Ei, ei, ei! Que saudades de comentar em suas histórias *insira aqui um coração viado* E de lê-las também, claro. Mas acho esse momento tão (ou mais) especial quanto a leitura. É aqui que eu posso compartilhar tudo o que eu pensei enquanto lia, todas as minhas impressões e reflexões e é justamente quando faço a releitura para assimilar melhor. E quem eu devo agradecer por escrever uma história que não é só prazerosa como leitura, mas que rende e muito assunto pra comentar? É, pra Rys *coração viado que não pode ser inserido porque Nyah está cortando comentários no meio*
Mas falta de tempo é difícil, muito difícil, principalmente quando tenho que deixar hobbies de lado pra seguir em frente com meus objetivos e talz. Saudades do tempo em que tinha tempo pra comentar capítulo por capítulo. Eu reparei que a fic está em hiato, mas quando ela voltar, vou passar a fazer o que estou fazendo aqui: comentar de dois em dois. Assim, não fica tão fragmentado e tem um intervalo maior~~
Mas vamos à fic, e olha que mesmo passando tanto tempo não esqueci de nada! As melhores histórias são mesmo as mais memoráveis. Estava relendo os quatro capítulos que já tinha lido, mas só de passar os olhos vi que era desnecessário porque lembrava de tudo. Você e sua capacidade de criar esses enredos fantásticos!
Ethan, Ethan... você é ingênuo e crédulo demais, mas não consigo. Eu gosto demais de você, guri. (Se bem que esse tipo de personagem tem seus atrativos... olha o Louis da Anne Rice, que divo). Resolver ajudar assim uma criatura dessas não é pra qualquer um. Eu já tinha desistido, voltado pra biblioteca e cabulado o serviço lendo –Q Mas essa é a magia dos personagens: eles são diferentes de você, e te mostram um mundo de escolhas e justificativas que você não iria compreender se não visse pelo ponto de vista de outra pessoa.
Aury, seu gato divo! Pena que na minha mente eu sempre mentalizo ele como preto (talvez porque já estou acostumada com gatos pretos falantes –Q). Aí sempre levo um susto quando ele é descrito como branco em algum parágrafo. E poxa, é tão legal que ele seja branco. Merda de estereótipos involuntários que a mente monta X.X Acho bem engraçado como o Ethan às vezes o trata como um ser humano, como se não fosse possível que um gato subisse até a janela do segundo andar. E mais engraçado ainda como o Aury se porta com relação a isso (“E novamente aquele tom de quem encerrava o assunto. O garoto movimentou negativamente a cabeça e desistiu de procurar uma explicação.”)
Uma das coisas que adoro em suas histórias são como pequenos trechos nos dão noção de toda uma atmosfera da situação (como em “O gato o seguia para todo o canto e Ethan se sentia um tanto perturbado com isso.”). Inseridos assim, no meio do texto, e não ocupando parágrafos e parágrafos de descrição, parece que esse tipo de informação entra involuntária na nossa mente e vai montando o panorama da cena sem que a gente nem perceba. Isso é tão genial!
Pode ter sido muito simples, mas a cena em que Aury e Ethan conversam sobre os planos (“Plano? Que plano?”) ficou muito bem descrita pra mim, e mesmo sendo “banal” (no sentido de que não teve nenhuma ação se desenvolvendo), ainda assim se mostrou bem vívida e marcante. Hã... isso é meio difícil de explicar. Tipo, qual o sentido de se sentir marcada com um diálogo que um monte de gente acha random? Então... é porque, assim, eu acho que o traço da personalidade dos personagens fica muito mais evidente em cenas assim do que nas que envolvem ação-lutas-magia-perseguição-tortura-coisa-do-tipo. Porque ao contrário de situações que exigem mais foco e podem exigir que o personagem mude sua postura e pense somente na solução do problema em que está envolvido, o cotidiano permite que ele se mostre como ele realmente é, sem nenhum fator externo. Eu gosto, e muito, disso. Como quando Ethan, mesmo tendo se mostrado prestativo, fica impaciente com a dor que estava sentindo por ajudar uma estranha (e que faz dele muito mais humano) ou Aury, dizendo coisas óbvias demais para serem ditas.
Cara, como é fantástica essa explicação sobre a ausência de sentimentos dela, mas não a ausência de memórias. Faz muito, muito sentido. Até porque isso acontece com nós mesmos: quantas vezes sentimos algum cheiro ou algum sabor que nos lembra alguma situação, e que nos leva indiretamente a uma emoção? Só que no caso dela ela só tem a memória. Eu fico tentando imaginar como seria isso, mas não consigo nem chegar perto de como seria “não sentir”. Aquele momento em que só as palavras são capazes de nos conectar a um personagem, porque as situações são tão distintas que só dá pra sentir uma reverberação do que é a realidade pra ele. (Epa, será que é ASSIM que são sentimentos para ela? Como uma pessoa tentando se colocar no lugar de um personagem ficcional? Ou to viajando MUITO?)
Adorei a forma como foi colocado o termo pelo Aury. “Alma deficiente”. É, para mim, fica a dúvida: por que alguém não pode nascer com uma alma deficiente? [Começam aqui as minhas teorias] Se, neste caso a deficiência é o fato de não ser capaz de sentir, então uma alma saudável seria o sentimento pleno, certo? Algo como o “mundo das ideias” de Platão, e seriam esses sentimentos que nos conectam a realidade e às outras pessoas e talz. Nesse sentido, dá pra entender por que é considerado uma deficiência (é só através de sentimentos como empatia, raiva, pena, que conseguimos compreender os outros, já que não importa o quão racional seja a sua visão, ela está com um filtro, mesmo que mínimo, de alguma emoção por cima). [Fim das teorias]
Sobre os amigos de infância do Ethan (Hector e Yui): ao mesmo tempo em que fiquei confusa sobre a introdução repentina dos dois, mas ao mesmo tempo gostei que fosse dessa maneira, sem muitas apresentações anteriores, porque assim consegui formar eu mesma uma opinião com relação a eles, em vez de começar a partir do ponto de vista de outro personagem. E a apresentação mínima (falta juízo a Yui, Hector é um guarda dos portões) já conseguiu me localizar na conversa deles: mesmo que não fosse indicado quem falava, eu já saberia que quem rejeitou a ideia da tocha no subsolo por precaução foi o Hector, porque ele me parece uma pessoa que não age impetuosamente (pelo menos, no momento). A sugestão do novelo de lã “como se não levasse a sério o que dizia” bateu com a primeira descrição da Yui, e não foi necessário grandes parágrafos para que eu já a identificasse. Outra coisa que adoro em seus personagens: eles tem voz própria, além de serem bem marcados no texto. É claro que não estou falando pra fazer isso, mas se você retirasse do texto o nome de quem fala o quê, ainda assim daria pra identificar o autor da maior parte das frases. Nem tenho palavras pro quão incrível é isso.
“Aquela era a mudança mais chocante em Hector: ele adquirira um grande senso de responsabilidade. Isso, é claro, além do aumento considerável e tamanho. E de peso. Ethan não poderia se esquecer do peso.” Foi o que bastou para que eu montasse a imagem dele na minha cabeça. Sabe, durante muito tempo eu defendi que alguns detalhes na aparência do personagem, como cor de cabelos e olhos, fossem importantes para distingui-los entre si, em parte porque escrevia fanfics de shoujos e tirando essas pequenas diferenças de cor e penteado, muita gente tem o rosto e corpo iguais. Mas vejo que quando você transporta pra outra mídia (o texto, não o quadrinho), é bem melhor uma descrição sucinta e marcante, e o que fica óbvio e simples numa imagem (já que as cores são transmitidas imediatamente num desenho) pode parecer prolixo no texto. Vejo que muita gente defende a descrição dos personagens até um nível exaustivo, mas prefiro os autores que, como você, os distinguem pelo mais marcante. Não é “deixar o leitor imaginar tudo”, é focar no mais importante, que no seu caso são as atitudes, pensamentos e memórias deles.
“ Talvez fosse porque detestasse gatos, talvez porque não soubesse como Noire funcionava. Um pouco dos dois.” Sim, eu adoro gatos, mas me identifiquei tanto com esse modo de pensar do Hector ~~
Logo que li “criador de bonecas” já pensei em algo super macabro, e nem preciso pensar muito pra saber por que Ethan e Yui detestam aquela loja. Mas que eu gostaria de saber como foi para eles a experiência, ah, eu queria.
Já devo encher o saco falando de cada parte do seu texto que gosto, mas é por isso que estou aqui (para encher o seu saco =D). Quando Ethan estava no esgoto enjoado e exausto; com fome, mas incapaz de comer, me pareceu que esse enjoo se transmitiu para mim. Acho isso bem legal porque tem protagonistas que nem são tão bons assim (claro que esse não é o caso), mas conseguem a “identificação/carisma” do leitor porque o autor consegue com que sinta o mesmo que ele. E a curiosidade dele seguiu um rumo em que eu já tinha pensado antes, ligado com a questão do cheiro ruim (a maneira com que você interliga os parágrafos é muito fluida!). Realmente, se ela não tem sentimentos, como é cheirar? Se bem que cheiros são muito ligados a memória, então ela seria capaz de sentir odores e lembrar do tipo de sentimento que eles proporcionavam?
Ao mesmo tempo em que entendo a inveja dele, o acho bastante ingênuo. Não é mais fácil desejar que os sentimentos não sejam transmitidos, em vez de não querer nenhum? Assim, eu sou muito fácil de ler, e meu desejo nesse aspecto é aparentar ser mais fria pros outros. Por dentro, continuo igual ― a diferença está por fora. Mas ele estava numa situação de estresse, e acho que esse tipo de raciocínio exige um pouco de calma.
E O QUE DIZER DA HISTÓRIA DA FAMÍLIA DELE, SANTO BUDA! RYSKALLA, SUA CRIATURA FODA! Quer dizer, não bastava o suicídio do pai, que eu já achava um momento incrível para a construção da personalidade do Ethan, mais ainda ter que lidar com tudo sozinho e cuidar da irmã menor. Dá pra entender bem mais desse jeito altruísta dele com essa cena, o que mostra o quão bem pensado ele foi. DIVINO~~
Mas é claro que a melhor cena, de longe, é quando ele sente alívio quando ela morre. Quando se vê livre de uma responsabilidade que ele carregava, mas que já estava pesada demais para aguentar. Dá pra perceber que ele é do tipo que ajuda, mesmo prejudicando a si mesmo (assim como ele fez com a Noire, né), mas ele não é santo e se livrar de um fardo por motivos externos VAI SER um alívio, mesmo que ele se odeie por isso. Também fico na dúvida se esse altruísmo dele é algo espontâneo, involuntário, quase um ímpeto, e não um ato bondoso e refletido. Vou ficar aqui com minhas dúvidas. Muito bom, muito bom!
Yui, uma ladra de livros? Ah, já gostei dela *insira um coração aqui* Segredo: durante a infância, eu também roubei alguns livros de bibliotecas da escola. E a sensação é mesmo muito boa, de conquistar algo pelo qual se afeiçoou, de enfrentar a sensação de nervosismo e ser injetada pela adrenalina e pelo alívio ao perceber que sim, conseguiu. A noção de certo e errado, de que aquilo pertencia a outra pessoa, nem passava pela minha mente (o objetivo não era ROUBAR de alguém, mas CONQUISTAR para mim) e eu era muito pirralha XD Então, é, eu já gosto da Yui.
“No momento em que saiu Ethan começou a agradecer, não sabia a quem deveria agradecer e por isso aquele ato lhe parecia idiota.” De novo, um trecho simples que achei incrível. Se bem que eu gosto do “banal”. O “banal” em um meio de fantasia, então, eu acho sensacional.
Ok, eu fiquei confusa quanto ao garoto que apareceu e desapareceu. Não sei se perdi alguma coisa no meio do caminho concentrada em outros personagens, e não sei se isso vai ser respondido mais pra frente (já que o Aury ficou zangado com isso, e isso não é pouca coisa). Quanto ao Killian... eu realmente fico pensando no que Ethan quis dizer quando gaguejou “ele é uma...” Uma criança? Uma boneca? Me pareceu ser uma criança mesmo, até porque ele diz que “era típico dele fazer esse tipo de coisa”.
E você ainda encerra o capítulo com esse desfecho sensacional. “Como os humanos reconheceriam a felicidade, se eu não existisse para roubar a alma de suas crianças?” CARALHO! Tem um episódio de Meninas Super Poderosas (é, eu gosto muito de desenho) que foi até censurado em muitos países. É um musical, e o tema dele é bem esse: para que elas continuassem a ser heroínas, os vilões tinham que existir. Isso porque surgiu um cara que derrotou todos os inimigos delas, e elas perceberam que “sem o mal não existe o bem”. É meio aquela questão de que luz e sombra só existem juntas, uma para reforçar o brilho da outra, e outra para reforçar a escuridão de uma. Sem esse contraste, deixam de fazer sentido.
Todos os personagens nessa história tem um passado trágico, não? (risos) Mal começa o capítulo e a Yui já está lembrando da morte do pai. Gosto da maneira com que ela se compara à mãe, dizendo que está endurecendo como ela já que não chora ao lembrar disso. Atualmente estou lendo O Iluminado, de Stephen King, e a mãe do guri age de forma parecida com a própria mãe: detesta a maneira com que ela agia, mas encontra em si mesma vestígios muito semelhantes.
E o que dizer dessa sequência de parágrafos? Deveria ter um gênero específico só para essa fic: “perturbação”. Esse espaço todo branco, mais o Aury, que é um gato-branco-que-eu-acho-que-é-preto, mais essa impressão de que os olhos dele flutuam, além dessa insistência em lembrar de bonecas, que são sim algo bizarro, tudo isso me perturba. Não sei dizer se de forma boa ou ruim, mas ainda assim é impressionante. Sério. O que me conquistou é que suas fics não perdem em nada para bons livros. Não falo só de sucessos recentes que são tão mal escritos quanto muitas fics por aí, não. Estou falando de coisas boas mesmo, que são consideradas excelentes pela crítica especializada, não só pelo grande público.
Isso pode parecer meio contraditório, já que adoro ficção científica e ela envolve explicações sobre física e astronomia bem extensas, mas achei ótimo que Aury não ficasse explicando para a Yui como funcionavam aqueles “olhos”. Quer dizer, para que explicar se isso não faria diferença para ela nem pra quem está lendo? Até mesmo esse tipo de explicação pode ser supérflua se não tem um objetivo.
COMO ASSIM NÃO GOSTA DE ÓCULOS, YUI? Eles são divos u-u Mas realmente, nos deixam mais velhos. Sem óculos me dão no máximo 15 anos, com eles chego a 17 para quem não me conhece! -Q
“Correr era ótimo, era como se estivesse deixando para trás aqueles pensamentos tóxicos que tanto lhe amedrontavam. Eles não poderiam alcançá-la se ela continuasse correndo assim. Poderiam ter corrido desde o início, afinal, tudo acabaria mais rápido.” Impressionante como às vezes a gente se ilude achando que vai fugir de algo psicológico com um simples movimento físico, né? Mas fazemos mesmo assim. E correr nos transmite uma sensação de liberdade, mas no fundo é só um movimento ― o que conta é a sensação que é transmitida e interpretada, então se você SENTE que correndo está deixando para trás as coisas ruins, elas realmente parecem estar para trás.
Fiquei tão curiosa quanto a Yui ao ver aqueles objetos estranhos, a maneira com que foram descritos como se vistos por ela foi bem interessante (uma ladra vendo pela primeira vez algo desconhecido). Com relação ao passado dela com os outros dois, achei meio diferente que o motivo pelo qual eles se separaram foi uma briga boba, e não algo trágico que “criou um trauma em seus corações para sempre”. Assim como a reação do Ethan ao encontrar o pai morto, que foi tão diferente que a própria Yui se surpreendeu, mas ao mesmo tempo é muito mais compatível com a personalidade do Ethan do que se agachar no chão e chorar igual um bebê.
Entendo o receio da Yui ajudar a Noire a recuperar a foice para roubar as almas, mas ele só me pareceu crível quando ela temeu pelos próprios amigos. Esse tipo de atitude não é bem altruísta, pelo bem da humanidade, e talz, mas sim egoísta (“se meus amigos estiverem salvos, foda-se o resto”). Assim como entendo que, mesmo ajudando a Noire em nome do Ethan, todos eles tem medo dela (e o próprio Ethan também). Isso reforça a complexidade que cada personagem carrega, e não fica aquela coisa simples e maniqueísta de “fiz porque é certo” ou algo completamente nonsense (“ah, ela é perigosa, mas somos hardcore e vamos ajudá-la sem medo nenhum, heil satan”).
Agora eu vi que me empolguei BASTANTE nesse review e ultrapassei as 3000 palavras. Malz se soei muito prolixa e tagarela demais, mas eu precisava compartilhar o que senti e pensei lendo esses capítulos porque, ufa, eles tiveram muito conteúdo. Vou me repetir, ser redundante, mas não importa: essa história é fantástica, e me sinto sortuda por ter a oportunidade de tê-la conhecido. Demorei uns dois dias para escrever esse review (não precisa ter pressa pra responder =D) e acho que essa média vai se manter nos capítulos que me faltam.
Felizmente, ainda tem muita coisa no seu perfil que ainda não li (Oi, Jogos do Vício, oi, essa coletânea de one shots que só descobri agora) antes de me arriscar nessa história enorme que é O Mistério das Borboletas. Mas pelo menos não serei órfã de suas histórias por um booooom tempo~~ Valeu, Rys, e até a próxima!
Mudando o início porque ainda não tinha completado um mês quando escreveu essa parte da resposta e agora já passou de um mês, Ryskalla finalmente consegue responder esse comentário fantástico ~ voz de narrador de desenho infantil
Heya! Desculpe a super demora ç-ç Cara, cê não sabe como senti sua falta Ç_Ç CÊ NON SOME ASSIM DE NOVO Ç_Ç Cê me vicia em seus comentários perfeitos e desaparece ;n; Mas, todos nós temos uma vida... Infeliz e felizmente UHUHADSUHSDAUHSUHDUHDSHUSDHUSD Nosso mundo não se resume apenas ao prazeroso mundo da leitura. Como seria um mundo assim? Certamente fantástico, mas acho que sentiria falta de comer chocolate.
E esses corações têm me causado problemas também, nas notas iniciais dos capítulos :c Ficava cortando ;n; Aí mudei pra s2 q E sim, está em hiatus porque MdB está quase acabando. Faltam uns cinco capítulos e eu queria focar logo no fim. Terminá-la o mais rápido possível pra depois fazer a loucura de tentar publicar. Torcer pra alguma editora me aceitar... Vou tentar na Rocco por motivos de sou pobre e não tenho dinheiro Ç-Ç E bem, mesmo que não consiga... Pelo menos terei terminado outra história XD Se non der certo vou tentar arriscar outra vez, dessa vez com PM q- Às vezes é legal ter esperanças, o problema é quando elas morrem, né q
Agora, viu? Estou desacostumada com esses seus elogios exagerados. Fico aqui, olhando a frase e sorrindo feito uma besta (como você bem sabe) e fico: "Que eu falo? Só agradeço?". Poisé, minha única alternativa é explicar que eu fico tão sem graça que não sei ao certo o que responder. Queria saber o tipo de pessoa que sabe reagir de maneira satisfatória com elogios XD Mas na minha mente eu nunca os mereço q
Louis é de Entrevista com o vampiro? Eu comecei a ler, mas não terminei... Não lembro a razão. Acho que tive que devolver pra biblioteca por ter gastado o tempo distraída com algum livro que eu tenha ganhado... Geralmente é isso o que ocorre XD E de fato, do jeito que sou medrosa, também teria desistido só da Noire olhar pra mim q- Ia ficar lá, lendo feliz da vida ou quase. Novack sabe perturbar quando quer q
E o lance do Aury HHUSADUHSDUAHUHSDAHUASDUHADS A razão dele ser branco é meio tosca XD Noire e Aury (na época o nome dele era outro q) eram personagens de RPG meus... Usava o avatar da Momo e do Daniel de Shinigami no Ballad... Só que sempre imaginei a Noire de cabelo preto... E a Momo tinha cabelo branco q- Com a mágica do paint, inverti as cores SDAHUSDHUSDUHASUHDUHSDUHDUHSDAUHSD E foi assim que o Aury ficou branco LOL A triste e trágica história capaz de tirar toda a magia de um personagem UHUHDSUHASDUHSDAHUUHSADUHD Mas enfim q Acho que é meio complicado tratar como um animal um gato que se porta como uma pessoa q-
Cara, eu sempre fico feliz quando cê fala que consegue captar toda uma atmosfera com os pequenos trechos que eu faço ;u; Porque eu tenho complexo de "não-sei-descrever" e sempre me sinto mal por isso. Tipo, fico naquela coisa: Devia descrever mais essa cena... Mas não sei como Ç_Ç Arg, fique assim ;n;
Eu também prefiro cenas assim, poderia dizer que tenho isso da Myra: prefiro o diálogo e não a luta HUUHSDUHSDUHUDSHUHSDUHSDUHDUHD Mas talvez seja apenas que eu tenha dificuldade para narrar lutas e mais facilidade para tratar o cotidiano. Sou toda bugada, às vezes isso é uma droga, às vezes me salva q
Quando comecei a trabalhar nessa ausência de sentimentos da Noire, foi meio que um pesadelo. Eu simplesmente não conseguia explicar... Até que certa vez, quando eu estava descendo as escadas, tive um dos meus tiques. Vez ou outra eu me imagino caindo e me machucando sério, é quase como se eu sentisse a dor... Até fecho os olhos. Então fiquei: Já sei como explicar a situação dela. É algo que realmente me orgulho, sl Pode parecer que sou metida por isso, mas sempre fico com o ego inflado de: Eu que pensei nisso HSUHAUHADSHUASDHUAHSUDUHASDHUSDAHU É muito bobo da minha parte? Situação parecida foi quando consegui dar um motivo científico para um outro personagem meu ser perseguido por borboletas. Aí quando descobri essa informação eu fiquei tipo: MINHA MENTE É SORTUDA DEMAIS PRO PRÓPRIO BEM UHSAHDUUHSDAUHSADUHUHDSUHDSHUDHUSA Aí fiquei com orgulho por ter uma imaginação sortuda XD É, sou bem doente q Ah e gostei dessa sua forma de ver a situação dela, creio que se aproxima bastante, veja bem q
Adoro suas teorias HUSDHAUHUSDHUDSUHSUHDUHSD Mas essa em especial eu não vou poder comentar muito. Tipo, não quero soltar spoilers... E eu solto bem fácil @_@ Entonces non falarei muita coisa aqui, desculpe ;n;
Agora pera, porque me perdi de onde estava respondendo, vejamos :v Ok, amigos de infância, é. Sim, foi bastante repentino, mas acho que foi mais por causa que tipo... Os capítulos dessa história eram bem maiores e eu tive que diminuir ou dividí-los para ficarem plausíveis numa fanfic. É complicado ler pelo computador e salvar onde você estava. Não tem marca páginas :v E junta minha mania de ir direto ao ponto. Às vezes tenho medo de ser apressada demais, sinto que devia explicar melhor as coisas... Só que às vezes elas se encaixam tão bem "do nada" :v Que simplesmente não consigo pensar numa forma melhor. Entonces eu meio que fico contente pra caramba quando você faz elogios assim :v Eu me sinto meio que realizada: Isso! Não ficou uma grande bola de bosta! Tipo isso UDSHUAHUDSHUDSHUAUHSDUSDUDSUHDS Eu considero demais sua opinião, provavelmente por causa que seus comentários não são apenas maravilhosos, eles acrescentam muita coisa. Às vezes você vê coisas que eu mesma não tinha visto e quando paro para pensar vejo que realmente faz sentido ou quando você vê coisas que eu acreditei que ninguém jamais veria... É simplesmente mágico :v
Outro ponto é o lance da descrição UHHUDSAUHDUHASHUDSHUSDUHSD Sou o tipo de autora que descreve muito bem os sentimentos, agora o físico... É mais difícil. Sei que é necessário, então sou direta. Sinto inveja de quem consegue fazer grandes descrições e panz... Mas sempre que tento fica chato, exaustivo... Fora de lugar. Meu beta de O Mistério das Borboletas sempre bate nessa tecla: Você tem que descrever mais. Eu realmente tento, mas nunca irei fazer aquelas descrições enormes, mostrando cada detalhe de um personagem. Descrevo o que chama atenção e sempre que possível uso metáforas. É mais prático pra mim descrever em metáforas... E acho bonito também q
Que bom que se identificou com o Hector, tem leitor que não gosta muito dele
Eu amo a ideia de bonecas q- Em MdB tem bonecas também, mas são boas... Em PM eu quis colocá-la como algo, como você descreveu, macabro. O clima da fic pedia. Pequena Maria deixa claro desde início que a história tem um clima pesado e tenso. O Mistério das Borboletas te engana e é por isso que as bonecas lá são diferentes. Pra manter sua ilusão de que é uma história feliz e colorida. Depois de As Cores imagino que você tenha notado que todas as minhas fics tem um lado obscuro. Queria fazer coisas felizes, de verdade, mas sentimentos como desespero, tristeza, ódio e dor são tão maravilhosos de se trabalhar. Há uma certa beleza nesses sentimentos que todos desprezam. Imagino que minha visão tenha ficado assim desde que joguei Klonoa 2 e conheci o King of Sorrow. É um jogo com uma história maravilhosa.
E você nunca enche meu saco, filha :v Só me faz ficar me sentindo culpada por demorar tanto pra responder Ç_Ç Mas veja, eu tenho que falar sobre tudo e acabo divagando por aí. Minhas respostas são enormes também, demora, mas quero fazer algo perfeito e do seu nível ♥
Ethan é um personagem complicado e simples ao mesmo tempo... Eu consigo me colocar no lugar dele, então essa parte do esgoto foi um desses momentos em que eu "era o Ethan". Eu não conseguiria comer em um lugar daqueles e o Ethan querendo ou não poderia ser visto como uma criança mimada e certinha. Andar no esgoto é especialmente desagradável pra ele. Claro que o tempo e os acontecimentos da vida mudaram bastante, perdeu a família e então os amigos. Não havia mais quem o tratasse com carinho, não havia mais mimos.
Quanto a Noire e os cheiros... Imagino que para ela, atualmente, é mais fácil ignorá-los. Justamente por isso, ela não quer lembrar. A mente dela é complicada, é uma droga a fic estar em hiatus porque eu fico super com vontade de escrever Ç_Ç Ainda mais pra mostrar mais coisas do ponto de vista da Noire (quando ela rouba uma alma, por exemplo). Ela ficou mais desperta depois do Ethan, antes ela simplesmente não ligava. Era mais fácil ignorar as lembranças, ficar ausente, quase letárgica. Assim que terminar MdB (faltam 4 capítulos ♥) eu irei voltar com PM ç_ç Olha só o que você me faz UHHUDSAHDSHUSDUHHUDSUHDSHUDSHUSDUH
Yep, Ethan pode ser muito ingênuo e como você disse: o estresse atrapalha bastante. Por outro lado, ele não sabe como é não ter sentimentos. Nós temos uma ideia, porque temos o ponto de vista da Noire. São poucas as pessoas que realmente param para pensar em como é não sentir nada. Parece maravilhoso no início, mas é uma faca de dois gumes.
Eu fiquei surpresa também quando o passado dele se desenrolou na minha cabeça. Fiquei me sentindo horrível e cruel por pensar em algo assim, mas foi. E o alívio... Seria ótimo para ele chorar e se sentir triste. Só que não seria... Verdadeiro. Não consegui imaginar de outro modo. Ele era uma criança cuidando de outra criança, o mundo não é fácil e cor de rosa. Era um peso que ele nunca quis carregar. Não estava feliz com isso, logo, não havia espaço para ele sentir tristeza por aquela perda. Por mais cruel que isso seja, perder a irmã foi a melhor coisa que aconteceu a ele em muito tempo. Ele podia viver como bem queria. Estava livre. Ele tem consciência disso e por isso se odeia. Sabe que seu alívio é racional, porém não o aceita. O altruísmo dele mistura várias coisas... Não é só bondade, há por um lado a punição. Altruísmo nem sempre resulta em coisas boas, você se ferra por causa dele. O sentimento de culpa dele pode ser um grande fator, além da bondade e do lado aparentemente impulsivo. Lembre-se que ele era o amigo que sempre parava para refletir sobre o que poderia ou não meter o trio em enrascadas. Quando criança, por mais que lhe doesse, ele jamais ajudaria alguém fora de seu alcance. Ele é covarde.
Que feio :v Agora entendo porque gosta tanto da Liese UHDUSAUHSDUHSDAUHSDAUHDHUSHUSDAUH qn Faz todo o sentido :v HDSAHUSDAHUSDAHUSDAHUUHSDAHUDSHU Enfim, a Yui não rouba apenas livros, é claro. Gostei da sua explicação para os roubos :3 Pode me chamar de louca, mas achei bonitinha GSDAGYYGSDYGSADYGASDYGASDUHSDHUASDHUSUHDHUASDHUD
Esse trecho tive um pouco de dificuldade... Admito. Naturalmente, iríamos agradecer a Deus por sair de uma situação dessas, mas eles não possuem deus ou deuses nesse mundo. Não havia ninguém para que ele pudesse agradecer. É um mundo... solitário.
O garoto que desapareceu... Só mais pra frente :v Nos próximos capítulos já terão dicas sobre quem era q- Do jeito que é esperta vai sacar rápido. Então não falarei nada pra não estragar esse momento de prazer XD É ótimo quando descobrimos algo q
Killian é uma boneca. Quanto ao seu típico ele fazer esse tipo de coisa, também será abordado lá na frente.
Gente, as Meninas Super Poderosas HUDUSAHUDSAHUDSAHUSDUAHUHSA Eu tenho a bonequinha da Florzinha na minha estante de livros. Embora eu gostasse mais da Lindinha :v Eu não sei porque, esse episódio me é familiar, sl... Não tenho certeza se já o vi @_@ Agora me deixou com a pulga atrás da orelha q
Eu gosto de passados trágicos. Sei que tenho que parar com isso q- Sei lá, tem mais terra pra cavar em passados trágicos. É melhor de trabalhar a personalidade de um personagem. Ele é assim porque é. Não, prefiro o "ele é assim por causa do passado dele". Meio bobo, mas é q MANO EU QUERO MUITO LER O ILUMINADO Ç-Ç Mas não tem na biblioteca daqui da Praça e eu sou pobre pra comprar ;n; Eu também tô querendo começar a ler alguns livros nacionais. Questão de honra :v Tipo, como posso querer publicar algo e esse algo fazer sucesso se eu mesma não dou uma chance pro que já temos? E tem tanta história fantástica que o povo fala. Quero entrar nesse mundo também.
Na minha mente esse trecho ficou mais perturbador UHDHSAUHHUDSUHDSHUHUSD Tipo, não consegui botar em palavras tão bem como gostaria. Deu um gostinho, só que não foi o sentimento todo. Minha irmã tem fobia de bonecas, tentei imaginar o que ela sentia nessa cena XD Sempre penso na minha irmã quando penso em bonecas. E lá vem você de novo me deixar com vergonha usando elogios exagerados. Eu fico vermelha sabia? De verdade :v Não sei o que responder, desculpe HUDAHUSUHADSHUDSHUUHDSUHSDHUDUHSDUHUHSDUHSADSDA Vou agradecer, mesmo achando que deveria falar algo mais q- Só que não consigo pensar direito DSAHUUHDUAHSDHUSDAHUDASHUDASHUDSHU Você já sabe como sou q
Astronomia ♥ Mas então q- Também acredito que nem tudo seja digno de ser explicado na hora... Apesar que esses "olhos" serão explicados... Num contexto diferente, mais pra frente. Naquele momento não faria sentido explicar. Mas um dia a resposta vem :v
Quando eu era pequena, meu sonho era usar óculos HUSDHUSADHUASDHUSDAHUHUSDSD Aí eu finalmente consegui, weee ♥ Também acho lindo usar, exceto quando eles ficam embaçados. Aì é bem chato XD
Acho que a gente se ilude de muitos meios. Vejo isso como uma proteção. Por vezes faz bem se iludir, como no caso da Yui. Acreditar que aqueles pensamentos iriam ficar para trás, como se eles fossem espíritos e não algo dentro da cabeça dela. Ela era mais rápida que eles, eles perderiam uma corrida contra ela. Havia um lugar seguro e distante deles.
Os objetos também serão explicados mais tarde q- Ai, eu fico cheia de vontade de falar, mas não posso Ç_Ç Ai meu Moros q E nem tudo pode ser tragédia, não é? Cogitei em colocar algo trágico, mas já tem muito passado triste e destruído. Tem que ser na dose certa, além disso... É legal quebrar expectativas. Era esperado algo forte, mas no fundo foi algo bobo. Eram crianças afinal q- E sim, foi estranho para ela que ficou tão triste com a morte do próprio pai... E então o Ethan, que tinha um pai fantástico, encontra o cadáver e não demostra tristeza e sim raiva. Não havia sentido naquilo. Na cabeça dela, ele deveria estar chorando feito um bebê. Porque é o que ela faria na época.
Todo mundo tem receio de ajudar alguém como a Noire, a Yui não poderia ser diferente. Hector é um guarda, então ele pensa no melhor pro reino. Porque é o dever dele, proteger o reino. A Yui só tem os amigos... É a única coisa que importa pra ela, então por que os outros deveriam importar? Não faria sentido se ajudar a Noire fosse algo fácil... Tem que mexer com eles. Ela é um monstro. Só que é um monstro que precisa de ajuda, um monstro que - se estivesse em condições normais - está sofrendo.
Seu review ficou maior que muito capítulo que escrevo HUHUDASUHDSAHUSADHUSDHUHUSDAHUDSUHDSHUDS E acho que já disse, mas não precisa pedir desculpas. Amo mesmo seus comentários, mesmo tendo demorado uma eternidade pra responder x-x
Eu que me sinto sortuda em ter uma leitora como você ;u; Você que é fantástica ;u; Fica me deixando com vergonha de novo, mas é fantástica HUHSADHUDSAHUUSDHHUDSHUSDAUHSD Cê demorou dois dias e eu demorei 48 pra responder, que dlç. Tô me sentindo um ser terrível ç-ç Acho que vou deixar a Noire roubar minha alma ~ounão~
UHHUSADUHSUHDAUHSDAUHSDHUSDUHSDUHSDHUS As ones são mais testes do que qualquer outra coisa q- Tem uma one que faz parte dessa fic, você vai descobrir em breve. Acho que foi a melhor coisa de lá XD E sim, MdB é gigante. Nunca imaginei que conseguiria colocar tanta coisa numa história que de início era tão simples. Eu não brinco quando digo que sou tão leitora quanto você XD A história vai se desenrolando lentamente na minha cabeça e mesmo quando chego no final... Ainda tem coisa que me surpreende.
Enfim ♥ Obrigada pelo comentário megamaravilhoso ♥ E desculpe pela demora absurda ;n; De verdade ;n; Non esqueci de ti ;n; Abraços quentinhos e até a próxima s2
"Uma coisa engraçada sobre os pensamentos é que quando estamos com medo eles geralmente caminham para um rumo que irá piorar esse seu medo e não amenizá-lo."
Eu esperava que no fim do capítulo ela realmente arrancasse a alma de alguém, fiquei apreensivo quanto a isso, tenso em certo modo, mas não, isso me causou um certo alívio, porém, quando ela demonstrou desespero diante da foice me deu um sinal de que eles não estão realmente seguros ao lado dela.
Os personagens que no início pareciam ser formados de forma aleatória, mostraram total importância, as memórias mechem comigo, não são óbvias e irreais do tipo:
"Então ele chorou desesperadamente"
Não, são bem mais incríveis e inesperadas, nessa história você não sabe a próxima ação, o próximo sentimento e passo a seguir, não nos dá segurança, nem torcemos para a morte de algum dos personagens, cada um demonstra algo importante, cada um tem um motivo para existir, como um pombo, eu nunca vi personagens tão vividos no fanfiction quanto nessa história.
O que começou com um clima escuro onde uma possuia uma garota má e um garoto bondoso mudou, ele mostrou ser capaz de tudo para que tudo siga bem, ela mostrou não ser tão má assim, porém, não temos segurança sobre o psicológico dela.
Essa história fica cada vez mais perfeita, cada parágrafo uma surpresa diferente, seja tanto investida no passado quando no presente, mas por favor, eu enlouqueço só de imaginar o futuro deles, isso demonstra que você é uma ótima autora e pretendo ler até o final. *u* Obrigado por presentear o mundo com essa excelente história.
HUSDHUHSUDAHUDSHUDSAUHDSHUAHUSDDSHUSDUHSDAUHUHDSUS Desculpa, é engraçado, assim. Essa sua expectativa de que ela vai arrancar a alma de alguém a qualquer momento. Era essa a intenção original, fazer o leitor ficar com essa insegurança. Eu estava até me sentindo uma falha já, porque o povo tá tão super confortável com a Noire... Assim, ela rouba a alma de crianças! E a grande maioria simplesmente fica morrendo de amores por ela HUDHSUAHUSDAHUDSAHUSDHAUHUSDUHSDHSUADHUSDHUSHDS Não sei explicar direito, tipo q- Cada leitor tem uma reação diferente ao ler uma história e a sua acho que é a mais próxima da real... Digo. Se a Noire realmente existisse no nosso mundo, você está olhando para ela como uma pessoa normal deveria olhar. Isso é um barato e é engraçado, justamente por ser peculiar q
E, como eu já comentei, né possível u-u Você fez algum tipo de faculdade ou talvez tenha algum dom de fazer comentários perfeitos. Tipo, não achava que eles poderiam ficar ainda melhores, só que você se supera cada vez mais. E quem sofre com isso são minhas bochechas, que ficam cada vez mais vermelhas >
Enfim, acho que já deu para ver que eu gosto bastante da cor cinza. Tipo, para personagens. Não gosto daquela coisa taxada: Ah, ele é mau e ela é boa. Não! Somos tão mais complexos que isso, digo. Por que os personagens nas histórias não podem ser também?
Vou parando por aqui, embora eu pudesse conversar com você pra sempre ♥ Porque assim, eu sou bem tagarela UHHUDSHUDSHUAASHUDHUSDHUDSAHUSDHU E seus comentários são ótimos q Então tem papo pra uma infinidade de anos :v Mas vamos lá ♥ Obrigada outra vez, é vou agradecer pra sempre e sempre por você comentar u_u Se acostume u-u Afinal a culpa é sua que tem comentários divônicos. Como eu poderia não agradecer? Seria irreal demais u-u Por isso OBRIGAAAAAAAAAADA. Sim, gritei. Porque a alegria às vezes explode dessas formas um tanto toscas ♥ Obrigada outra vez e até o próximo *U* ~atéofacenocasomasok
Ei, ei, ei! Que saudades de comentar em suas histórias *insira aqui um coração viado* E de lê-las também, claro. Mas acho esse momento tão (ou mais) especial quanto a leitura. É aqui que eu posso compartilhar tudo o que eu pensei enquanto lia, todas as minhas impressões e reflexões e é justamente quando faço a releitura para assimilar melhor. E quem eu devo agradecer por escrever uma história que não é só prazerosa como leitura, mas que rende e muito assunto pra comentar? É, pra Rys *coração viado que não pode ser inserido porque Nyah está cortando comentários no meio*
Mas falta de tempo é difícil, muito difícil, principalmente quando tenho que deixar hobbies de lado pra seguir em frente com meus objetivos e talz. Saudades do tempo em que tinha tempo pra comentar capítulo por capítulo. Eu reparei que a fic está em hiato, mas quando ela voltar, vou passar a fazer o que estou fazendo aqui: comentar de dois em dois. Assim, não fica tão fragmentado e tem um intervalo maior~~
Mas vamos à fic, e olha que mesmo passando tanto tempo não esqueci de nada! As melhores histórias são mesmo as mais memoráveis. Estava relendo os quatro capítulos que já tinha lido, mas só de passar os olhos vi que era desnecessário porque lembrava de tudo. Você e sua capacidade de criar esses enredos fantásticos!
Ethan, Ethan... você é ingênuo e crédulo demais, mas não consigo. Eu gosto demais de você, guri. (Se bem que esse tipo de personagem tem seus atrativos... olha o Louis da Anne Rice, que divo). Resolver ajudar assim uma criatura dessas não é pra qualquer um. Eu já tinha desistido, voltado pra biblioteca e cabulado o serviço lendo –Q Mas essa é a magia dos personagens: eles são diferentes de você, e te mostram um mundo de escolhas e justificativas que você não iria compreender se não visse pelo ponto de vista de outra pessoa.
Aury, seu gato divo! Pena que na minha mente eu sempre mentalizo ele como preto (talvez porque já estou acostumada com gatos pretos falantes –Q). Aí sempre levo um susto quando ele é descrito como branco em algum parágrafo. E poxa, é tão legal que ele seja branco. Merda de estereótipos involuntários que a mente monta X.X Acho bem engraçado como o Ethan às vezes o trata como um ser humano, como se não fosse possível que um gato subisse até a janela do segundo andar. E mais engraçado ainda como o Aury se porta com relação a isso (“E novamente aquele tom de quem encerrava o assunto. O garoto movimentou negativamente a cabeça e desistiu de procurar uma explicação.”)
Uma das coisas que adoro em suas histórias são como pequenos trechos nos dão noção de toda uma atmosfera da situação (como em “O gato o seguia para todo o canto e Ethan se sentia um tanto perturbado com isso.”). Inseridos assim, no meio do texto, e não ocupando parágrafos e parágrafos de descrição, parece que esse tipo de informação entra involuntária na nossa mente e vai montando o panorama da cena sem que a gente nem perceba. Isso é tão genial!
Pode ter sido muito simples, mas a cena em que Aury e Ethan conversam sobre os planos (“Plano? Que plano?”) ficou muito bem descrita pra mim, e mesmo sendo “banal” (no sentido de que não teve nenhuma ação se desenvolvendo), ainda assim se mostrou bem vívida e marcante. Hã... isso é meio difícil de explicar. Tipo, qual o sentido de se sentir marcada com um diálogo que um monte de gente acha random? Então... é porque, assim, eu acho que o traço da personalidade dos personagens fica muito mais evidente em cenas assim do que nas que envolvem ação-lutas-magia-perseguição-tortura-coisa-do-tipo. Porque ao contrário de situações que exigem mais foco e podem exigir que o personagem mude sua postura e pense somente na solução do problema em que está envolvido, o cotidiano permite que ele se mostre como ele realmente é, sem nenhum fator externo. Eu gosto, e muito, disso. Como quando Ethan, mesmo tendo se mostrado prestativo, fica impaciente com a dor que estava sentindo por ajudar uma estranha (e que faz dele muito mais humano) ou Aury, dizendo coisas óbvias demais para serem ditas.
Cara, como é fantástica essa explicação sobre a ausência de sentimentos dela, mas não a ausência de memórias. Faz muito, muito sentido. Até porque isso acontece com nós mesmos: quantas vezes sentimos algum cheiro ou algum sabor que nos lembra alguma situação, e que nos leva indiretamente a uma emoção? Só que no caso dela ela só tem a memória. Eu fico tentando imaginar como seria isso, mas não consigo nem chegar perto de como seria “não sentir”. Aquele momento em que só as palavras são capazes de nos conectar a um personagem, porque as situações são tão distintas que só dá pra sentir uma reverberação do que é a realidade pra ele. (Epa, será que é ASSIM que são sentimentos para ela? Como uma pessoa tentando se colocar no lugar de um personagem ficcional? Ou to viajando MUITO?)
Adorei a forma como foi colocado o termo pelo Aury. “Alma deficiente”. É, para mim, fica a dúvida: por que alguém não pode nascer com uma alma deficiente? [Começam aqui as minhas teorias] Se, neste caso a deficiência é o fato de não ser capaz de sentir, então uma alma saudável seria o sentimento pleno, certo? Algo como o “mundo das ideias” de Platão, e seriam esses sentimentos que nos conectam a realidade e às outras pessoas e talz. Nesse sentido, dá pra entender por que é considerado uma deficiência (é só através de sentimentos como empatia, raiva, pena, que conseguimos compreender os outros, já que não importa o quão racional seja a sua visão, ela está com um filtro, mesmo que mínimo, de alguma emoção por cima). [Fim das teorias]
Sobre os amigos de infância do Ethan (Hector e Yui): ao mesmo tempo em que fiquei confusa sobre a introdução repentina dos dois, mas ao mesmo tempo gostei que fosse dessa maneira, sem muitas apresentações anteriores, porque assim consegui formar eu mesma uma opinião com relação a eles, em vez de começar a partir do ponto de vista de outro personagem. E a apresentação mínima (falta juízo a Yui, Hector é um guarda dos portões) já conseguiu me localizar na conversa deles: mesmo que não fosse indicado quem falava, eu já saberia que quem rejeitou a ideia da tocha no subsolo por precaução foi o Hector, porque ele me parece uma pessoa que não age impetuosamente (pelo menos, no momento). A sugestão do novelo de lã “como se não levasse a sério o que dizia” bateu com a primeira descrição da Yui, e não foi necessário grandes parágrafos para que eu já a identificasse. Outra coisa que adoro em seus personagens: eles tem voz própria, além de serem bem marcados no texto. É claro que não estou falando pra fazer isso, mas se você retirasse do texto o nome de quem fala o quê, ainda assim daria pra identificar o autor da maior parte das frases. Nem tenho palavras pro quão incrível é isso.
“Aquela era a mudança mais chocante em Hector: ele adquirira um grande senso de responsabilidade. Isso, é claro, além do aumento considerável e tamanho. E de peso. Ethan não poderia se esquecer do peso.” Foi o que bastou para que eu montasse a imagem dele na minha cabeça. Sabe, durante muito tempo eu defendi que alguns detalhes na aparência do personagem, como cor de cabelos e olhos, fossem importantes para distingui-los entre si, em parte porque escrevia fanfics de shoujos e tirando essas pequenas diferenças de cor e penteado, muita gente tem o rosto e corpo iguais. Mas vejo que quando você transporta pra outra mídia (o texto, não o quadrinho), é bem melhor uma descrição sucinta e marcante, e o que fica óbvio e simples numa imagem (já que as cores são transmitidas imediatamente num desenho) pode parecer prolixo no texto. Vejo que muita gente defende a descrição dos personagens até um nível exaustivo, mas prefiro os autores que, como você, os distinguem pelo mais marcante. Não é “deixar o leitor imaginar tudo”, é focar no mais importante, que no seu caso são as atitudes, pensamentos e memórias deles.
“ Talvez fosse porque detestasse gatos, talvez porque não soubesse como Noire funcionava. Um pouco dos dois.” Sim, eu adoro gatos, mas me identifiquei tanto com esse modo de pensar do Hector ~~
Logo que li “criador de bonecas” já pensei em algo super macabro, e nem preciso pensar muito pra saber por que Ethan e Yui detestam aquela loja. Mas que eu gostaria de saber como foi para eles a experiência, ah, eu queria.
Já devo encher o saco falando de cada parte do seu texto que gosto, mas é por isso que estou aqui (para encher o seu saco =D). Quando Ethan estava no esgoto enjoado e exausto; com fome, mas incapaz de comer, me pareceu que esse enjoo se transmitiu para mim. Acho isso bem legal porque tem protagonistas que nem são tão bons assim (claro que esse não é o caso), mas conseguem a “identificação/carisma” do leitor porque o autor consegue com que sinta o mesmo que ele. E a curiosidade dele seguiu um rumo em que eu já tinha pensado antes, ligado com a questão do cheiro ruim (a maneira com que você interliga os parágrafos é muito fluida!). Realmente, se ela não tem sentimentos, como é cheirar? Se bem que cheiros são muito ligados a memória, então ela seria capaz de sentir odores e lembrar do tipo de sentimento que eles proporcionavam?
Ao mesmo tempo em que entendo a inveja dele, o acho bastante ingênuo. Não é mais fácil desejar que os sentimentos não sejam transmitidos, em vez de não querer nenhum? Assim, eu sou muito fácil de ler, e meu desejo nesse aspecto é aparentar ser mais fria pros outros. Por dentro, continuo igual ― a diferença está por fora. Mas ele estava numa situação de estresse, e acho que esse tipo de raciocínio exige um pouco de calma.
E O QUE DIZER DA HISTÓRIA DA FAMÍLIA DELE, SANTO BUDA! RYSKALLA, SUA CRIATURA FODA! Quer dizer, não bastava o suicídio do pai, que eu já achava um momento incrível para a construção da personalidade do Ethan, mais ainda ter que lidar com tudo sozinho e cuidar da irmã menor. Dá pra entender bem mais desse jeito altruísta dele com essa cena, o que mostra o quão bem pensado ele foi. DIVINO~~
Mas é claro que a melhor cena, de longe, é quando ele sente alívio quando ela morre. Quando se vê livre de uma responsabilidade que ele carregava, mas que já estava pesada demais para aguentar. Dá pra perceber que ele é do tipo que ajuda, mesmo prejudicando a si mesmo (assim como ele fez com a Noire, né), mas ele não é santo e se livrar de um fardo por motivos externos VAI SER um alívio, mesmo que ele se odeie por isso. Também fico na dúvida se esse altruísmo dele é algo espontâneo, involuntário, quase um ímpeto, e não um ato bondoso e refletido. Vou ficar aqui com minhas dúvidas. Muito bom, muito bom!
Yui, uma ladra de livros? Ah, já gostei dela *insira um coração aqui* Segredo: durante a infância, eu também roubei alguns livros de bibliotecas da escola. E a sensação é mesmo muito boa, de conquistar algo pelo qual se afeiçoou, de enfrentar a sensação de nervosismo e ser injetada pela adrenalina e pelo alívio ao perceber que sim, conseguiu. A noção de certo e errado, de que aquilo pertencia a outra pessoa, nem passava pela minha mente (o objetivo não era ROUBAR de alguém, mas CONQUISTAR para mim) e eu era muito pirralha XD Então, é, eu já gosto da Yui.
“No momento em que saiu Ethan começou a agradecer, não sabia a quem deveria agradecer e por isso aquele ato lhe parecia idiota.” De novo, um trecho simples que achei incrível. Se bem que eu gosto do “banal”. O “banal” em um meio de fantasia, então, eu acho sensacional.
Ok, eu fiquei confusa quanto ao garoto que apareceu e desapareceu. Não sei se perdi alguma coisa no meio do caminho concentrada em outros personagens, e não sei se isso vai ser respondido mais pra frente (já que o Aury ficou zangado com isso, e isso não é pouca coisa). Quanto ao Killian... eu realmente fico pensando no que Ethan quis dizer quando gaguejou “ele é uma...” Uma criança? Uma boneca? Me pareceu ser uma criança mesmo, até porque ele diz que “era típico dele fazer esse tipo de coisa”.
E você ainda encerra o capítulo com esse desfecho sensacional. “Como os humanos reconheceriam a felicidade, se eu não existisse para roubar a alma de suas crianças?” CARALHO! Tem um episódio de Meninas Super Poderosas (é, eu gosto muito de desenho) que foi até censurado em muitos países. É um musical, e o tema dele é bem esse: para que elas continuassem a ser heroínas, os vilões tinham que existir. Isso porque surgiu um cara que derrotou todos os inimigos delas, e elas perceberam que “sem o mal não existe o bem”. É meio aquela questão de que luz e sombra só existem juntas, uma para reforçar o brilho da outra, e outra para reforçar a escuridão de uma. Sem esse contraste, deixam de fazer sentido.
Todos os personagens nessa história tem um passado trágico, não? (risos) Mal começa o capítulo e a Yui já está lembrando da morte do pai. Gosto da maneira com que ela se compara à mãe, dizendo que está endurecendo como ela já que não chora ao lembrar disso. Atualmente estou lendo O Iluminado, de Stephen King, e a mãe do guri age de forma parecida com a própria mãe: detesta a maneira com que ela agia, mas encontra em si mesma vestígios muito semelhantes.
E o que dizer dessa sequência de parágrafos? Deveria ter um gênero específico só para essa fic: “perturbação”. Esse espaço todo branco, mais o Aury, que é um gato-branco-que-eu-acho-que-é-preto, mais essa impressão de que os olhos dele flutuam, além dessa insistência em lembrar de bonecas, que são sim algo bizarro, tudo isso me perturba. Não sei dizer se de forma boa ou ruim, mas ainda assim é impressionante. Sério. O que me conquistou é que suas fics não perdem em nada para bons livros. Não falo só de sucessos recentes que são tão mal escritos quanto muitas fics por aí, não. Estou falando de coisas boas mesmo, que são consideradas excelentes pela crítica especializada, não só pelo grande público.
Isso pode parecer meio contraditório, já que adoro ficção científica e ela envolve explicações sobre física e astronomia bem extensas, mas achei ótimo que Aury não ficasse explicando para a Yui como funcionavam aqueles “olhos”. Quer dizer, para que explicar se isso não faria diferença para ela nem pra quem está lendo? Até mesmo esse tipo de explicação pode ser supérflua se não tem um objetivo.
COMO ASSIM NÃO GOSTA DE ÓCULOS, YUI? Eles são divos u-u Mas realmente, nos deixam mais velhos. Sem óculos me dão no máximo 15 anos, com eles chego a 17 para quem não me conhece! -Q
“Correr era ótimo, era como se estivesse deixando para trás aqueles pensamentos tóxicos que tanto lhe amedrontavam. Eles não poderiam alcançá-la se ela continuasse correndo assim. Poderiam ter corrido desde o início, afinal, tudo acabaria mais rápido.” Impressionante como às vezes a gente se ilude achando que vai fugir de algo psicológico com um simples movimento físico, né? Mas fazemos mesmo assim. E correr nos transmite uma sensação de liberdade, mas no fundo é só um movimento ― o que conta é a sensação que é transmitida e interpretada, então se você SENTE que correndo está deixando para trás as coisas ruins, elas realmente parecem estar para trás.
Fiquei tão curiosa quanto a Yui ao ver aqueles objetos estranhos, a maneira com que foram descritos como se vistos por ela foi bem interessante (uma ladra vendo pela primeira vez algo desconhecido). Com relação ao passado dela com os outros dois, achei meio diferente que o motivo pelo qual eles se separaram foi uma briga boba, e não algo trágico que “criou um trauma em seus corações para sempre”. Assim como a reação do Ethan ao encontrar o pai morto, que foi tão diferente que a própria Yui se surpreendeu, mas ao mesmo tempo é muito mais compatível com a personalidade do Ethan do que se agachar no chão e chorar igual um bebê.
Entendo o receio da Yui ajudar a Noire a recuperar a foice para roubar as almas, mas ele só me pareceu crível quando ela temeu pelos próprios amigos. Esse tipo de atitude não é bem altruísta, pelo bem da humanidade, e talz, mas sim egoísta (“se meus amigos estiverem salvos, foda-se o resto”). Assim como entendo que, mesmo ajudando a Noire em nome do Ethan, todos eles tem medo dela (e o próprio Ethan também). Isso reforça a complexidade que cada personagem carrega, e não fica aquela coisa simples e maniqueísta de “fiz porque é certo” ou algo completamente nonsense (“ah, ela é perigosa, mas somos hardcore e vamos ajudá-la sem medo nenhum, heil satan”).
Agora eu vi que me empolguei BASTANTE nesse review e ultrapassei as 3000 palavras. Malz se soei muito prolixa e tagarela demais, mas eu precisava compartilhar o que senti e pensei lendo esses capítulos porque, ufa, eles tiveram muito conteúdo. Vou me repetir, ser redundante, mas não importa: essa história é fantástica, e me sinto sortuda por ter a oportunidade de tê-la conhecido. Demorei uns dois dias para escrever esse review (não precisa ter pressa pra responder =D) e acho que essa média vai se manter nos capítulos que me faltam.
Felizmente, ainda tem muita coisa no seu perfil que ainda não li (Oi, Jogos do Vício, oi, essa coletânea de one shots que só descobri agora) antes de me arriscar nessa história enorme que é O Mistério das Borboletas. Mas pelo menos não serei órfã de suas histórias por um booooom tempo~~ Valeu, Rys, e até a próxima!
Mudando o início porque ainda não tinha completado um mês quando escreveu essa parte da resposta e agora já passou de um mês, Ryskalla finalmente consegue responder esse comentário fantástico ~ voz de narrador de desenho infantil
Heya! Desculpe a super demora ç-ç Cara, cê não sabe como senti sua falta Ç_Ç CÊ NON SOME ASSIM DE NOVO Ç_Ç Cê me vicia em seus comentários perfeitos e desaparece ;n; Mas, todos nós temos uma vida... Infeliz e felizmente UHUHADSUHSDAUHSUHDUHDSHUSDHUSD Nosso mundo não se resume apenas ao prazeroso mundo da leitura. Como seria um mundo assim? Certamente fantástico, mas acho que sentiria falta de comer chocolate.
E esses corações têm me causado problemas também, nas notas iniciais dos capítulos :c Ficava cortando ;n; Aí mudei pra s2 q E sim, está em hiatus porque MdB está quase acabando. Faltam uns cinco capítulos e eu queria focar logo no fim. Terminá-la o mais rápido possível pra depois fazer a loucura de tentar publicar. Torcer pra alguma editora me aceitar... Vou tentar na Rocco por motivos de sou pobre e não tenho dinheiro Ç-Ç E bem, mesmo que não consiga... Pelo menos terei terminado outra história XD Se non der certo vou tentar arriscar outra vez, dessa vez com PM q- Às vezes é legal ter esperanças, o problema é quando elas morrem, né q
Agora, viu? Estou desacostumada com esses seus elogios exagerados. Fico aqui, olhando a frase e sorrindo feito uma besta (como você bem sabe) e fico: "Que eu falo? Só agradeço?". Poisé, minha única alternativa é explicar que eu fico tão sem graça que não sei ao certo o que responder. Queria saber o tipo de pessoa que sabe reagir de maneira satisfatória com elogios XD Mas na minha mente eu nunca os mereço q
Louis é de Entrevista com o vampiro? Eu comecei a ler, mas não terminei... Não lembro a razão. Acho que tive que devolver pra biblioteca por ter gastado o tempo distraída com algum livro que eu tenha ganhado... Geralmente é isso o que ocorre XD E de fato, do jeito que sou medrosa, também teria desistido só da Noire olhar pra mim q- Ia ficar lá, lendo feliz da vida ou quase. Novack sabe perturbar quando quer q
E o lance do Aury HHUSADUHSDUAHUHSDAHUASDUHADS A razão dele ser branco é meio tosca XD Noire e Aury (na época o nome dele era outro q) eram personagens de RPG meus... Usava o avatar da Momo e do Daniel de Shinigami no Ballad... Só que sempre imaginei a Noire de cabelo preto... E a Momo tinha cabelo branco q- Com a mágica do paint, inverti as cores SDAHUSDHUSDUHASUHDUHSDUHDUHSDAUHSD E foi assim que o Aury ficou branco LOL A triste e trágica história capaz de tirar toda a magia de um personagem UHUHDSUHASDUHSDAHUUHSADUHD Mas enfim q Acho que é meio complicado tratar como um animal um gato que se porta como uma pessoa q-
Cara, eu sempre fico feliz quando cê fala que consegue captar toda uma atmosfera com os pequenos trechos que eu faço ;u; Porque eu tenho complexo de "não-sei-descrever" e sempre me sinto mal por isso. Tipo, fico naquela coisa: Devia descrever mais essa cena... Mas não sei como Ç_Ç Arg, fique assim ;n;
Eu também prefiro cenas assim, poderia dizer que tenho isso da Myra: prefiro o diálogo e não a luta HUUHSDUHSDUHUDSHUHSDUHSDUHDUHD Mas talvez seja apenas que eu tenha dificuldade para narrar lutas e mais facilidade para tratar o cotidiano. Sou toda bugada, às vezes isso é uma droga, às vezes me salva q
Quando comecei a trabalhar nessa ausência de sentimentos da Noire, foi meio que um pesadelo. Eu simplesmente não conseguia explicar... Até que certa vez, quando eu estava descendo as escadas, tive um dos meus tiques. Vez ou outra eu me imagino caindo e me machucando sério, é quase como se eu sentisse a dor... Até fecho os olhos. Então fiquei: Já sei como explicar a situação dela. É algo que realmente me orgulho, sl Pode parecer que sou metida por isso, mas sempre fico com o ego inflado de: Eu que pensei nisso HSUHAUHADSHUASDHUAHSUDUHASDHUSDAHU É muito bobo da minha parte? Situação parecida foi quando consegui dar um motivo científico para um outro personagem meu ser perseguido por borboletas. Aí quando descobri essa informação eu fiquei tipo: MINHA MENTE É SORTUDA DEMAIS PRO PRÓPRIO BEM UHSAHDUUHSDAUHSADUHUHDSUHDSHUDHUSA Aí fiquei com orgulho por ter uma imaginação sortuda XD É, sou bem doente q Ah e gostei dessa sua forma de ver a situação dela, creio que se aproxima bastante, veja bem q
Adoro suas teorias HUSDHAUHUSDHUDSUHSUHDUHSD Mas essa em especial eu não vou poder comentar muito. Tipo, não quero soltar spoilers... E eu solto bem fácil @_@ Entonces non falarei muita coisa aqui, desculpe ;n;
Agora pera, porque me perdi de onde estava respondendo, vejamos :v Ok, amigos de infância, é. Sim, foi bastante repentino, mas acho que foi mais por causa que tipo... Os capítulos dessa história eram bem maiores e eu tive que diminuir ou dividí-los para ficarem plausíveis numa fanfic. É complicado ler pelo computador e salvar onde você estava. Não tem marca páginas :v E junta minha mania de ir direto ao ponto. Às vezes tenho medo de ser apressada demais, sinto que devia explicar melhor as coisas... Só que às vezes elas se encaixam tão bem "do nada" :v Que simplesmente não consigo pensar numa forma melhor. Entonces eu meio que fico contente pra caramba quando você faz elogios assim :v Eu me sinto meio que realizada: Isso! Não ficou uma grande bola de bosta! Tipo isso UDSHUAHUDSHUDSHUAUHSDUSDUDSUHDS Eu considero demais sua opinião, provavelmente por causa que seus comentários não são apenas maravilhosos, eles acrescentam muita coisa. Às vezes você vê coisas que eu mesma não tinha visto e quando paro para pensar vejo que realmente faz sentido ou quando você vê coisas que eu acreditei que ninguém jamais veria... É simplesmente mágico :v
Outro ponto é o lance da descrição UHHUDSAUHDUHASHUDSHUSDUHSD Sou o tipo de autora que descreve muito bem os sentimentos, agora o físico... É mais difícil. Sei que é necessário, então sou direta. Sinto inveja de quem consegue fazer grandes descrições e panz... Mas sempre que tento fica chato, exaustivo... Fora de lugar. Meu beta de O Mistério das Borboletas sempre bate nessa tecla: Você tem que descrever mais. Eu realmente tento, mas nunca irei fazer aquelas descrições enormes, mostrando cada detalhe de um personagem. Descrevo o que chama atenção e sempre que possível uso metáforas. É mais prático pra mim descrever em metáforas... E acho bonito também q
Que bom que se identificou com o Hector, tem leitor que não gosta muito dele
Eu amo a ideia de bonecas q- Em MdB tem bonecas também, mas são boas... Em PM eu quis colocá-la como algo, como você descreveu, macabro. O clima da fic pedia. Pequena Maria deixa claro desde início que a história tem um clima pesado e tenso. O Mistério das Borboletas te engana e é por isso que as bonecas lá são diferentes. Pra manter sua ilusão de que é uma história feliz e colorida. Depois de As Cores imagino que você tenha notado que todas as minhas fics tem um lado obscuro. Queria fazer coisas felizes, de verdade, mas sentimentos como desespero, tristeza, ódio e dor são tão maravilhosos de se trabalhar. Há uma certa beleza nesses sentimentos que todos desprezam. Imagino que minha visão tenha ficado assim desde que joguei Klonoa 2 e conheci o King of Sorrow. É um jogo com uma história maravilhosa.
E você nunca enche meu saco, filha :v Só me faz ficar me sentindo culpada por demorar tanto pra responder Ç_Ç Mas veja, eu tenho que falar sobre tudo e acabo divagando por aí. Minhas respostas são enormes também, demora, mas quero fazer algo perfeito e do seu nível ♥
Ethan é um personagem complicado e simples ao mesmo tempo... Eu consigo me colocar no lugar dele, então essa parte do esgoto foi um desses momentos em que eu "era o Ethan". Eu não conseguiria comer em um lugar daqueles e o Ethan querendo ou não poderia ser visto como uma criança mimada e certinha. Andar no esgoto é especialmente desagradável pra ele. Claro que o tempo e os acontecimentos da vida mudaram bastante, perdeu a família e então os amigos. Não havia mais quem o tratasse com carinho, não havia mais mimos.
Quanto a Noire e os cheiros... Imagino que para ela, atualmente, é mais fácil ignorá-los. Justamente por isso, ela não quer lembrar. A mente dela é complicada, é uma droga a fic estar em hiatus porque eu fico super com vontade de escrever Ç_Ç Ainda mais pra mostrar mais coisas do ponto de vista da Noire (quando ela rouba uma alma, por exemplo). Ela ficou mais desperta depois do Ethan, antes ela simplesmente não ligava. Era mais fácil ignorar as lembranças, ficar ausente, quase letárgica. Assim que terminar MdB (faltam 4 capítulos ♥) eu irei voltar com PM ç_ç Olha só o que você me faz UHHUDSAHDSHUSDUHHUDSUHDSHUDSHUSDUH
Yep, Ethan pode ser muito ingênuo e como você disse: o estresse atrapalha bastante. Por outro lado, ele não sabe como é não ter sentimentos. Nós temos uma ideia, porque temos o ponto de vista da Noire. São poucas as pessoas que realmente param para pensar em como é não sentir nada. Parece maravilhoso no início, mas é uma faca de dois gumes.
Eu fiquei surpresa também quando o passado dele se desenrolou na minha cabeça. Fiquei me sentindo horrível e cruel por pensar em algo assim, mas foi. E o alívio... Seria ótimo para ele chorar e se sentir triste. Só que não seria... Verdadeiro. Não consegui imaginar de outro modo. Ele era uma criança cuidando de outra criança, o mundo não é fácil e cor de rosa. Era um peso que ele nunca quis carregar. Não estava feliz com isso, logo, não havia espaço para ele sentir tristeza por aquela perda. Por mais cruel que isso seja, perder a irmã foi a melhor coisa que aconteceu a ele em muito tempo. Ele podia viver como bem queria. Estava livre. Ele tem consciência disso e por isso se odeia. Sabe que seu alívio é racional, porém não o aceita. O altruísmo dele mistura várias coisas... Não é só bondade, há por um lado a punição. Altruísmo nem sempre resulta em coisas boas, você se ferra por causa dele. O sentimento de culpa dele pode ser um grande fator, além da bondade e do lado aparentemente impulsivo. Lembre-se que ele era o amigo que sempre parava para refletir sobre o que poderia ou não meter o trio em enrascadas. Quando criança, por mais que lhe doesse, ele jamais ajudaria alguém fora de seu alcance. Ele é covarde.
Que feio :v Agora entendo porque gosta tanto da Liese UHDUSAUHSDUHSDAUHSDAUHDHUSHUSDAUH qn Faz todo o sentido :v HDSAHUSDAHUSDAHUSDAHUUHSDAHUDSHU Enfim, a Yui não rouba apenas livros, é claro. Gostei da sua explicação para os roubos :3 Pode me chamar de louca, mas achei bonitinha GSDAGYYGSDYGSADYGASDYGASDUHSDHUASDHUSUHDHUASDHUD
Esse trecho tive um pouco de dificuldade... Admito. Naturalmente, iríamos agradecer a Deus por sair de uma situação dessas, mas eles não possuem deus ou deuses nesse mundo. Não havia ninguém para que ele pudesse agradecer. É um mundo... solitário.
O garoto que desapareceu... Só mais pra frente :v Nos próximos capítulos já terão dicas sobre quem era q- Do jeito que é esperta vai sacar rápido. Então não falarei nada pra não estragar esse momento de prazer XD É ótimo quando descobrimos algo q
Killian é uma boneca. Quanto ao seu típico ele fazer esse tipo de coisa, também será abordado lá na frente.
Gente, as Meninas Super Poderosas HUDUSAHUDSAHUDSAHUSDUAHUHSA Eu tenho a bonequinha da Florzinha na minha estante de livros. Embora eu gostasse mais da Lindinha :v Eu não sei porque, esse episódio me é familiar, sl... Não tenho certeza se já o vi @_@ Agora me deixou com a pulga atrás da orelha q
Eu gosto de passados trágicos. Sei que tenho que parar com isso q- Sei lá, tem mais terra pra cavar em passados trágicos. É melhor de trabalhar a personalidade de um personagem. Ele é assim porque é. Não, prefiro o "ele é assim por causa do passado dele". Meio bobo, mas é q MANO EU QUERO MUITO LER O ILUMINADO Ç-Ç Mas não tem na biblioteca daqui da Praça e eu sou pobre pra comprar ;n; Eu também tô querendo começar a ler alguns livros nacionais. Questão de honra :v Tipo, como posso querer publicar algo e esse algo fazer sucesso se eu mesma não dou uma chance pro que já temos? E tem tanta história fantástica que o povo fala. Quero entrar nesse mundo também.
Na minha mente esse trecho ficou mais perturbador UHDHSAUHHUDSUHDSHUHUSD Tipo, não consegui botar em palavras tão bem como gostaria. Deu um gostinho, só que não foi o sentimento todo. Minha irmã tem fobia de bonecas, tentei imaginar o que ela sentia nessa cena XD Sempre penso na minha irmã quando penso em bonecas. E lá vem você de novo me deixar com vergonha usando elogios exagerados. Eu fico vermelha sabia? De verdade :v Não sei o que responder, desculpe HUDAHUSUHADSHUDSHUUHDSUHSDHUDUHSDUHUHSDUHSADSDA Vou agradecer, mesmo achando que deveria falar algo mais q- Só que não consigo pensar direito DSAHUUHDUAHSDHUSDAHUDASHUDASHUDSHU Você já sabe como sou q
Astronomia ♥ Mas então q- Também acredito que nem tudo seja digno de ser explicado na hora... Apesar que esses "olhos" serão explicados... Num contexto diferente, mais pra frente. Naquele momento não faria sentido explicar. Mas um dia a resposta vem :v
Quando eu era pequena, meu sonho era usar óculos HUSDHUSADHUASDHUSDAHUHUSDSD Aí eu finalmente consegui, weee ♥ Também acho lindo usar, exceto quando eles ficam embaçados. Aì é bem chato XD
Acho que a gente se ilude de muitos meios. Vejo isso como uma proteção. Por vezes faz bem se iludir, como no caso da Yui. Acreditar que aqueles pensamentos iriam ficar para trás, como se eles fossem espíritos e não algo dentro da cabeça dela. Ela era mais rápida que eles, eles perderiam uma corrida contra ela. Havia um lugar seguro e distante deles.
Os objetos também serão explicados mais tarde q- Ai, eu fico cheia de vontade de falar, mas não posso Ç_Ç Ai meu Moros q E nem tudo pode ser tragédia, não é? Cogitei em colocar algo trágico, mas já tem muito passado triste e destruído. Tem que ser na dose certa, além disso... É legal quebrar expectativas. Era esperado algo forte, mas no fundo foi algo bobo. Eram crianças afinal q- E sim, foi estranho para ela que ficou tão triste com a morte do próprio pai... E então o Ethan, que tinha um pai fantástico, encontra o cadáver e não demostra tristeza e sim raiva. Não havia sentido naquilo. Na cabeça dela, ele deveria estar chorando feito um bebê. Porque é o que ela faria na época.
Todo mundo tem receio de ajudar alguém como a Noire, a Yui não poderia ser diferente. Hector é um guarda, então ele pensa no melhor pro reino. Porque é o dever dele, proteger o reino. A Yui só tem os amigos... É a única coisa que importa pra ela, então por que os outros deveriam importar? Não faria sentido se ajudar a Noire fosse algo fácil... Tem que mexer com eles. Ela é um monstro. Só que é um monstro que precisa de ajuda, um monstro que - se estivesse em condições normais - está sofrendo.
Seu review ficou maior que muito capítulo que escrevo HUHUDASUHDSAHUSADHUSDHUHUSDAHUDSUHDSHUDS E acho que já disse, mas não precisa pedir desculpas. Amo mesmo seus comentários, mesmo tendo demorado uma eternidade pra responder x-x
Eu que me sinto sortuda em ter uma leitora como você ;u; Você que é fantástica ;u; Fica me deixando com vergonha de novo, mas é fantástica HUHSADHUDSAHUUSDHHUDSHUSDAUHSD Cê demorou dois dias e eu demorei 48 pra responder, que dlç. Tô me sentindo um ser terrível ç-ç Acho que vou deixar a Noire roubar minha alma ~ounão~
UHHUSADUHSUHDAUHSDAUHSDHUSDUHSDUHSDHUS As ones são mais testes do que qualquer outra coisa q- Tem uma one que faz parte dessa fic, você vai descobrir em breve. Acho que foi a melhor coisa de lá XD E sim, MdB é gigante. Nunca imaginei que conseguiria colocar tanta coisa numa história que de início era tão simples. Eu não brinco quando digo que sou tão leitora quanto você XD A história vai se desenrolando lentamente na minha cabeça e mesmo quando chego no final... Ainda tem coisa que me surpreende.
Enfim ♥ Obrigada pelo comentário megamaravilhoso ♥ E desculpe pela demora absurda ;n; De verdade ;n; Non esqueci de ti ;n; Abraços quentinhos e até a próxima s2
"Uma coisa engraçada sobre os pensamentos é que quando estamos com medo eles geralmente caminham para um rumo que irá piorar esse seu medo e não amenizá-lo."
Eu esperava que no fim do capítulo ela realmente arrancasse a alma de alguém, fiquei apreensivo quanto a isso, tenso em certo modo, mas não, isso me causou um certo alívio, porém, quando ela demonstrou desespero diante da foice me deu um sinal de que eles não estão realmente seguros ao lado dela.
Os personagens que no início pareciam ser formados de forma aleatória, mostraram total importância, as memórias mechem comigo, não são óbvias e irreais do tipo:
"Então ele chorou desesperadamente"
Não, são bem mais incríveis e inesperadas, nessa história você não sabe a próxima ação, o próximo sentimento e passo a seguir, não nos dá segurança, nem torcemos para a morte de algum dos personagens, cada um demonstra algo importante, cada um tem um motivo para existir, como um pombo, eu nunca vi personagens tão vividos no fanfiction quanto nessa história.
O que começou com um clima escuro onde uma possuia uma garota má e um garoto bondoso mudou, ele mostrou ser capaz de tudo para que tudo siga bem, ela mostrou não ser tão má assim, porém, não temos segurança sobre o psicológico dela.
Essa história fica cada vez mais perfeita, cada parágrafo uma surpresa diferente, seja tanto investida no passado quando no presente, mas por favor, eu enlouqueço só de imaginar o futuro deles, isso demonstra que você é uma ótima autora e pretendo ler até o final. *u* Obrigado por presentear o mundo com essa excelente história.
HUSDHUHSUDAHUDSHUDSAUHDSHUAHUSDDSHUSDUHSDAUHUHDSUS Desculpa, é engraçado, assim. Essa sua expectativa de que ela vai arrancar a alma de alguém a qualquer momento. Era essa a intenção original, fazer o leitor ficar com essa insegurança. Eu estava até me sentindo uma falha já, porque o povo tá tão super confortável com a Noire... Assim, ela rouba a alma de crianças! E a grande maioria simplesmente fica morrendo de amores por ela HUDHSUAHUSDAHUDSAHUSDHAUHUSDUHSDHSUADHUSDHUSHDS
Não sei explicar direito, tipo q- Cada leitor tem uma reação diferente ao ler uma história e a sua acho que é a mais próxima da real... Digo. Se a Noire realmente existisse no nosso mundo, você está olhando para ela como uma pessoa normal deveria olhar. Isso é um barato e é engraçado, justamente por ser peculiar q
E, como eu já comentei, né possível u-u Você fez algum tipo de faculdade ou talvez tenha algum dom de fazer comentários perfeitos. Tipo, não achava que eles poderiam ficar ainda melhores, só que você se supera cada vez mais. E quem sofre com isso são minhas bochechas, que ficam cada vez mais vermelhas >
Enfim, acho que já deu para ver que eu gosto bastante da cor cinza. Tipo, para personagens. Não gosto daquela coisa taxada: Ah, ele é mau e ela é boa. Não! Somos tão mais complexos que isso, digo. Por que os personagens nas histórias não podem ser também?
Vou parando por aqui, embora eu pudesse conversar com você pra sempre ♥ Porque assim, eu sou bem tagarela UHHUDSHUDSHUAASHUDHUSDHUDSAHUSDHU E seus comentários são ótimos q Então tem papo pra uma infinidade de anos :v Mas vamos lá ♥ Obrigada outra vez, é vou agradecer pra sempre e sempre por você comentar u_u Se acostume u-u Afinal a culpa é sua que tem comentários divônicos. Como eu poderia não agradecer? Seria irreal demais u-u Por isso OBRIGAAAAAAAAAADA. Sim, gritei. Porque a alegria às vezes explode dessas formas um tanto toscas ♥ Obrigada outra vez e até o próximo *U* ~atéofacenocasomasok