Sill, foi tão emocionante a Julinha demonstrando os medos dela para a nova mamãe, aa duas juntas é tão lindo. A Rose ta se mostrando uma mãe linda e carinhosa, tudo o que a Julinha precisa e sempre sonhou. Eeeeee, que beijo!!!! Eu nem acredito, acho q agora falta muito pouco para Rose derrubar as ultimaa barreiras entre ela e o Emmett *_*
Que bom eu você gostou amor. Julinha meio que precisava se certificar quanto a essa mamãe, mas com seu jeitinho inocente. Verdade, Rose é a mamãe que nossa gotinha sempre sonhou. Como eu já devo ter mencionado algumas outras vezes, eu as vejo como almas destinadas, vinda de outras vidas.
Uffa, aleluia saiu um beijo entre esses dois bicudos rsrs. Será que agora a coisa desanda? Torce ai, Aria.
Voltei! Dessa vez não trouxe pizza,pq se formos comer todos os dias vamos acabar enjoando...Obrigada por elogiar a histórinha!Eu havia lido uma one-shot com uma história parecida,então serviu um pouco de inspiração (até pq aquela também era no Japão,só que um pouco mais "sangrenta") O mais engraçado é que,de historinhas de princesas perfeitas com príncipes perfeitos,evoluí para "fábulas" com "moral da história" e-e
E lá vem a...
~Histórinha do Dia! (acho que será curta porque estou sem ideias e-e)
Era uma vez uma linda mulher que viva com seu marido em uma pequena cidade.A cidade,miserável,era pacata e suja,mas eles eram felizes.Um dia,porém,uma guerra travou-se contra um país próximo,e o marido fora recrutado,bem na época que a mulher descobriu que teria um filho.O homem jurou que voltaria para o lar,mas acabou morrendo na guerra.A notícia a deixou abalada,mas ela fez de tudo,pelo bebê.Quando ele nasceu,ela deu todo o carinho do mundo para ele,um lindo garotinho.Viveram por oito anos felizes,até que a cidade sofreu uma forte invasão.A casa daquela pequena família foi assaltada,e a criança levada embora,a mulher foi nocauteada.Ao acordar,foi tomada de uma sensação de pânico.Onde estava seu amado bebê? Procurou-o por todos os lugares,pondo-se a chorar quando viu que levaram seu menino.Deu todo o carinho do mundo,para simplesmente perdê-lo para um bando de brutamontes.
De novo foi tomada por uma nova sensação de pânico.O que fariam com seu filho?Como o garotinho estava?Como estaria sendo tratado?Estaria em pânico,como a mãe? Furiosa,ela decidiu; iria até no inferno se preciso,para buscar o menino que pertencia à ela!
Foram vinte longos anos de procura.A velhice por fim venceu e ,inconsolável,a mulher voltou a morar naquela cidade pequena,o coração vazio.Já nem chorava mais.Olhava para aquelas crianças brincando por entre as árvores e sentia que um pedaço gigante de si estava faltando.Comprou uma velha cadeira de balanço,e a deixava na parte da frente da casa,à sombra de uma figueira,e ficava ali,se balançando durante o dia.Contava histórias de príncipes e dragões para os meninos,e de lindas princesas para as meninas.O tempo no seu velho ritmo.
Já perdeu a conta de quanto tempo havia passado,quando a cidade foi atacada pelo mesmo grupo de bárbaros,que se rebelavam contra os monarcas daquele "Estado" tão miserável.Ela,ao contrário de todas as outras famílias,não escondeu-se,tampouco trancou a casa.Trancar a casa para que?Seu estado financeiro não era dos melhores; gastara uma quantia generosa nas viagens.Que os bárbaros destruíssem tudo,ela recuperaria com o tempo.E já era velha,o que fariam com uma senhora? Estava deitada em uma velha cama,no quarto,olhando para o teto.Ouvia gritos lá fora.De repente,barulhos altos no andar de baixo,e a porta do quarto fora arrombada. Sentou-se calmamente na cama,se deparando com um homem alto e forte,semelhante ao menino que perdera.Quando olhou melhor,seu coração se encheu de alegria.O homem também a reconheceu; eram ambos mãe e filho.Ele a abraçou,e com lágrimas nos olhos,contou que fora treinado pelos bárbaros para lutar ao lado deles.O mundo parecia ter parado ao redor de ambos,a única coisa que ali importava era a presença um do outro.
Os bárbaros foram embora tão rápido quanto vieram,e o filho se viu obrigado a partir.Embora se afastassem novamente,ela estava feliz.Ele estava vivo.Estava com saudades.Não tardaria a vê-la novamente.E ele não tardou.Só que,desta vez,ele tinha companhia.Uma linda ruiva da cara suja e cabelos emaranhados.Ele dizia que a amava,e prometia casamento quando tudo se acalmasse.
A revolução estava mais que certa,e todos vivam com medo nas ruas.Ela,ao contrário,vivia sorrindo.Lá estava um bom motivo para viver. A noite trágica chegou. Era tarde,quando o homem bateu na porta,dizendo que agora eles dominariam o palácio dos monarcas.A mulher nada disse,apenas desejou-lhe boa sorte.
O ataque fracassou.O homem morreu.Seu corpo fora queimado junto à tantos outros.O mundo havia desabado em cima dela novamente,mas tentou manter-se forte. A mesma ruiva de antes se aproximou dela e disse,em prantos,que estava esperando um filho do falecido. A mulher olhou para a ruiva assustada,mas logo não evitou um sorriso.
O ciclo recomeçava mais uma vez.
~Moral da História: a vida é irônica e-e ..Mentira,a "moral da história" é que todos os acontecimentos tem um porquê.
~Se quiser pular a histórinha,eu começo a ler o capítúlo aqui~
Puts,agora que me lembrei que não trouxe mimos para a minha amora,mas calma tá Juju,a titia "Jula, julandinho" que vai trazer um presente lindo para você na próxima,Ok?
Ain,as perguntinhas da amora para a "mamãe Ose" são fofas e ao mesmo tempo de cortar o coração,que malvada essa Savannah
"– Tá bom. Você vai sê boazinha igual a vovô Emes. E vai bincá igual a titia balalina e o meu titio plíncipe. E vai contá histólia igual minha titia Bella. Só que ela não tem uma fela. Só um titio plíncipe. Sabia que o papai já foi uma fela? Ele ficava muito bavo e guitava com Julinha. Mas só que agola ele é bonzinho, igualzinho a fela que é da Bela. E... e você vai defendê igual o vovô Calai. E vai tê uma caminha igual a do papai, e ablaçá plo colação palá de muito batê, até passar o dodói que nem o meu papaizinho faze. Eu goto. Você não vai fazê dodói em Julinha. Só bliga se fô malcliação, né?" Ain...Fofa! *O* Mamãe Rose,muito bem,cuida bem da minha amora.
E finalmente,depois de uns 26 capítulos de espera,um beijo deles...ALELUIA! Achei que a Amora iria acordar,imagina se ela pega os pais se beijando,no que ela pensa? "Vou cuidar da nossa gotinha" outra frase fofa..ain :3 E a história da enfermeira Cindy...coitada :/
A Rose orgulhosa do Emmett,viu que valeu a pena não deixar a Skyler pegar ele(ou a Sill)? Só dá mole para vc ver,só tenho duvida de qual das duas chega primeiro e-e
Rose,é bom ir se acostumando a dar banho na amora,já que o Emmett pede para a amora lavar a "florzinha",seria bom que só você desse banho nela
" – Agora, afaste as perninhas para lavar essa piriquitinha direito – comentou Rosalie com a doçura que somente uma mamãe de verdade o faria.
– É flózinha mamãe, papai que disse... – comentou com a inocência de um anjo.
– Isso bebê, lavar a florzinha – Rosalie concordou achando uma graça. “Ah amor você é mesmo um homem cheio de surpresas”, pensou enquanto cuidava de sua garotinha com carinho e afeição. A cada minuto que passava ficava encantada com as descobertas sobre o marido, e o poder da maternidade.
– Vovó Emes e titia que lava a flózinha de Julinha, papai não, ele manda Julinha lavá. Pô caso que ele tem pintinho, mas só que não voa e nem faze piu-piu. Só fica condidinho. " eu ri dessa parte
Não sei se vai dar tempo de ler outro capítulo...passei o dia meio ocupada,foi mal =X
Aêee voltou \o/. Ah sim, eu super concordo, não dá pra comer pizza todo dia, do contrario vamos acabar rolando pelas escadas.
Pior, foi uma evolução quase um pokemón rsrsrs
Aiii, quase fique sem ar. Que conflito com essa historinha hein. Não sei de onde vem tanta imaginação, menina.
Julinha disse que te perdoa por não trazer plesente pra ela. Mas só dessa vez.
Ownn de alguma forma o subconsciente dela pedia uma certeza. Foram perguntas inocentes, mas muito verdadeiras. Ahh, eu sou apaixonada pelo jeitinho dela falar.
E não é que saiu o beijo, uhulllllllllllll \o/, a inocência de uma criança foi o que conquistou os leitores.
Ela é muito novinha pra ficar vendo essas coisas, quanto mais eles evitarem melhor. Ownt, cuidar da nossa gotinha, é vidaaa.
Cindy é uma querida, que infelizmente sofreu muito na vida também.
Skyler, essa aí não pega meu homem é nunca. Mas não mermo mermão rsrsrsrrs, o homem é meu, quê que é, eu to pagando.
Isso, mamães tem que sempre dar banhos nas filhinhas, mas nesse caso não tinha outra opção. Ele fez o melhor que pode. Ele só quis ser cuidadoso, e preservar a filha.
Pintinho do papai não voa, ele não sabe voar. Fica aí rindo da inocência do meu bebê, rum. Ai, ai...
sinal de fumaça peço eu aparece ai
historia é otima desiste não
Acabei de postar amor.
beijo grande
Que bom eu você gostou amor. Julinha meio que precisava se certificar quanto a essa mamãe, mas com seu jeitinho inocente. Verdade, Rose é a mamãe que nossa gotinha sempre sonhou. Como eu já devo ter mencionado algumas outras vezes, eu as vejo como almas destinadas, vinda de outras vidas.
Uffa, aleluia saiu um beijo entre esses dois bicudos rsrs. Será que agora a coisa desanda? Torce ai, Aria.
Voltei! Dessa vez não trouxe pizza,pq se formos comer todos os dias vamos acabar enjoando...Obrigada por elogiar a histórinha!Eu havia lido uma one-shot com uma história parecida,então serviu um pouco de inspiração (até pq aquela também era no Japão,só que um pouco mais "sangrenta") O mais engraçado é que,de historinhas de princesas perfeitas com príncipes perfeitos,evoluí para "fábulas" com "moral da história" e-e
E lá vem a...
~Histórinha do Dia! (acho que será curta porque estou sem ideias e-e)
Era uma vez uma linda mulher que viva com seu marido em uma pequena cidade.A cidade,miserável,era pacata e suja,mas eles eram felizes.Um dia,porém,uma guerra travou-se contra um país próximo,e o marido fora recrutado,bem na época que a mulher descobriu que teria um filho.O homem jurou que voltaria para o lar,mas acabou morrendo na guerra.A notícia a deixou abalada,mas ela fez de tudo,pelo bebê.Quando ele nasceu,ela deu todo o carinho do mundo para ele,um lindo garotinho.Viveram por oito anos felizes,até que a cidade sofreu uma forte invasão.A casa daquela pequena família foi assaltada,e a criança levada embora,a mulher foi nocauteada.Ao acordar,foi tomada de uma sensação de pânico.Onde estava seu amado bebê? Procurou-o por todos os lugares,pondo-se a chorar quando viu que levaram seu menino.Deu todo o carinho do mundo,para simplesmente perdê-lo para um bando de brutamontes.
De novo foi tomada por uma nova sensação de pânico.O que fariam com seu filho?Como o garotinho estava?Como estaria sendo tratado?Estaria em pânico,como a mãe? Furiosa,ela decidiu; iria até no inferno se preciso,para buscar o menino que pertencia à ela!
Foram vinte longos anos de procura.A velhice por fim venceu e ,inconsolável,a mulher voltou a morar naquela cidade pequena,o coração vazio.Já nem chorava mais.Olhava para aquelas crianças brincando por entre as árvores e sentia que um pedaço gigante de si estava faltando.Comprou uma velha cadeira de balanço,e a deixava na parte da frente da casa,à sombra de uma figueira,e ficava ali,se balançando durante o dia.Contava histórias de príncipes e dragões para os meninos,e de lindas princesas para as meninas.O tempo no seu velho ritmo.
Já perdeu a conta de quanto tempo havia passado,quando a cidade foi atacada pelo mesmo grupo de bárbaros,que se rebelavam contra os monarcas daquele "Estado" tão miserável.Ela,ao contrário de todas as outras famílias,não escondeu-se,tampouco trancou a casa.Trancar a casa para que?Seu estado financeiro não era dos melhores; gastara uma quantia generosa nas viagens.Que os bárbaros destruíssem tudo,ela recuperaria com o tempo.E já era velha,o que fariam com uma senhora? Estava deitada em uma velha cama,no quarto,olhando para o teto.Ouvia gritos lá fora.De repente,barulhos altos no andar de baixo,e a porta do quarto fora arrombada. Sentou-se calmamente na cama,se deparando com um homem alto e forte,semelhante ao menino que perdera.Quando olhou melhor,seu coração se encheu de alegria.O homem também a reconheceu; eram ambos mãe e filho.Ele a abraçou,e com lágrimas nos olhos,contou que fora treinado pelos bárbaros para lutar ao lado deles.O mundo parecia ter parado ao redor de ambos,a única coisa que ali importava era a presença um do outro.
Os bárbaros foram embora tão rápido quanto vieram,e o filho se viu obrigado a partir.Embora se afastassem novamente,ela estava feliz.Ele estava vivo.Estava com saudades.Não tardaria a vê-la novamente.E ele não tardou.Só que,desta vez,ele tinha companhia.Uma linda ruiva da cara suja e cabelos emaranhados.Ele dizia que a amava,e prometia casamento quando tudo se acalmasse.
A revolução estava mais que certa,e todos vivam com medo nas ruas.Ela,ao contrário,vivia sorrindo.Lá estava um bom motivo para viver. A noite trágica chegou. Era tarde,quando o homem bateu na porta,dizendo que agora eles dominariam o palácio dos monarcas.A mulher nada disse,apenas desejou-lhe boa sorte.
O ataque fracassou.O homem morreu.Seu corpo fora queimado junto à tantos outros.O mundo havia desabado em cima dela novamente,mas tentou manter-se forte. A mesma ruiva de antes se aproximou dela e disse,em prantos,que estava esperando um filho do falecido. A mulher olhou para a ruiva assustada,mas logo não evitou um sorriso.
O ciclo recomeçava mais uma vez.
~Moral da História: a vida é irônica e-e ..Mentira,a "moral da história" é que todos os acontecimentos tem um porquê.
~Se quiser pular a histórinha,eu começo a ler o capítúlo aqui~
Puts,agora que me lembrei que não trouxe mimos para a minha amora,mas calma tá Juju,a titia "Jula, julandinho" que vai trazer um presente lindo para você na próxima,Ok?
Ain,as perguntinhas da amora para a "mamãe Ose" são fofas e ao mesmo tempo de cortar o coração,que malvada essa Savannah
"– Tá bom. Você vai sê boazinha igual a vovô Emes. E vai bincá igual a titia balalina e o meu titio plíncipe. E vai contá histólia igual minha titia Bella. Só que ela não tem uma fela. Só um titio plíncipe. Sabia que o papai já foi uma fela? Ele ficava muito bavo e guitava com Julinha. Mas só que agola ele é bonzinho, igualzinho a fela que é da Bela. E... e você vai defendê igual o vovô Calai. E vai tê uma caminha igual a do papai, e ablaçá plo colação palá de muito batê, até passar o dodói que nem o meu papaizinho faze. Eu goto. Você não vai fazê dodói em Julinha. Só bliga se fô malcliação, né?" Ain...Fofa! *O* Mamãe Rose,muito bem,cuida bem da minha amora.
E finalmente,depois de uns 26 capítulos de espera,um beijo deles...ALELUIA! Achei que a Amora iria acordar,imagina se ela pega os pais se beijando,no que ela pensa? "Vou cuidar da nossa gotinha" outra frase fofa..ain :3 E a história da enfermeira Cindy...coitada :/
A Rose orgulhosa do Emmett,viu que valeu a pena não deixar a Skyler pegar ele(ou a Sill)? Só dá mole para vc ver,só tenho duvida de qual das duas chega primeiro e-e
Rose,é bom ir se acostumando a dar banho na amora,já que o Emmett pede para a amora lavar a "florzinha",seria bom que só você desse banho nela
" – Agora, afaste as perninhas para lavar essa piriquitinha direito – comentou Rosalie com a doçura que somente uma mamãe de verdade o faria.
– É flózinha mamãe, papai que disse... – comentou com a inocência de um anjo.
– Isso bebê, lavar a florzinha – Rosalie concordou achando uma graça. “Ah amor você é mesmo um homem cheio de surpresas”, pensou enquanto cuidava de sua garotinha com carinho e afeição. A cada minuto que passava ficava encantada com as descobertas sobre o marido, e o poder da maternidade.
– Vovó Emes e titia que lava a flózinha de Julinha, papai não, ele manda Julinha lavá. Pô caso que ele tem pintinho, mas só que não voa e nem faze piu-piu. Só fica condidinho. " eu ri dessa parte
Não sei se vai dar tempo de ler outro capítulo...passei o dia meio ocupada,foi mal =X
Aêee voltou \o/. Ah sim, eu super concordo, não dá pra comer pizza todo dia, do contrario vamos acabar rolando pelas escadas.
Pior, foi uma evolução quase um pokemón rsrsrs
Aiii, quase fique sem ar. Que conflito com essa historinha hein. Não sei de onde vem tanta imaginação, menina.
Julinha disse que te perdoa por não trazer plesente pra ela. Mas só dessa vez.
Ownn de alguma forma o subconsciente dela pedia uma certeza. Foram perguntas inocentes, mas muito verdadeiras. Ahh, eu sou apaixonada pelo jeitinho dela falar.
E não é que saiu o beijo, uhulllllllllllll \o/, a inocência de uma criança foi o que conquistou os leitores.
Ela é muito novinha pra ficar vendo essas coisas, quanto mais eles evitarem melhor. Ownt, cuidar da nossa gotinha, é vidaaa.
Cindy é uma querida, que infelizmente sofreu muito na vida também.
Skyler, essa aí não pega meu homem é nunca. Mas não mermo mermão rsrsrsrrs, o homem é meu, quê que é, eu to pagando.
Isso, mamães tem que sempre dar banhos nas filhinhas, mas nesse caso não tinha outra opção. Ele fez o melhor que pode. Ele só quis ser cuidadoso, e preservar a filha.
Pintinho do papai não voa, ele não sabe voar. Fica aí rindo da inocência do meu bebê, rum. Ai, ai...
Valeu, gatinha.
continuaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaa
Obrigadaaaaa
Ainnnn
Que momento "owwwwwwwnnnn", rss
Linda!
Beijos
Ownnn, adorooo, meu coração derrete.
Obrigada, Nadi.
beijo grade