Ainda não li, mas irei ler a qualquer momento. Porém, só passei aqui pra ser o primeiro a comentar e deixar os inimigos no chão. E também pra dizer que você é meu e que ainda espero você. Estou me guardando ): Não me esnobe, vizinho de estado. KK s2
Pois é, eu deveria estar escrevendo para o Nano ou estudando para a minha prova, mas como procrastinar é a arte que me define... estava eu vagueando por grupos do facebook quando me deparo com uma propaganda e pensei... por que não? Não tenho nada de melhor para fazer mesmo(sinta a ironia). Mas eis me aqui.
Falemos agora sobre coisa mais importante, sobre o texto. Confesso que demorei um 'cadinho pra compreender o que se passava, o lance de almas gêmeas e "renascimentos?" (e mais ainda pra entender que o romance envolvia dois homens — sim, eu sou um lento que não lê notas e avisos por medo de spoilers). Mas consegui identificar logo de cara que o narrador estava ou já tinha morrido (pontos para mim xD ).
Enfim, eu gostei da profundidade dada ao narrador, achei bem trabalhada, apesar de achar confusa a maneira como ele soltava alguns comentários, mas achei charmoso isso, de fato, singular. Não sei se foi a tua intenção expor as frases assim, mas ficou mesmo parecendo uma pequena confusão "pré-morte", ao mesmo estilo que resolvera lançar as cenas e lembranças do narrador de maneira desordenada, para arremeter a um momento de morte. Pode ser que nenhuma das duas coisas tenham sido de sua intenção... mas eu gosto de procurar sentido em tudo, por mais que não se tenha de fato um sentido.
Acabo falando falando e não dizendo nada, na verdade eu não sei muito o que dizer, mas, como li e gostei, não poderia ficar aqui sem comentar. Provavelmente meu review não influenciará ou ajudará em muita coisa. Mas cá o deixarei.
Novamente, gostei do texto, talvez uma revisada a mais pudesse limar umas arestas pontudas. Mas, no geral, a escrita foi leve, cativante e com um diferencial pessoal, é sempre bom ver e encontrar aqui no Nyah autores que conseguem passar um estilo próprio(ou ao menos um estilo mais incomum) de escrita.
Enfim, sem mais enfim's, já me prolonguei por demais aqui.
Um abraço, desejo-lhe sucesso e mais reviews.
Atenciosamente,
Hunt.
O que mais gostei:
Nao sei dizer ao certo. Gostei dos "saltos" e "vaivens" narrativos, coube bem na tragedia em primeira pessoa.
O que acho que pode melhorar:
Algumas virgulas e algumas palavras trocadas, eu acho.
Primeiramente, obrigado pelo review! Esse é meu tipo de escrita, Hunt. Se você der uma olhada na história Lamentações de Adriano vai notar que segue o mesmo caminho que Serei Eu. Faz uma semana que li o livro A Hora da Estrela e notei que tenho um pouco de Lispector em mim (BEM POUCO MESMO). Ela além do uso da metalinguística, usufrui da digressão. Não sou o mestre na mesma, mas tento escrever o que sinto, e às vezes acaba nisso.
Tento corrigi erros aqui e ali, mas acabam por me vencer. Um dia consigo! Obrigado novamente.
Ainda não li, mas irei ler a qualquer momento. Porém, só passei aqui pra ser o primeiro a comentar e deixar os inimigos no chão. E também pra dizer que você é meu e que ainda espero você. Estou me guardando ): Não me esnobe, vizinho de estado. KK s2
Olá, boa tarde!
Pois é, eu deveria estar escrevendo para o Nano ou estudando para a minha prova, mas como procrastinar é a arte que me define... estava eu vagueando por grupos do facebook quando me deparo com uma propaganda e pensei... por que não? Não tenho nada de melhor para fazer mesmo(sinta a ironia). Mas eis me aqui.
Falemos agora sobre coisa mais importante, sobre o texto. Confesso que demorei um 'cadinho pra compreender o que se passava, o lance de almas gêmeas e "renascimentos?" (e mais ainda pra entender que o romance envolvia dois homens — sim, eu sou um lento que não lê notas e avisos por medo de spoilers). Mas consegui identificar logo de cara que o narrador estava ou já tinha morrido (pontos para mim xD ).
Enfim, eu gostei da profundidade dada ao narrador, achei bem trabalhada, apesar de achar confusa a maneira como ele soltava alguns comentários, mas achei charmoso isso, de fato, singular. Não sei se foi a tua intenção expor as frases assim, mas ficou mesmo parecendo uma pequena confusão "pré-morte", ao mesmo estilo que resolvera lançar as cenas e lembranças do narrador de maneira desordenada, para arremeter a um momento de morte. Pode ser que nenhuma das duas coisas tenham sido de sua intenção... mas eu gosto de procurar sentido em tudo, por mais que não se tenha de fato um sentido.
Acabo falando falando e não dizendo nada, na verdade eu não sei muito o que dizer, mas, como li e gostei, não poderia ficar aqui sem comentar. Provavelmente meu review não influenciará ou ajudará em muita coisa. Mas cá o deixarei.
Novamente, gostei do texto, talvez uma revisada a mais pudesse limar umas arestas pontudas. Mas, no geral, a escrita foi leve, cativante e com um diferencial pessoal, é sempre bom ver e encontrar aqui no Nyah autores que conseguem passar um estilo próprio(ou ao menos um estilo mais incomum) de escrita.
Enfim, sem mais enfim's, já me prolonguei por demais aqui.
Um abraço, desejo-lhe sucesso e mais reviews.
Atenciosamente,
Hunt.
O que mais gostei:
Nao sei dizer ao certo. Gostei dos "saltos" e "vaivens" narrativos, coube bem na tragedia em primeira pessoa.
O que acho que pode melhorar:
Algumas virgulas e algumas palavras trocadas, eu acho.
Primeiramente, obrigado pelo review! Esse é meu tipo de escrita, Hunt. Se você der uma olhada na história Lamentações de Adriano vai notar que segue o mesmo caminho que Serei Eu. Faz uma semana que li o livro A Hora da Estrela e notei que tenho um pouco de Lispector em mim (BEM POUCO MESMO). Ela além do uso da metalinguística, usufrui da digressão. Não sou o mestre na mesma, mas tento escrever o que sinto, e às vezes acaba nisso.
Tento corrigi erros aqui e ali, mas acabam por me vencer. Um dia consigo! Obrigado novamente.