Olá Sarah, obrigado pela crítica positiva. Sempre quando vejo comentários como o seu, é um novo estimulo para o próximotexto. Essa foi uma das poesias, que digo ser atípica, daquelas que vem devagar, com o tempo. Ela durou três dias para ser escrita, e quando terminei, não tinha acreditado que tinha terminado. Acho que realmente "Há tanto o que falar". Mas eu escrevo, com o que sinto, porémainda tenho muito o que aprender.
Acho que já deve saber que gosto muito dos seus versos. Estes não foram diferentes, foram ainda mais encantadores, ainda mais com o tema abordado. Eternidade na Terra, eternidade em uma coisa mortal, é algo tão contraditório e belo ao mesmo tempo! Eu não sei por que, mas tive a impressão de que esse eu-lírico já foi uma pessoa muito amargurada, sombria e que, graças a alguém, ele criou luz, ele encontrou uma salvação. Não sei dizer o porquê de eu ter interpretado isso, mas tem vários versos que remetem algo do passado (algo que o prendia) e ele ressalta que é o presente que o libertou daquilo. Entretanto, eu senti um toque de saudade nisso, algo como uma impossibilidade, de não se poder fazer algo inspontaneamente, uma vontade que não pode ser atendida.
Quero estar com você nesse inverno, E dançar a valsa que eu tanto ensaiei. Há tanto o que dizer, Mas minhas palavras se emudecem
Foi a minha estrofe predileta, logo a primeira. Gosto muito quando alguma arte (seja literatura, música, pintura, etc) se mistura com poesia. O "Me concede essa dança?" foi o final perfeito para o clima de valsa desses versos, fiquei encantado. E o maior problema da maioria das pessoas: ter tanto o que dizer, mas não falar nada. É algo tão angustiante, independente do motivo pelo qual ele silêncio ocorre. Seja por timidez ou alguma limitação. Mas, mesmo assim, eles ainda dançam, comunicam-se com a dança (se é que eles dançaram) e, provavelmente, com o olhar. Nesse caso, é até melhor que não se fale nada mesmo. Fico imaginando o que aconteceu afinal. Ótimos versos!
Roberto, você já é da casa (risos). Eu tenteicriar uma ligação entre "Medo do escuro" e "Fique". Enquanto eu estava escrevendo, eu pensei que seria interessante fazer esse desfecho. Obrigado mais uma vez. Estou adorando os comentário de todos, e gosto muito de responder.
Que poema lindo... Nossa, que poema perfeito!
As palavras são tão tocantes, e nos faz ficar de boca aberta pela qualidade do poema. Sério, é de tirar o fôlego.
O final é de nos emocionar; muito bonito e conquistador.
O coração ora trai, ora traz.
Espero que me perdoe,
Pois eu te amo,
Mas que meus sonhos abstratos.
Esse verso é deslumbrante, parece que saiu da mente de um poeta nato.
Parabéns, de verdade.
Olá Sarah, obrigado pela crítica positiva. Sempre quando vejo comentários como o seu, é um novo estimulo para o próximotexto. Essa foi uma das poesias, que digo ser atípica, daquelas que vem devagar, com o tempo. Ela durou três dias para ser escrita, e quando terminei, não tinha acreditado que tinha terminado. Acho que realmente "Há tanto o que falar". Mas eu escrevo, com o que sinto, porémainda tenho muito o que aprender.
Nossa, eu amei.
E nem sei o que escrever aqui, só queria que soubesse que gostei muito.
Beijos.
MrsLih, obrigado pelo comentário.
Volte mais vezes. Abraços.
Acho que já deve saber que gosto muito dos seus versos. Estes não foram diferentes, foram ainda mais encantadores, ainda mais com o tema abordado. Eternidade na Terra, eternidade em uma coisa mortal, é algo tão contraditório e belo ao mesmo tempo! Eu não sei por que, mas tive a impressão de que esse eu-lírico já foi uma pessoa muito amargurada, sombria e que, graças a alguém, ele criou luz, ele encontrou uma salvação. Não sei dizer o porquê de eu ter interpretado isso, mas tem vários versos que remetem algo do passado (algo que o prendia) e ele ressalta que é o presente que o libertou daquilo. Entretanto, eu senti um toque de saudade nisso, algo como uma impossibilidade, de não se poder fazer algo inspontaneamente, uma vontade que não pode ser atendida.
Quero estar com você nesse inverno,
E dançar a valsa que eu tanto ensaiei.
Há tanto o que dizer,
Mas minhas palavras se emudecem
Foi a minha estrofe predileta, logo a primeira. Gosto muito quando alguma arte (seja literatura, música, pintura, etc) se mistura com poesia. O "Me concede essa dança?" foi o final perfeito para o clima de valsa desses versos, fiquei encantado. E o maior problema da maioria das pessoas: ter tanto o que dizer, mas não falar nada. É algo tão angustiante, independente do motivo pelo qual ele silêncio ocorre. Seja por timidez ou alguma limitação. Mas, mesmo assim, eles ainda dançam, comunicam-se com a dança (se é que eles dançaram) e, provavelmente, com o olhar. Nesse caso, é até melhor que não se fale nada mesmo. Fico imaginando o que aconteceu afinal. Ótimos versos!
Roberto, você já é da casa (risos). Eu tenteicriar uma ligação entre "Medo do escuro" e "Fique". Enquanto eu estava escrevendo, eu pensei que seria interessante fazer esse desfecho. Obrigado mais uma vez. Estou adorando os comentário de todos, e gosto muito de responder.
Perfeito, maravilhoso, lindo... amei esse poema..
Obrigado Kumiko, volte sempre.