Inspirado em Petit, da Charli, que talvez seja distinto demais de Etílico, da Anastasia, mas ainda assim Viktoria, ainda Aleksander.
Outonos é um amor incondicional, um amor com mortes diárias, mortes bebíveis e riscáveis e queimáveis, mortes e como não incondicional se se mantém assim tão vivo mesmo num túmulo? As diferenças gritam em meus ouvidos, estou podre por escrever podre quando você torna tudo tão calmo, morno? Tão Dominika e Charles, tão feliz por fazer feliz, tão sorrisos e olhos azuis escurecidos, tão "Te ter longe ainda seria te ter, porque não importava nada Charles, você era meu e eu era sua". Um amor doído sutil, o amor gritante, ele está ali e exige ser ouvido, e o doído, esse sim, sutil, rarefeito. O gosto é bom e é quero-mais.
"A sanidade nos ajudou, a insanidade nos manteve". Os olhos acusatórios, a porta. O morrer longe e o esperar o mesmo, a empatia e a raiva ao ler isso, pequena Dominika, eu cuidaria dela se ela me deixasse, e pintaria seu rosto, mas não permaneceria, eu seria a tinta-remorso porque a tinta-amor é Charles e ela o espera.
Yato, coloco Outonos nas notas de Etílico se quiser, se me permitir, obrigada pelas doses de amor saudável, obrigada.
Minha petit Anastasia. Moça dos sentir. Que expressa, canta e desencanta. Não posso medir o meu sorriso, nem a felicidade de tê-la reencontrado e ter suas palavras tão motivadoras assim.
Nós escrevemos o que somos, o que poderíamos ser, o que seremos. Eu sou tão morna escondendo toda a minha sujeira, quanto você que tenta esconder sua calmaria no caos. Na podridão de cheiros e boas cores escritas.
Outonos é sobre o amor na insanidade, o abandono, a dor, e o superar. Sobre os altos e baixos, sobre a loucura nem tão loucura assim. Sobre uma garota que não desiste da vida, mas tem medo dela. Medo de matar a única coisa importante sem perceber. Medo de esvair o amor. Medo de perder. E agarra-se as palavras-memória-pensamentos do que foi e poderia ter sido.
Dominika seria agraciada e agradecida por seus cuidados. Mas ela não sente além de Charles. Tudo gira ao redor do menino colorido.
É uma pena que a tinta-amor nunca vá voltar para suas mãos outra vez. Porque já começou desgastado, e agora são só vestígios.
Sinta-se a vontade. Dominika e Charles são tão seus, nasceram por você, por Petit, por Etílico. E me deixa tão encantada ver que você gostou.
Obrigada por me inspirar e me fazer sorrir.
PS: Eu perdi todos os meus contatos. Se quiser, me passe seu numero novamente por MP.
Inspirado em Petit, da Charli, que talvez seja distinto demais de Etílico, da Anastasia, mas ainda assim Viktoria, ainda Aleksander.
Outonos é um amor incondicional, um amor com mortes diárias, mortes bebíveis e riscáveis e queimáveis, mortes e como não incondicional se se mantém assim tão vivo mesmo num túmulo? As diferenças gritam em meus ouvidos, estou podre por escrever podre quando você torna tudo tão calmo, morno? Tão Dominika e Charles, tão feliz por fazer feliz, tão sorrisos e olhos azuis escurecidos, tão "Te ter longe ainda seria te ter, porque não importava nada Charles, você era meu e eu era sua". Um amor doído sutil, o amor gritante, ele está ali e exige ser ouvido, e o doído, esse sim, sutil, rarefeito. O gosto é bom e é quero-mais.
"A sanidade nos ajudou, a insanidade nos manteve". Os olhos acusatórios, a porta. O morrer longe e o esperar o mesmo, a empatia e a raiva ao ler isso, pequena Dominika, eu cuidaria dela se ela me deixasse, e pintaria seu rosto, mas não permaneceria, eu seria a tinta-remorso porque a tinta-amor é Charles e ela o espera.
Yato, coloco Outonos nas notas de Etílico se quiser, se me permitir, obrigada pelas doses de amor saudável, obrigada.
Anastasia
Minha petit Anastasia. Moça dos sentir. Que expressa, canta e desencanta. Não posso medir o meu sorriso, nem a felicidade de tê-la reencontrado e ter suas palavras tão motivadoras assim.
Nós escrevemos o que somos, o que poderíamos ser, o que seremos. Eu sou tão morna escondendo toda a minha sujeira, quanto você que tenta esconder sua calmaria no caos. Na podridão de cheiros e boas cores escritas.
Outonos é sobre o amor na insanidade, o abandono, a dor, e o superar. Sobre os altos e baixos, sobre a loucura nem tão loucura assim. Sobre uma garota que não desiste da vida, mas tem medo dela. Medo de matar a única coisa importante sem perceber. Medo de esvair o amor. Medo de perder. E agarra-se as palavras-memória-pensamentos do que foi e poderia ter sido.
Dominika seria agraciada e agradecida por seus cuidados. Mas ela não sente além de Charles. Tudo gira ao redor do menino colorido.
É uma pena que a tinta-amor nunca vá voltar para suas mãos outra vez. Porque já começou desgastado, e agora são só vestígios.
Sinta-se a vontade. Dominika e Charles são tão seus, nasceram por você, por Petit, por Etílico. E me deixa tão encantada ver que você gostou.
Obrigada por me inspirar e me fazer sorrir.
PS: Eu perdi todos os meus contatos. Se quiser, me passe seu numero novamente por MP.
Yato.