Comentários em “Dracocídio (versão descontinuada)”: “6º Assimetria - Falso e Verdadeiro”

Gisele Alvares Gonçalves
Destacado pelo autor

Por essa eu não esperava (como tudo nessa fic). Então o Myriel não foi bobo nem nada, ele estava era pondo uma armadilha pro Seth. Falando em Myriel... Eu queria saber mais sobre os cavaleiros de fogo. Tu vai explicar sobre eles mais tarde? Outra coisa que faz tempo que estou por pedir é um mapa desse mundo, existe alguma chance de rolar um mapa para nos situar melhor? Agora, sobre o Seth... O guri é mesmo muito viciado em dragão! Poxa, pra falar com o pai daquela forma, em meio a uma cerimônia, depois roubar a chave e tentar entrar no porão... Eu se fosse o Boris daria boas chineladas nele, e com a havaiana de pau! Don't worry, I'm joking... O negócio é que eu entendo o que o pai dele disse, realmente quanto mais comum e corriqueiro algo se torna menos sagrado fica (pois o sagrado significa algo especial), mas não deixa de ser um pouco cruel privar uma criança de seu objeto de adoração, quase propósito de vida, quando a esta mesma criança nem é permitido sair de casa. Acho que, pelo menos pro Seth, o Boris podia liberar as visitas. Tá, parei. Só mais uma coisa sobre esta primeira parte: Derick fiel a Boris? Não sei, eu se fosse ele teria um pé atrás. Talvez eu seja paranóica mesmo, mas nestas fics muito misteriosas tenho a tendência a desconfiar de tudo e todos.

Agora sim, a segunda parte: mais uma vez o Myriel nos surpreende, provando o quão esperto é! O que me faz pensar que a velhinha também era esperta, dando informações erradas pro Seth afim de levá-lo direto para os cavaleiros de fogo. No fim, velinha 1 x 0 Seth. Só uma coisa eu tenho a dizer sobre esta parte do capítulo: tu sabe como eu amo tua escrita, né? Só que eu senti falta de um pouco de dinamismo na narração da corrida de Seth. Sei lá, faltou vibração, agilidade... Thriller, como se diz em inglês. Tirando isto, estava ótimo como sempre.

Beijin, te aguardo em Amor e Morte em Camelot ;)

Luiz Fernando Teodosio

Enfim, depois de alguns adiamentos, cheguei ao seu último review, Gi.

Os cavaleiros de fogo são personagens importantes e certamente serão explorados ao longo da história, incluindo o próprio Myriel.

Sobre o mapa, olhe, sou péssimo pra desenho '-'. Mas, na verdade, eu não tenho em mente todo o mapa do mundo. Existem duas formas de se construir a geografia de um mundo. Há quem a elabore por inteira antes mesmo da escrita de uma história, e há aqueles que constroem o mundo de forma circunstancial, ou seja, depende do que a história pede. Eu me enquadro no segundo grupo. Eu até tenho o rascunho de outros lugares, mas tudo de forma bem rasa, apenas aguardando o momento para saber como esses tais lugares serão explorados na história. Por isso, ainda é cedo para eu pensar em um mapa. Só depois que a trama tiver mostrado diversos lugares é que poderei pedir para alguém rascunhar um mapa. Então, isso fica para o futuro ;)

Agora que ele conheceu um dragão de verdade, o Seph vai fazer de tudo para aproveitar esse sentimento em relação a algo que ele sempre sonhou. Ou seja, ele vai aprontar e dar dor de cabeça para alguns. E como você notou, é importante manter um certo distanciamento do dragão, para preservar sua integridade sagrada. Acontece que o Seph não vê o dragão como algo sagrado, mas como uma vida pela qual ele tem grande afeto. Sobre o Derick, bem, deixo essa incógnita em suspensão, rs.

Sobre a segunda parte, não sei se você se confundiu, ou se foi minha narração que não deixou isso claro. A velhinha deu as informações corretas pra ele, mas como Seph soube que havia cavaleiros de fogo para a cidade a qual ele se dirigia, resolveu tomar outro caminho, com risco de até se perder, para contornar essa cidade. Contudo, por ironia do destino, ele acabou se encontrando justamente com quem queria evitar: os cavaleiros de fogo.

Hm, irei reler essa cena da corrida de Seph nos parâmetros que você sugeriu. Obrigado pelo dica.

Gostaria de agradecer a leitura dos capítulos e todos os reviews escritos. Isso me deixou muito contente. E também agradeço imensamente pela recomendação (é a primeira vez que recebo uma recomendação no Nyah \o/), quase saltei da cadeira e fiz uma dancinha, mas como estava no laboratório de informática, tive que me conter, rsrs.

E agora que encerrei as respostas, irei me encaminhar para Amor e Morte em Camelot. Aguarde meus reviews por lá. :)

Beijin.

S
Suh Nyah

Não sei o que comentar, estou surpresa.

"Isso não é um dragão, aquilo não é, isto é..." FIO SÓ CORRE

Não importa se não for ou for, CORRE QUE TU TÁ COM A FICHA PRETA COM OS DEUSINHOS AI.

Seph não era bom em fazer coisas escondidas quando criança, sofre ai amigo, estou ansiosa por saber sobre as brigas dele com os pais e a raiva pelo dragão entre outros...

E sobre os poderes dele.

E etcs.

Continue!

Luiz Fernando Teodosio

Desde que o Seph cometeu o primeiro Dracocídio, a ficha dele tá tão negra quanto carvão, hehe.

Suas dúvidas serão resolvidas ao longo da história, tenha certeza. A intenção no início é fazer os leitores criarem teorias sobre os personagens e o enredo; um suspense necessário para que os leitores mantenham o interesse na história. Claro, tudo será explicado em seu devido tempo xD Aos poucos, algumas pelas vão se encaixando.

Obrigado pelo review. E até a próxima o/

Dani

Mais um capítulo que eu gostei bastante! (:

Eu imaginei que estavam tramando alguma coisa para o Seph quando eu fiquei sabendo da chave de tão fácil alcance. Até porque, se o pai dele disse que ninguém deveria ver o dragão, mas deixasse uma chave com alguém que não tivesse cuidado não seria muito coerente. Mas o Seph enquanto criança ainda é bem inocente com relação a essas coisas, o que é bem compreensível. Agora, o motivo de terem feito isso eu não sei exatamente. Huahauahau! E ainda estou bastante curiosa para saber o motivo de Boris e Seph não se darem tão bem assim.

Lendo a parte do Seph adulto eu estou vendo que as coisas se complicaram para ele... Eu acho que o Myriel sabe muito bem como colocar o Seph em uma emboscada, viu? Huahauahau! Fez isso quando ele ainda era um garoto e agora adulto. Então deve ser um inimigo a se temer mesmo. Vamos ver o que acontece no próximo. xD

Aliás, estou com uma dúvida nessa passagem: "e agora se arrependia por não ter trago mais água e menos comida." Não seria "ter trazido"? Pelo que eu me lembro do verbo trazer, só se usa "trago" quando em primeira pessoa "eu trago", porque o trago mesmo é o verbo tragar de cigarro. Mas eu posso estar enganada, já que faz tempo que não estudo nada de gramática. Isso é o que eu me lembro dos anos da escola. xD Huahauahaua!

Enfim, estarei ansiosamente esperando o próximo capítulo para ver como o Seph do passado e do presente se saem dessa confusão aí. o/

Luiz Fernando Teodosio

Oi, Dani. Desculpe a demora para responder, pois geralmente eu dou um intervalo de uma semana para entrar de novo no Nyah. E também fiquei um pouco ocupado com um conto que estava escrevendo, então não queria ter muito contato com o Dracocídio para que não batesse a vontade de voltar a escrevê-lo. Mas acontece que não consegui terminar o conto a tempo do prazo final para uma antologia, então... foi tudo em vão! Hahaha, ou não, irei aproveitar o que escrevi numa ocasião oportuna, com certeza.

Mas vamos ao capítulo. Acho que já disse, mas a relação pai x filho será abordada em momento posterior, talvez de forma gradual, então, paciência xD Em relação a parte da chave, há uma coisa que será revelada futuramente (mas não sei quando ainda :P).

Diferente dos capítulos anteriores, este foi o primeiro cuja trama não se fechou nele próprio. Além disso, pode-se dizer que Myriel é o primeiro personagem (antagonista) a surgir na história que deixa o protagonista encurralado (se consideramos a linearidade dos capítulos, não do enredo).

Sobre a dúvida de português. you're right. Fail da minha parte, rs. Vou tratar de consertar isso em breve ou na futura revisão. Muito obrigado pela correção :)

Então, até a próxima! o/

Kamui Black

Ola, gostei muito deste capítulo.

A descrição da viagem e do lugar em que Seph está passando dá uma grande imersão para ao ambiente da história. Achei um recurso muito interessante de ser utilizado.

Outra coisa que gostei foi esse contraste entre passado e futuro. E desta vez temos um grande cliffhanger em ambas as metades dos capítulos. Mas isso não muda muito para mim, pois a história já me intriga o suficiente sem nem mesmo esses recursos.

Vejamos como os dois Sephs lidarão com suas situações, embora eu ache que a situação do Seph do presente seja mais dificil que a do Seph do passado.

Até a próxima.

Luiz Fernando Teodosio

Olá, Kamui.

Não sei se sou forte nesse aspecto descritivo, mas achei que usá-lo naquela parte ficaria bom para o andamento da cena. É algo no qual almejo me especializar mais.

Esse contraste entre passado e futuro estará sempre presente nos capítulos. Sempre procuro desenvolvê-los guiando-me pelos fatos que podem gerar semelhanças e contrastes entre os dois períodos da história. Acho que assim eu crio uma característica interessante para o texto. Os cliffhangers (adoro criá-los) sempre estarão presentes quando o sub-arco não se fechar num capítulo único.

Obrigado pelo review e até a próxima o/