Comentários em “Premonição: A Quarta Parede”: “Capítulo 6”

Emmanuel Fernandes
Destacado pelo autor

O capítulo conta com a participação mais ativa da temática amor, então vou tentar me concentrar mais nela, okay? Ainda mais sendo um capítulo onde os três casais principais já foram formados oficialmente.

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Tudo bem, o capítulo iniciou muito bem. Houve um diálogo bacana entre o Christopher e a Alejandra. Contudo, eu acho um pouco estranho ela levar um desconhecido a sua casa após o "primeiro encontro", o que me leva a pensar que ela é um pouco carente. E eu gostei de um dos aspectos do Christopher. A memória fotográfica não é lá um dos dons que se espera que um boxeador tenha. Geralmente, se espera que ele tome fortes golpes na cabeça. O Christopher quebra os parâmetros de sua profissão: um homem bruto e de pouco cérebro.

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Entretanto, uma das partes me fez repensar sobre os meus gostos quanto ao Christopher e a Alejandra. Quando ele entrou na casa dela e perguntou se havia um CD, porque queria dançar novamente, ele me pareceu um sociopata ou alguém bastante possessivo. O Chris foi negligente e não me pareceu sensato ele querer dançar ainda, mesmo que sem música, e a Alejandra deixou um pouco a desejar. O Christopher bateu na porta e em menos de 10 segundos ela abriu? Ela estava na frente da porta. Só pode. As falas dela ficaram muito estranhas, ela diz que não queria nada, mas a entonação deu para entender o oposto...

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Pior ainda é a definição de encontro dele. O Christopher levou a Alejandra para o ginásio para conhecer o treinador dele. Que, por sinal, é uma pessoa totalmente ignorante. O Leroy parece o tipo de rapaz que sabe de muito sobre um assunto e, por isso, se acha uma pessoa autossuficiente. Por telefone, ele parecia ser uma pessoa mais bacana, ou então ele faz descaso com as pessoas que não são seus pupilos.

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Uma das partes mais gostosas da leitura pode se dizer que foi quando o Nicholas e o Paul se reuniram na casa do Charlie e dialogaram sobre as teorias da Morte. Tá certo que o William falou para ele tudo de forma direta, mas felizmente não tirou o efeito da cena. Além do mais, o Nicholas começou a se envolver com uma garota e o desenvolvimento do psicológico dele ficou muito boa! O autor interferiu na descrição dando a entender que conhecia o personagem. Legal! :D

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O encontro do Nicholas e da Alice ficou muito bom! Pude saber mais ainda sobre o personagem. Desenvolvê-los é sempre fundamental para que possamos criar alguma afetividade. Eu gosto! Alice é uma personagem bastante complacente. Ela é uma das minhas personagens favoritas.

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Uma coisa que eu achei muito estranho, foi o fato da Alice ter recebido uma promoção do nada, que por coincidência, era para uma filial do hotel em que ela trabalhava, só que em Paris. "Na Morte não há acasos". Só posso esperar que ela não entre na lista, não gostaria de vê-la morrer. Ela é uma boa pessoa! Um pouco mais humana do que os outros personagens... Agora, eu acho que vou gostar ainda mais dela. Ela sabe da lista! Ela “sabe” como deter a Morte, cara!

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Agora, sobre a delegacia de polícia... Eu pensei que não a veria tão cedo novamente. Foi uma ideia excelente usar o computador da polícia para rastrear o nome dos outros personagens, para que eles pudessem ir a casa deles avisá-los do perigo.

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Só que a conversa entre os policiais e o chefe deles, o delegado, não superou as minhas expectativas. Eles estavam falando com o superior, e o chefe deles falou com descaso, como se houvesse mais pessoas na fila para poder usar a máquina. :(

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Essa parte bem que poderia ser diferente. Você poderia descreve-la mais, retirar a parte em que você diz que eles visitam as casas dos sobreviventes, colocando-a em outro parágrafo. É o mais correto. Também, eu gostaria de ressaltar que seria muito bom, você tentar descrever mais as cenas, mas só que pelo lado psicológico dos personagens e tentar usar o máximo de formalidade que conseguir. Poucos autores apelam para o subjetivo.

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A parte seguinte em que se segue as falas dos protagonistas com o Christopher e a Alejandra não me surtiram o efeito desejado. Primeiramente, os personagens não se conhecem e começam a fazer perguntas pessoais. O mais irônico ainda é que eles [o casal] têm o senso de responder a pergunta retorica. Eu não gostei de forma alguma a maneira como a qual os policiais trataram o Christopher na porta. Ele era o anfitrião. De onde eles tiraram o direito de mandá-lo deixar que eles entrassem em sua residência ou que ele vestisse uma camisa? Eles falam muito diretamente, sem rodeios. Eles não tem a menor educação...

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Uma das coisas que mais achei interessante no capítulo foi a Alejandra. Ela parece ter uma aversão ao acidente e não concorda com a suposta teoria de que pode morrer. Eu também concordaria com ela. É uma personagem coesa. Alejandra parece ser o tipo de pessoa que faria esse raciocínio, primeiramente, por ser uma bailarina (ela tem que ser uma pessoa séria) e, depois, porque ela tem o estilo de pessoa que só acreditam em algo após vê-lo.

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“E como se as pessoas não pudessem ter opinião própria.” Eu não sei o porquê, mas foi uma das frases que mais gostei do capítulo.

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Quanto ao Paul e o Nicholas, novamente, eles tomaram uma posição muito agressiva para alguém que está tentando convencer a uma pessoa ao seu modo de pensar. Nicholas me parece ser o pior dentre os dois, porque ele tem acessos de raiva a quaisquer instantes, sempre que alguém discorda dele. Nossa! Entretanto, me parece que a posição dele não é muito favorável. Com certeza, se algo do gênero acontecesse comigo, eu ficaria desesperado para ser compreendido e que todos acreditassem em mim.

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A pequena parte reservada para a discussão do Nicholas com os demais ficou um pouco fraca. Ele não teve mais do que duas falas e saiu bufando. Ele agiu pela emoção e falou mal. “Bem, quer saber eu vou é embora, essa mulher acha besteira isso, eu mostro pra ela que não é [...]”. Ele vai ser o responsável pela morte dela? Você me deixou curioso. :D

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Quanto ao Charlie, eu o achei rápido demais. Ele acabou de encontrar os sobreviventes e explicou a situação atual deles. Ótimo! Entretanto, eu não vi dosagens no conteúdo da conversa. Tudo bem que eles tinham uma saída que era o nascimento de um bebe. Contudo, Christopher não tem pudor para afirmar que eles transaram. Eu fiquei embasbacado com tamanha liberdade. Ele estava conversando com menores de idade e os tratou como adultos.

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Espero que entenda que o que eu digo é apenas para o seu crescimento como autor. Nunca é fácil receber críticas, seja elas construtivas. Bom, agora, o que posso dizer é que posso ler em segurança o próximo capitulo. Mas sem spoilers, ouviu? Hahaha

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See you later!



O que acho que pode melhorar:

Os capítulos têm de ser divididos pelo tema central deles. Há capítulos que você colocou os acontecimentos que acontece em Paris e em Nova Iorque, e ficou ilegível. Não é algo bom para ler, nem para

Állef Câmara Silva

Verdade.

kkkkkk

Qto ao tratamento dos policiais, tipo cara, foi ideia minha na hr. O Nicholas foi agressivo mesmo, entretando n será responsável pela morte dela n, como you sabe. Essa liberdade de cv man, acredite, conheço gente assim, porém adolescentes com adolescentes, ele os tratou como adultos pq são mais maduros pra idade deles.

Eu sei disso, pode deixar, kkkkkkkkk.

E

Tem muitas virgulas e você usa os pontos finais apenas ao fim dos parágrafos. Isso quando se lembra. Eu tive a impressão do texto ter sido escrito às pressas e, de longe, foi uma das primeiras impressões que eu tive nos primeiros capítulos. Por favor, vocês tem um dom maravilhoso, que é o de escrever, não o desperdicem fazendo algo mal trabalho. É uma vida que vocês estão dando [a uma obra]. *emocionada*



O que mais gostei:

O dialogo entre o Christopher e a Alejandra, no incio do captulo.


O que acho que pode melhorar:

Faltou pontos finais.

Állef Câmara Silva

Obrigado pelo comentário Evelyn, eu e o Emmanuel tentaremos corrigir esse erro nosso de muitas virgulas e poucos pontos, porém o texto deste capítulo não foi escrito as pressas pelo contrário demorou alguns dias, os capítulos tão sendo editados(os únicos ainda n editados são o 4,5 e o 7, o capítulo 8 eu e meu co-autor só falta terminarmos de escrever o final do capítulo, queremos aproveitar o cenário, a alguns dias estamos nessa parte, em breve sairá.

Beatriz Oliveira

O capítulo começou com o Christopher e a Alejandra. ♥_♥

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Eu não se comentei no primeiro capítulo da dança, que eles tinham tudo para ser meu casal preferido... Ok, agora eu disse.



O que mais gostei:

Do Chris e da Alê...

Állef Câmara Silva

:D, n comentou no 1º cap deles dançando n, n é só o seu casal preferido n, é o do meu co-autor tb, já eu prefiro Challen, kkk, obrigado pelo comentário.

Caio Gandra

Os relacionamentos que você criou não são tão condizentes com a verdade. Seus personagens são politicamente corretos. Eles não possuem uma religião específica que os obriguem a isso. (Pelo menos, você não especificou). Do contrário, eu vejo que eles são pessoas moralistas e bastante conservadoras, o que não é condizente com a vida real.

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Seus personagens não namoraram no primeiro encontro, mas por quê?

Qual seria a explicação? ¬¬

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Eles não eram religiosos, mas concordam que era errado tal ato. Ademais, se eles concordavam com a tal afirmativa, pq eles se beijaram algumas vezes antes de oficializar o namoro? Não seria isso, uma hipocrisia?

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Todos os personagens também, fossem eles em Nova Iorque fossem eles em Paris, o namorado sempre foi para a casa da garota para conhecer a família dela. Nem todos os namorados fazem isso! É legal o autor criar um personagem que traços da sua personalidade? É. Entretanto, é bom quando ele faz com apenas um ou dois. Não, todos. Você acabou criando um enredo para apenas você se identificar! Não um com a qual os leitores possam se verem "espelhados". Ou então, uma coisa da qual eles não tem coragem de fazer, mas gostariam. Como, por exemplo, os super-heróis. Ou melhor ainda, uma menos ficcional, uma pessoa querendo sair da empresa, pede demissão e espanca o chefe. Entende?

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Todos os personagens você tentou transmitir uma mensagem única. Acabou que eles ficaram sem personalidade, como se todos fossem uma mesma pessoa. Eles se diferenciaram apenas pelo nome. É muito chato dar opiniões, porque sempre podem ser ouvidas, mas muito mal recebidas. E nunca se sabe com qual finalidade ou humor a outra pessoa escreveu. É chato isso.



O que mais gostei:

Da luta e da morte do Christopher. Embora ainda não concorde com a sua morte. Man, foi um erro.

Állef Câmara Silva

Ele era o 1º da lista, n tinha como escapar, depois q eu acabar o último cap da fanfic escreverei mortes alternativas e nela falarei o q aconteceria com ele caso ele n tivesse morrido nesse cap. Man, a história começa se passa em 1999 e em 2000, naquela época as coisas acredito q n eram como hoje, porém o Christopher e a Alejandra formaram um casal romântico e por isso ele n quis transar com ela, mas só ele q n quis isso, pq olha pra vc ver, Challen transou no 1º ou no 2º cap. Christopher e Alejandra só se conheceram por causa do teatro e se encontraram lá no restaurante por pura coincidência, se tivessem marcado pra sair ai s poderia haver algum namoro entre eles lá no restaurante. Nicholice n namoravam pq por mais q estivessem afim um do outro, teriam q se conhecer primeiro. Beijo é beijo, sexo é sexo. Realmente eu poderia ter feito algo diferente nos casais, mas agora já era, só na prox fanfic. Man, realmente tem diálogos q qualquer um deles poderia ter falado, mas acredite, antes da edição tava pior, kkk. Obrigado pelo comentário.

Ana Paula

Entrando no clima de festa, eu acho mais adequado colocar curiosidades sobre os países e tudo mais nas notas finais do capítulo. Elas estão lá para isso. Por que alguém iria comparar o país em que acontece a história com o seu país de origem? Para a trama da história, quais benefícios poderiam trazer?



O que mais gostei:

Amei o novo ship. Mais qual é o nome deles? Alicolas ou Nicholice? :D


O que acho que pode melhorar:

Eu achei que o capítulo ficou grande demais, não tem como dividir não?

Állef Câmara Silva

Deixamos o capítulo um pouco grande, pois prometemos no capítulo anterior que haveria a morte de um dos personagens. E o nome do casal é "Nicholice". Eu não consigo pensar em uma resposta satisfatória para a sua pergunta. Do contrário, gostaria de agradecê-la. Todos as críticas são bem-vindas e, se notar, já o fizemos. Muito obrigado! :)

Brenda Luchese

Na conversa inicial, uma das qualidades que mais gostei em Christopher foi que ele tem uma memória fotográfica. Ele cumpriu o que falou ela anteriormente e ligou apenas com o número do telefone gravado na cabeça. Whoa! :D

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Triste mesmo foi que ele ter morrido. A morte dele ficou interessante, porque foi inusitada. Esperei ele morrer pela pancada, e não de uma forma sobrenatural como aconteceu. E o que diabos tinha dentro da luva do outro boxeador? Eu fiquei curiosa.



O que mais gostei:

Da conversa entre o Nicholas e a Alice. Eles tem tudo para ser um casal.


O que acho que pode melhorar:

Ficou um pouco grande... '-'

Állef Câmara Silva

Só esse cap msm q ficou grande, Nicholice existe :D. A morte dele eu havia pensado a bastante tempo, desde q o Emmanuel virou meu co-autor, o que tinha dentro da luva do outro boxeador tb será revelado depois. Obrigado pelo comentário, continue acompanhando!

Chrissy Constanza

Eu gostei do Christopher. Ele tem a alma de um romântico, mas você tem de tomar cuidado com o que escreve. Foi um pouco errado dizer que só porque mulher gosta de flor, a Ale também ia gostar. Não me ofendeu, claro. Mas se uma feminista lê o trecho, não tenho dúvidas de que você terá problemas. Não fique preso ao óbvio... Se você acha que é, tente não colocar, porque dá a entender que o autor não tem ideias boas para completar um parágrafo... *-*

Állef Câmara Silva

Sem dúvidas o Christopher é romântico, apesar dele ser adulto e eu um adolescente é o personagem que tem a personalidade mais parecida com a minha. Vou ver se tomo cuidado com isso. Obrigado pelo comentário.