Uma vez, conversei com a Natasha Rhodes sobre livros. Eu não sei se você a conhece, mas ela é a escritora do primeiro livro da série da Black Flame de Premonição. Ela me falou que, após consegui a licença da New Cine para escrever uma adaptação de Premonição, ela começou a fazer pesquisas e assistiu aos filmes novamente, para vê como é o universo Premonição, para tentar ao máximo, ser condizente com o que se conhece ou sabe sobre ele.
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A começar pelo jornal, duvido muito que uma repórter de rua, muito menos, um jornalista fale de tal maneira como se apresentou de introdução ao capitulo. Para aparecer na televisão, eles tem de ir a um fonoaudiólogo, ou não, para aprender a fala de modo mais formal, porém acessível. Ele, também, não usa regionalismos.
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“De todos os sobreviventes do Voo 180, somente duas pessoas ainda estão vivas [...]”. A forma como a repórter deu inicio a noticia, me soou mais como uma noticia sensacionalista da qual só vi em Big Brother Brasil ou A Fazenda. “[...] Lembrando que antes do Voo 180 teve sobreviventes de um acidente da ponte em que todos morreram [...]”. Tudo bem que os fãs da série conseguem fazer a ligação, mas o jornal conseguiria? Porque, de inicio, os dois acidentes acontecem em cidades diferentes. Mas, embora tenham encontrado uma ligação, é duvidoso que a imprensa ou o governo deixe vazar uma conspiração do tipo.
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“[...] Hoje teve o teatro explodindo, houve sobreviventes, um casal de 17 anos americanos cujo nomes dos dois são Charlie Smith e Helen Hall , dois policiais, um lutador e uma bailarina [...]”. Pense comigo: o acidente acabou de acontecer a poucas horas e o casal Chalen voltou para o hotel e ligou a televisão. De cara, está passando uma noticia urgente falando sobre o incidente no teatro, mas a pergunta é: Como foi que eles conseguiram tais informações tão depressa? Como eles sabiam a idade do casal, a nacionalidade e o nome deles? Ou então, qual era a profissão dos outros sobreviventes que saíram a tempo, antes que o desabasse? Mal houve exploração das cenas seguintes as do colapso, e que eu me lembro, não tinha um carro de reportagens próximo ao local. Pelo menos, não explicito.
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“[...] O que se sabe é que assim como Sam Lewton na ponte e assim como Alex Browing no vôo 180, Charlie alega ter tido uma premonição e avisou o que iria ocorrer, com isso foi expulso do local junto com a namorada, os policiais, o lutador e a bailarina teriam saído por terem acreditado no que o jovem disse, o casal atualmente está hospedado em um hotel próximo ao teatro.” Eu volto a me perguntar: como ela sabia que foi Sam quem teve a premonição na ponte? Mesmo no quinto filme, eles não falam nada sobre os sobreviventes que escaparam. Indagavam apenas os motivos pelos quais eles acreditavam que a ponte caiu. As únicas pessoas que sabiam disso eram os sobreviventes e o agente Brock, o responsável pelas interrogações. Informações sigilosas da policia não vazam assim. O mesmo ponto de vista, eu atribuo ao caso do voo 180. No segundo filme, quando Kimberly foi procurar pistas sobre o que estava acontecendo, ela procurou por sites obscuros da internet, não em sitio de jornais. Também, como a repórter soube que os jovens foram expulsos do local? Que eu saiba, o dono do teatro foi um dos primeiros a morrer. A noticia foi resumida e apresentou pontos que, em um jornal normal, não ocorreria. Se a repórter sabia que um dos sobreviventes era um lutador e a outra, era bailarina, ao menos, eles deveriam ser famosos, e se esse é o caso, os nomes geralmente são revelados.
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Um dos muitos pontos positivos do capitulo foi à conversa entre os policiais. Eles tentando encontrar um porque para tudo aquilo. Procurando as respostas, mesmo no obvio, que seriam a bruxaria e a magia negra. Eu adorei. Eu gostaria de ver em um futuro próximo, como seria o andamento das investigações. Quebraria toda a mesmice que aparece nas fanfictions do gênero. Nunca vi algo do tipo.
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Na minha opinião, o que acabou estragando a discussão acalorada dos dois policiais, foi a cena seguinte, quando eles perguntam ao menino o que ele sabia. Ficaria tudo bem se ele tivesse se referi apenas ao número 13, já que é conhecido nos Estados Unidos e em outras partes do mundo, como um número de azar.
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Entretanto, o número 180 foi algo mais inventado para o universo Premonição. Não haveria como ele saber, nem mesmo os personagens dos filmes percebem quando o veem. Também, não haveria possibilidade de o garoto saber o número do ônibus, a menos que ele fosse um expert no assunto. Mesmo se alguém procurasse por algo, a respeito, esse caso não foi reportado. O de ter um visionário na Northbay, e que ele estaria naquele ônibus, mais precisamente.
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Eu gostei de vê o bom relacionamento que o Charlie tem com os seus pais. A mãe é religiosa, o pai é uma pessoa compreensível. Impressão minha, ou eu vi uma referencia a Premonição 2, aqui?
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É legal, quando eu encontro em uma fanfiction, não a referencia a apenas um filme da série, mas de toda a série.
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Os pais do Charlie me pareceram um pouco indiferentes com ele, se ficaram preocupados com a segurança do garoto, não mostraram. O máximo que o pai comentou, foi o fato da namorada do filho dormi uma noite na casa deles. Eu me lembrei, agora, de Modern Family.
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Por fim, a cena do necrotério. Eu não falei nada antes sobre o Charlie ter comentado de que iria procurar o William, mas há um erro no que ele falou. Sam não procurou o Bludworth, foi ele quem apareceu como legista para recolher os cadáveres dos sobreviventes que estavam morrendo e Sam conversou com ele apenas duas vezes, uma, no ginásio e, outra, na faixada de um SPA.
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Quando eu li o final do capitulo, não senti que o Charlie conversava com o William Bludworth. A personalidade dele foi deturpada. O William dos filmes, não conversa dessa maneira. Ele é um personagem sombrio, logo, conversa fazendo enigmas de como se pode escapar da Morte, como ele disse a Kimberly que só uma nova vida pode salvar a de outros. O que ele falou deu uma dupla interpretação para ela entender que ou ela morria e ressuscitava ou ela encontrava a mulher gravida. Ele também falava nada sobre sinais. Ele não é o juiz que dita às regras do jogo, como ele falou no quinto final, ele é apenas uma ferramenta que colhe os corpos no final.
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Espero que não fique magoado. O que eu falei não é para desanimá-lo, mas, para apontar os erros. Se você os vê agora, mais tarde, não irá errar. Há muito potencial, mas pouco é explorado na fic.
Nem conhecia essa tal Natasha, quanto a forma que a repórter falou, eu acabei não pensando nisso que você me falou, no filme os personagens só encontram informações sobre a morte em sites bem diferente de jornais, agora já era, o lutador e a bailarina posso dizer que eles não são bem conhecidos, estão no principio de suas carreiras, nem lembrei desse caso de premonição 2, kkk, também nem lembrava que na verdade o William é que tinha encontrado o Sam, aquela conversa que o William teve com o Charlie foi pra dar uma modificada mesmo, pra mostrar que ele também já foi uma pessoa normal e depois se transformou nesse ''juiz que dita às regras do jogo'', esqueci de colocar as falas sobre os sinais. Não ficarei magoado não, é bom descobrir os erros desde o principio pra concertá-los a tempo
A história é muito legal, espero que nos próximos capítulos estejam assim ou até melhor.Cada vez que você lê mais vontade dá para ler. Interessantte de mais.
Glicia, novamente, meu obrigado por comentar a nossa história! Espero que realmente esteja gostando, porque é apenas uma diversão. De fã para fã, sabe? Continue acompanhando a história e, se possível, pause a leitura no capítulo 3. Ainda estou adaptando a quarta parte. :p
Uma vez, conversei com a Natasha Rhodes sobre livros. Eu não sei se você a conhece, mas ela é a escritora do primeiro livro da série da Black Flame de Premonição. Ela me falou que, após consegui a licença da New Cine para escrever uma adaptação de Premonição, ela começou a fazer pesquisas e assistiu aos filmes novamente, para vê como é o universo Premonição, para tentar ao máximo, ser condizente com o que se conhece ou sabe sobre ele.
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A começar pelo jornal, duvido muito que uma repórter de rua, muito menos, um jornalista fale de tal maneira como se apresentou de introdução ao capitulo. Para aparecer na televisão, eles tem de ir a um fonoaudiólogo, ou não, para aprender a fala de modo mais formal, porém acessível. Ele, também, não usa regionalismos.
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“De todos os sobreviventes do Voo 180, somente duas pessoas ainda estão vivas [...]”. A forma como a repórter deu inicio a noticia, me soou mais como uma noticia sensacionalista da qual só vi em Big Brother Brasil ou A Fazenda. “[...] Lembrando que antes do Voo 180 teve sobreviventes de um acidente da ponte em que todos morreram [...]”. Tudo bem que os fãs da série conseguem fazer a ligação, mas o jornal conseguiria? Porque, de inicio, os dois acidentes acontecem em cidades diferentes. Mas, embora tenham encontrado uma ligação, é duvidoso que a imprensa ou o governo deixe vazar uma conspiração do tipo.
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“[...] Hoje teve o teatro explodindo, houve sobreviventes, um casal de 17 anos americanos cujo nomes dos dois são Charlie Smith e Helen Hall , dois policiais, um lutador e uma bailarina [...]”. Pense comigo: o acidente acabou de acontecer a poucas horas e o casal Chalen voltou para o hotel e ligou a televisão. De cara, está passando uma noticia urgente falando sobre o incidente no teatro, mas a pergunta é: Como foi que eles conseguiram tais informações tão depressa? Como eles sabiam a idade do casal, a nacionalidade e o nome deles? Ou então, qual era a profissão dos outros sobreviventes que saíram a tempo, antes que o desabasse? Mal houve exploração das cenas seguintes as do colapso, e que eu me lembro, não tinha um carro de reportagens próximo ao local. Pelo menos, não explicito.
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“[...] O que se sabe é que assim como Sam Lewton na ponte e assim como Alex Browing no vôo 180, Charlie alega ter tido uma premonição e avisou o que iria ocorrer, com isso foi expulso do local junto com a namorada, os policiais, o lutador e a bailarina teriam saído por terem acreditado no que o jovem disse, o casal atualmente está hospedado em um hotel próximo ao teatro.” Eu volto a me perguntar: como ela sabia que foi Sam quem teve a premonição na ponte? Mesmo no quinto filme, eles não falam nada sobre os sobreviventes que escaparam. Indagavam apenas os motivos pelos quais eles acreditavam que a ponte caiu. As únicas pessoas que sabiam disso eram os sobreviventes e o agente Brock, o responsável pelas interrogações. Informações sigilosas da policia não vazam assim. O mesmo ponto de vista, eu atribuo ao caso do voo 180. No segundo filme, quando Kimberly foi procurar pistas sobre o que estava acontecendo, ela procurou por sites obscuros da internet, não em sitio de jornais. Também, como a repórter soube que os jovens foram expulsos do local? Que eu saiba, o dono do teatro foi um dos primeiros a morrer. A noticia foi resumida e apresentou pontos que, em um jornal normal, não ocorreria. Se a repórter sabia que um dos sobreviventes era um lutador e a outra, era bailarina, ao menos, eles deveriam ser famosos, e se esse é o caso, os nomes geralmente são revelados.
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Um dos muitos pontos positivos do capitulo foi à conversa entre os policiais. Eles tentando encontrar um porque para tudo aquilo. Procurando as respostas, mesmo no obvio, que seriam a bruxaria e a magia negra. Eu adorei. Eu gostaria de ver em um futuro próximo, como seria o andamento das investigações. Quebraria toda a mesmice que aparece nas fanfictions do gênero. Nunca vi algo do tipo.
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Na minha opinião, o que acabou estragando a discussão acalorada dos dois policiais, foi a cena seguinte, quando eles perguntam ao menino o que ele sabia. Ficaria tudo bem se ele tivesse se referi apenas ao número 13, já que é conhecido nos Estados Unidos e em outras partes do mundo, como um número de azar.
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Entretanto, o número 180 foi algo mais inventado para o universo Premonição. Não haveria como ele saber, nem mesmo os personagens dos filmes percebem quando o veem. Também, não haveria possibilidade de o garoto saber o número do ônibus, a menos que ele fosse um expert no assunto. Mesmo se alguém procurasse por algo, a respeito, esse caso não foi reportado. O de ter um visionário na Northbay, e que ele estaria naquele ônibus, mais precisamente.
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Eu gostei de vê o bom relacionamento que o Charlie tem com os seus pais. A mãe é religiosa, o pai é uma pessoa compreensível. Impressão minha, ou eu vi uma referencia a Premonição 2, aqui?
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É legal, quando eu encontro em uma fanfiction, não a referencia a apenas um filme da série, mas de toda a série.
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Os pais do Charlie me pareceram um pouco indiferentes com ele, se ficaram preocupados com a segurança do garoto, não mostraram. O máximo que o pai comentou, foi o fato da namorada do filho dormi uma noite na casa deles. Eu me lembrei, agora, de Modern Family.
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Por fim, a cena do necrotério. Eu não falei nada antes sobre o Charlie ter comentado de que iria procurar o William, mas há um erro no que ele falou. Sam não procurou o Bludworth, foi ele quem apareceu como legista para recolher os cadáveres dos sobreviventes que estavam morrendo e Sam conversou com ele apenas duas vezes, uma, no ginásio e, outra, na faixada de um SPA.
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Quando eu li o final do capitulo, não senti que o Charlie conversava com o William Bludworth. A personalidade dele foi deturpada. O William dos filmes, não conversa dessa maneira. Ele é um personagem sombrio, logo, conversa fazendo enigmas de como se pode escapar da Morte, como ele disse a Kimberly que só uma nova vida pode salvar a de outros. O que ele falou deu uma dupla interpretação para ela entender que ou ela morria e ressuscitava ou ela encontrava a mulher gravida. Ele também falava nada sobre sinais. Ele não é o juiz que dita às regras do jogo, como ele falou no quinto final, ele é apenas uma ferramenta que colhe os corpos no final.
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Espero que não fique magoado. O que eu falei não é para desanimá-lo, mas, para apontar os erros. Se você os vê agora, mais tarde, não irá errar. Há muito potencial, mas pouco é explorado na fic.
Nem conhecia essa tal Natasha, quanto a forma que a repórter falou, eu acabei não pensando nisso que você me falou, no filme os personagens só encontram informações sobre a morte em sites bem diferente de jornais, agora já era, o lutador e a bailarina posso dizer que eles não são bem conhecidos, estão no principio de suas carreiras, nem lembrei desse caso de premonição 2, kkk, também nem lembrava que na verdade o William é que tinha encontrado o Sam, aquela conversa que o William teve com o Charlie foi pra dar uma modificada mesmo, pra mostrar que ele também já foi uma pessoa normal e depois se transformou nesse ''juiz que dita às regras do jogo'', esqueci de colocar as falas sobre os sinais. Não ficarei magoado não, é bom descobrir os erros desde o principio pra concertá-los a tempo
A história é muito legal, espero que nos próximos capítulos estejam assim ou até melhor.Cada vez que você lê mais vontade dá para ler. Interessantte de mais.
Glicia, novamente, meu obrigado por comentar a nossa história! Espero que realmente esteja gostando, porque é apenas uma diversão. De fã para fã, sabe? Continue acompanhando a história e, se possível, pause a leitura no capítulo 3. Ainda estou adaptando a quarta parte. :p