''As almas que tanto fizestes sofrer. Estas não te atormentam durante teu descanso? Os amores e paixões que atirastes pela janela? Estes não vem a tua mente com pesar?''
Sabe, apesar do conto se passar numa época mais antiga, ainda me fez ''viajar'' para a atualidade. E esse trecho do texto é exatamente o que pergunto sobre a nossa sociedade. Será que nosso governo ao menos sofre com a consciência te martirizando? Será que esses estupradores ao menos sentem alguma dor? Porque, às vezes, parece que apenas os justos caem no caminho da desgraça, enquanto o mal fica livre.
E, depois, ao final do poema, foi pior ler que o narrador viu o que estava fazendo de errado e preferiu ficar na mesma. (basicamente o que todos nós, humanos, fazemos.)
Sei que transformei todo o sentido da história, mas agradeço a ti por estar escrevendo algo que faça o leitor pensar. Está muito interessante.
Minha cara leitora, agradeço desde já o seu comentário, infelizmente quando escrevi esse poema, meu pensamento foi muito mais simplório, mas sua interpretação é bem interessante e acho que quando escrevi, meu subconsciente queria que eu fizesse algo assim. Obrigado e um abraço
Bem eu sou um Poeta, mas é um erro comum, infelizmente tenho uma professora muito chata que insistiu que eu deveria fazer recuperação então até terça feira eu não poderei postar
Sinto muito pelo comentário anterior ter saído tão curto, muitas ideias me invadiram, porém, houve um contratempo mas não acho algo tão absurdo por isso continuo.
Sim, me ensinaste a perdoar e me sinto mais confiante neste momento. Tens noção de quanto duas palavras influenciam?
Obrigada, não deixe de surpreender!
O que mais gostei:
Inteiramente as palavras: "Mas em teu coração não deixe o ódio e ganância se disseminar."
Procuro fazer pessoas que leem meus textos pensarem e refletirem, não a deixarei de a surpreender. Segundo uma outra leitora " O que não falta nessa fanfic é suspense, é impossível saber o que vai acontecer!". Obrigado pelo comentário e espero sempre novos comentários seus! Um abraço.
B
Brume
Me chame por Luna. Como devo lhe chamar, qual seria seu pseudônimo?
Agora, ao capítulo excelente!
Há muitos mercenários ocultos em nosso castelo de vidro por mais que nos recusemos a perceber. Alguns mercenários ocupam o trono, alguns possuem o dom de ocultar seus crimes, outros simplesmente atuam em uma única cena. Creio que todos somos certos mercenários, caçadores de dádivas e recompensas, sejam elas boas outrora más.
Muitos nos seduzem e induzem á um caminho obscuro e somos tolos, sempre seremos. Devemos aprender a perdoar e compartilhar - verbo que existia muito antes de redes sociais -. Assim deveria ser o curso, assim os ventos nos deveriam conduzir... não seguimos os planos ou apuramos os fatos. Curiosos todos nós! Esta curiosidade, no momento, leva-nos ao declínio.
É complicado - como sempre direi - compreender certos feitos humanos, porém, faço de tais feitos uma profecia que será cumprida porque nenhum segredo, mera obra do destino ou coincidência permanecerão ocultos eternamente.
''As almas que tanto fizestes sofrer.
Estas não te atormentam durante teu descanso?
Os amores e paixões que atirastes pela janela?
Estes não vem a tua mente com pesar?''
Sabe, apesar do conto se passar numa época mais antiga, ainda me fez ''viajar'' para a atualidade. E esse trecho do texto é exatamente o que pergunto sobre a nossa sociedade. Será que nosso governo ao menos sofre com a consciência te martirizando? Será que esses estupradores ao menos sentem alguma dor? Porque, às vezes, parece que apenas os justos caem no caminho da desgraça, enquanto o mal fica livre.
E, depois, ao final do poema, foi pior ler que o narrador viu o que estava fazendo de errado e preferiu ficar na mesma. (basicamente o que todos nós, humanos, fazemos.)
Sei que transformei todo o sentido da história, mas agradeço a ti por estar escrevendo algo que faça o leitor pensar. Está muito interessante.
Parabéns.
Minha cara leitora, agradeço desde já o seu comentário, infelizmente quando escrevi esse poema, meu pensamento foi muito mais simplório, mas sua interpretação é bem interessante e acho que quando escrevi, meu subconsciente queria que eu fizesse algo assim. Obrigado e um abraço
Bem eu sou um Poeta, mas é um erro comum, infelizmente tenho uma professora muito chata que insistiu que eu deveria fazer recuperação então até terça feira eu não poderei postar
Ah, também gostei desse.
Fiquei a pensar nas tuas palavras...
QUE PERFEEEITOO ESSE CAPITULO
MORRIIIIIIIII
Sinto muito pelo comentário anterior ter saído tão curto, muitas ideias me invadiram, porém, houve um contratempo mas não acho algo tão absurdo por isso continuo.
Sim, me ensinaste a perdoar e me sinto mais confiante neste momento. Tens noção de quanto duas palavras influenciam?
Obrigada, não deixe de surpreender!
O que mais gostei:
Inteiramente as palavras: "Mas em teu coração não deixe o ódio e ganância se disseminar."
Procuro fazer pessoas que leem meus textos pensarem e refletirem, não a deixarei de a surpreender. Segundo uma outra leitora " O que não falta nessa fanfic é suspense, é impossível saber o que vai acontecer!". Obrigado pelo comentário e espero sempre novos comentários seus! Um abraço.
Me chame por Luna. Como devo lhe chamar, qual seria seu pseudônimo?
Agora, ao capítulo excelente!
Há muitos mercenários ocultos em nosso castelo de vidro por mais que nos recusemos a perceber.
Alguns mercenários ocupam o trono, alguns possuem o dom de ocultar seus crimes, outros simplesmente atuam em uma única cena. Creio que todos somos certos mercenários, caçadores de dádivas e recompensas, sejam elas boas outrora más.
Muitos nos seduzem e induzem á um caminho obscuro e somos tolos, sempre seremos. Devemos aprender a perdoar e compartilhar - verbo que existia muito antes de redes sociais -.
Assim deveria ser o curso, assim os ventos nos deveriam conduzir... não seguimos os planos ou apuramos os fatos. Curiosos todos nós!
Esta curiosidade, no momento, leva-nos ao declínio.
É complicado - como sempre direi - compreender certos feitos humanos, porém, faço de tais feitos uma profecia que será cumprida porque nenhum segredo, mera obra do destino ou coincidência permanecerão ocultos eternamente.