de tanta perfeição em suas palavras. Obrigada, obrigada, obrigada. Fiquei morrendo de curiosidade pra saber, talvez eu tenha me esquecido, qual foi a one que você leu algum tempo atrás.
Nosso anjinho, Lua. Aos pouquinhos ela vai ficando.
beijo grande em seu coração
I
I Want To Be Happy
Oiie... bom o capitulo estava muito gostoso de ler, eu vim ler o capitulo só agr porque meu tio me deu a trilogia de a seleção, e eu estou terminando o segundo livro ainda, quero uma maxon para min, e você em... fiquei chocada com a consulta na psicóloga, nao tinha nem passado pela minha cabeça!
Terça feira eu volto para a escola agora no ensino médio, tem um tempo que eu queria perguntar. Qual o nome da menininha da capa? e não vem me dizer que e a julinha eu estou falando de verdade. Estou praticamente surtando de tanta felicidade o menino que eu gosto me pediu em namoro. bem ja chega vou voltar para os meus livros! tchau.
Ela tem tido consultas com a psicóloga já faz um tempinho. Fique confusa agora. Não entendi o seu espanto.
Férias estão dando Adeus. Se correr o bicho pega se ficar o bicho come. Não tem alternativa.
Então, de verdade, eu não sei. Eu achei na net e usei na capa, mesmo ela sendo uma criança bem maior que a Julinha (tem em torno dos cinco seis anos) foi a que mais ficou legal e chegou mais perto daquilo que eu queria. A Julinha não é exatamente igual. Mas essa foi a que mais gostei pra capa.
Ai, ai, ai, ui, ui, ui... não deixa escapar. Agarra bem agarrado. Ehhh coisa boa, hein.
O que mais gostei: um lindo cap. cada vez mais cativante e essa gotinha q linda.... a hora do banheiro foi engraçadokkkkk é bom ver q o granďão ainda tem sua vez.... ♥♥♥♥♥♥ loka pra ver a decoração da nossa gotinha..... e a ose reali
Obrigada, Jessy. A hora do banheiro, foi muito divertido escrever rsrsrs. Ah sim, o grandão ainda é importante. Julinha sempre irá precisar dele. Muito em breve estarei mostrando isso. Ah, acho que o review veio pela metade, sniff...
Ai caramba, impossível não cair no choro e na gargalhada ♥ Eu já disse que amo essa nossa Gotinha, neh?! Eu amo amo amo, infinitamente ela *-* Essa família é surreal ♥
É tão triste vê-la com medo de ficar sem a mamãe se novamente, é angustiante. Mas depois quando as duas se abraçam... ai meu coração, é lindo demais. Chorei com esse desenho que ela fez. Algumas pessoas tem marcas por dentro, ela tem por dentro e por fora, aperta o coração saber que existe milhares de crianças no mundo precisando de amor, carinho, atenção, algum tipo de 'remédio' que disfarce essas marcas.
Medo danado de perder essa mamãe. Não ter amor e carinho da figura mais importante, é assustador. Quando se consegue experimentar, mesmo que um tiquinho, você vive com medo de perder. Amo quando elas se reencontram e trocam abraços carinhosos. Que bom que você também gostou Gracii.
O desenho fala por si só. Ela fez muito deles nas sessões com a psicóloga, e, acredite, nem todos diziam coisas bonitas, como amor e família, em parte a maioria revelava dor e medo.
Super amei sua visão. Sim, ela tem marcas por dentro e por forma. Um passado sofrido que está cravado em sua existência. Infelizmente existem essas crianças, sofridas. Se eu pudesse, se estivesse ao meu alcance resgataria todas desse sofrimento, dessa dor e dessas lembranças.
Obrigada. Seja bem vinda (o). Eu nem demoro tanto assim, vai. Os capítulos são um pouco trabalhosos, e, por lado é até bom porque dá tempo de todo mundo ler.
Vai sim. Já está escrito. Em breve estarei postando.
Flor, me desculpa mas as aulas começaram ai já sabe, ter que aguentar professor chato, lição de casa e tudo mais. Mas to aqui pra comentar.
Meu carinho por essa fanfic e pelos personagem é tipo o carinho do Emm e da Rose pela Julinha ♥
Sério, esse capítulo foi tão fofinho gente, eu imagino a alegria da Rose em poder realizar o sonho dela, ter a gotinha nos braços.
Emm e Rose sendo super fofos como o casal que sempre deveriam ter sido. Os pesadelos estão ficando menos frequentes e isso acalma meu pequeno coraçãozinho.
Sill, sua fanfic é minha vida, eu juro que quando acabar, eu entro dentro do notebook e roubo a Julinha pra mim u-u
Todos juntinhos de novo, que amor! ♥
Não preciso nem dizer o quanto achei o capitulo espetacular!
Cada pequeno momento, cada gesto e nova descoberta da Julinha com a rose me fascinam e emocionam profundamente, é inacreditável como me apeguei a tudo nessa historia.
Os momentos dos três, entao? É uma sintonia incrivel. Eu achei que a Rose se sentiria impotente pela Julinha pedir pelo pai no momento do aperto, mas eu quem pirei o cabeção, eles se amam e se completam... Estou derretida e dando risada à toa ♥
Queria muito poder ver o tempo em que a Julinha se libertasse dos seus pesadelos, magoas e temores. Sempre que o passado dela é relembrado sinto um aperto enorme.
A gotinha pedindo a "pepeta" é a coisa mais linda do mundo, meu Deus! Sua história me despertando um instinto materno em mim que eu nem sabia que existia, kkkkkk.
Parabéns por mais esse capitulo, e obrigada ao mesmo tempo ♥
Espero ansiosíssima pelo próximo!
PS1: Estou muito tentada a ler "Quando o Amor Acontece", só tô esperando ter um pouco mais de tempo para fazer uma maratona Sill Cullen ♥ me aguarde por lá, kkkkkk
PS2: Eu sei que não tem muito a ver, mas... eu passei no vestibular! Acho que esse vai ser o ano que começo a trilhar meu futuro de verdade, tô que nao me aguento em felicidade! kkkkk
Enfim... beijão!!
Sim pirilim. Juntinhos ♥ ai que amor
Ownn meu Deus. Que coisa mais linda. Fico mesmo feliz, Julinha é minha paixão. Ver Rose se realizando como mãe, é uma delicia. Ver Emmett sendo bom pai, me leva aos céus.
Sério? Ela não se incomodou não. Ela já tinha percebido que Julinha tinha mais confiança no pai para algumas coisas. Ela entendeu que, na cabecinha da filha, só ele tinha forças para não deixa-la cair. Dando risada à toa é um bom sinal rsrsrsr
Eu sempre fico meio deprimida com cenas do passado da Julinha. Eu não posso com essas coisas, graças a Deus minha bebê está livre dos seus carrascos. É bom saber que vocês também se envolvem, é muito gratificante.
Kkkkkkkkkkkkk eu amo quando ela pede a “pepeta”. Sabe, vou te confessar, outras meninas disseram o mesmo que você. Que, com a gotinha, eu tinha despertado o instinto materno e vontade de ser mãe. De ter uma Julinha pra cuidar, eu juro, quando leio coisas assim, nem consigo dormir, pensando, suspirando. Meu instinto materno, minha vontade de ser mãe, me acompanha desde que me entendo por gente, eu era daquelas crianças que cuidava das bonecas como se fossem filhos. Sonhava. Idealizava. E isso, essa necessidade de ter alguém pra amar, cresceu junto comigo. Eu só serei realizada um dia, quando tiver meu bebê em meus braços. Para amá-lo da forma que ninguém jamais me amou.
Eu é quem te agradeço, por sempre me presentear com comentários tão lindos, o sonho de qualquer autor.
PS1: Ai, meu Deus. Ai meu Deus. Isso é sério? Esses dias mesmo eu estava pensando: “será que a Aria vai ler a Quando o Amor Acontece algum dia? Acho que quando ela vê a quantidade de capítulos vai sir correndo.” Rsrsrrs
Mas, viu, se for ler mesmo, devagar você chega lá ;)
PS2: Como assim?! Pode falar sobre o que quiser, oxe, eu estarei aqui pra qualquer coisa. Me diz, mulher, vai fazer o que? Me deixou curiosa, agora tem que falar.
PARABÉNS!! E MUITO SUCESSO!!
Beijo grande em seu coração
É muito amor para para o meu core ♥,amei o capitulo.
rsrsrs ai, ai. Amor é sempre bom.
beijo grande em sue coração, Lu.
Olá Sill, desculpe por não ter 34 comentários, mas eu estava muito ansiosa para concluir a leitura.
Estou surpresa, admirada, encantada com essas doses de amor da Gotinha mais linda. Amo personagens infantis e tenho que admitir que procurava nos capítulos mais cenas da Julinha e por alguns segundos esqueci que Emmett e Rosálie tinham problemas a ser resolvidos.
Violência doméstica infelizmente acontece, já presenciei e ouvi relatos sobre isso e meu coração sofre por essas crianças. Um exemplo, em minha cidade o conselho do tutelar encontrou um menino de nove anos sendo usado como aviãozinho, quando chegaram a casa da criança encontraram o irmão caçula (um bebê de pouco mais de um ano) chorando e embaixo do berço improvisado fios. O pai batia porque a criança chorava de fome.
Só de imaginar o que a Julinha passou nas mãos da mãe biológica e do padrasto é de cortar o coração. Infelizmente são lembranças doloridas que não se esquece (eu mesma sinto dificuldade de deixar as pessoas se aproximarem de mim, pois quando estava na creche, ganhei um safanão da "tia", hoje com quase 19 anos, ainda lembro nitidamente da sensação de medo: tinha menos de quatro anos).
No início eu fiquei com muita raiva do Emmett, pois ele se mostrou um completo idiota enquanto a Julia - um docinho - buscava ganhar um gesto de carinho. Assustei e meio que concordei com a Esme, ele precisava desse choque de realidade e conviver com a filha. Mas fiquei com muito medo.
Rosálie também me surpreendeu no início ao saber que havia uma filha do marido. Descobrir que não pode engravidar é desolador, principalmente se é algo hereditário, temos medo porque sabemos que tantas pessoas que não querem a responsabilidade materna dão a luz por aí.
Amei as palavras da Grace quando pararam em frente a escolinha da gotinha e o encontro delas foi lindo! Sofri com a cirurgia e ainda com os momentos de medo da Julinha. Espero que ela consiga superá-lo.
Os momentos com os tios, com as coleguinhas são mágicos. Adoro essas descrições familiares, criança é tudo de bom.
Tenha uma excelente semana, Sill
Ps: Parabéns mais uma vez pela história e espero que tenha gostado da minha recomendação.
beijos*)
Oi Lana, seja mais que bem vinda.
(Estou emocionada com seu comentário)
Own, own, own. Juro que quando comecei escrever a gotinha nunca passou pela minha cabeça que agradaria. Achei que fosse ser apenas mais uma na multidão. Ainda me assusto quando alguém diz que gosta. Muitas vezes pensei que estivesse sonhando.
Eu também amo muito personagens infantis. Eles acabam dando uma doçura tão grande a historia. Contudo, deixo claro que detesto crianças que agem como adultos. Criança tem que ser inocente, fofa. Tem que ser criança.
Eu fico doente quando vejo coisas semelhantes na tevê. Eu nem sei o que faria se presenciasse uma cena dessas.
São uns miseráveis que não merecem nem o perdão de Deus. É triste ver que aqueles que tinham que cuidar e proteger estão maltratando/matando.
Mas, nesse caso aí em sua cidade, eles tiraram as crianças do poder desses infelizes? Espero que sim. Gente que coisa horrível.
Pior que nossa gotinha sofreu horrores nas mãos daqueles dois monstros. É o tipo de lembrança que fica pra sempre.
Sério? Mas que vaca. Sua mãe, na época deve ter ido falar com ela? Gente, isso não se faz, muito menos com os filhos dos outros.
Emmett no começo é de matar. Nossa até eu fiquei com raiva dele. Meu bebê só queria carinho, ser cuidada, amada. E ele lá, bancando o imbecil, rabugento. Precisava mesmo desse choque de realidade, ele era muito superficial. Apesar do medo, a mãe tinha fé de que o filho não fosse um caso perdido. Mesmo com medo, ela decidiu aportar/correr esse risco. E ai dele que machucasse a Julinha.
Rosalie meio que tomou um susto, jamais imaginou que ele tivesse uma filha. Ela ficou ressentida/enciumada, não só com ele, mas com a vida também.
Acho que isso é o que mais machuca uma mulher que não pode ter filhos, saber que muitas que não se importam dão a luz a cada segundo. Recebendo uma dádiva da qual não merecem. Mas, já parou pra pensar que as que mais desejam são exatamente as que não vão poder ter.
Grace tinha que estar junto pra mostrar a filha coisas que ela se recusava a ver. Pra ser seu equilíbrio. Pra ser a ponte, da maternidade, entre ela e a gotinha. Como todas as coisas que Grace falou pra ela no hospital, sobre ela amar a gotinha a primeira vista como Grace a amou.
Sabe, é como se ela tivesse ido ao hospital pra ser mãe. Ela recebeu e cuidou de sua filinha. Aprendeu os primeiros passos de como ser mãe lá.
Os momentos com os tios e os coleguinhas são uma parte tranquila da historia. Divertidos e cuidadosos como devem ser. Criança é tudo de bom mesmo.
Obrigada, Lana, de verdade.
Deus eu amei sua recomendação. Antes de responder aqui eu corri lá pra ver. Ainda estou me recuperando de tanta perfeição em suas palavras. Obrigada, obrigada, obrigada. Fiquei morrendo de curiosidade pra saber, talvez eu tenha me esquecido, qual foi a one que você leu algum tempo atrás.
Beijo grande em seu coração
Que capítulo mais cute-cute, aiwn ♥
Esses traumas da Julinha parecem ser sérios mesmo, mas ainda bem que estão sumindo aos pouquinhos. Essa Julinha é uma fofuxa!
Senti um clima +18 nesse final jsjsjsjsjs
Amei Sill, minha flor!
Beijinhos ♥
Ownn só cute ♥
São sim Ruuh. Muitíssimo. Essa gotinha é a coisa gostosa da mamãe.
Ui, sei de nada. Sou inocente.
Obrigada, garota sorriso.
beijo grande em seu coração
Nosso anjinho, Lua. Aos pouquinhos ela vai ficando.
beijo grande em seu coração
Oiie... bom o capitulo estava muito gostoso de ler, eu vim ler o capitulo só agr porque meu tio me deu a trilogia de a seleção, e eu estou terminando o segundo livro ainda, quero uma maxon para min, e você em... fiquei chocada com a consulta na psicóloga, nao tinha nem passado pela minha cabeça!
Terça feira eu volto para a escola agora no ensino médio, tem um tempo que eu queria perguntar. Qual o nome da menininha da capa? e não vem me dizer que e a julinha eu estou falando de verdade. Estou praticamente surtando de tanta felicidade o menino que eu gosto me pediu em namoro. bem ja chega vou voltar para os meus livros! tchau.
Oiee. Sortuda, aproveite bem.
Ela tem tido consultas com a psicóloga já faz um tempinho. Fique confusa agora. Não entendi o seu espanto.
Férias estão dando Adeus. Se correr o bicho pega se ficar o bicho come. Não tem alternativa.
Então, de verdade, eu não sei. Eu achei na net e usei na capa, mesmo ela sendo uma criança bem maior que a Julinha (tem em torno dos cinco seis anos) foi a que mais ficou legal e chegou mais perto daquilo que eu queria. A Julinha não é exatamente igual. Mas essa foi a que mais gostei pra capa.
Ai, ai, ai, ui, ui, ui... não deixa escapar. Agarra bem agarrado. Ehhh coisa boa, hein.
Vai lá, lê bastante.
Beijo grande em seu coração
Ahh, que linda. Obrigada. Fico feliz em saber que gosta deles assim como são. Não devo demorar muito não.
beijo grande em seu coração
Ai é muita fofurisse !!!! Adoro demais essa família linda !!!!! kkkkk
Vontade de apetar >.
Que bom amor. Fico muito feliz que esteja curtindo.
beijo grande em seu coração
O que mais gostei: um lindo cap. cada vez mais cativante e essa gotinha q linda.... a hora do banheiro foi engraçadokkkkk é bom ver q o granďão ainda tem sua vez.... ♥♥♥♥♥♥ loka pra ver a decoração da nossa gotinha..... e a ose reali
Obrigada, Jessy. A hora do banheiro, foi muito divertido escrever rsrsrs. Ah sim, o grandão ainda é importante. Julinha sempre irá precisar dele. Muito em breve estarei mostrando isso. Ah, acho que o review veio pela metade, sniff...
beijo grande em seu coraçao
Ai caramba, impossível não cair no choro e na gargalhada ♥ Eu já disse que amo essa nossa Gotinha, neh?! Eu amo amo amo, infinitamente ela *-* Essa família é surreal ♥
É tão triste vê-la com medo de ficar sem a mamãe se novamente, é angustiante. Mas depois quando as duas se abraçam... ai meu coração, é lindo demais. Chorei com esse desenho que ela fez. Algumas pessoas tem marcas por dentro, ela tem por dentro e por fora, aperta o coração saber que existe milhares de crianças no mundo precisando de amor, carinho, atenção, algum tipo de 'remédio' que disfarce essas marcas.
Ansiosa pra o próximo u.u bjuss!
Que gostosura *abraço apertado*
Medo danado de perder essa mamãe. Não ter amor e carinho da figura mais importante, é assustador. Quando se consegue experimentar, mesmo que um tiquinho, você vive com medo de perder. Amo quando elas se reencontram e trocam abraços carinhosos. Que bom que você também gostou Gracii.
O desenho fala por si só. Ela fez muito deles nas sessões com a psicóloga, e, acredite, nem todos diziam coisas bonitas, como amor e família, em parte a maioria revelava dor e medo.
Super amei sua visão. Sim, ela tem marcas por dentro e por forma. Um passado sofrido que está cravado em sua existência. Infelizmente existem essas crianças, sofridas. Se eu pudesse, se estivesse ao meu alcance resgataria todas desse sofrimento, dessa dor e dessas lembranças.
Obrigada, linda.
Beijo grane em seu coração
O que mais gostei: o capítulo foi muito bom
O que acho que pode melhorar: so postar mais rápido
Obrigada. Seja bem vinda (o). Eu nem demoro tanto assim, vai. Os capítulos são um pouco trabalhosos, e, por lado é até bom porque dá tempo de todo mundo ler.
Vai sim. Já está escrito. Em breve estarei postando.
beijo grande em seu coração
Volteeeeei, bem atrasada mas voltei.
Flor, me desculpa mas as aulas começaram ai já sabe, ter que aguentar professor chato, lição de casa e tudo mais. Mas to aqui pra comentar.
Meu carinho por essa fanfic e pelos personagem é tipo o carinho do Emm e da Rose pela Julinha ♥
Sério, esse capítulo foi tão fofinho gente, eu imagino a alegria da Rose em poder realizar o sonho dela, ter a gotinha nos braços.
Emm e Rose sendo super fofos como o casal que sempre deveriam ter sido. Os pesadelos estão ficando menos frequentes e isso acalma meu pequeno coraçãozinho.
Sill, sua fanfic é minha vida, eu juro que quando acabar, eu entro dentro do notebook e roubo a Julinha pra mim u-u
É a primeira vez que estou vendo sua foto de perfil, nãooooo creio. Que tu fez que agora ela apareceu pra mim? Rsrsrs #mistério
Sem problemas amor. O importante é que você veio \o/
Ai meu coraçãoo, Amandita linda. Coisa mais linda que vc disse agora *me abraça forever* sabia que ontem foi aniversário da fic?
Mamãe Ose está realizada. E eu me realizo nela ♥
Eles estão vivendo seu sonho. Tão bonitinho, apreciando uma felicidade que nem imaginavam pudesse ser tão boa. Esses maus estão perdendo a força, rum.
Te abraçando muito, véi. Porque você diz essas coisas pra mim? Meu coração não aguenta.
Beijo grande em seu coração
O que mais gostei:
Gostei muito. a Julia é muito fofa mesmo. E a cena no Banheiro foi legal.
Obrigada, Sá. Me diverti muito com essa cena, essa Julinha viu.
beijo grande em seu coração