Eu me perdi um pouco na minha vida de leitora, tanto quanto a leitura de livros, quanto de fanfics, estou voltando aos poucos! Haha. Eu achei fofo da parte do médico fazer com que todas as presas se sintam especiais. Parece que esse tipo de pessoa não existe mais hoje em dia, e embora eu não seja uma pessoa excepcionalmente boa, sou grande fã dessas pessoas boas, que se preocupam realmente com o próximo quandonós 'meros seres humanos' continuamos nos preocupando apenas com o nosso próprio umbigo. Acho que também o fato de a Maitê ter descoberto isso deve ter sido um tremendo baque, porque ela não tem mais ao que se prender, então acaba se prendendo aqueles pequenos detalhes que fazem com que ela ainda suporte existir, descobrir algo assim (mesmo que para nós não pareça algo tão horrível assim) deve ter tido um peso muito maior já que essa é uma das poucas válvulas de felicidade dela! Cristal, você é uma monstra, só digo isso. kkk Outra coisa que acho interessante é o fato de, de uma forma ou de outra, a Maitê ser uma leitora. Isso me lembra um pouco o Hannibal porque ele era um psicopata e estava preso em um sanatório, então, quando ele se comportava recebia livros como recompensa, penso que se eu fosse uma psicopata também ou, ao menos, um caso mais avançado do que eu sou hoje em dia, a única recompensa plausível que eu aceitaria seriam livros e doces, muito provavelmente! Hehe. Mas, claro, Maitê não é uma psicopata, ou, pelo menos, não parece, eu só quis fazer uma comparação que veio a mente! Bom, nesse capítulo nós também tivemos um cara bonito, e eu fico impressionada em como você consegue colocar esses caras bonitos nas suas histórias, mesmo que tudo ao redor esteja horrível. Claro que também, muitas vezes, as suas personagens tem uma visão meio deturbada do que é beleza, mas, mesmo assim, isso não me impede de imaginar um cara bem gatão de acordo com os meus próprios conceitos de beleza (que também são meio estranhos, mas faz parte da vida). Enfim. Beijos! ♥
Eu estou completamente perdida em todas as dimensões que minha vida pode ter, no lazer, mais ainda, querida Mozi, te entendo.
Eu acho que eu sempre quis conhecer alguém que é bom sem compromisso nenhum, só é porque é, como minha mãe, mas sem ser ela. Acho que coloco um pouco dela em todas as minhas histórias. Acho fofo, gentil, atencioso que o médico faça isso, porque é algo que eu não faria.
Acho que a Maitê se prende a essas coisas, e a quase tudo que é palpável, pra ela qualquer concretização de sentimento (no caso os doces) a faz se sentir amada, nem que seja só um pouquinho, e sabe que um pinguinho de amor é um oceano pra quem não tem amor nenhum na maior parte do tempo.
Acho que isso dela ser leitora, é culpa da Cassie, sinceramente, é um detalhe que eu deixaria passar, se ela não tivesse perguntado, eu não teria respondido, no geral foi assim que a história se desenrolou, improvisada e desorganizadamente, mas acho que é o que a torna peculiar, e faz combinar os dois mundos, autoras e personagens.
A Acácia é uma das pessoas boas, como o médico, mas mais fácil de desvendar, no geral sabemos que a Acácia é sozinha, tem motivo pra ser legal, no geral, querer companhia, é o que a faz, na minha visão, bonita.
Não acho que a Maitê seja uma psicopata, ou nenhum dos meus personagens, pode ver, a maioria dos meus peca por amor. Psicopatas nem sabem o que é isso.
Eu acho que, nesse momento, eu estou vivendo uma fase horrível cheia de personagens bonitos, mesmo que distorcidamente bonitos, me apaixono cinco dias por semana, se quer saber. Acho que isso me influencia na escrita, de uma forma legal, boa. Mas escrevi isso antes. Pela primeira vez estou vivendo o que escrevi, ao invés de escrevendo o que eu vivi, sabe? É meio mágico.
Muito obrigada mesmo por continuar acompanhando e comentando! Sério mesmo! Mil beijos Mozi ♥
Eu me perdi um pouco na minha vida de leitora, tanto quanto a leitura de livros, quanto de fanfics, estou voltando aos poucos! Haha. Eu achei fofo da parte do médico fazer com que todas as presas se sintam especiais. Parece que esse tipo de pessoa não existe mais hoje em dia, e embora eu não seja uma pessoa excepcionalmente boa, sou grande fã dessas pessoas boas, que se preocupam realmente com o próximo quandonós 'meros seres humanos' continuamos nos preocupando apenas com o nosso próprio umbigo. Acho que também o fato de a Maitê ter descoberto isso deve ter sido um tremendo baque, porque ela não tem mais ao que se prender, então acaba se prendendo aqueles pequenos detalhes que fazem com que ela ainda suporte existir, descobrir algo assim (mesmo que para nós não pareça algo tão horrível assim) deve ter tido um peso muito maior já que essa é uma das poucas válvulas de felicidade dela! Cristal, você é uma monstra, só digo isso. kkk Outra coisa que acho interessante é o fato de, de uma forma ou de outra, a Maitê ser uma leitora. Isso me lembra um pouco o Hannibal porque ele era um psicopata e estava preso em um sanatório, então, quando ele se comportava recebia livros como recompensa, penso que se eu fosse uma psicopata também ou, ao menos, um caso mais avançado do que eu sou hoje em dia, a única recompensa plausível que eu aceitaria seriam livros e doces, muito provavelmente! Hehe. Mas, claro, Maitê não é uma psicopata, ou, pelo menos, não parece, eu só quis fazer uma comparação que veio a mente! Bom, nesse capítulo nós também tivemos um cara bonito, e eu fico impressionada em como você consegue colocar esses caras bonitos nas suas histórias, mesmo que tudo ao redor esteja horrível. Claro que também, muitas vezes, as suas personagens tem uma visão meio deturbada do que é beleza, mas, mesmo assim, isso não me impede de imaginar um cara bem gatão de acordo com os meus próprios conceitos de beleza (que também são meio estranhos, mas faz parte da vida). Enfim. Beijos! ♥
Eu estou completamente perdida em todas as dimensões que minha vida pode ter, no lazer, mais ainda, querida Mozi, te entendo.
Eu acho que eu sempre quis conhecer alguém que é bom sem compromisso nenhum, só é porque é, como minha mãe, mas sem ser ela. Acho que coloco um pouco dela em todas as minhas histórias. Acho fofo, gentil, atencioso que o médico faça isso, porque é algo que eu não faria.
Acho que a Maitê se prende a essas coisas, e a quase tudo que é palpável, pra ela qualquer concretização de sentimento (no caso os doces) a faz se sentir amada, nem que seja só um pouquinho, e sabe que um pinguinho de amor é um oceano pra quem não tem amor nenhum na maior parte do tempo.
Acho que isso dela ser leitora, é culpa da Cassie, sinceramente, é um detalhe que eu deixaria passar, se ela não tivesse perguntado, eu não teria respondido, no geral foi assim que a história se desenrolou, improvisada e desorganizadamente, mas acho que é o que a torna peculiar, e faz combinar os dois mundos, autoras e personagens.
A Acácia é uma das pessoas boas, como o médico, mas mais fácil de desvendar, no geral sabemos que a Acácia é sozinha, tem motivo pra ser legal, no geral, querer companhia, é o que a faz, na minha visão, bonita.
Não acho que a Maitê seja uma psicopata, ou nenhum dos meus personagens, pode ver, a maioria dos meus peca por amor. Psicopatas nem sabem o que é isso.
Eu acho que, nesse momento, eu estou vivendo uma fase horrível cheia de personagens bonitos, mesmo que distorcidamente bonitos, me apaixono cinco dias por semana, se quer saber. Acho que isso me influencia na escrita, de uma forma legal, boa. Mas escrevi isso antes. Pela primeira vez estou vivendo o que escrevi, ao invés de escrevendo o que eu vivi, sabe? É meio mágico.
Muito obrigada mesmo por continuar acompanhando e comentando! Sério mesmo! Mil beijos Mozi ♥