Sobre o que escrevi em "o que acha que precisa ser melhorado", aconselho a leitura deste artigo, que está muito claro e acessível: www.mansaodasletras.blogspot.com/2014/06/como-pontuar-dialogos-com-travessao.htlm
Já tinha ouvido falar bem deste conto ainda antes de saírem os resultados, e colocado na minha lista "a ler", pelo que não surpreendeu vê-lo num dos primeiros lugares. A leitura também ficou dentro das expectativas, quase que senti uma redoma em torno do texto, tal a delicadeza que parecia transmitir através da personagem. É um enredo simples, retratanto um momento comum, de tantas pessoas que passam pelo mesmo (poucas com um final tão bem sucedido), mas que se destaca pela capacidade com que conseguiu transmitir os sentimentos, desejos, dúvias e medos do narrador, levando o leitor a criar empatia com ele, quer tenha já sentido o mesmo quer não. Isso numa escrita também muito boa.
Primeiramente, muito obrigada pela sua presença! Fiquei muito feliz que você salvou a história aí num cantinho para ler quando fosse possível. Obrigada! Que bom que gostou! Fiquei muito feliz com o resultado do desafio, quando vi meu nomezinho lá, o nomezinho da fic, ai... Nem sei o que dizer direito sobre isso, apenas que amei participar e amei criar esta história. Então, obrigada por ter lido e gostado!
Sobre o ponto a melhorar, estou CHOCADA. Pensa numa pessoa que escreveu a vida inteira de um jeito e agora descobriu que estava escrevendo errado? Eu.
O que mais me deixou em choque, foi que neste exemplo não tem ponto final:
— Eu não gosto de bolos — disse Maria.
Gente, pensa numa pessoa que achou super estranho não haver um pontinho final ali depois de "bolos"? Eu.
Nunca me disseram isso. Nem meus professores de português, nem os outros betas que comentaram a fic, ninguém kkkkkkkkkkk socorro, tô perdida, vou voltar para a escola.
Mas falando sério, acho que vai levar um tempinho até eu conseguir me habituar com essas regras de pontuação e travessão, mas desde já muito obrigada por ter me tirado da redoma que me mantinha no erro e vou tentar escrever direitinho de agora em diante.
Jesus... Tô nude. Ok, parei com o drama, mas obrigada mesmo.
Abraço!
M
Maronan
Priscilla, que conto bom de ler! Você me fez rir quando eu li a parte em que a Ana pensa que o Miguel é um assaltante. Acho que eu reagiria da mesma forma que ele... Parabéns, muito bem escrito, muito bem aprofundado... Na medida certa, muito verídico... Todo mundo já teve uma(o) "Garota(o) dos olhos", você tratou tudo de uma forma muito gostosa de se ler. Você escreve muito bem! ^^
Muito obrigada por sua presença por aqui. Fico feliz que tenha lido meu singelo conto, gostado e ainda comentado. Valeu!
Quando eu estava escrevendo, eu ri na parte que a Ana pensa vai ser assaltada kkkkkkkkk mas nos dias atuais nem dá para julgar a moçoila por ser um pouquinho paranóica.
A história desta fic já estava na minha cachola há muito tempo. Eu queria falar de um romance, de coisas do cotidiano e ao mesmo tempo abordar esta questão das nossas redomas. Foi muito legal colocar esta história para fora.
Muito bacana sua história. Me identifiquei muito com o personagem,afinal,quem não vive em uma " redoma " dessas,hoje em dia? Espero ter a mesma coragem que o personagem e tomar uma atitude assim um dia. Enfim,parabéns pela história.
Fico feliz que tenha gostado e se identificado. Minha intenção foi fazer exatamente isso, escrever algo com o qual as pessoas se identificassem e fazer o povo pensar em suas próprias redomas.
Foi uma fic que eu amei muito escrever porque adivinha? Eu também me identifiquei kkkkk
Olá! Antes de relatar sobre a minha identificação com o personagem, eu gostaria de parabenizá-la pela história. Bem original e que retrata o cotidiano e, apesar de não ser paulistana, o trânsito do Rio de Janeiro não é muito diferente, hahaha.
É muito interessante como você retrata a redoma no texto, encaixando-a de uma forma que podemos dizer: Sim, é verdade. É exatamente desse jeito que vivemos, no nosso próprio mundo sem prestar atenção às pessoas a nossa volta, apenas existindo e seguindo com a rotina, fazendo o que deve ser feito.
Enfim, agora sobre os personagens, eu adorei o Miguel e torci muito para que ele conseguisse se aproximar de Ana, independente da forma que escolhesse. E, falando nessa aproximação, foi bem inusitada! Gostei mesmo!
Acerca de Ana, ela é exatamente como eu, lendo livros pelo celular e ouvindo música ao mesmo tempo, embora às vezes eu leve comigo um livro físico, geralmente de banca, porque, convenhamos, é muito material que um universitário carrega na mochila.
Novamente, parabéns pela história e muito sucesso! Para finalizar, depois de me rasgar de elogios pela fic muito bem desenvolvida, fecho com o parágrafo que eu mais amei:
"Eu nunca acreditei em amor à primeira vista, mas eu tenho que admitir: aquela garota era diferente. Ela me intrigava, me fascinava, despertava algo em mim que eu não compreendia direito. Eu só sei que era algo muito bom. E eu adorava ficar olhando para ela durante aquele período em que nossas filas estavam lado a lado na plataforma. E a cada vez que eu fazia isso, me sentia ainda mais hipnotizado por aquela garota. Preso na sua teia. Atraído para aquela redoma que a cercava e que a afastava de mim."
OMG muito obrigada por este comentário tão divônico que me deixou com cara de boba aqui kkkkkkkkkk
Pois é, eu imagino que o trânsito de Rio e Sampa sejam bem parecidos mesmo ahahahah
Bem, sobre a fic, ela é o meu xodó. A ideia surgiu na minha cabeça há muito tempo porque sempre fiquei pensando nesta questão das redomas, sabe? Eu acho que é um mal da sociedade contemporânea, mas que precisamos enfrentar em alguns momentos de nossas vidas porque só assim vamos vivê-las de verdade.
Uma frase de Plutarco me inspirou para escrever a história também. É assim: "É preciso viver, não apenas existir." Acho isso muito emblemático e me inspirou para fazer o Miguel tomar uma atitude, porque até então ele estava só existindo, seguindo aquela rotina e com medo de se aventurar.
Também me identifico com a Ana kkkkk leio muito pelo celular, ouvindo música, e às vezes um livro físico também.
Ela também vivia na redoma dela (todos nós, né), mas não contava com a abordagem inusitada do Miguel que, diga-se, eu me diverti muito escrevendo kkkkkkk ela pensando que era um assalto. Quem nunca? Oi?
Você é a segunda pessoa que cita esta frase como uma das partes favoritas no texto. Honestamente, eu acho que meus neurônios estavam em outra dimensão quando eu escrevi isso porque ficou tão romântico e... Sei lá, intenso? Dá um certo arrepio em mim ler as coisas que eu escrevo depois de um tempo, sabe? kkkkkkk Fico feliz que tenha gostado.
Muito muito muito obrigada por ter lido A Redoma, se identificado, curtido, comentado e eitcha lelê. Valeu! *-*
Adorei! Uma das melhores fics que já li. Deixou um gostinho de "quero mais" e ao mesmo tempo foi suficiente! Você soube exatamente como descrever as coisas, como deixar aquilo mais real e apaixonante. ♥
Muito obrigada pela sua presença e pelos elogios! Fico happy que tenha gostado porque eu simplesmente AMEI escrever esta história e tenho um carinho especial por Miguel e Ana. Fiquei com um gostinho de quero mais também e ao mesmo tempo acho que uma continuação estragaria o mistério gostoso que ficou no ar.
Assumo que eu era (e ainda sou um pouco contra one-shot) mas ficou muito bom gostei demais. Escreva mais. Decidi ver o que era que vossa senhoria tinha escrito me impressionei, parabéns.
Obrigada pela presença e pelo comentário! Fico muito feliz que tenha gostado de A Redoma (meu xodó) apesar de não ser muito fã de one-shot). Infelizmente, como era para Desafio da Copa tinha que ter 1 capítulo só, mas no fim gostei de deixar um gostinho de quero mais.
Primeiramente, antes de sequer fazer uma saudação, eu devo te agradecer por ter feito uma história tão eterna e infinita em tão poucas palavras. Além de ser uma história original e surpreendente, ela nos faz refletir um pouco sobre nós e o mundo que construímos ao nosso redor - a nossa redoma e a dificuldade que temos para sair dela.
A construção do seu texto está magnífica, e não há outra palavra que a descreva melhor. Os pensamentos do protagonista estão muito bem elaborados e você conseguiu ser poética e ao mesmo tempo clara e objetiva, rompendo esse clichê de amor meloso e ao mesmo tempo dando margem à esses pontos.
Obrigada! E parabéns!
A propósito (a minha saudação): Oi!
O que mais gostei:
"E a cada vez que eu fazia isso, me sentia ainda mais hipnotizado por aquela garota. Preso na sua teia. Atrado para aquela redoma que a cercava e que a afastava de mim."
Criatura, muito obrigada pelo seu comentário divônico! Fico tão feliz que tenha gostado e se identificado. Minha intenção com esta fic foi realmente propor uma reflexão sobre as nossas redomas, usando uma história de amor para isso.
Escrevi esta fic em um dia, a ideia já estava na minha cachola há muito tempo, e fui escrevendo, escrevendo e escrevendo, colocando meus sentimentos para fora mesmo e acabei refletindo muito sobre o tema também.
A Redoma mexeu muito com esta autora maluca aqui kkkkkkk
Obrigada pelos elogios! Fico muito feliz!
Sobre a parte que você mais gostou, tirei do fundo do meu coração. Me coloquei no lugar do Miguel e imaginei como ele estava se sentindo. Que bom que gostou!
Muito obrigada por ter lido, curtido e comentado! Fico feliz!
Obrigada pelos elogios e pela presença!
:-)
G
Gabriella Rueda
Bem, a sua história me tocou.
Eu vou muuuuito à Avenida Paulista, tipo, sempre. E sinto a mesma coisa. As pessoas não sorriem, não são gentis e nem sequer olham umas para as outras. é engraçado porque, nunca as veremos algum outro dia, provavelmente.
É engraçado ver que, existe alguém - você ou seu personagem - que pensa assim como eu. E também é engraçado como nós mesmos criamos redomas.
Não chega a ser hipócrita, e se for, é de uma maneira inocente. Porque o Miguel tinha vergonha de falar. E as pessoas que realmente querem se relacionar com as outras, desconhecidas, em lugares públicos - pode me incluir - sentem vergonha. Não deveria ser assim. Olhe a que ponto chegamos.
E eu quero dizer que a sua história me fez refletir algo que eu reflito todas as vezes em que saio na rua.. como somos tão desconhecidos! Maravilhosa, história maravilhosa, e foi bom conhecer o Miguel e me aproveitar - mesmo que pouquíssimo - de suas sábias palavras ♥
Beijos ♥
- Gabriella
O que mais gostei:
' Parecia que cada uma delas tinha criado a sua própria redoma e não queria ser importunada por nada ou ninguém. Parecia que elas tinham se desligado do mundo em volta, dos problemas e dos seus semelhantes. Elas apenas seguiam
Nossa que comentário mais lindo do universo! Muito obrigada pelas suas palavras. Fico muito feliz que tenha lido e curtido esta história.
A Redoma surgiu justamente das minhas observações diárias. Trabalho na região da Av. Paulista e sempre fico observando o comportamento individualista das pessoas.
Queria escrever uma história que fizesse as pessoas refletirem sobre isso, sobre as nossas redomas. Acabei ficando mexida com a história também eheheheh
Ao mesmo tempo, eu queria mostrar uma história de amor (o começo de uma na verdade) que não fosse algo muito clichê e que mostrasse esta questão do medo que nós sentimos de nos aproximar de alguém. Daí surgiu Miguel e Ana.
Enfim, tenho um carinho muito grande por esta história e fico muito feliz que ela tenha te tocado e alcançado o objetivo de nos fazer refletir sobre um monte de coisas.
Confesso que estou fazendo um esforço enorme para conter o que eu senti lendo isso em poucas e simples palavras.
Para começo de conversa, confesso que por alguns momentos durante a leitura eu senti que você me espionou em meu dia-a-dia. Tenho certeza que não fui a única, claro, pois podemos claramente ver qual a mensagem que essa história passa. A "Redoma" não é uma exclusividade, é algo ao qual o ser humano acabou se acostumando a manter. Nos prendemos tanto a coisas materiais que acabamos perdendo a chance de, quem sabe, conhecer pessoas novas que mudarão nossas vidas para sempre. Eu mesma devo dizer que meu passatempo favorito é me sentar no último assento do ônibus com os fones de ouvido no volume máximo, ouvindo Bastille e lendo a tradução de The Life And Times. Será que eu própria já não perdi o amor da minha vida várias vezes durante o dia por nunca ter abaixado o volume da música?
Agora vamos à sua história. A sua escrita é totalmente encantadora, e me prendeu à história de uma forma que poucas histórias foram capazes, sejam autores de fanfics ou de livros famosos traduzidos para várias línguas. Tudo é tão simples, tão real, passado logo ali, em São Paulo, a poucos quilômetros de onde moro, descrito comuma clareza que é IMPOSSÍVEL alguém não gostar deste lindo conto. Confesso que a partir de agora vou caçar suas outras histórias, por que sua escrita é viciante moça, meus parabéns!
Primeiramente muito obrigada por ter lido A Redoma e por ter deixado este comentário tão divo! Fico muito feliz que tenha gostado porque esta fic é o meu xodó.
Tive várias intenções com esta história. Queria que os leitores se identificassem com as situações do cotidiano, e acabei me identificando também enquanto escrevia. Acho que é impossível não ter um pouquinho do autor nos personagens, né?
Eu também quis propor várias reflexões com esta questão das nossas redomas. Eu mesma também fico ali, isoladinha, sentada no banco mais escondidinho do ônibus, ouvindo música e lendo fanfics pelo cel, e ao escrever esta história, me vi obrigada a parar para pensar na minha vida também. É muito difícil mudar a nossa rotina, o nosso jeito de ser e de conviver com as outras pessoas, mas temos que tentar. Do contrário, vamos perder muitas coisas, não só o possível grande amor das nossas vidas.
Fico feliz que você tenha se identificado e que a história tenha mexido com você, como com certeza mexeu comigo.
Muito obrigada pelos elogios, viu? E se quiser ler minhas outras fics, me sentirei honrada. No entanto, eu escrevo mais sobre Supernatural (que eu amo) e no começo eu não escrevia lá grande coisa kkkkkkkkk mas acho que melhorei bastante com o tempo.
Obrigada mais uma vez! Fica na santa paz de Loki e inté mais! :-)
L
Laura Di Angelo
Fiquei fascinada com a sua crônica Rosen (eu interpretei como crônica, na minha cabeça rsrsrs...) realmente, achei impressionante como você trabalhou tanta coisa em uma única história, digo...o personagem, o conflito, as descrições...e sobretudo o último parágrafo que...meu Deus, que crítica! Você tem noção do peso que conseguiu colocar nessa história? Gostei demais. Parabéns.
Obrigada por sua presença por aqui! Fico feliz que tenha lido e curtido esta crônica, que eu chamo de fic, conto, estória, xodó kkkkk
Bem, eu queria escrever uma história com a qual as pessoas se identificassem, tanto nas situações do cotidiano como em relação aos personagens, queria mostrar um romance, mas tudo em prol de uma reflexão maior, que é a questão das nossas redomas. Não esperava que a fic teria o alcance que teve, ainda mais depois do resultado do Desafio da Copa, mas estaria mentindo se dissesse que eu não estou feliz nem me sentindo orgulhosa por isso. Amei escrever esta crônica kkkkkkk
Caraca, muito obrigada por ter lido, curtido, comentado e, claro, pelos elogios. Amei escrever A Redoma e fico muito feliz que tenha gostado também.
Bem, eu já pensei em escrever um livro e ainda penso. Quando eu criança, dizia que queria ser escritora. Aí cresci, fiz facul de jornalismo, mas trabalho numa área completamente diferente, com seguros. Mas o gosto pela escrita nunca me abandonou e talvez um dia eu corra atrás do meu antigo sonho.
Sobre o que escrevi em "o que acha que precisa ser melhorado", aconselho a leitura deste artigo, que está muito claro e acessível: www.mansaodasletras.blogspot.com/2014/06/como-pontuar-dialogos-com-travessao.htlm
Já tinha ouvido falar bem deste conto ainda antes de saírem os resultados, e colocado na minha lista "a ler", pelo que não surpreendeu vê-lo num dos primeiros lugares. A leitura também ficou dentro das expectativas, quase que senti uma redoma em torno do texto, tal a delicadeza que parecia transmitir através da personagem. É um enredo simples, retratanto um momento comum, de tantas pessoas que passam pelo mesmo (poucas com um final tão bem sucedido), mas que se destaca pela capacidade com que conseguiu transmitir os sentimentos, desejos, dúvias e medos do narrador, levando o leitor a criar empatia com ele, quer tenha já sentido o mesmo quer não. Isso numa escrita também muito boa.
Abraço.
O que acho que pode melhorar:
A pontuação nos diálogos.
Oi!
Primeiramente, muito obrigada pela sua presença! Fiquei muito feliz que você salvou a história aí num cantinho para ler quando fosse possível. Obrigada! Que bom que gostou! Fiquei muito feliz com o resultado do desafio, quando vi meu nomezinho lá, o nomezinho da fic, ai... Nem sei o que dizer direito sobre isso, apenas que amei participar e amei criar esta história. Então, obrigada por ter lido e gostado!
Sobre o ponto a melhorar, estou CHOCADA. Pensa numa pessoa que escreveu a vida inteira de um jeito e agora descobriu que estava escrevendo errado? Eu.
O que mais me deixou em choque, foi que neste exemplo não tem ponto final:
— Eu não gosto de bolos — disse Maria.
Gente, pensa numa pessoa que achou super estranho não haver um pontinho final ali depois de "bolos"? Eu.
Nunca me disseram isso. Nem meus professores de português, nem os outros betas que comentaram a fic, ninguém kkkkkkkkkkk socorro, tô perdida, vou voltar para a escola.
Mas falando sério, acho que vai levar um tempinho até eu conseguir me habituar com essas regras de pontuação e travessão, mas desde já muito obrigada por ter me tirado da redoma que me mantinha no erro e vou tentar escrever direitinho de agora em diante.
Jesus... Tô nude. Ok, parei com o drama, mas obrigada mesmo.
Abraço!
Priscilla, que conto bom de ler! Você me fez rir quando eu li a parte em que a Ana pensa que o Miguel é um assaltante. Acho que eu reagiria da mesma forma que ele... Parabéns, muito bem escrito, muito bem aprofundado... Na medida certa, muito verídico... Todo mundo já teve uma(o) "Garota(o) dos olhos", você tratou tudo de uma forma muito gostosa de se ler. Você escreve muito bem! ^^
Olá, Kerayle!
Muito obrigada por sua presença por aqui. Fico feliz que tenha lido meu singelo conto, gostado e ainda comentado. Valeu!
Quando eu estava escrevendo, eu ri na parte que a Ana pensa vai ser assaltada kkkkkkkkk mas nos dias atuais nem dá para julgar a moçoila por ser um pouquinho paranóica.
A história desta fic já estava na minha cachola há muito tempo. Eu queria falar de um romance, de coisas do cotidiano e ao mesmo tempo abordar esta questão das nossas redomas. Foi muito legal colocar esta história para fora.
Mais uma vez obrigada por ter curtido! Inté!
Que historia apaixonante *-*
Muito obrigada, Natalia! Fico feliz que tenha gostado! Bjs!
Muito bacana sua história. Me identifiquei muito com o personagem,afinal,quem não vive em uma " redoma " dessas,hoje em dia? Espero ter a mesma coragem que o personagem e tomar uma atitude assim um dia. Enfim,parabéns pela história.
Obrigada, Goshiro!
Fico feliz que tenha gostado e se identificado. Minha intenção foi fazer exatamente isso, escrever algo com o qual as pessoas se identificassem e fazer o povo pensar em suas próprias redomas.
Foi uma fic que eu amei muito escrever porque adivinha? Eu também me identifiquei kkkkk
Obrigada pela sua presença e pelos elogios! Inté!
Olá! Antes de relatar sobre a minha identificação com o personagem, eu gostaria de parabenizá-la pela história. Bem original e que retrata o cotidiano e, apesar de não ser paulistana, o trânsito do Rio de Janeiro não é muito diferente, hahaha.
É muito interessante como você retrata a redoma no texto, encaixando-a de uma forma que podemos dizer: Sim, é verdade. É exatamente desse jeito que vivemos, no nosso próprio mundo sem prestar atenção às pessoas a nossa volta, apenas existindo e seguindo com a rotina, fazendo o que deve ser feito.
Enfim, agora sobre os personagens, eu adorei o Miguel e torci muito para que ele conseguisse se aproximar de Ana, independente da forma que escolhesse. E, falando nessa aproximação, foi bem inusitada! Gostei mesmo!
Acerca de Ana, ela é exatamente como eu, lendo livros pelo celular e ouvindo música ao mesmo tempo, embora às vezes eu leve comigo um livro físico, geralmente de banca, porque, convenhamos, é muito material que um universitário carrega na mochila.
Novamente, parabéns pela história e muito sucesso! Para finalizar, depois de me rasgar de elogios pela fic muito bem desenvolvida, fecho com o parágrafo que eu mais amei:
"Eu nunca acreditei em amor à primeira vista, mas eu tenho que admitir: aquela garota era diferente. Ela me intrigava, me fascinava, despertava algo em mim que eu não compreendia direito. Eu só sei que era algo muito bom. E eu adorava ficar olhando para ela durante aquele período em que nossas filas estavam lado a lado na plataforma. E a cada vez que eu fazia isso, me sentia ainda mais hipnotizado por aquela garota. Preso na sua teia. Atraído para aquela redoma que a cercava e que a afastava de mim."
Simplesmente divino! :)
OMG muito obrigada por este comentário tão divônico que me deixou com cara de boba aqui kkkkkkkkkk
Pois é, eu imagino que o trânsito de Rio e Sampa sejam bem parecidos mesmo ahahahah
Bem, sobre a fic, ela é o meu xodó. A ideia surgiu na minha cabeça há muito tempo porque sempre fiquei pensando nesta questão das redomas, sabe? Eu acho que é um mal da sociedade contemporânea, mas que precisamos enfrentar em alguns momentos de nossas vidas porque só assim vamos vivê-las de verdade.
Uma frase de Plutarco me inspirou para escrever a história também. É assim: "É preciso viver, não apenas existir." Acho isso muito emblemático e me inspirou para fazer o Miguel tomar uma atitude, porque até então ele estava só existindo, seguindo aquela rotina e com medo de se aventurar.
Também me identifico com a Ana kkkkk leio muito pelo celular, ouvindo música, e às vezes um livro físico também.
Ela também vivia na redoma dela (todos nós, né), mas não contava com a abordagem inusitada do Miguel que, diga-se, eu me diverti muito escrevendo kkkkkkk ela pensando que era um assalto. Quem nunca? Oi?
Você é a segunda pessoa que cita esta frase como uma das partes favoritas no texto. Honestamente, eu acho que meus neurônios estavam em outra dimensão quando eu escrevi isso porque ficou tão romântico e... Sei lá, intenso? Dá um certo arrepio em mim ler as coisas que eu escrevo depois de um tempo, sabe? kkkkkkk Fico feliz que tenha gostado.
Muito muito muito obrigada por ter lido A Redoma, se identificado, curtido, comentado e eitcha lelê. Valeu! *-*
Adorei! Uma das melhores fics que já li. Deixou um gostinho de "quero mais" e ao mesmo tempo foi suficiente! Você soube exatamente como descrever as coisas, como deixar aquilo mais real e apaixonante. ♥
O que mais gostei:
Tudo, principalmente pela realidade
Olá, Marjorie!
Muito obrigada pela sua presença e pelos elogios! Fico happy que tenha gostado porque eu simplesmente AMEI escrever esta história e tenho um carinho especial por Miguel e Ana. Fiquei com um gostinho de quero mais também e ao mesmo tempo acho que uma continuação estragaria o mistério gostoso que ficou no ar.
Obrigada again! :-)
Assumo que eu era (e ainda sou um pouco contra one-shot) mas ficou muito bom gostei demais. Escreva mais. Decidi ver o que era que vossa senhoria tinha escrito me impressionei, parabéns.
O que mais gostei:
TUDO!
Olá!
Obrigada pela presença e pelo comentário! Fico muito feliz que tenha gostado de A Redoma (meu xodó) apesar de não ser muito fã de one-shot). Infelizmente, como era para Desafio da Copa tinha que ter 1 capítulo só, mas no fim gostei de deixar um gostinho de quero mais.
Obrigada pelos elogios!
Inté mais!
Primeiramente, antes de sequer fazer uma saudação, eu devo te agradecer por ter feito uma história tão eterna e infinita em tão poucas palavras. Além de ser uma história original e surpreendente, ela nos faz refletir um pouco sobre nós e o mundo que construímos ao nosso redor - a nossa redoma e a dificuldade que temos para sair dela.
A construção do seu texto está magnífica, e não há outra palavra que a descreva melhor. Os pensamentos do protagonista estão muito bem elaborados e você conseguiu ser poética e ao mesmo tempo clara e objetiva, rompendo esse clichê de amor meloso e ao mesmo tempo dando margem à esses pontos.
Obrigada! E parabéns!
A propósito (a minha saudação): Oi!
O que mais gostei:
"E a cada vez que eu fazia isso, me sentia ainda mais hipnotizado por aquela garota. Preso na sua teia. Atrado para aquela redoma que a cercava e que a afastava de mim."
Oi!
Criatura, muito obrigada pelo seu comentário divônico! Fico tão feliz que tenha gostado e se identificado. Minha intenção com esta fic foi realmente propor uma reflexão sobre as nossas redomas, usando uma história de amor para isso.
Escrevi esta fic em um dia, a ideia já estava na minha cachola há muito tempo, e fui escrevendo, escrevendo e escrevendo, colocando meus sentimentos para fora mesmo e acabei refletindo muito sobre o tema também.
A Redoma mexeu muito com esta autora maluca aqui kkkkkkk
Obrigada pelos elogios! Fico muito feliz!
Sobre a parte que você mais gostou, tirei do fundo do meu coração. Me coloquei no lugar do Miguel e imaginei como ele estava se sentindo. Que bom que gostou!
Obrigada mais uma vez! Bjs!
Muito boooa! Adorei sua escrita! :D Adorei o enredo... Ficou ótima! Parabéns, parabéns, parabéns!
Olá!
Muito obrigada por ter lido, curtido e comentado! Fico feliz!
Obrigada pelos elogios e pela presença!
:-)
Bem, a sua história me tocou.
Eu vou muuuuito à Avenida Paulista, tipo, sempre. E sinto a mesma coisa. As pessoas não sorriem, não são gentis e nem sequer olham umas para as outras. é engraçado porque, nunca as veremos algum outro dia, provavelmente.
É engraçado ver que, existe alguém - você ou seu personagem - que pensa assim como eu. E também é engraçado como nós mesmos criamos redomas.
Não chega a ser hipócrita, e se for, é de uma maneira inocente. Porque o Miguel tinha vergonha de falar. E as pessoas que realmente querem se relacionar com as outras, desconhecidas, em lugares públicos - pode me incluir - sentem vergonha. Não deveria ser assim. Olhe a que ponto chegamos.
E eu quero dizer que a sua história me fez refletir algo que eu reflito todas as vezes em que saio na rua.. como somos tão desconhecidos!
Maravilhosa, história maravilhosa, e foi bom conhecer o Miguel e me aproveitar - mesmo que pouquíssimo - de suas sábias palavras ♥
Beijos ♥
- Gabriella
O que mais gostei:
' Parecia que cada uma delas tinha criado a sua própria redoma e não queria ser importunada por nada ou ninguém. Parecia que elas tinham se desligado do mundo em volta, dos problemas e dos seus semelhantes. Elas apenas seguiam
Olá, Gabriella!
Nossa que comentário mais lindo do universo! Muito obrigada pelas suas palavras. Fico muito feliz que tenha lido e curtido esta história.
A Redoma surgiu justamente das minhas observações diárias. Trabalho na região da Av. Paulista e sempre fico observando o comportamento individualista das pessoas.
Queria escrever uma história que fizesse as pessoas refletirem sobre isso, sobre as nossas redomas. Acabei ficando mexida com a história também eheheheh
Ao mesmo tempo, eu queria mostrar uma história de amor (o começo de uma na verdade) que não fosse algo muito clichê e que mostrasse esta questão do medo que nós sentimos de nos aproximar de alguém. Daí surgiu Miguel e Ana.
Enfim, tenho um carinho muito grande por esta história e fico muito feliz que ela tenha te tocado e alcançado o objetivo de nos fazer refletir sobre um monte de coisas.
Obrigada!
Bjs!
Confesso que estou fazendo um esforço enorme para conter o que eu senti lendo isso em poucas e simples palavras.
Para começo de conversa, confesso que por alguns momentos durante a leitura eu senti que você me espionou em meu dia-a-dia. Tenho certeza que não fui a única, claro, pois podemos claramente ver qual a mensagem que essa história passa. A "Redoma" não é uma exclusividade, é algo ao qual o ser humano acabou se acostumando a manter. Nos prendemos tanto a coisas materiais que acabamos perdendo a chance de, quem sabe, conhecer pessoas novas que mudarão nossas vidas para sempre. Eu mesma devo dizer que meu passatempo favorito é me sentar no último assento do ônibus com os fones de ouvido no volume máximo, ouvindo Bastille e lendo a tradução de The Life And Times. Será que eu própria já não perdi o amor da minha vida várias vezes durante o dia por nunca ter abaixado o volume da música?
Agora vamos à sua história. A sua escrita é totalmente encantadora, e me prendeu à história de uma forma que poucas histórias foram capazes, sejam autores de fanfics ou de livros famosos traduzidos para várias línguas. Tudo é tão simples, tão real, passado logo ali, em São Paulo, a poucos quilômetros de onde moro, descrito comuma clareza que é IMPOSSÍVEL alguém não gostar deste lindo conto. Confesso que a partir de agora vou caçar suas outras histórias, por que sua escrita é viciante moça, meus parabéns!
Oi, Angie Cruz!
Primeiramente muito obrigada por ter lido A Redoma e por ter deixado este comentário tão divo! Fico muito feliz que tenha gostado porque esta fic é o meu xodó.
Tive várias intenções com esta história. Queria que os leitores se identificassem com as situações do cotidiano, e acabei me identificando também enquanto escrevia. Acho que é impossível não ter um pouquinho do autor nos personagens, né?
Eu também quis propor várias reflexões com esta questão das nossas redomas. Eu mesma também fico ali, isoladinha, sentada no banco mais escondidinho do ônibus, ouvindo música e lendo fanfics pelo cel, e ao escrever esta história, me vi obrigada a parar para pensar na minha vida também. É muito difícil mudar a nossa rotina, o nosso jeito de ser e de conviver com as outras pessoas, mas temos que tentar. Do contrário, vamos perder muitas coisas, não só o possível grande amor das nossas vidas.
Fico feliz que você tenha se identificado e que a história tenha mexido com você, como com certeza mexeu comigo.
Muito obrigada pelos elogios, viu? E se quiser ler minhas outras fics, me sentirei honrada. No entanto, eu escrevo mais sobre Supernatural (que eu amo) e no começo eu não escrevia lá grande coisa kkkkkkkkk mas acho que melhorei bastante com o tempo.
Obrigada mais uma vez! Fica na santa paz de Loki e inté mais! :-)
Fiquei fascinada com a sua crônica Rosen (eu interpretei como crônica, na minha cabeça rsrsrs...) realmente, achei impressionante como você trabalhou tanta coisa em uma única história, digo...o personagem, o conflito, as descrições...e sobretudo o último parágrafo que...meu Deus, que crítica! Você tem noção do peso que conseguiu colocar nessa história? Gostei demais. Parabéns.
Olá, Laura!
Obrigada por sua presença por aqui! Fico feliz que tenha lido e curtido esta crônica, que eu chamo de fic, conto, estória, xodó kkkkk
Bem, eu queria escrever uma história com a qual as pessoas se identificassem, tanto nas situações do cotidiano como em relação aos personagens, queria mostrar um romance, mas tudo em prol de uma reflexão maior, que é a questão das nossas redomas. Não esperava que a fic teria o alcance que teve, ainda mais depois do resultado do Desafio da Copa, mas estaria mentindo se dissesse que eu não estou feliz nem me sentindo orgulhosa por isso. Amei escrever esta crônica kkkkkkk
Muito obrigada por tudo! Inté! :-)
Per-fei-to!
Beira a perfeição. Grande talento o seu. Você soube desenrolar muito bem o enredo desta história. Ei, já pensou em escrever um livro?
Beijinhos.
Oi, Mel2043!
Caraca, muito obrigada por ter lido, curtido, comentado e, claro, pelos elogios. Amei escrever A Redoma e fico muito feliz que tenha gostado também.
Bem, eu já pensei em escrever um livro e ainda penso. Quando eu criança, dizia que queria ser escritora. Aí cresci, fiz facul de jornalismo, mas trabalho numa área completamente diferente, com seguros. Mas o gosto pela escrita nunca me abandonou e talvez um dia eu corra atrás do meu antigo sonho.
Obrigada por tudo! :-)