Provavelmente pq eu fiz apenas 1 capítulo e aí trve mais detalhes. Realmente os lutadores psíquicos são os melhores na área psíquica e mágica, mas faltou experiência e técnica. O velho Shin não podia dar conta do recado sozinho e por isso perderam.
Mais uma vez senhor Killua as lutas fora eplendidas. Nesse capítulo foi muito melhor pq teve os poderes dos personagens. Adorei. Aguardando o proximo capiítulo.
As lutas foram muito legais, pra mim, superaram o confronto do japão contra o EUA. O que me deixou um pouco intrigado foi a facilidade com a qual o Robert foi derrotado, eu sei que ele é bem convencido, mas não acho que ele perderia dessa forma. A luta entre Ryo e Chin foi a melhor de toda a fic, bem dinâmica e equilibrada.
Sobre a luta do Robert hehe como eu nunca joguei com ele, pois o achava inútil, então eu não tinha uma noção exata de como ele lutava.
Comparar os dois confrontos é impossível visto que nesta luta se usou mais mágica. Sobre o Chin não dei fala pra ele (triste:() mas pelo menos recompensei com uma boa luta. Enfim obrigado por comentar tenha um bom domingo.
E aí cara, estou de volta, devo dizer que agora a fanfic está muito eletrizante, com o capítulo nos prendendo praticamente em todas as linhas, imagino que sejam as lutas no enredo, agora mais frequentes, que estejam dando essa impressão.
Também prefiro o anime Lost Canvas e mesmo o clássico do que o Ômega, mas aí é porque em ambos li extensivamente o mangá porque gosto de comparar as duas versões, e o Ômega não é baseado num mangá; e também porque o anime de LC ficou descontinuado, e fica aquela expectativa para quando ou se ele será retomado, parece até o que rolou com o anime clássico já que a saga de Hades foi lançada bem depois do restante do anime.
Bacana a referência à copa do mundo na resposta ao comentário anterior, realmente nesse ponto pelo jeito acertei na comparação, sobre o beyblade e o Yugioh aí já foi mais impressão minha. Realmente lembrou o formato de certos torneios em Dragon Ball Z também.
Confesso que não vinha dando muita atenção à Mai nos capítulos anteriores, ela me pareceu sempre meio louca demais pro meu gosto, mas sua última resposta me fez mudar levemente isso, talvez agora eu repare mais nela, especialmente se a importância dela para o enredo aumentar.
Enfim, sobre o capítulo. Agora Rugal está aí, acompanhando tudo de perto, com sua gangue reunida em torno dele.
A mudança de cenário também ficou bem proveitosa, com as lutas ocorrendo em diversos locais e não apenas numa arena, ginásio ou ringue.
Iori aparece em meio à torcida, prestando atenção em cada detalhe, talvez já atento a eventuais futuros oponentes.
As lutas México x China foram bem eletrizantes, bem mais do que eu esperava, ainda mais depois de já termos tido certa carga de ação e emoção nas batalhas anteriores envolvendo o time japonês. A derrota de Athena me surpreendeu, achei que ela tinha o jogo ganho. As técnicas psíquicas dela me agradaram bem como a forma como foram utilizadas, fiquei torcendo para que pudéssemos ver mais de tais técnicas. Robert, apesar de vencer na primeira, tombou na segunda, o que já era até esperado, pois ele parecia autoconfiante em excesso em ambas.
A participação do Chin, hilária devido a conter sempre o lembrete de que ele estava alcoolizado, me surpreendeu, no entanto, ao vê-lo ser derrotado, achei mesmo que ele iria surpreender e virar o jogo a seu favor e que aquilo não passava de uma encenação para fazer o oponente baixar a guarda.
Ryo em suas lutas mostrou que está num patamar acima da maioria dos demais competidores.
Rugal possui uma pantera de estimação? Isso eu não tinha notado antes. Ou ‘pantera’ é um apelido de alguém?
A perspectiva de um Japão x México, como disse Rugal, certamente parece muito interessante.
E finalizou com Iori interagindo com o pai de Kusanagi, mostrando que Iori está decidido a enfrentar Kyo custe o que custar até que seu oponente esteja morto, mas o pai de Kyo não gostou nada de saber das intenções diretas de Iori neste torneio. Sem dúvida que isso vai render muito para os capítulos seguintes ainda.
Você me agradeceu pelos capítulos curtos na New Legends. Eu estava achando o tamanho dos capítulos algo tranquilo até aqui, com exceção talvez dos dois primeiros que foram introdutórios e incluíram certa quantidade de informação; agora, este capítulo e o seguinte foi que fugiram um pouco dos padrões rs... Mas nada que tenha assustado tanto. Afinal como você mesmo já disse, já deu pra ver que lá na frente na NL tem capítulos bem longos. Às vezes a gente se empolga mesmo e , pra contar a história direito, temos que nos alongar no texto para abordar todos os aspectos que queremos levar ao leitor. É inevitável...
Vejo que tem mais capítulos com os nomes dos países das equipes pela frente, dessa fase da história estou gostando muito, como disse antes, devido a esse formato com ares de competição internacional.
Oi. Puxa vida, que textão hein? Dessa vez você se superou. Sim, eu gosto de comentários enormes, sei lá. Só sinto preguiça na hora de responder kkkkk coisa típica de quem lida com a preguiça 24 horas por dia. Enfim, eu estava e ainda estou um poo ausente, e um dos motivos foi escrever Cracóvia. Pelo que percebeu, a fanfic histórica será gigantesca (não o tanto de capítulos, mas nas palavras por capítulo), e me atrasei nas leituras. Também o final de Salém e a mudança do site... o que não aconteceu :( aconteceu que me atrasei em muita coisa.
Sobre o Saint Seiya. Bem isso mesmo. Não sei como o Kurumada foi permitir que aquele Ômega fosse feito, porque sei lá, coisa feita nas coxas. Logo na primeira parte que é sobre Marte não fazia sentido surgir cavaleiros ds ouro inimigos depois da última guerra santa. Athena não aprendeu a perceber os seus inimigos? Enfim, prefiro no estilo do teu texto que recorre aos maneirismos do clássico (a parte do Cloth Stones foi do Ômega, mas relevei).
Agora sobre aqui. A mudança de cenário, os times e a mecânica das lutas em si foram inspirados nos jogos. Quem já jogou KoF ou Street Fighter, por exemplo, sabe que as lutas mudam de cenário à medida que o player vai ganhando as partidas. Então peguei isso e pus na fanfic. Usar a cidade e seus pontos principais foi necessário para diferenciar do filme do Mortal Kombate lá dos anos 90. As lutas eram legais, mas 1 hora 30 de filme foi pouco. Aqui eu decidi detalhar mais as lutas, aumentar o que tiver de aumentar, por exemplo na luta contra os EUA foram 2 capítulos. Na final parcial serão 2 também. Só depois teremos uma trama final que será no navio do Rugal. E sim, é uma pantera mesmo. Um animal de estimação. Rugal não se intimidaria por uma simples pantera.
Vamos continuar trocando leitura. Por enquanto tá fácil pra mim, mas vejo que o negócio tomou grandes proporções no futuro hahaha'
L
Laurentino o Naruto
As lutas estão bem intensas e empolgantes, quase um clima mesmo de um Campeonato do Mundo de MMA. O uso das habilidades psíquicas neste capítulo foi um ponto alto.
Eu me lembro que eu adorava jogar com o Chin Gentsai (acho que esse é o nome), porque o velho bêbado era apelão demais. Ele cuspia fogo e ficava loucão. Parecia até que manipulava o fogo como os Kusanagis. Ótimos tempos.
Ao menos, essa luta foi um pouco mais equilibrada, mas a falta de experiência dos psíquicos pesou em favor do time do Art of Fighting.
Vamos ver o que as próximas duas lutas nos reservam.
Eu te parabenizo, colega escritor, pelo realismo que tu colocas no King of Fighters, é como se estivesse jogando agora com estes personagens.
Um grande abraço.
O que mais gostei: O Tigre e o Dragão mostram sua força
O que acho que pode melhorar: Nada de especial. Era o que esperava.
Provavelmente pq eu fiz apenas 1 capítulo e aí trve mais detalhes. Realmente os lutadores psíquicos são os melhores na área psíquica e mágica, mas faltou experiência e técnica. O velho Shin não podia dar conta do recado sozinho e por isso perderam.
Valeu. Já ja estou atualizando.
As lutas foram muito legais, pra mim, superaram o confronto do japão contra o EUA. O que me deixou um pouco intrigado foi a facilidade com a qual o Robert foi derrotado, eu sei que ele é bem convencido, mas não acho que ele perderia dessa forma. A luta entre Ryo e Chin foi a melhor de toda a fic, bem dinâmica e equilibrada.
Sobre a luta do Robert hehe como eu nunca joguei com ele, pois o achava inútil, então eu não tinha uma noção exata de como ele lutava.
Comparar os dois confrontos é impossível visto que nesta luta se usou mais mágica. Sobre o Chin não dei fala pra ele (triste:() mas pelo menos recompensei com uma boa luta. Enfim obrigado por comentar tenha um bom domingo.
E aí cara, estou de volta, devo dizer que agora a fanfic está muito eletrizante, com o capítulo nos prendendo praticamente em todas as linhas, imagino que sejam as lutas no enredo, agora mais frequentes, que estejam dando essa impressão.
Também prefiro o anime Lost Canvas e mesmo o clássico do que o Ômega, mas aí é porque em ambos li extensivamente o mangá porque gosto de comparar as duas versões, e o Ômega não é baseado num mangá; e também porque o anime de LC ficou descontinuado, e fica aquela expectativa para quando ou se ele será retomado, parece até o que rolou com o anime clássico já que a saga de Hades foi lançada bem depois do restante do anime.
Bacana a referência à copa do mundo na resposta ao comentário anterior, realmente nesse ponto pelo jeito acertei na comparação, sobre o beyblade e o Yugioh aí já foi mais impressão minha. Realmente lembrou o formato de certos torneios em Dragon Ball Z também.
Confesso que não vinha dando muita atenção à Mai nos capítulos anteriores, ela me pareceu sempre meio louca demais pro meu gosto, mas sua última resposta me fez mudar levemente isso, talvez agora eu repare mais nela, especialmente se a importância dela para o enredo aumentar.
Enfim, sobre o capítulo. Agora Rugal está aí, acompanhando tudo de perto, com sua gangue reunida em torno dele.
A mudança de cenário também ficou bem proveitosa, com as lutas ocorrendo em diversos locais e não apenas numa arena, ginásio ou ringue.
Iori aparece em meio à torcida, prestando atenção em cada detalhe, talvez já atento a eventuais futuros oponentes.
As lutas México x China foram bem eletrizantes, bem mais do que eu esperava, ainda mais depois de já termos tido certa carga de ação e emoção nas batalhas anteriores envolvendo o time japonês. A derrota de Athena me surpreendeu, achei que ela tinha o jogo ganho. As técnicas psíquicas dela me agradaram bem como a forma como foram utilizadas, fiquei torcendo para que pudéssemos ver mais de tais técnicas. Robert, apesar de vencer na primeira, tombou na segunda, o que já era até esperado, pois ele parecia autoconfiante em excesso em ambas.
A participação do Chin, hilária devido a conter sempre o lembrete de que ele estava alcoolizado, me surpreendeu, no entanto, ao vê-lo ser derrotado, achei mesmo que ele iria surpreender e virar o jogo a seu favor e que aquilo não passava de uma encenação para fazer o oponente baixar a guarda.
Ryo em suas lutas mostrou que está num patamar acima da maioria dos demais competidores.
Rugal possui uma pantera de estimação? Isso eu não tinha notado antes. Ou ‘pantera’ é um apelido de alguém?
A perspectiva de um Japão x México, como disse Rugal, certamente parece muito interessante.
E finalizou com Iori interagindo com o pai de Kusanagi, mostrando que Iori está decidido a enfrentar Kyo custe o que custar até que seu oponente esteja morto, mas o pai de Kyo não gostou nada de saber das intenções diretas de Iori neste torneio. Sem dúvida que isso vai render muito para os capítulos seguintes ainda.
Você me agradeceu pelos capítulos curtos na New Legends. Eu estava achando o tamanho dos capítulos algo tranquilo até aqui, com exceção talvez dos dois primeiros que foram introdutórios e incluíram certa quantidade de informação; agora, este capítulo e o seguinte foi que fugiram um pouco dos padrões rs... Mas nada que tenha assustado tanto. Afinal como você mesmo já disse, já deu pra ver que lá na frente na NL tem capítulos bem longos. Às vezes a gente se empolga mesmo e , pra contar a história direito, temos que nos alongar no texto para abordar todos os aspectos que queremos levar ao leitor. É inevitável...
Vejo que tem mais capítulos com os nomes dos países das equipes pela frente, dessa fase da história estou gostando muito, como disse antes, devido a esse formato com ares de competição internacional.
Oi. Puxa vida, que textão hein? Dessa vez você se superou. Sim, eu gosto de comentários enormes, sei lá. Só sinto preguiça na hora de responder kkkkk coisa típica de quem lida com a preguiça 24 horas por dia. Enfim, eu estava e ainda estou um poo ausente, e um dos motivos foi escrever Cracóvia. Pelo que percebeu, a fanfic histórica será gigantesca (não o tanto de capítulos, mas nas palavras por capítulo), e me atrasei nas leituras. Também o final de Salém e a mudança do site... o que não aconteceu :( aconteceu que me atrasei em muita coisa.
Sobre o Saint Seiya. Bem isso mesmo. Não sei como o Kurumada foi permitir que aquele Ômega fosse feito, porque sei lá, coisa feita nas coxas. Logo na primeira parte que é sobre Marte não fazia sentido surgir cavaleiros ds ouro inimigos depois da última guerra santa. Athena não aprendeu a perceber os seus inimigos? Enfim, prefiro no estilo do teu texto que recorre aos maneirismos do clássico (a parte do Cloth Stones foi do Ômega, mas relevei).
Agora sobre aqui. A mudança de cenário, os times e a mecânica das lutas em si foram inspirados nos jogos. Quem já jogou KoF ou Street Fighter, por exemplo, sabe que as lutas mudam de cenário à medida que o player vai ganhando as partidas. Então peguei isso e pus na fanfic. Usar a cidade e seus pontos principais foi necessário para diferenciar do filme do Mortal Kombate lá dos anos 90. As lutas eram legais, mas 1 hora 30 de filme foi pouco. Aqui eu decidi detalhar mais as lutas, aumentar o que tiver de aumentar, por exemplo na luta contra os EUA foram 2 capítulos. Na final parcial serão 2 também. Só depois teremos uma trama final que será no navio do Rugal. E sim, é uma pantera mesmo. Um animal de estimação. Rugal não se intimidaria por uma simples pantera.
Vamos continuar trocando leitura. Por enquanto tá fácil pra mim, mas vejo que o negócio tomou grandes proporções no futuro hahaha'
As lutas estão bem intensas e empolgantes, quase um clima mesmo de um Campeonato do Mundo de MMA. O uso das habilidades psíquicas neste capítulo foi um ponto alto.
Eu me lembro que eu adorava jogar com o Chin Gentsai (acho que esse é o nome), porque o velho bêbado era apelão demais. Ele cuspia fogo e ficava loucão. Parecia até que manipulava o fogo como os Kusanagis. Ótimos tempos.