Uma história encantadora,... O primeiro capítulo está lindo, encheu meus olhos... Amei a introdução da trama. Você veio inspirado para essa fic, Lucas. Uma história simples e sensível!
Acho o mundo das artes ótimo! Já imagino muitas reviravoltas.
Os melhores: Introdução lindamente escrita;
Autor inspirado; Um casal encantador, mágico; Yolanda e sua acidez: - "Tão doce que dá diabetes! Por mim, ela mudava para Marte!". Ficou ótima.
Não teve nada de pior.
Palmas para você! Ou melhor Tocantins inteiro... rsrsrs
Então, eu gostei da tua temática, parece ser um tanto interessante (retratar uma moça cega).
Mas, algumas coisas incomodaram um pouquinho...
Que tal investir em descrições? Isso deixa o escritor mais a par da história, faz com que imagine a cena. A história fica mais rica.
Evite mudar de assunto muito rápido. Deixe que a personagem interaja com o leitor. Deixe-os confortáveis. Você muda de assunto muito rápido. Descreva as personagens, o motivo pelo qual estão no capítulo.
Eu ainda tenho grande expectativa pela história! Tenho certeza que serei surpreendida...
Até lá, boa sorte!
Caso queira colocar mistério (o que é muito bom) deixe para o fim do capítulo. Seja mais calmo em sua escrita.
Oii, tudo bem? Bom, estou passando aqui porque gosto de dizer o que me agrada e o que não me agrada em um história. Espero que leve isso como uma critica construtiva:
E primeiro lugar, a sinopse, é bastante atraente, mas parece que está faltando algo nela... Como uma frase épica com um desfecho emocionante.
Eu gostei bastante de investir em uma personagem cega, até porque é difícil ver coisas assim no Nyah! Principalmente e originais.
Uma coisa que não me agradou muito foram os diálogos, como por exemplo no inicio quando ela está conversando com a mãe. Ela faz um simples comentário sobre o cheio do mar e a mãe dela já toca no assunto da cegueira, geralmente, esse tipo de coisa é evitada pela família.
Na ultima parte quando eles se encontram foi a parte que mais me deixou intrigada. Como a pessoa sente cheio de tinta na praia? OK, eu sei que o ofato dela é apurado e tals, mas mesmo assim, isso me intrigou um pouco. Depois ela foi andando até o local onde o homem estava sem esbarrar em nada, e foi diretamente ao encontro desse homem.
Quando ele olha para a menina, ele não demostra nenhum espanto por ela ser cega, mesmo que não haja nenhum preconceito da parte dele, ele deveria ao menos hesitar antes de falar com ela. Ai ele começa a falar das cores para uma menina desconhecida cega que do nada começou a falar com ele. Onde estava a mãe dela nesse momento? Geralmente nesse tipo de casa há um tipo de super proteção da parte da família, pelo fato de ela não poder andar por ai sozinha.
Quando eles terminam a "conversa" ele simplesmente pede para vê-li de novo. Isso soou um pouco atirado da parte dela. Você poderia dizer que ela voltou pra casa pensando em como ele descreveu as cores, ou em como ele foi paciente ao explica-la, e talvez rolar alguns emcontros imprevistou entre o casal na Fic, não sei se você entendeu o que eu quis dizer.
Uma coisa que me chamou muito atenção foi que a Fic se passa no Brasil! Quando eu li isso fiquei ainda mais intrigada com o rumo que essa história irá tomar.
Espero que tenha compreendido as minhas observações.
Beijos, de sua mais nova leitora
-L
Olha, muito obrigado! Espero que você seja minha nova leitora mesmo. Eu posso ser o seu. A mãe de Dalila, a cega, dá liberdade e livre árbitro para a garota. Bernardo, o pintor, sabia que a moça era cega, mas ele é doce e sensível e prefere não reparar nisso, e sim, no interior.
Achei a proposta da fic genial, vou acompanhar e ver o desenrolar dessa história que se passa aqui em meu Estado. Quem sabe um dia não esbarro com eles em Copacabana? :D
Achei muito interessante a proposta da história. Eu estava pensando exatamente sobre esse assunto esses dias e... caiu como uma luva. É difícil imaginar como um cego imagina cores. Que tipo de cores ele imaginaria? Será que ele imagina cores ou só formas? Aliás, como ele imagina as coisas?
Acompanharei e tentarei comentar em todos os capítulos alguma coisa decente. Até lá o/
Uma história encantadora,... O primeiro capítulo está lindo, encheu meus olhos... Amei a introdução da trama. Você veio inspirado para essa fic, Lucas. Uma história simples e sensível!
Acho o mundo das artes ótimo! Já imagino muitas reviravoltas.
Os melhores: Introdução lindamente escrita;
Autor inspirado; Um casal encantador, mágico; Yolanda e sua acidez: - "Tão doce que dá diabetes! Por mim, ela mudava para Marte!". Ficou ótima.
Não teve nada de pior.
Palmas para você! Ou melhor Tocantins inteiro... rsrsrs
Parabéns! Sucesso...
Vlw linda Queri
Olá!!
Então, eu gostei da tua temática, parece ser um tanto interessante (retratar uma moça cega).
Mas, algumas coisas incomodaram um pouquinho...
Que tal investir em descrições? Isso deixa o escritor mais a par da história, faz com que imagine a cena. A história fica mais rica.
Evite mudar de assunto muito rápido. Deixe que a personagem interaja com o leitor. Deixe-os confortáveis. Você muda de assunto muito rápido. Descreva as personagens, o motivo pelo qual estão no capítulo.
Eu ainda tenho grande expectativa pela história! Tenho certeza que serei surpreendida...
Até lá, boa sorte!
Caso queira colocar mistério (o que é muito bom) deixe para o fim do capítulo. Seja mais calmo em sua escrita.
Valeu!
Olha, muito obrigado! Espero que você seja minha nova leitora mesmo. Eu posso ser o seu. A mãe de Dalila, a cega, dá liberdade e livre árbitro para a garota. Bernardo, o pintor, sabia que a moça era cega, mas ele é doce e sensível e prefere não reparar nisso, e sim, no interior.
Achei a proposta da fic genial, vou acompanhar e ver o desenrolar dessa história que se passa aqui em meu Estado. Quem sabe um dia não esbarro com eles em Copacabana? :D
Obrigado por comentar. Espero vc nos próximos capítulos, que já foram postados. Outros virão em breve. Vlw 😜😜👍👍👍
Olá, bom dia. :3
Achei muito interessante a proposta da história. Eu estava pensando exatamente sobre esse assunto esses dias e... caiu como uma luva. É difícil imaginar como um cego imagina cores. Que tipo de cores ele imaginaria? Será que ele imagina cores ou só formas? Aliás, como ele imagina as coisas?
Acompanharei e tentarei comentar em todos os capítulos alguma coisa decente. Até lá o/
OK. Vlw pelo review e até os próximos capítulos