O que dizer desse episódio? Gente, a carga emocional foi avassaladora, como é de seu feitio, né, Dropping?
Iniciando: a cor branca, paz. Será mesmo a infindável paz? Será que eles encontraram? A doutora mais fodona, que passou um sufoco no qual eu temi por sua morte – e que resultou numa perda marcante –, comentou isso no fim de seu POV. Mas, em contrapartida, você, para quebrar tudo como uma enzima protéica, apresentou-nos uma morte chocante, na qual abordarei justamente agora.
Adeus, Ana. A morte da jovem foi algo inesperado, e conveio com a situação. O ciclo dela estava fechado. Ela findara os eixos com Sabrina, levando-a, mas, notavelmente, sem saber, como ela mesma secretou a Otávio, que, por algum acaso, se mostrou uma pessoa muito humana. Acredito que isso trará implicações, embora o grupo já esteja emotivamente acostumado – não ao ponto da frieza – com tudo que envolve esse mundo inóspito. Foi algo de uma forma bem legal, digno de fim de temporada, com uma morte não desesperadora, como esperam, mas trabalhada racionalmente, para afetar-nos como agulhas venenosas – ou, caso queira, numa perspectiva ainda mais subjetiva e reflexiva, como deve ter sido teu intento.
Otávio e seu lado sereno e Carolina suicida. Será que foi a convivência com Cecília que o fez ficar tão humano? Sim, ele mostrou um lado que eu não conhecia – ou que ele tivesse retraído e mostrado infimamente. Carolina, por sua vez, mostrou-se que, embora tivesse uma grande evolução na segunda temporada – na primeira, ela só fazia merda –, ela ainda pode regredir de acordo com as circunstâncias, como foi a morte de Jonas. O notável é que ela parece ter tendências suicidas, algo que já deve ser inerente, vide sua primeira tentativa. Acho que a mente dela não é muito boa, o que pode dar um plot maneiro também.
Conflitos psicológicos. A morte de Sabrina foi o ápice para Ana, que obteve seu desfecho de forma divina. Imagino que, assim como houve para a morena, para os outros mais próximos, uma situação se desenrolará, um legado bom ou ruim de seu fim, seja sofrendo, crescendo, regredindo ou refletindo, como foi provado numa de suas falas; algo como: “algumas coisas precisam acontecer”.
Nanda e suas garras maternais. O que eu tenho a dizer sobre ela é curto: ela se tornará a nova badass da série, e inclusive imagino que ela ultrapassará Vicky. Falando nela, próximo ponto.
Vicky e figuração. Ando percebendo que seu brilho foi sendo ofuscado no decorrer dos episódios. Não me entenda errado, eu até gosto disso; outros personagens precisam – e devem – ser explorados. Ficar presos a protagonistas é, muitos vezes, o estopim para a queda de histórias. Sabe, quando se torna extremamente broxante, como é o caso de Naruto – e até de TWD, onde eles se recusam a matar alguém do lado protegido (Carl, Michonne, Daryl, Maggie, Glenn e, recentemente, Carol).
A vida por um fio. Hugo sofreu vários atentados, que colocaram sua vida em risco. Essa última, tema recorrente no episódio, trouxe à tona o lado hospitalar de Faye – que vou apontar logo depois. É interessante perceber que, independente de seu estado patológico, ele sempre será uma trama: vivo, tem o seu ilustríssimo quadrado amoroso; inconsciente, é alvo de preocupação de Tânia e dos outros, que nutrem um afeto grande pelo jovem; e, inclusive morto, que será um baque enorme para o grupo.
O desenvolvimento da doutora e seu parceiro louco. Ela é uma pessoa muito inteligente (vide tratamentos de Hugo) e estou ansioso pra conhecer seus aparatos na Fortaleza e suas convivências. Agora, sobre Arantes: o cara é um louco! Precisava esfaquear o cara até a morte desse jeito brutal? Pareceu estar sem remorso, o que prova o sangue frio – uma adaptação à vida atual – ou um regresso, o que, claro, é mais legal de se ver, já que ele pode ser um psicopata e potencial.
Tributos aos Mortos. A menção de Ana sobre Sabrina foi algo que, mesmo você não sabendo, supriu a minha necessidade. Embora a loira fosse aquela vadia que tivemos conhecimento desde o início da coisa, a mesma jovem que passou por tantas coisas que, infelizmente, a modificaram de um jeito ruim, ela foi uma boa personagem – e, caso você seja um hater, leve para o lado técnico da história, a qual ela interferiu com sua trama imanente.
Os flashbacks. Achei, a princípio, que os flashbacks fossem aleatórios, mas percebi que, além de enriquecer o enredo, ele também traz coisas que a gente não sabia, como foi o desdobramento do lance inicial entre o triângulo amoroso mais amado/odiado da história. Tenho quase certeza que ele terá influência na história, seja para conhecermos melhor os protagonistas – que, agora, foram reduzidos de cinco a três; mas que não deixam de ser os protagonistas, mesmo que embora ausentes – ou para atrelar diretamente à estória, como pode ser o caso de Matias, que conhecemos um pouco aquele cara presente nos inícios dos episódios – o mesmo que estava isolado numa ilha no início da epidemia?
Temporalidade. Depois de citar os flashbacks, eu não podia deixar de falar da linha cronológica que Quebranto está tecendo: iniciando com um prólogo tentador e voraz, regressamos ao início de tudo, apresentando plots que foram, aos poucos, explorados no decorrer da primeira temporada, até o fim, representado sobretudo na morte de Luca. Agora, no entanto, sabemos que as coisas podem regressar ainda mais, como já foi inclusive mostrado; o caso da reaparição de Faye, que já fora apresentada, e de personagens como Diana e família. Momentaneamente, aos flashbacks trarão uma narrativa divertida e deliciosa de se ler, onde poderemos conhecer mais os personagens, como escrevi acima, mas também, caso aconteça, como você insinuou nas notas, um pontilho direto no enredo, ou inclusive um miniarco paralelo à história e enredo principal da nova season.
A nova season. Fiquei ansioso para isso. Acredito que vários plots criativos, como tudo que ocorreu, ainda estão por vir. Temo pela vida desse enorme grupo, mas é assim que se segue – e também, sem sangue não há emoção, há há. A fortaleza nos espera, o que me lembra de fazer uma pergunta fatídica, a qual eu mesmo responderei: por que chamar tal temporada de “A Fortaleza”, sendo que não fomos apresentados? Eu ia fazer tal indagação, até perceber, em termos técnicos, que o que moveu toda a terceira temporada foi justamente essa incógnita que será trabalhada na próxima estação de episódios.
No mais, só tenho a elogiar.
Ah, claro.
Coda, um episódio controverso. Não podia deixar de discorrer sobre minha série favorita. Embora você tenha gostado – e eu o respeito; gosto é gosto –, eu já compartilho de uma diferente opinião. Como sabe, o foco do episódio acabou sendo minha personagem favorita do show e, para falar dele, preciso ponderar sobre ela.
Você já devia saber que eu era fã da Beth. Desde a segunda temporada, onde a loirinha figurante tentou se suicidar, eu já gostava dela. Acho que sofro de algum complexo de figuração, pois adoro personagens que não estejam tão em evidência, mas isso não vem o caso. O que quero dizer é que ela sempre foi uma pessoa frágil – cujo produtor, naquela época, estava totalmente indiferente, o que causou no ódio geral, achando-a uma personagem inútil e dispensável. Na quarta temporada, ela foi promovida a elenco regular – foi arrastada durante duas seasons como recorrente – e começou a ser desenvolvida, um ótimo trabalho do showrunner atual, que esqueci o nome. Ela obteve alguns episódios – Still e Alone – para seu desenvolvimento, que acabou afetando diretamente o queridinho do público, Daryl. Acharam, então, que ela fosse se tornar o par amoroso, uma mera ilusão dos fãs.
Recentemente, ganhando mais destaque e publicidade – que alguns haters dizem que foi para dar um up na carreira dela de cantora –, onde seu nome foi inclusive listado nos créditos “oficiais” da abertura, ela teve seu episódio solo, Slabtown. Neste, houve sua verdadeira evolução: ela passou de uma garota mimada para uma mulher forte e destemida. Não deixou, entretanto, sua qualidade inerente, que era a esperança – dentre os padrões da realidade, como se prova quando ela disse para Dawn que ninguém viria salvá-los – e o otimismo.
Como sempre, personagens nesse show que recebem destaque, como foi o caso de Hershel, Andrea e Merle, são levados para morte. Acredito que isso seja para causar mais impacto durante a morte, pois o público estará gostando do personagem e sentirá mais falta. Isso aconteceu com a Beth, que, no decorrer do tempo, angariou uma boa leva de fãs; por resultado, a morte dela foi polêmica – pontos para eles – e rendeu boas discussões nos sites, fóruns e em redes sociais, como foi a tag #RIPBeth.
Não haveria problemas que ela morresse, pelo contrário, até ficaria melhor que ela saísse de uma forma de boa. No entanto, o que aconteceu foi o contrário: despacharam a personagem bruscamente, num erro tolo que não condizia com ela depois de tudo que ela passou. Foi quase como se eles só quisessem eliminá-la para dar mais um plot para Daryl – e Maggie, que andou perdendo brilho por aí –, o personagem mais rentável da série, o mesmo que eu abomino justamente por isso. Ela cometeu sua própria morte. Poderia ter saído de uma forma comum do hospital, mas os produtores, por uma regra tácita que pensam que em toda midseason deve haver uma morte, eliminaram-na de um sentido mongol. Além dos spoilers que vazaram, já era sabida a sua morte – muito embora a sonoplastia e a fotografia tenha salvado a emoção após a cena chocante. Reconheço que foi algo surpreendente aquela morte, mas foi forçado demais.
Acho que inclusive Kinney, quem interpreta a personagem, não deve ter gostado muito da decisão. Ela foi uma das pessoas que, após o fim da série, demonstrou o tanto que gostava do trabalho. Repercutiu no Twitter e em seu Instagram e também no Talking Dead, onde ela chorou e ficou emocionada depois de tudo.
Mas, para me conformar com essa coisa desnecessária, prefiro ver por um lado que não a deixe tão burra como pareceu, a merda que os produtores fizeram. Ela morreu tentando salvar Noah – e não numa atitude impulsiva de se vingar de Dawn – e o resto do pessoal do hospital. Creio que todo esse arco foi simplesmente para enrolar, matar ela e causar um baque, que conseguiram, mas, em meu ponto de vista, de uma forma ruim, e por conseqüência, dar mais um plot para Daryl, que renderá lucros, e para Maggie, uma personagem que se apagou e que muitos estão torcendo para que pulem fora da série, junto com seu par insuportável.
No mais, achei que desperdiçaram a personagem. Deveriam ter dado uma morte mais digna, muito embora eu saiba que nem todas mortes são heróicas, mas também não precisam ser estúpidas.
Acho que o review ficou meio grande. Saiba que estou ansioso para os próximos. Demora não, tá?
Acho que esse foi o melhor final de temporada de todos até agora, eu só não esperava a morte da Ana. Eu, junto com a Carol e com a Ana, achei que a própria Carol seria a próxima a morrer no grupo de protagonistas.
Estou ansioso para ver como é essa tal de Fortaleza. Tomara que os pais e o irmão da Victoria estejam lá e também o Matias, eu acho que ele daria um bom personagem.
VOLTEEEEEEEEI DROPPING TCHUTCHUCO MDS Q SAUDADES!!! TEM TANTA NOVIDADE EU TO PERDIDA ASLKDJSAKLJ VOU LER OS PRÓXIMOS E JÁ COMENTO! BEIJÃO SOCORRO AJSLKDJSLAKJD AH
obs.: inconformada com a morte da Ana (eu esqueci algumas outras coisinhas pq não li hoje, maaas tudo bem, estou aqui novamente uhu)
O que dizer desse episódio? Gente, a carga emocional foi avassaladora, como é de seu feitio, né, Dropping?
Iniciando: a cor branca, paz. Será mesmo a infindável paz? Será que eles encontraram? A doutora mais fodona, que passou um sufoco no qual eu temi por sua morte – e que resultou numa perda marcante –, comentou isso no fim de seu POV. Mas, em contrapartida, você, para quebrar tudo como uma enzima protéica, apresentou-nos uma morte chocante, na qual abordarei justamente agora.
Adeus, Ana. A morte da jovem foi algo inesperado, e conveio com a situação. O ciclo dela estava fechado. Ela findara os eixos com Sabrina, levando-a, mas, notavelmente, sem saber, como ela mesma secretou a Otávio, que, por algum acaso, se mostrou uma pessoa muito humana. Acredito que isso trará implicações, embora o grupo já esteja emotivamente acostumado – não ao ponto da frieza – com tudo que envolve esse mundo inóspito. Foi algo de uma forma bem legal, digno de fim de temporada, com uma morte não desesperadora, como esperam, mas trabalhada racionalmente, para afetar-nos como agulhas venenosas – ou, caso queira, numa perspectiva ainda mais subjetiva e reflexiva, como deve ter sido teu intento.
Otávio e seu lado sereno e Carolina suicida. Será que foi a convivência com Cecília que o fez ficar tão humano? Sim, ele mostrou um lado que eu não conhecia – ou que ele tivesse retraído e mostrado infimamente. Carolina, por sua vez, mostrou-se que, embora tivesse uma grande evolução na segunda temporada – na primeira, ela só fazia merda –, ela ainda pode regredir de acordo com as circunstâncias, como foi a morte de Jonas. O notável é que ela parece ter tendências suicidas, algo que já deve ser inerente, vide sua primeira tentativa. Acho que a mente dela não é muito boa, o que pode dar um plot maneiro também.
Conflitos psicológicos. A morte de Sabrina foi o ápice para Ana, que obteve seu desfecho de forma divina. Imagino que, assim como houve para a morena, para os outros mais próximos, uma situação se desenrolará, um legado bom ou ruim de seu fim, seja sofrendo, crescendo, regredindo ou refletindo, como foi provado numa de suas falas; algo como: “algumas coisas precisam acontecer”.
Nanda e suas garras maternais. O que eu tenho a dizer sobre ela é curto: ela se tornará a nova badass da série, e inclusive imagino que ela ultrapassará Vicky. Falando nela, próximo ponto.
Vicky e figuração. Ando percebendo que seu brilho foi sendo ofuscado no decorrer dos episódios. Não me entenda errado, eu até gosto disso; outros personagens precisam – e devem – ser explorados. Ficar presos a protagonistas é, muitos vezes, o estopim para a queda de histórias. Sabe, quando se torna extremamente broxante, como é o caso de Naruto – e até de TWD, onde eles se recusam a matar alguém do lado protegido (Carl, Michonne, Daryl, Maggie, Glenn e, recentemente, Carol).
A vida por um fio. Hugo sofreu vários atentados, que colocaram sua vida em risco. Essa última, tema recorrente no episódio, trouxe à tona o lado hospitalar de Faye – que vou apontar logo depois. É interessante perceber que, independente de seu estado patológico, ele sempre será uma trama: vivo, tem o seu ilustríssimo quadrado amoroso; inconsciente, é alvo de preocupação de Tânia e dos outros, que nutrem um afeto grande pelo jovem; e, inclusive morto, que será um baque enorme para o grupo.
O desenvolvimento da doutora e seu parceiro louco. Ela é uma pessoa muito inteligente (vide tratamentos de Hugo) e estou ansioso pra conhecer seus aparatos na Fortaleza e suas convivências. Agora, sobre Arantes: o cara é um louco! Precisava esfaquear o cara até a morte desse jeito brutal? Pareceu estar sem remorso, o que prova o sangue frio – uma adaptação à vida atual – ou um regresso, o que, claro, é mais legal de se ver, já que ele pode ser um psicopata e potencial.
Tributos aos Mortos. A menção de Ana sobre Sabrina foi algo que, mesmo você não sabendo, supriu a minha necessidade. Embora a loira fosse aquela vadia que tivemos conhecimento desde o início da coisa, a mesma jovem que passou por tantas coisas que, infelizmente, a modificaram de um jeito ruim, ela foi uma boa personagem – e, caso você seja um hater, leve para o lado técnico da história, a qual ela interferiu com sua trama imanente.
Os flashbacks. Achei, a princípio, que os flashbacks fossem aleatórios, mas percebi que, além de enriquecer o enredo, ele também traz coisas que a gente não sabia, como foi o desdobramento do lance inicial entre o triângulo amoroso mais amado/odiado da história. Tenho quase certeza que ele terá influência na história, seja para conhecermos melhor os protagonistas – que, agora, foram reduzidos de cinco a três; mas que não deixam de ser os protagonistas, mesmo que embora ausentes – ou para atrelar diretamente à estória, como pode ser o caso de Matias, que conhecemos um pouco aquele cara presente nos inícios dos episódios – o mesmo que estava isolado numa ilha no início da epidemia?
Temporalidade. Depois de citar os flashbacks, eu não podia deixar de falar da linha cronológica que Quebranto está tecendo: iniciando com um prólogo tentador e voraz, regressamos ao início de tudo, apresentando plots que foram, aos poucos, explorados no decorrer da primeira temporada, até o fim, representado sobretudo na morte de Luca. Agora, no entanto, sabemos que as coisas podem regressar ainda mais, como já foi inclusive mostrado; o caso da reaparição de Faye, que já fora apresentada, e de personagens como Diana e família. Momentaneamente, aos flashbacks trarão uma narrativa divertida e deliciosa de se ler, onde poderemos conhecer mais os personagens, como escrevi acima, mas também, caso aconteça, como você insinuou nas notas, um pontilho direto no enredo, ou inclusive um miniarco paralelo à história e enredo principal da nova season.
A nova season. Fiquei ansioso para isso. Acredito que vários plots criativos, como tudo que ocorreu, ainda estão por vir. Temo pela vida desse enorme grupo, mas é assim que se segue – e também, sem sangue não há emoção, há há. A fortaleza nos espera, o que me lembra de fazer uma pergunta fatídica, a qual eu mesmo responderei: por que chamar tal temporada de “A Fortaleza”, sendo que não fomos apresentados? Eu ia fazer tal indagação, até perceber, em termos técnicos, que o que moveu toda a terceira temporada foi justamente essa incógnita que será trabalhada na próxima estação de episódios.
No mais, só tenho a elogiar.
Ah, claro.
Coda, um episódio controverso. Não podia deixar de discorrer sobre minha série favorita. Embora você tenha gostado – e eu o respeito; gosto é gosto –, eu já compartilho de uma diferente opinião. Como sabe, o foco do episódio acabou sendo minha personagem favorita do show e, para falar dele, preciso ponderar sobre ela.
Você já devia saber que eu era fã da Beth. Desde a segunda temporada, onde a loirinha figurante tentou se suicidar, eu já gostava dela. Acho que sofro de algum complexo de figuração, pois adoro personagens que não estejam tão em evidência, mas isso não vem o caso. O que quero dizer é que ela sempre foi uma pessoa frágil – cujo produtor, naquela época, estava totalmente indiferente, o que causou no ódio geral, achando-a uma personagem inútil e dispensável. Na quarta temporada, ela foi promovida a elenco regular – foi arrastada durante duas seasons como recorrente – e começou a ser desenvolvida, um ótimo trabalho do showrunner atual, que esqueci o nome. Ela obteve alguns episódios – Still e Alone – para seu desenvolvimento, que acabou afetando diretamente o queridinho do público, Daryl. Acharam, então, que ela fosse se tornar o par amoroso, uma mera ilusão dos fãs.
Recentemente, ganhando mais destaque e publicidade – que alguns haters dizem que foi para dar um up na carreira dela de cantora –, onde seu nome foi inclusive listado nos créditos “oficiais” da abertura, ela teve seu episódio solo, Slabtown. Neste, houve sua verdadeira evolução: ela passou de uma garota mimada para uma mulher forte e destemida. Não deixou, entretanto, sua qualidade inerente, que era a esperança – dentre os padrões da realidade, como se prova quando ela disse para Dawn que ninguém viria salvá-los – e o otimismo.
Como sempre, personagens nesse show que recebem destaque, como foi o caso de Hershel, Andrea e Merle, são levados para morte. Acredito que isso seja para causar mais impacto durante a morte, pois o público estará gostando do personagem e sentirá mais falta. Isso aconteceu com a Beth, que, no decorrer do tempo, angariou uma boa leva de fãs; por resultado, a morte dela foi polêmica – pontos para eles – e rendeu boas discussões nos sites, fóruns e em redes sociais, como foi a tag #RIPBeth.
Não haveria problemas que ela morresse, pelo contrário, até ficaria melhor que ela saísse de uma forma de boa. No entanto, o que aconteceu foi o contrário: despacharam a personagem bruscamente, num erro tolo que não condizia com ela depois de tudo que ela passou. Foi quase como se eles só quisessem eliminá-la para dar mais um plot para Daryl – e Maggie, que andou perdendo brilho por aí –, o personagem mais rentável da série, o mesmo que eu abomino justamente por isso. Ela cometeu sua própria morte. Poderia ter saído de uma forma comum do hospital, mas os produtores, por uma regra tácita que pensam que em toda midseason deve haver uma morte, eliminaram-na de um sentido mongol. Além dos spoilers que vazaram, já era sabida a sua morte – muito embora a sonoplastia e a fotografia tenha salvado a emoção após a cena chocante. Reconheço que foi algo surpreendente aquela morte, mas foi forçado demais.
Acho que inclusive Kinney, quem interpreta a personagem, não deve ter gostado muito da decisão. Ela foi uma das pessoas que, após o fim da série, demonstrou o tanto que gostava do trabalho. Repercutiu no Twitter e em seu Instagram e também no Talking Dead, onde ela chorou e ficou emocionada depois de tudo.
Mas, para me conformar com essa coisa desnecessária, prefiro ver por um lado que não a deixe tão burra como pareceu, a merda que os produtores fizeram. Ela morreu tentando salvar Noah – e não numa atitude impulsiva de se vingar de Dawn – e o resto do pessoal do hospital. Creio que todo esse arco foi simplesmente para enrolar, matar ela e causar um baque, que conseguiram, mas, em meu ponto de vista, de uma forma ruim, e por conseqüência, dar mais um plot para Daryl, que renderá lucros, e para Maggie, uma personagem que se apagou e que muitos estão torcendo para que pulem fora da série, junto com seu par insuportável.
No mais, achei que desperdiçaram a personagem. Deveriam ter dado uma morte mais digna, muito embora eu saiba que nem todas mortes são heróicas, mas também não precisam ser estúpidas.
Acho que o review ficou meio grande. Saiba que estou ansioso para os próximos. Demora não, tá?
Er, isso ficou meio grande. Desculpa.
Acho que esse foi o melhor final de temporada de todos até agora, eu só não esperava a morte da Ana. Eu, junto com a Carol e com a Ana, achei que a própria Carol seria a próxima a morrer no grupo de protagonistas.
Estou ansioso para ver como é essa tal de Fortaleza. Tomara que os pais e o irmão da Victoria estejam lá e também o Matias, eu acho que ele daria um bom personagem.
VOLTEEEEEEEEI DROPPING TCHUTCHUCO MDS Q SAUDADES!!! TEM TANTA NOVIDADE EU TO PERDIDA ASLKDJSAKLJ VOU LER OS PRÓXIMOS E JÁ COMENTO! BEIJÃO SOCORRO AJSLKDJSLAKJD AH
obs.: inconformada com a morte da Ana (eu esqueci algumas outras coisinhas pq não li hoje, maaas tudo bem, estou aqui novamente uhu)
:)x
Chorando aqui :( :( :( :(