Onde eu consigo mais da sua história, senhor Luiz? Por que você me vicia nessa trama desse jeito? Hauhauahaua! A cada capítulo eu só quero ler mais e mais, pois estou realmente encantada com a sua história. É um tipo de fantasia que eu sempre procuro. Com viagens e um personagem cujos objetivos ainda são bem desconhecidos. Acho que lembra até DeM nesse aspecto, já que também quis fazer uma fantasia que se focasse mais no aspecto do personagem, em suas viagens etc. Confesso que estou um pouco cansada dessa coisa de realeza que tem de combater uma ameaça externa etc. Huahauahaua! Mas eu sei que escrever é algo complicado e compreendo que você vai demandar mais tempo para isso, mas estarei esperando ansiosamente.
Aliás, eu gosto bastante desse detalhe de vir um momento do passado e no presente um aspecto que lembre esse momento. Vi disso quando foi descrito a aparência do Seph, na parte da taberna e, claro, no mundo com/sem dragões. E esses detalhes costumam ser muito intrigantes, já que eles geralmente trazem toda a oposição do passado com relação ao presente. Quando criança, Seph era totalmente mimado, com roupas finas etc., a taberna ficava pacífica com sua presença e ele sonhava com um mundo de dragões. Já adulto, Seph está totalmente desleixado por ser um andarilho, "arruma" confusão na taberna (má Fortuna do Rikko foi para ele também? Huahauaha) e ainda sonha com um mundo sem dragões. Acho interessante você sempre destacar essas contradições, porque mostram o quanto a vida dele mudou. Agora, isso vai me deixando cada vez mais ansiosa para saber o motivo. Huahauaahua!
Fiquei curiosa sobre a lenda que diz respeito aos Dragomir, pelo visto, pode não ser apenas uma lenda, já que o membro dessa família já mostrou ter algo em especial. Por aquele olhar que ele lançou ao "pobre" John ao fim do capítulo. Huahauahaua! Fico imaginando se o bêbado descobriu a identidade de procurado do Seph e temeu por isso (já que um "dracocida" não é para qualquer bêbado enfrentar), ou se realmente foi por algum outro motivo. Mas isso são apenas divagações a respeito da história. Huahauaahau!
Por enquanto é isso. Adorei mesmo o capítulo e já estou ansiosa por mais! (:
Ainda estamos no terceiro e você já está fazendo o papel de leitora que cobra os próximos capítulos, Dani? xD Bom, espero que os outros leitores se sintam da mesma forma. Sei que um mês é muito tempo, mas quero ter essa história bem adiantada, de modo que eu a termine no mesmo período em que lançar metade dos capítulos.
Sim, a estrutura é muito parecida com DeM, embora eu tenha me inspirado na saga d'A Torre Negra, do Stephen King; a história de um personagem misterioso que viaja pelo mundo por algum objetivo. Gosto desse mote, instiga a curiosidade do leitor desde o início e ajuda o autor a segurá-lo por tempo suficiente para ele não desistir da leitura. Além disso, conforme novos personagens e conflitos vão surgindo, a história só tende a ficar mais interessante. Esse jogo de passado e futuro é uma outra maneira que encontrei de chamar a atenção do leitor mesmo que por um capítulo. Na maioria das vezes, uso esse jogo de oposições.
Não acho que seja má fortuna dos nossos personagens, a culpa é da gente mesmo que adora escrever uma briga na taberna xD
Obrigado pelo rico comentário. Até o próximo o/
S
Suh Nyah
Apesar de ainda estudar na escola, eu prefiro passar o dia lá escrevendo do que em casa. A biblioteca me dá mais silêncio. XD
Eu realmente achava que o cara fodinha era o Seph... fiquei deprimida agora. Já que não, realmente me pergunto onde ele vai parar...
Por um momento, quando a empregada sentiu o frio, eu pensei que fosse aparecer ninjas mutantes e sair matando todo mundo... hahahaha... tenho problemas.
Pobre Seph, tabernas... luxo... comida... sua vida deve ser TÃO ruim... Não pera.
Aliás, peço desculpas. Nos últimos dois caps, meu corretor corrigiu pra Seth. Só agora que notei que eu estava escrevendo Seth...
Então a fanfic narra passado e futuro juntos. Interessante. Mas seria legal algo que diferenciasse esses dois tempos. Eu juro que ainda fico confusa.
Então Seph = carinha fodinha?
Me pergunto o que fez com que ele odiasse dragões. Talvez sua família...
Aquela cidade do cap. Anterior tá se ferrando porque ele anda matando os dragões?
Muitas dúvidas, poucas respostas. XD
Ansiosa para o próximo.
Biblioteca é só amor! Também gosto de passar meu tempo escrevendo lá.
Ah, o Seph é um personagem foda, sim, afinal, o cara mata dragões xD. Só que ele não precisa mostrar isso para o mundo, então ele se faz de fraco em algumas ocasiões.
Cheirou leite em pó antes de ler esse capítulo? kkkkkkk. Ninjas mutantes?! Acho que ninja é até aceitável imaginar, mas ninjas mutantes, haha. Você tem uma boa imaginação.
Ah, sem problemas quanto ao erro no nome. Embora eu já tava me perguntando como você conseguia errar o nome depois de ler 3 caps :P
Sim, a estrutura narrativa dessa fic é narrar o passado e o futuro no mesmo capítulo, e assim será até o final. E sei que as dúvidas são muitas no começo da história, mas elas serão respondidas (ou então as dúvidas só irão aumentar, hahaha).
Obrigado pelas leituras e pelos comentários. :3 Agora você está no mesmo barco dos leitores que aguardam 4 semanas para ler um novo capítulo dessa história xD
Mas gente, que capítulo foi este? Tantas revelações que eu nem sei por onde começar este capítulo. Sério mesmo, eu PRECISO saber por que o Seth odeia tanto os dragões, já que parece que todo o resto do mundo os ama por causa da fartura que os bichinhos trazem consigo. E o que causou a Dragonia? Queria também mais explicações sobre a família Dracomir, parece que eles têm mais mistérios do que aparentam, ou é só o Seth que é especial?
Preciso deixar aqui também a minha admiração pelo teu trabalho. Para mim as cenas "corriqueiras", como em tavernas, são as mais difíceis de escrever, pois na minha opinião são as que mais exigem criatividade e talento para não ficarem curtas ou repetitivas. Bem, o teu capítulo não ficou nenhum dos dois, ao contrário mesmo em uma cena sem ação tu conseguiu fazer o texto ficar interessante. Mais uma vez parabéns.
No começo da história, eu levanto muitos mistérios que serão aos poucos se dissolvendo no decorrer dos capítulos; serve para atrair o leitor mais para dentro da trama.
Realmente cenas corriqueiras, aquelas que aparentemente não possuem tanto valor para a ação da trama, são bem complicadas de montar e demandam muita paciência do escritor. Fico contente que essa cena da taberna tenha lhe agradado; Eu não sou do tipo que bebe ou frequenta bar, rsrs, então o arcabouço para essa cena veio de mesmo da leitura de outros livros. Obrigado pelos elogios e pelo review.
Ficou mais um capítulo muito bom e você mostrou que, mesmo sem uma cena de ação grandiosa, seu personagem principal só cresce e se torna ainda mais interessante. Só uma pergunta, a cidade de Urag que você cita no texto é alguma referência/homenagem aos livros do Caçador de Apóstolos do Leonel Caldela?
O que mais gostei:
o modo como você continua delineando a personalidade do Seph
Oi, Resgate. Desculpe a demora para responder. Meu computador deu defeito e minha internet ficou caída por dias.
Penso em moderar bastante as cenas de ação nessa história, o que não significa dizer que não teremos batalhas e coisas do tipo, mas gosto de envolver o leitor por meio de outras formas. Por exemplo, como você percebeu, o foco sobre o protagonista.
Em relação ao nome da cidade, estava procurando uma palavra em que tivesse as vogais "a" e "u" apenas, e, não sei se por acaso ou se porque já o tinha visto nos livros do Caldela mesmo sem se lembrar, escolhi "Urag". Nesse caso, o nome é meramente uma coincidência. Como ainda não li o livro do Caldela em que aparece esta cidade, não sei se o siginificado e a função dela na trama batem com a minha, rs.
Ah, saquei. Cara, eu ainda estou querendo ler Eragon. Mas depois de ter visto o filme, que achei muito ruim, acabei não me sentindo muito entusiasmado. Talvez eu o leia esse ano ou ano que vem.
Na real não tem muito o que comentar aqui. O capítulo foi legal, mas não teve um grande desenvolvimento da trama aqui. Apenas a apresentação de mais um personagem.
Eu acho que o Seph devia era ligar o foda-se e sair matando geral. Se eu fosse fodaum como ele não deixaria um bêbado me bater e me humilhar. Se bem que ele usou o poder-foda-de-controle-mental-que-eu-não-sei-direito-o-que-é da família dele lá.
Ah, não vamos tornar nosso personagem tão foderoso assim (Se bem que ele matou um dragão no primeiro capítulo). Mas o Seph é bastante cauteloso em situações nas quais precise usar sua força. É o tipo de pessoa que prefere não despertar tanta atenção. Ele usou aquela habilidade no final, presumindo que o John acharia aquilo fruto da bebedeira.
Onde eu consigo mais da sua história, senhor Luiz? Por que você me vicia nessa trama desse jeito? Hauhauahaua! A cada capítulo eu só quero ler mais e mais, pois estou realmente encantada com a sua história. É um tipo de fantasia que eu sempre procuro. Com viagens e um personagem cujos objetivos ainda são bem desconhecidos. Acho que lembra até DeM nesse aspecto, já que também quis fazer uma fantasia que se focasse mais no aspecto do personagem, em suas viagens etc. Confesso que estou um pouco cansada dessa coisa de realeza que tem de combater uma ameaça externa etc. Huahauahaua! Mas eu sei que escrever é algo complicado e compreendo que você vai demandar mais tempo para isso, mas estarei esperando ansiosamente.
Aliás, eu gosto bastante desse detalhe de vir um momento do passado e no presente um aspecto que lembre esse momento. Vi disso quando foi descrito a aparência do Seph, na parte da taberna e, claro, no mundo com/sem dragões. E esses detalhes costumam ser muito intrigantes, já que eles geralmente trazem toda a oposição do passado com relação ao presente. Quando criança, Seph era totalmente mimado, com roupas finas etc., a taberna ficava pacífica com sua presença e ele sonhava com um mundo de dragões. Já adulto, Seph está totalmente desleixado por ser um andarilho, "arruma" confusão na taberna (má Fortuna do Rikko foi para ele também? Huahauaha) e ainda sonha com um mundo sem dragões. Acho interessante você sempre destacar essas contradições, porque mostram o quanto a vida dele mudou. Agora, isso vai me deixando cada vez mais ansiosa para saber o motivo. Huahauaahua!
Fiquei curiosa sobre a lenda que diz respeito aos Dragomir, pelo visto, pode não ser apenas uma lenda, já que o membro dessa família já mostrou ter algo em especial. Por aquele olhar que ele lançou ao "pobre" John ao fim do capítulo. Huahauahaua! Fico imaginando se o bêbado descobriu a identidade de procurado do Seph e temeu por isso (já que um "dracocida" não é para qualquer bêbado enfrentar), ou se realmente foi por algum outro motivo. Mas isso são apenas divagações a respeito da história. Huahauaahau!
Por enquanto é isso. Adorei mesmo o capítulo e já estou ansiosa por mais! (:
Até o próximo. o/
Ainda estamos no terceiro e você já está fazendo o papel de leitora que cobra os próximos capítulos, Dani? xD Bom, espero que os outros leitores se sintam da mesma forma. Sei que um mês é muito tempo, mas quero ter essa história bem adiantada, de modo que eu a termine no mesmo período em que lançar metade dos capítulos.
Sim, a estrutura é muito parecida com DeM, embora eu tenha me inspirado na saga d'A Torre Negra, do Stephen King; a história de um personagem misterioso que viaja pelo mundo por algum objetivo. Gosto desse mote, instiga a curiosidade do leitor desde o início e ajuda o autor a segurá-lo por tempo suficiente para ele não desistir da leitura. Além disso, conforme novos personagens e conflitos vão surgindo, a história só tende a ficar mais interessante. Esse jogo de passado e futuro é uma outra maneira que encontrei de chamar a atenção do leitor mesmo que por um capítulo. Na maioria das vezes, uso esse jogo de oposições.
Não acho que seja má fortuna dos nossos personagens, a culpa é da gente mesmo que adora escrever uma briga na taberna xD
Obrigado pelo rico comentário. Até o próximo o/
Biblioteca é só amor! Também gosto de passar meu tempo escrevendo lá.
Ah, o Seph é um personagem foda, sim, afinal, o cara mata dragões xD. Só que ele não precisa mostrar isso para o mundo, então ele se faz de fraco em algumas ocasiões.
Cheirou leite em pó antes de ler esse capítulo? kkkkkkk. Ninjas mutantes?! Acho que ninja é até aceitável imaginar, mas ninjas mutantes, haha. Você tem uma boa imaginação.
Ah, sem problemas quanto ao erro no nome. Embora eu já tava me perguntando como você conseguia errar o nome depois de ler 3 caps :P
Sim, a estrutura narrativa dessa fic é narrar o passado e o futuro no mesmo capítulo, e assim será até o final. E sei que as dúvidas são muitas no começo da história, mas elas serão respondidas (ou então as dúvidas só irão aumentar, hahaha).
Obrigado pelas leituras e pelos comentários. :3 Agora você está no mesmo barco dos leitores que aguardam 4 semanas para ler um novo capítulo dessa história xD
Até a próxima.
Mas gente, que capítulo foi este? Tantas revelações que eu nem sei por onde começar este capítulo. Sério mesmo, eu PRECISO saber por que o Seth odeia tanto os dragões, já que parece que todo o resto do mundo os ama por causa da fartura que os bichinhos trazem consigo. E o que causou a Dragonia? Queria também mais explicações sobre a família Dracomir, parece que eles têm mais mistérios do que aparentam, ou é só o Seth que é especial?
Preciso deixar aqui também a minha admiração pelo teu trabalho. Para mim as cenas "corriqueiras", como em tavernas, são as mais difíceis de escrever, pois na minha opinião são as que mais exigem criatividade e talento para não ficarem curtas ou repetitivas. Bem, o teu capítulo não ficou nenhum dos dois, ao contrário mesmo em uma cena sem ação tu conseguiu fazer o texto ficar interessante. Mais uma vez parabéns.
Beijin, até a próxima!
No começo da história, eu levanto muitos mistérios que serão aos poucos se dissolvendo no decorrer dos capítulos; serve para atrair o leitor mais para dentro da trama.
Realmente cenas corriqueiras, aquelas que aparentemente não possuem tanto valor para a ação da trama, são bem complicadas de montar e demandam muita paciência do escritor. Fico contente que essa cena da taberna tenha lhe agradado; Eu não sou do tipo que bebe ou frequenta bar, rsrs, então o arcabouço para essa cena veio de mesmo da leitura de outros livros. Obrigado pelos elogios e pelo review.
Ficou mais um capítulo muito bom e você mostrou que, mesmo sem uma cena de ação grandiosa, seu personagem principal só cresce e se torna ainda mais interessante.
Só uma pergunta, a cidade de Urag que você cita no texto é alguma referência/homenagem aos livros do Caçador de Apóstolos do Leonel Caldela?
O que mais gostei:
o modo como você continua delineando a personalidade do Seph
Oi, Resgate. Desculpe a demora para responder. Meu computador deu defeito e minha internet ficou caída por dias.
Penso em moderar bastante as cenas de ação nessa história, o que não significa dizer que não teremos batalhas e coisas do tipo, mas gosto de envolver o leitor por meio de outras formas. Por exemplo, como você percebeu, o foco sobre o protagonista.
Em relação ao nome da cidade, estava procurando uma palavra em que tivesse as vogais "a" e "u" apenas, e, não sei se por acaso ou se porque já o tinha visto nos livros do Caldela mesmo sem se lembrar, escolhi "Urag". Nesse caso, o nome é meramente uma coincidência. Como ainda não li o livro do Caldela em que aparece esta cidade, não sei se o siginificado e a função dela na trama batem com a minha, rs.
Abraços e obrigado pelo review.
Ele tem literalmente sangue de dragões nas veias? Ou é apenas por ser um caçador de dragões, já tendo matado alguns?
Bem, esse é um dos mistérios da história. Seja como for, não é um ser humano comum.
Ah respondendo sua pergunta: Eu treino Pokémons e treino minha escrita de fics originais na conta Eren Cavaleiro de dragão (por causa do Eragon)
Ah, saquei. Cara, eu ainda estou querendo ler Eragon. Mas depois de ter visto o filme, que achei muito ruim, acabei não me sentindo muito entusiasmado. Talvez eu o leia esse ano ou ano que vem.
Abçs.
Eu de novo aqui.
Na real não tem muito o que comentar aqui. O capítulo foi legal, mas não teve um grande desenvolvimento da trama aqui. Apenas a apresentação de mais um personagem.
Eu acho que o Seph devia era ligar o foda-se e sair matando geral. Se eu fosse fodaum como ele não deixaria um bêbado me bater e me humilhar. Se bem que ele usou o poder-foda-de-controle-mental-que-eu-não-sei-direito-o-que-é da família dele lá.
Bom, nos vemos no próximo
Ah, não vamos tornar nosso personagem tão foderoso assim (Se bem que ele matou um dragão no primeiro capítulo). Mas o Seph é bastante cauteloso em situações nas quais precise usar sua força. É o tipo de pessoa que prefere não despertar tanta atenção. Ele usou aquela habilidade no final, presumindo que o John acharia aquilo fruto da bebedeira.
Obrigado pelo review e até a próxima.