Passando aqui e, mais uma vez, me deparando com um ótimo capítulo. *---* Sua escrita, como sempre, faz com que o leitor se interage no mundo descrito. Eu me senti como um membro clerical escutando todas essas orações em silêncio, de um lugar onde eu não pudesse estar visível. O que eu mais gostei, de fato, foram essas orações, porque elas realmente me fazem lembrar de mundos que "remontam" a Idade Média, mesmo que o pensamento da época. Principalmente a primeira oração, típica de um senhor de terras. Hahahhaah! Isso me faz lembrar até de um jogo de RPG que é uma fonte de inspiração para mim, chamado Baldur's Gate II: Shadows of Amn. Se você for guerreiro no jogo, pode acabar herdando um castelo e terras. Aí, de vez em quando, você tem de ir lá resolver problemas. Os problemas são parecidos com esses das orações. ahahah! xD
Por falar nisso, é impressão minha ou o escravo do presente é o mesmo que o homem senhor de terra estava reclamando no passado? Hahaah! Detalhe interessante. xD E eu temi pelo Seph, fiquei pensando se se algum sacerdote escutasse as palavras dele, o que aconteceria? Ou o visse roubando etc. Eu sei que ele é bem poderoso, mas, do jeito que o povo é totalmente fiel, ele poderia enfrentar tantos fiéis? Enfim, é só mais uma viagem que eu tive aqui. xD Hahauahaua! E ainda estou curiosa para saber o motivo dele ter se voltado totalmente contra os dragões. É uma história interessante, já que o povo de fantasias medievais é totalmente beato, como no pensamento da época. Aí surge o primeiro herege capaz de desafiar todo mundo, mas, eu penso que ele se cansou de tanta desigualdade, que já deu para sentir neste capítulo pelas pessoas que nascem com esse estigma. Ou talvez ele o faça por motivos mais egoístas também. De qualquer forma, a história está bastante interessante e sendo muito bem retratada. Estarei esperando ansiosamente por mais capítulos! *---*
Aliás, só fiquei com uma dúvida: qual post que é para compartilhar para participar da promoção dos broches mesmo? x.x Sou meio lerda, acabei me perdendo quanto a isso.
Dani, sinto que ainda irei receber um review gigantesco de você, rs.
Esse é o primeiro comentário crítico que recebo deste capítulo. Quando vi que escreveu esse tanto, fiquei ansioso em saber sua opinião. Este capítulo é bem diferente do anterior, e, na verdade, foi escrito bem depois, quando eu elaborava o sexto ou sétimo capítulo. A intenção era pincelar os detalhes da religião draconista e o impacto dela no mundo a partir das pessoas das mais variadas castas sociais. Foi uma forma breve e consistente que encontrei de mostrar ao leitor um pouco do mundo em que a história se passa, além de salientar a posição do Seph neste contexto religioso.
Baldur's Gate II: Shadows of Amn? Não tenho certeza, mas acho que você chegou a comentar esse game comigo. De fato, um senhor de terras passa por essas situações, e sua oração é a mais longa do texto, em oposição às orações curtas do segundo momento do capítulo: uma tentativa de mostrar que as pessoas humildes pedem apenas o necessário enquanto as mais abastadas falam mais do que devem.
Em relação ao escravo, essa é uma interpretação proposital que deixo a carga do leitor. Se é ou não, é possível que a história desvende esse mistério mais adiante.
Desde que o orador não eleve a voz, o sacerdote não conseguirá discernir as suas palavras, supondo que ele esteja prestando atenção nas orações alheias. De qualquer forma, numa futura revisão, talvez seja bom indicar que o personagem mantém a voz baixa.
O background do Seph e a razão dele passar a odiar os dragões será desenvolvida no decorrer da história; é o suspense que utilizo para manter o leitor interessado, rs.
Olá, Marcos. Tenho a certeza de que essa história não será cancelada. Só paro de atualizá-la se conseguir arranjar uma boa editora para o livro. ;)
S
Suh Nyah
Não sei o que me surpreendeu, o fato de que o cara rouba o dinheiro da igreja ou o fato de que eu me surpreendi com isso.
Acabei de descobri o que é Dracocidio.
Seria religião que adora dragões? Ou uma espécie de "dar a vida em pró deles"?
Estou ansiosa para saber mais sobre ela.
Ahhh, se eu tivesse lido mais rápida concorreria ao button. Esperar o próximo.
Pobres dragões... mentira, eu curti o caçador. Ele parece ser o mais fodinha dai.
Senti dó da mulherzinha. Nem tem o que comer e vai gastar 3 moedas com Deuses...
Okay.
Isso ocorre tanto que nem me surpreendo. Estou adorando a fanfic, esse capítulo mostrou bem a realidade do mundo em questão, seus problemas e como as pessoas viviam. ♥
Como você ainda não descobriu o que é "dracocídio", vou te explicar (coloco o óculos e faço cara de professor). Conhece a palavra "regicídio"? Ela significa "assassinato de reis", o "-regi" é uma base vinda do latim que quer dizer "rei" e somado ao sufixo "cídio", forma essa palavra com esse significado. De maneira semelhante, "dracocídio" quer dizer "assassinato de dragões". E assim como a pessoa que mata reis se chama "regicida", a pessoa que mata dragões se chama "dracocida", que é o Seph na história. Faço faculdade Letras, então eu entendo desses paranauês, rs.
Sobre a religião que adora os dragões, o draconismo (eu a mencionei no primeiro capítulo), ela vai ser explorada aos poucos no decorrer da história.
Eu quis mostrar os tipos de pessoas que habitam esse cenário e também como funciona o mundo dessa história. Aí temos o nobre arrogante, o cavaleiro fanático e até uma pobre mulher que, cega pela religião, dá seu dinheiro para ela quando poderia usá-lo para comprar comida.
Ah, calma, que quando eu for lançar o quarto faço mais um sorteio. ^^ Mas tenho quase certeza que irei colocar outra coisa em vez do botton; talvez um marcador de estiver pronto a tempo.
Um capítulo bem diferente, porém interessante. Cada oração retratada ajudou a construir na minha cabeça uma excelente noção de como é a religião que a história retrata. Muito legal mesmo! Achei interessante esse lado meio violente e radical mesclado com o pavor de se desviar do caminho “certo” e ser castigado. Sem falar na crença de que certas pessoas já nascem condenadas.
Um ótimo capítulo. Apesar de não aparentar ter um progresso no enredo, em momento algum eu me senti entediada. Na verdade, no mesmo instante em que comecei, eu terminei, pois não conseguia parar de ler XD
Olá, Kah Fran. Sim, esse capítulo foi bem diferente, pois eu o escrevi justamente para pincelar algumas características desse mundo, como você percebeu durante a leitura. Fico contente que o capítulo tenha cumprido bem sua função, além de ter mantido seu interesse até o final. =) Cada um desses pontos retratados nas orações serão desenvolvidos ao longo da história.
p.s: Provavelmente farei um sorteio de botton ainda este ano. ;D
Muito interessante essa tua forma de escrita, fazendo sempre a relação entre a infância e o estágio adulto do personagem. Nunca tinha visto algo assim, uma construção completamente fora do padrão linear. Fico curiosa pra saber como se deu esta brusca transformação do menino para o homem.
Parece até que tu atendeu um desejo meu, que queria ver um pouco mais dessa questão religiosa! Foi legal ver como funciona as orações no templo, e perceber que não são tão diferentes assim do nosso mundo. As preces há alguns séculos deveriam ser bem assim... Sobre posse de terras, escravos e casamentos arranjados.
Importante também foi tu exemplificar que nestes templos vão tanto nobres quanto escravos, plebeus que passam fome e ricos que lambem os dedos de carne. Foi um contraste significativo. E aquela cena do açoite voluntário pelo qual o marcado passou? Genial! Tudo o que eu posso dizer é para tu continuar assim e aprofundar cada vez mais esta mitologia que tu criou.
Olá, voltando agora para responder todos os reviews de uma vez. o/
Então, a relação entre as fases do passado e do futuro do personagem é uma estrutura presente em todos os capítulos. A ideia veio de um conto que inspirou essa história e que tinha essa mesma construção de mostrar a infância e a fase adulta de Seph. E depois de assistir o seriado Breaking Bad, que também possui umas estruturas de enredo interessantes e pouco convencionais, acabei por decidir em desenvolver a história dessa forma pouco comum, acreditando que eu conseguiria dar um toque mais original a ela.
Você não é a primeira que, ao terminar a leitura do primeiro capítulo, demonstra o desejo de saber mais sobre a religião draconista e o resto do mundo. Ainda bem que criei esse capítulo justamente para esclarecer esses pontos. E, como você percebeu, tentei ao máximo importar os assuntos de uma época medieval, que acredito girarem em torno disso. Esse capítulo foi bem gratificante escrevê-lo, pois acho que consegui cumprir o objetivo com um conjunto de cenas bem interessantes e interligadas.
Grande Luiz! Mais um excelente capítulo. Curti a mudança no estilo, sem uma quebra mais definida entre passado e presente, mas o destaque foram os pedidos ao dragão... Principalmente a do pai que bateu na filha e ficou pedindo ajuda em assuntos tão mesquinhos. Você está ainda melhor do que quando nos conhecemos na arte de criar personagens muito humanos. Parabéns cara! Já já ou para o próximo capítulo
O que mais gostei:
As cenas em que o pessoal ia fazer pedidos, uma história mais interessante do que a outra
Foi um capítulo diferente do primeiro, para introduzir algumas informações do mundo. E para fazê-lo de uma forma mais instigante, tive a ideia de usar essas orações, aproveitando para pincelar alguns personagens que futuramente irão aparecer na história.
Obrigado pelo elogio. Vamos vivendo, lendo mais, escrevendo mais e aprendendo. Sempre há o que melhorar.
Fico feliz por estar acompanhando essa história, João. Espero que continue curtindo.
Então, pelo que eu percebi você divide cada capítulo em duas partes, uma com o Seph criança e outra com ele adulto. Já entendi bem suas intenções que é contar paralelamente como ele vai matando os dragões e a história vai se desenvolvendo e como ele passou de um garoto que sonhava com dragões a um dragon slayer.
Devo dizer que gostei muito da ideia. Do jeito que eu descrevi acima pareceu bem simplório, mas sei que tem muita coisa para ser desenvolvida aí e muitas surpresas por vir.
Além disso, já percebi que você criou uma cultura diferenciada para seu mundo. Não sei o quão profunda é esta cultura, mas sempre me agrada esse tipo de coisa. Se bem que acho que meio impossível criar fantasia medieval interessante sem criar raças, culturas, geografias fantasiosas... acho que é isso que torna tudo interessante.
Enfim, não tenho muito mais a dizer deste capítulo, apenas que estou crendo que esta história seguira por um rumo muito interessante. Até o próximo!
Oi, Kamui. Desculpe a demora para responder. Meu computador deu defeito e minha internet ficou caída por dias.
Exatamente. O desenvolvimento da trama pauta-se no paralelismo entre os dois tempos. É um jeito pouco convencional, mas ideal para contar o que quero da forma que quero. Sempre tento tirar o máximo possível dessa estrutura.
De fato, o mundo de Alta Fantasia é bem chamativo quando seus elementos comuns são caracterizados, contudo, nessa história não há raças mágicas como orcs, elfos, anões etc. Há dragões, o dracocida, e outras coisas, que serão reveladas a seu tempo. Mas espero que curta esses elementos, e também o enredo.
Ele possui um senso de humor mórbido... Gostei. Mas ainda quero que o próximo dragão arranque seu fígado e banqueteie-se com sua carne pelos três assassinatos.
Wow! Que demais! Ficarei aguardando sua recomendação :3
F
Filipe Mendes
Um excelente capítulo. Me intriguei com as histórias de alguns, principalmente com a da mulher cuja família anda passando fome. No entanto, foi a aparição do andarilho, destemido, abrindo o cofre e roubando-o, que me deixou boquiaberto. O cara é foda. Ele é um protagonista incrível. Quero acompanhar a sua caça aos dragões que será, de fato, uma aventura caralhuda.
Não tenho muito a falar deste capítulo. Sua escrita, como sempre, é excelente.
Esse capítulo foi uma coleção de relatos (ou confissões) para apresentar um pouco mais sobre o tipo de sociedade vigente neste mundo (ou parte dele). O Seph é meio roubadão, por assim dizer, afinal, ele é um cara que mata deuses dragões, hehe.
Ah, ainda vou ler o segundo capítulo da sua fic. É que eu dei uma parada nas leituras aqui no Nyah desde a semana passada e irei recomeçar na semana que vem, quando as aulas da facul retornarem e minha rotina diária voltar ao normal. Aí eu consigo encaixar um tempo só para ler as fics daqui.
Booom voltei :) Eu achei esse capítulo bastante...incomum. Nunca havia lido qualquer um que contasse com esse estilo e isso é muito bom ♥ Principalmente por que desperta a curiosidade em saber mais sobre os que foram confessar. E nem preciso dizer que o final é extremamente chamativo, sei lá, posso estar errado, mas chamou minha atenção :3
Oi, Comediante. Bom, esse capítulo foi escrito depois de perceber que precisava de uma maneira de contar um pouco mais do universo da história antes de começar de verdade com a jornada do personagem. Não me lembro como surgiu essa ideia de orações, acho que foi quando estava assistindo Breaking Bad e estava pensando em formas mais ousadas de contar uma história (mudança de ângulo, ponto de vista e tal). Fico feliz que tenha gostado desse formato, já que ele pode dividir opiniões.
Ei, Luiz.
Passando aqui e, mais uma vez, me deparando com um ótimo capítulo. *---* Sua escrita, como sempre, faz com que o leitor se interage no mundo descrito. Eu me senti como um membro clerical escutando todas essas orações em silêncio, de um lugar onde eu não pudesse estar visível. O que eu mais gostei, de fato, foram essas orações, porque elas realmente me fazem lembrar de mundos que "remontam" a Idade Média, mesmo que o pensamento da época. Principalmente a primeira oração, típica de um senhor de terras. Hahahhaah! Isso me faz lembrar até de um jogo de RPG que é uma fonte de inspiração para mim, chamado Baldur's Gate II: Shadows of Amn. Se você for guerreiro no jogo, pode acabar herdando um castelo e terras. Aí, de vez em quando, você tem de ir lá resolver problemas. Os problemas são parecidos com esses das orações. ahahah! xD
Por falar nisso, é impressão minha ou o escravo do presente é o mesmo que o homem senhor de terra estava reclamando no passado? Hahaah! Detalhe interessante. xD E eu temi pelo Seph, fiquei pensando se se algum sacerdote escutasse as palavras dele, o que aconteceria? Ou o visse roubando etc. Eu sei que ele é bem poderoso, mas, do jeito que o povo é totalmente fiel, ele poderia enfrentar tantos fiéis? Enfim, é só mais uma viagem que eu tive aqui. xD Hahauahaua! E ainda estou curiosa para saber o motivo dele ter se voltado totalmente contra os dragões. É uma história interessante, já que o povo de fantasias medievais é totalmente beato, como no pensamento da época. Aí surge o primeiro herege capaz de desafiar todo mundo, mas, eu penso que ele se cansou de tanta desigualdade, que já deu para sentir neste capítulo pelas pessoas que nascem com esse estigma. Ou talvez ele o faça por motivos mais egoístas também. De qualquer forma, a história está bastante interessante e sendo muito bem retratada. Estarei esperando ansiosamente por mais capítulos! *---*
Aliás, só fiquei com uma dúvida: qual post que é para compartilhar para participar da promoção dos broches mesmo? x.x Sou meio lerda, acabei me perdendo quanto a isso.
Enfim, até o próximo. o/
Dani, sinto que ainda irei receber um review gigantesco de você, rs.
Esse é o primeiro comentário crítico que recebo deste capítulo. Quando vi que escreveu esse tanto, fiquei ansioso em saber sua opinião. Este capítulo é bem diferente do anterior, e, na verdade, foi escrito bem depois, quando eu elaborava o sexto ou sétimo capítulo. A intenção era pincelar os detalhes da religião draconista e o impacto dela no mundo a partir das pessoas das mais variadas castas sociais. Foi uma forma breve e consistente que encontrei de mostrar ao leitor um pouco do mundo em que a história se passa, além de salientar a posição do Seph neste contexto religioso.
Baldur's Gate II: Shadows of Amn? Não tenho certeza, mas acho que você chegou a comentar esse game comigo. De fato, um senhor de terras passa por essas situações, e sua oração é a mais longa do texto, em oposição às orações curtas do segundo momento do capítulo: uma tentativa de mostrar que as pessoas humildes pedem apenas o necessário enquanto as mais abastadas falam mais do que devem.
Em relação ao escravo, essa é uma interpretação proposital que deixo a carga do leitor. Se é ou não, é possível que a história desvende esse mistério mais adiante.
Desde que o orador não eleve a voz, o sacerdote não conseguirá discernir as suas palavras, supondo que ele esteja prestando atenção nas orações alheias. De qualquer forma, numa futura revisão, talvez seja bom indicar que o personagem mantém a voz baixa.
O background do Seph e a razão dele passar a odiar os dragões será desenvolvida no decorrer da história; é o suspense que utilizo para manter o leitor interessado, rs.
Obrigado pelo review. Até o próximo :)
Continue por favor
Olá, Marcos. Tenho a certeza de que essa história não será cancelada. Só paro de atualizá-la se conseguir arranjar uma boa editora para o livro. ;)
Como você ainda não descobriu o que é "dracocídio", vou te explicar (coloco o óculos e faço cara de professor). Conhece a palavra "regicídio"? Ela significa "assassinato de reis", o "-regi" é uma base vinda do latim que quer dizer "rei" e somado ao sufixo "cídio", forma essa palavra com esse significado. De maneira semelhante, "dracocídio" quer dizer "assassinato de dragões". E assim como a pessoa que mata reis se chama "regicida", a pessoa que mata dragões se chama "dracocida", que é o Seph na história. Faço faculdade Letras, então eu entendo desses paranauês, rs.
Sobre a religião que adora os dragões, o draconismo (eu a mencionei no primeiro capítulo), ela vai ser explorada aos poucos no decorrer da história.
Eu quis mostrar os tipos de pessoas que habitam esse cenário e também como funciona o mundo dessa história. Aí temos o nobre arrogante, o cavaleiro fanático e até uma pobre mulher que, cega pela religião, dá seu dinheiro para ela quando poderia usá-lo para comprar comida.
Ah, calma, que quando eu for lançar o quarto faço mais um sorteio. ^^ Mas tenho quase certeza que irei colocar outra coisa em vez do botton; talvez um marcador de estiver pronto a tempo.
Obrigado pelo comentário. :)
Um capítulo bem diferente, porém interessante. Cada oração retratada ajudou a construir na minha cabeça uma excelente noção de como é a religião que a história retrata. Muito legal mesmo! Achei interessante esse lado meio violente e radical mesclado com o pavor de se desviar do caminho “certo” e ser castigado. Sem falar na crença de que certas pessoas já nascem condenadas.
Um ótimo capítulo. Apesar de não aparentar ter um progresso no enredo, em momento algum eu me senti entediada. Na verdade, no mesmo instante em que comecei, eu terminei, pois não conseguia parar de ler XD
Até o próximo capítulo.
P.S.: Eu queria um botton :'D
Olá, Kah Fran. Sim, esse capítulo foi bem diferente, pois eu o escrevi justamente para pincelar algumas características desse mundo, como você percebeu durante a leitura. Fico contente que o capítulo tenha cumprido bem sua função, além de ter mantido seu interesse até o final. =) Cada um desses pontos retratados nas orações serão desenvolvidos ao longo da história.
p.s: Provavelmente farei um sorteio de botton ainda este ano. ;D
Obrigado pelo review e até a próxima.
Muito interessante essa tua forma de escrita, fazendo sempre a relação entre a infância e o estágio adulto do personagem. Nunca tinha visto algo assim, uma construção completamente fora do padrão linear. Fico curiosa pra saber como se deu esta brusca transformação do menino para o homem.
Parece até que tu atendeu um desejo meu, que queria ver um pouco mais dessa questão religiosa! Foi legal ver como funciona as orações no templo, e perceber que não são tão diferentes assim do nosso mundo. As preces há alguns séculos deveriam ser bem assim... Sobre posse de terras, escravos e casamentos arranjados.
Importante também foi tu exemplificar que nestes templos vão tanto nobres quanto escravos, plebeus que passam fome e ricos que lambem os dedos de carne. Foi um contraste significativo. E aquela cena do açoite voluntário pelo qual o marcado passou? Genial! Tudo o que eu posso dizer é para tu continuar assim e aprofundar cada vez mais esta mitologia que tu criou.
Beijiin, até a próxima.
Olá, voltando agora para responder todos os reviews de uma vez. o/
Então, a relação entre as fases do passado e do futuro do personagem é uma estrutura presente em todos os capítulos. A ideia veio de um conto que inspirou essa história e que tinha essa mesma construção de mostrar a infância e a fase adulta de Seph. E depois de assistir o seriado Breaking Bad, que também possui umas estruturas de enredo interessantes e pouco convencionais, acabei por decidir em desenvolver a história dessa forma pouco comum, acreditando que eu conseguiria dar um toque mais original a ela.
Você não é a primeira que, ao terminar a leitura do primeiro capítulo, demonstra o desejo de saber mais sobre a religião draconista e o resto do mundo. Ainda bem que criei esse capítulo justamente para esclarecer esses pontos. E, como você percebeu, tentei ao máximo importar os assuntos de uma época medieval, que acredito girarem em torno disso. Esse capítulo foi bem gratificante escrevê-lo, pois acho que consegui cumprir o objetivo com um conjunto de cenas bem interessantes e interligadas.
Obrigado pelo review.
Grande Luiz! Mais um excelente capítulo.
Curti a mudança no estilo, sem uma quebra mais definida entre passado e presente, mas o destaque foram os pedidos ao dragão... Principalmente a do pai que bateu na filha e ficou pedindo ajuda em assuntos tão mesquinhos.
Você está ainda melhor do que quando nos conhecemos na arte de criar personagens muito humanos.
Parabéns cara!
Já já ou para o próximo capítulo
O que mais gostei:
As cenas em que o pessoal ia fazer pedidos, uma história mais interessante do que a outra
Foi um capítulo diferente do primeiro, para introduzir algumas informações do mundo. E para fazê-lo de uma forma mais instigante, tive a ideia de usar essas orações, aproveitando para pincelar alguns personagens que futuramente irão aparecer na história.
Obrigado pelo elogio. Vamos vivendo, lendo mais, escrevendo mais e aprendendo. Sempre há o que melhorar.
Fico feliz por estar acompanhando essa história, João. Espero que continue curtindo.
Grande abraço!
I'm here again o/
Então, pelo que eu percebi você divide cada capítulo em duas partes, uma com o Seph criança e outra com ele adulto. Já entendi bem suas intenções que é contar paralelamente como ele vai matando os dragões e a história vai se desenvolvendo e como ele passou de um garoto que sonhava com dragões a um dragon slayer.
Devo dizer que gostei muito da ideia. Do jeito que eu descrevi acima pareceu bem simplório, mas sei que tem muita coisa para ser desenvolvida aí e muitas surpresas por vir.
Além disso, já percebi que você criou uma cultura diferenciada para seu mundo. Não sei o quão profunda é esta cultura, mas sempre me agrada esse tipo de coisa. Se bem que acho que meio impossível criar fantasia medieval interessante sem criar raças, culturas, geografias fantasiosas... acho que é isso que torna tudo interessante.
Enfim, não tenho muito mais a dizer deste capítulo, apenas que estou crendo que esta história seguira por um rumo muito interessante. Até o próximo!
Oi, Kamui. Desculpe a demora para responder. Meu computador deu defeito e minha internet ficou caída por dias.
Exatamente. O desenvolvimento da trama pauta-se no paralelismo entre os dois tempos. É um jeito pouco convencional, mas ideal para contar o que quero da forma que quero. Sempre tento tirar o máximo possível dessa estrutura.
De fato, o mundo de Alta Fantasia é bem chamativo quando seus elementos comuns são caracterizados, contudo, nessa história não há raças mágicas como orcs, elfos, anões etc. Há dragões, o dracocida, e outras coisas, que serão reveladas a seu tempo. Mas espero que curta esses elementos, e também o enredo.
Abraços e obrigado pelo review.
Ele possui um senso de humor mórbido... Gostei. Mas ainda quero que o próximo dragão arranque seu fígado e banqueteie-se com sua carne pelos três assassinatos.
Acho que seu humor é mais mórbido que o dele, hehe. Veremos até quando você torcerá pelos dragões.
Obrigado pelo review.
VOU RECOMENDAR A FIC *U* ME CONQUISTOU NESSE CAPÍTULO!!
Wow! Que demais! Ficarei aguardando sua recomendação :3
Um excelente capítulo. Me intriguei com as histórias de alguns, principalmente com a da mulher cuja família anda passando fome. No entanto, foi a aparição do andarilho, destemido, abrindo o cofre e roubando-o, que me deixou boquiaberto. O cara é foda. Ele é um protagonista incrível. Quero acompanhar a sua caça aos dragões que será, de fato, uma aventura caralhuda.
Não tenho muito a falar deste capítulo. Sua escrita, como sempre, é excelente.
Abraços!
Olá, Filipe.
Esse capítulo foi uma coleção de relatos (ou confissões) para apresentar um pouco mais sobre o tipo de sociedade vigente neste mundo (ou parte dele). O Seph é meio roubadão, por assim dizer, afinal, ele é um cara que mata deuses dragões, hehe.
Ah, ainda vou ler o segundo capítulo da sua fic. É que eu dei uma parada nas leituras aqui no Nyah desde a semana passada e irei recomeçar na semana que vem, quando as aulas da facul retornarem e minha rotina diária voltar ao normal. Aí eu consigo encaixar um tempo só para ler as fics daqui.
Abraços!
Booom voltei :) Eu achei esse capítulo bastante...incomum. Nunca havia lido qualquer um que contasse com esse estilo e isso é muito bom ♥ Principalmente por que desperta a curiosidade em saber mais sobre os que foram confessar. E nem preciso dizer que o final é extremamente chamativo, sei lá, posso estar errado, mas chamou minha atenção :3
Oi, Comediante. Bom, esse capítulo foi escrito depois de perceber que precisava de uma maneira de contar um pouco mais do universo da história antes de começar de verdade com a jornada do personagem. Não me lembro como surgiu essa ideia de orações, acho que foi quando estava assistindo Breaking Bad e estava pensando em formas mais ousadas de contar uma história (mudança de ângulo, ponto de vista e tal). Fico feliz que tenha gostado desse formato, já que ele pode dividir opiniões.
Obrigado pelo review e até a próxima. o/