Mais um capítulo surpreendente dessa fic. Aquilo tudo que o Derick falou sobre pianista, é mesmo real? Então quer dizer que Freddie tem, digamos, o mesmo problema que Sam? Faz sentido: pessoas iguais se entenderiam (iguais no sentido de um passado conturbado).
Parece-me que pelo que o capítulo diz, Freddie foi o motivo primordial para uma parcial recomposição sentimental de Sam - Freddie havia se tornado sua dor (o que para pessoas masquistas soa incrivelmente bem). Afinal, se pessoas que se cortam sentem prazer com isso, (mesmo estando alteradas, psicologicamente) elas são, ou adquiriram, uma especie de masoquismo.
Enfim, nada poderia ser mais dramático do que um desenrolar desses: um desapontamento com o próprio remédio. Penso que o pianista, por fim, se tornou um remédio para Sam.
A propósito, quando você relaciona os acontecimentos da fic com o Universo, esse Universo, propriamente, tem relação a uma linha do tempo, ao Universo, literalmente, ou a alguma divindade? Teria alguma coisa a ver com "conspirações do Universo"? Sabe, gosto muito desta maneira de enxergar um algo superior, ou um algo regente. Parece-me a forma mais original de se relacionar o destino com alguma espécie de Deus. Afinal, o que as religiões fizeram até hoje, foi bagunçar e humanizar algum conceito de ser superior, e não criar algo coesivo (perdoe-me se você for religiosa). Tudo baseia-se na fé em coisas ilógicas - mas será que o ser humano existe para ter fé? Fé em troca de uma vida a mais, seria algo ilógico.
Não que eu ache que o seu Universo seja um Deus, mas me parece que ele é aquilo que causa toda uma linha do tempo. Ou, talvez, esse Universo seja um estado psíquico ou até mesmo se trate de nosso próprio interior.
Afinal, a única que pode me explicar com exatidão, é você.
E feliz 2015 atrasado. Claro que eu não iria me esquecer de Fire & Desires e de você. Adorei ler o capítulo, assim como você deve ter adorado escrever.
Sweeeeeeeeeeetie, você me faz chorar assim... Eu ando bem sentimental. Bah, eu sou sentimental demais. Olha só pra essa fic cheia de troços melodramáticos! Bah, de onde eu tirei essa coisa de bah? Seria uma interjeição escrota? Cérebro, obrigada por notificar e eu nem sei por que minhas mãos estão digitando isso freneticamente sendo que meu plano era pular coisas não muito necessárias a uma resposta. ME PERDOA.
Muito obrigada, de verdade, principalmente por ter se dado o trabalho de escrever algo tão grande e bem observado. Por ter dado seus palpites tão inteligentes. Aliás, posso dar certeza, em relação a algum deles, que as conclusões soam MUITO bem pensadas e que têm bastante a ver com o enredo, de uma natureza que nenhum outro leitor ou pessoa que eu pedi para ajudar a desenrolar as ideias (às vezes eu me familiarizo muito com a opinião alheia, claro, e tomo como um bom caminho para chegar no meu objetivo) já alcançou.
Derick, então, o Derick... ele não é nem um pouquinho legal pra Sam. Ele é um personagem misterioso e cheio de maldade, vingança sobre aquilo de envenenar tias de segundo grau.
Ele pode ocultar verdadeiras verdades, digamos. E, como foi mostrado no fim do capítulo, certas coisas comprovaram o que ele disse. Estado de alerta pra isso (até mesmo eu que ando fazendo uma análise mais apurada das coisas por não ter escrito essa parte ainda estou).
Sim, o Freddie é muito importante pra recomposição sentimental da Sam. Poucas outras pessoas poderiam fazê-la pensar menos cruelmente sobre o mundo (os pais dela, no caso). E, claro, ele despertou uma confiança diferente nela. Mesmo desconfiando tanto dos mistérios que o pianista aparentemente guardava, ela se permitiu... sentir. É algo forte. É algo com o que ela estava disposta a se machucar. Mas, bem, até esse capítulo ela nunca tinha se sentido tão machucada POR ELE.
Algo que tem bem mais a ver, claro, com aquela carta da possível "mãe" dele.
CHEGANDO NO ASSUNTO DO UNIVERSO ANTES QUE EU REVELE TODO O ENREDO PERANTE A SENHORITA, é mesmo muito legal. Eu tive vontade de escrever Universo porque não quis que ela tivesse uma crença específica, da primeira vez foi isso. Mas depois, bem... não foi. Representa um mundo de coisas, visto o fato de que Deus também é mencionado. Representa um UNIVERSO. Assim como funciona num sentido traumático.
E, não, eu não sou religiosa a ponto de desconsiderar teorias diferentes! Acho ignorante, sabe? Claro que acredito em algo maior, mas também não me dedico a uma religião no momento.
Emili você escreve tão bem, ta trabalhando hard nesse projeto e merece todo e qualquer reconhecimento que venha a receber, eu amo a interação dos personagens e fico feliz e orgulhosa que você esteja por trás disso. Fogos e Desejos é um tesouro ! Love you <3
Mais um capítulo surpreendente dessa fic. Aquilo tudo que o Derick falou sobre pianista, é mesmo real? Então quer dizer que Freddie tem, digamos, o mesmo problema que Sam? Faz sentido: pessoas iguais se entenderiam (iguais no sentido de um passado conturbado).
Parece-me que pelo que o capítulo diz, Freddie foi o motivo primordial para uma parcial recomposição sentimental de Sam - Freddie havia se tornado sua dor (o que para pessoas masquistas soa incrivelmente bem). Afinal, se pessoas que se cortam sentem prazer com isso, (mesmo estando alteradas, psicologicamente) elas são, ou adquiriram, uma especie de masoquismo.
Enfim, nada poderia ser mais dramático do que um desenrolar desses: um desapontamento com o próprio remédio. Penso que o pianista, por fim, se tornou um remédio para Sam.
A propósito, quando você relaciona os acontecimentos da fic com o Universo, esse Universo, propriamente, tem relação a uma linha do tempo, ao Universo, literalmente, ou a alguma divindade? Teria alguma coisa a ver com "conspirações do Universo"? Sabe, gosto muito desta maneira de enxergar um algo superior, ou um algo regente. Parece-me a forma mais original de se relacionar o destino com alguma espécie de Deus. Afinal, o que as religiões fizeram até hoje, foi bagunçar e humanizar algum conceito de ser superior, e não criar algo coesivo (perdoe-me se você for religiosa). Tudo baseia-se na fé em coisas ilógicas - mas será que o ser humano existe para ter fé? Fé em troca de uma vida a mais, seria algo ilógico.
Não que eu ache que o seu Universo seja um Deus, mas me parece que ele é aquilo que causa toda uma linha do tempo. Ou, talvez, esse Universo seja um estado psíquico ou até mesmo se trate de nosso próprio interior.
Afinal, a única que pode me explicar com exatidão, é você.
E feliz 2015 atrasado. Claro que eu não iria me esquecer de Fire & Desires e de você. Adorei ler o capítulo, assim como você deve ter adorado escrever.
Sweeeeeeeeeeetie, você me faz chorar assim... Eu ando bem sentimental. Bah, eu sou sentimental demais. Olha só pra essa fic cheia de troços melodramáticos! Bah, de onde eu tirei essa coisa de bah? Seria uma interjeição escrota? Cérebro, obrigada por notificar e eu nem sei por que minhas mãos estão digitando isso freneticamente sendo que meu plano era pular coisas não muito necessárias a uma resposta. ME PERDOA.
Muito obrigada, de verdade, principalmente por ter se dado o trabalho de escrever algo tão grande e bem observado. Por ter dado seus palpites tão inteligentes. Aliás, posso dar certeza, em relação a algum deles, que as conclusões soam MUITO bem pensadas e que têm bastante a ver com o enredo, de uma natureza que nenhum outro leitor ou pessoa que eu pedi para ajudar a desenrolar as ideias (às vezes eu me familiarizo muito com a opinião alheia, claro, e tomo como um bom caminho para chegar no meu objetivo) já alcançou.
Derick, então, o Derick... ele não é nem um pouquinho legal pra Sam. Ele é um personagem misterioso e cheio de maldade, vingança sobre aquilo de envenenar tias de segundo grau.
Ele pode ocultar verdadeiras verdades, digamos. E, como foi mostrado no fim do capítulo, certas coisas comprovaram o que ele disse. Estado de alerta pra isso (até mesmo eu que ando fazendo uma análise mais apurada das coisas por não ter escrito essa parte ainda estou).
Sim, o Freddie é muito importante pra recomposição sentimental da Sam. Poucas outras pessoas poderiam fazê-la pensar menos cruelmente sobre o mundo (os pais dela, no caso). E, claro, ele despertou uma confiança diferente nela. Mesmo desconfiando tanto dos mistérios que o pianista aparentemente guardava, ela se permitiu... sentir. É algo forte. É algo com o que ela estava disposta a se machucar. Mas, bem, até esse capítulo ela nunca tinha se sentido tão machucada POR ELE.
Algo que tem bem mais a ver, claro, com aquela carta da possível "mãe" dele.
CHEGANDO NO ASSUNTO DO UNIVERSO ANTES QUE EU REVELE TODO O ENREDO PERANTE A SENHORITA, é mesmo muito legal. Eu tive vontade de escrever Universo porque não quis que ela tivesse uma crença específica, da primeira vez foi isso. Mas depois, bem... não foi. Representa um mundo de coisas, visto o fato de que Deus também é mencionado. Representa um UNIVERSO. Assim como funciona num sentido traumático.
E, não, eu não sou religiosa a ponto de desconsiderar teorias diferentes! Acho ignorante, sabe? Claro que acredito em algo maior, mas também não me dedico a uma religião no momento.
Awwwww, obrigada por ter lido, Larissa ♥
Espero ter esclarecido na medida certa.
NIKE! Falando em Nike, preciso de um sapato...
Vamos tentar de novo: KARLA MONIQUE! Eu te amo. Obrigadíssima por ser tão legal comigo, por me ajudar.
Por ainda ler Fogo e Desejos.
Por ter escrito uma recomendação tão doce E VOCÊ REALMENTE APRENDEU A FAZER ISSO.
Enfim, miga, só tenho a agradecer ♥