Querida Yato, nossos nomes combinam :3. Gosto de como nunca li Sherlock Holmes, posso imaginar, calmamente posso imaginar a cigana-Dominika. Adoro que ela seja uma bomba, porque às vezes eu também sou, só que só explodo eu mesma. Mas, oh, Dominika explodiu o Charles, meu caro Charles.
Você coloca analogias, gostos reais e tangíveis nos personagens e então a metafísica que eu criei pra sua história se esvai. Eu poderia conversar com o Charles conversaria tudo errado, mas saberia alguma coisa. Charles-luz, bom-bom. Filmes antigos, alguns são tão simples. O amor da sua história é simples. Gosto disso. A insanidade é insanidade dentro de uma redoma, é a simplicidade, a bomba que se alastra rápido dentro da redoma, na redoma, não mata tudo. Não. O que está dentro apenas. A redoma inquebrável e o coração quebrável. Yato parece tão errado porque estão ouvindo música evangelica aqui, mas me senti sua como uma pétala de flor, sua. Agora já não sou, continuo do Charles.
É um amor grande demais para duas pessoas. E pequeno demais só para uma. Dominika e Charles são um. E não são nada mais.
Obrigada pelas suas palavras, Yaz. Sempre me falta algo suficiente para responde-la, mas sinto o seu sentir em cada palavra. E isso alegra.
Talvez você possa consertar o Charles. Porque eu Dominikanão posso mais.
Obrigada mais uma vez, com todo carinho possível.
Yato
A
Anastasia
Yato,
"literalmente." Ele brilhava cores legais e agora eu penso nas paredes brancas, nos móveis quase-brancos, penso na porta. E é tudo tão bonito na festa-exposição que a melancolia do fim vem agarrada, vem suplicando para não ser esquecida, está ali junto ao pé da desarmonia harmoniosa de Dominika, está ali no eu te amo e na ressaca e no beijo um pouco correspondido. A melancolia é boa, e é bonita, e como sempre, por ser sua ela é leve. Está nas entrelinhas e é o sombreamento, a luz é Charles, a tinta-amor. "Cuidando de mim."
Com carinho (por Dominika, Charles, as cores e por você),
Estou sendo egoísta cada vez que tento lhe dar uma resposta, porque teus comentários sempre quebram uma parte de mim de volta para a garota que escrevia Outonos e tinha esperança em algo. E é estranho.
Brancos. Porque Charles era as cores. A luz. Charles é formado pela Dominika, uma montagem de sentimentos de uma pseudo-lunática. Cores. A leveza.
Eu não sei como responde-la com mais do que um enorme obrigado.
Querida Yato, nossos nomes combinam :3. Gosto de como nunca li Sherlock Holmes, posso imaginar, calmamente posso imaginar a cigana-Dominika. Adoro que ela seja uma bomba, porque às vezes eu também sou, só que só explodo eu mesma. Mas, oh, Dominika explodiu o Charles, meu caro Charles.
Você coloca analogias, gostos reais e tangíveis nos personagens e então a metafísica que eu criei pra sua história se esvai. Eu poderia conversar com o Charles conversaria tudo errado, mas saberia alguma coisa. Charles-luz, bom-bom. Filmes antigos, alguns são tão simples. O amor da sua história é simples. Gosto disso. A insanidade é insanidade dentro de uma redoma, é a simplicidade, a bomba que se alastra rápido dentro da redoma, na redoma, não mata tudo. Não. O que está dentro apenas. A redoma inquebrável e o coração quebrável. Yato parece tão errado porque estão ouvindo música evangelica aqui, mas me senti sua como uma pétala de flor, sua. Agora já não sou, continuo do Charles.
Da pseudo Dominika-bomba, Yaz.
"é insanidade dentro de uma redoma"
É um amor grande demais para duas pessoas. E pequeno demais só para uma. Dominika e Charles são um. E não são nada mais.
Obrigada pelas suas palavras, Yaz. Sempre me falta algo suficiente para responde-la, mas sinto o seu sentir em cada palavra. E isso alegra.
Talvez você possa consertar o Charles. Porque eu Dominikanão posso mais.
Obrigada mais uma vez, com todo carinho possível.
Yato
Yato,
"literalmente." Ele brilhava cores legais e agora eu penso nas paredes brancas, nos móveis quase-brancos, penso na porta. E é tudo tão bonito na festa-exposição que a melancolia do fim vem agarrada, vem suplicando para não ser esquecida, está ali junto ao pé da desarmonia harmoniosa de Dominika, está ali no eu te amo e na ressaca e no beijo um pouco correspondido. A melancolia é boa, e é bonita, e como sempre, por ser sua ela é leve. Está nas entrelinhas e é o sombreamento, a luz é Charles, a tinta-amor. "Cuidando de mim."
Com carinho (por Dominika, Charles, as cores e por você),
Anastasia
Estou sendo egoísta cada vez que tento lhe dar uma resposta, porque teus comentários sempre quebram uma parte de mim de volta para a garota que escrevia Outonos e tinha esperança em algo. E é estranho.
Brancos. Porque Charles era as cores. A luz. Charles é formado pela Dominika, uma montagem de sentimentos de uma pseudo-lunática. Cores. A leveza.
Eu não sei como responde-la com mais do que um enorme obrigado.
Com todo o sentimentalismo,
Yato.