Comentários em “Dracocídio (versão descontinuada)”: “5º Assimetria - Quente e Frio”

Gisele Alvares Gonçalves
Destacado pelo autor

A ligação que o Seth tinha quando criança com os dragões é realmente mágica. Foi só ele encostar no ovo, trocar energias com o dragão e voilà, o bichinho nasceu! Aposto que nenhum outro parente dele sentiu o mesmo ao tocar no ovo, nem levou o gesto com tanta importância. Acho que, para os outros, foi apenas como performizar um ritual mecanicamente. Anyway, chega de viagem... O que eu quero dizer é que achei muito lindo e fofo este momento, e espero ansiosa para ver como a relação entre Seth e o dragão vai se desenvolver. Já até consigo imaginar o guri cuidando do bichinho como se fosse um bebê, pegando ele no colo e lhe fazendo carinho.

Mas agora, sem sombra de dúvidas é a segunda parte sempre a mais chocante. Gente, como tu consegue sempre fazer um link entre as duas partes? Essa questão do omelete como desrespeito aos dragões, depois simbolizando sutilmente o escárnio em que Seth leva os dragões em conta quando adulto... Tu pensa nisso previamente, planeja estes detalhes com esmero ou simplesmente vai escrevendo? Outra coisa que eu achei genial dessa parte do capítulo foi descobrir que o Seth é imune a veneno, e que ele não pode montar em cavalos. Tu sabe que essas coisas só me deixam mais curiosa né? Por um momento pensei que ele tinha caído no papo da velha. Parabéns pelo capítulo!

Beijin, até a próxima :*



O que acho que pode melhorar:

Desde o captulo anterior venho me incomodando com as pias...

Luiz Fernando Teodosio

Não é incomum histórias que apresentem uma relação de carisma entre uma criança ou adolescente com um dragão, isso ilustra o nosso fascínio romântico que temos para com esses seres. E quando não é um dragão, é algum outro animal, seja ele fantástico ou não, a fazer companhia para um personagem. Eu gosto desse tipo de amizade. Então, venho tentando retratar a amizade entre Seph e o filhote da forma mais deliciosa e mágica possível.

Sobre as pontes que ligam as duas partes da história é bem complicado fazer essas associações, às vezes os links são bem aparentes, outras, sutis. Em qualquer capítulo de uma história, eu sempre planejo os principais acontecimentos para ter uma orientação no ato da escrita. Nem sempre eu dou uma significância tão profunda nesses links (na verdade, os leitores sempre percebem coisas que nem mesmo o escritor sabia quando escreveu, rs), embora isso sempre dependa da interpretação do leitor. Mas como essas pontes são marcantes na história, eu sempre crio os capítulos já me orientando a realizar esses contrastes.

E a parte do veneno e o afastamento em relação aos cavalos é para aumentar a carga de mistério do protagonista, hehe.

Obrigado pelo review.

Marcos Rodrigues

Quero saber mais e beeem mais, pode continuar e escrever para matar a minha curiosidade!!

Luiz Fernando Teodosio

Hehe, pode deixar. Estou escrevendo (pra matar ou criar ainda mais curiosidade)

Valeu pelo comentário o/

Dani

Mais um capítulo do qual eu gostei e fiquei curiosa para saber mais. xD Nessa primeira parte não tenho muito o que comentar, ri com a pergunta da Helena e das outras coisas que os "desrespeitosos" fizeram. Queria saber mais sobre o motivo do Seph não se dar bem com o seu pai, mas sei que isso só futuramente. Então foi assim que começou a tal a nova era, fico imaginando se esse primeiro deus dragão já foi morto pela espada do Seph.

Agora, que velha louca, matando até inocentes por conta de sua "fé". Sei que tem muita gente que faz isso no mundo, mas sempre me deixa espantada com o ponto que certas pessoas atingem para "demonstrarem" sua "fé". Felizmente, o Seph tem essa resistência a venenos, mas fiquei curiosa para saber como ele conseguiu isso. Aliás, um deus dragão com premonições pode ser um grande problema para a viagem, já que ele pode ter mil maneiras de bolar alguma coisa para parar o Seph. Por enquanto foi uma velha com o veneno, mas futuramente pode ser outras coisas ainda piores... Só lendo para saber.

Estou ansiosa pelo próximo capítulo. o/

Luiz Fernando Teodosio

Eu deveria ter respondido seu review antes de entrar naqueles dias de "Droga, não posso me envolver com meus projetos até o dia da maldito prova que tenho certeza que irei me ferrar", aí acabei deixando passar.

Então, acho que estou instigando muita curiosidade nesse começo da história, já que apresento os eventos de forma um pouco fragmentada e não linear, como o fato de Seph ser imune a venenos, ou sua má relação com o pai. Todas essas linhas soltas serão amarradas futuramente, e o leitor poderá ir montando a sequência de eventos.

Se um deus aparece diante de um fiel (ou mesmo um fanático), dificilmente seus pensamentos não serão moldados pelas palavras desse deus. E, de fato, há muitos exemplos em que isso acontece, como pessoas que levam as palavras da Bíblia a um nível de verdade absurdo.

Depois daquela luta no primeiro capítulo, esse foi o primeiro confronto (mesmo que indireto) com um dragão. É bem possível que ele esteja maquinando outros planos, hehe.

Obrigado pelo review. Até a próxima. :)

S
Suh Nyah

OMELETE! \O/

Eu gosto de omelete...

Quero a minha de carne.

Que mulher fia da puta vei, ou não, eu odeio dragões. Me lembram Levia e Behemo - deuses gêmeos de invisível beleza e que foram transformado em um dragão de duas cabeça - então estou torcendo para que Seph arranque a cabeça de todos.

Eu realmente fiquei com dó da velhinha assassina. Mentira, bem feito, tinha que morrer mesmo.

Dragões querem a cabeça dele... e essa velhinha me assustou, mas bem, SEPH TÁ VIVO!

Então vamos ao próximo.

Luiz Fernando Teodosio

Eu também gosto de omelete ^^ Se bem que nem sempre eu consigo fazê-la perfeitinho.

Com esse seu ódio, você bem que poderia se imaginar dentro da história fazendo companhia para o Seph, já que ele está sozinho nessa xD

Não conheço esses deuses. São de alguma mitologia clássica ou de ficção?

E, bem, eu não posso matar o protagonista já no começo da história, né? Mas nessa ele teve sorte, hehe.

Obrigado pelo review.

Lian Black

Está ficando cada vez mais claro como ele consegue matar dragões. É muito mais que um humano comum. Deixe-me ver... Imunidade à venenos, habilidade de influenciar a mente dos humanos, e pelo visto suas capacidades físicas também são elevadas... Ele absorve os poderes de cada dragão que mata ou coisa parecida? O último parágrafo dá a entender que sim.

Luiz Fernando Teodosio

Um humano comum, só com uma sorte divina, conseguiria matar um dragão. No caso do Seph, apesar de eu não escrever claramente, ele adquire novas habilidades a cada dragão que assassina, como você presumiu. Isso facilita um pouco sua vida de caçador, e ainda lhe confere um poder acima de outros humanos normais.

Muito obrigado por ter comentado os capítulos lidos. Este autor fica deveras contente. Continue acompanhando. o/

Grande abraço.

Kamui Black

Olá, Luiz.

Só tenho algo a dizer: epic!

Esse foi o melhor capítulo que li até agora. Ao menos foi o que mais me agradou, com certeza.

A primeira parte por si só já foi muito boa para o desenvolvimento da história: o ovo eclodiu logo após o toque de Seph. E algo me diz que isso não foi um simples acaso. A bem da verdade, não faço ideia do que isso queira dizer, mas achei interessante.

Isso despertou curiosidades a respeito de Seph. Ele é algum filho mais novo? Se teve algum momento em que isso foi mencionado não me lembro. Mas faria mais sentido, pois é estranho um pai possuir pouca consideração pelo seu herdeiro.

Mas a parte boa mesmo foi a segunda. Imunidade a venenos. Será que ele "roubou" isto de um dragão? Não acho improvável, mas quem sabe. Mas o que me agradou mesmo foi a surpresa, nunca imaginaria que a velha tentaria envenena-lo. Achei apenas que ele teria alguma informação ou algo parecido, não sei.

Bom, deixando isso de lado, quero ver como ele se livrará desses cavaleiros para matar os dragões.

Luiz Fernando Teodosio

Olá, Kamui.

Fico contente por ter dado uma nota "epic" para o capítulo. A primeira parte deu sequência ao que foi apresentado no capítulo 4. Talvez haja alguma coisa por trás daquele toque ou, quem sabe, é apenas o destino conspirando a favor daquele encontro. A respeito da posição do Seph na família, ele é o filho mais novo; o irmão mais velho possui vinte e poucos anos e irá aparecer daqui a alguns capítulos.

Imagine você, de boas tomando uma bebida servida por uma idosa solitária durante uma longa viagem na estrada, e de repente ela começa a gargalhar dizendo que você tomou veneno. Felizmente, nosso protagonista se mostra fodão e diz ser imune a venenos. Mas, não se preocupe, ele vai se envolver em enrascadas piores.

Obrigado pelo review e até a próxima.