Aquela mesma tristeza tímida irresistível que me puxa. Que saudade dessa dor bonita que encanta. Assim, como coisa de alma. E aquela mesma vontade de entrar um pouco, laçar os personagens e a história numa fita e prender no cabelo. E soltar e deixar voar, no ar. Não dá só pra ler suas palavras, quem dera, elas prendem e enlaçam, mais que sentir, é almar. Beijos beijos beijos. E flores, para plantar no coração ♥
Minha querida, seu review acaba sendo melhor que o capítulo, quanto sentimento você colocou aqui, meu coração chega a estar apertado. Almar, que verbo lindo, preciso usá-lo, se me permitir. Eu amo essa história como ela é triste, sempre caminhando pra um nível mais triste, porque assim parece muito real e bonito.
Espero que continue gostando, de verdade. Mil beijos pra você, e as mudas das flores que mandou e já plantei em mim ♥
Eu estou sem palavras ainda.
Você é incrível. Só mesmo você para fazer com que loucura pareça algo tão bonito.
Pintei uma cena na minha cabeça com a sua descrição da morte do irmão dela. Foi algo horrível.Principalmente porque eu sei como eles ficam com o efeito da droga.
Bom, espero ansiosamente pelo capítulo da Acácia,
Beijos e inspiração, para as duas.
Bird, seu estado sem palavras é cheio de palavras lindas que me fizeram muito feliz, amei ler cada uma delas, respirar em suas vírgulas e pausar nos pontos finais. A loucura é a coisa mais linda Bird, mas infelizmente não aos olhos de todo mundo.
Eu nunca passei por nenhuma situação extrema sobre uso de drogas, felizmente, mas fico contente por conseguir passar a imagem mesmo pra quem já sabe como é, mesmo sendo uma cena horrível. É horrível não ter mais vontade própria.
Agradeço muito pelo ser review, o capítulo logo será postado e espero que goste dele! Beijos, muitos beijos pra você Bird, e um voo suave.
Pierrot inspira tristeza naturalmente. Eu tenho um projeto psicólogico de torná-lo personagem de uma história minha qualquer dia, só preciso tomar vergonha na cara e escreverde uma vez, huehue! Fico feliz de saber que aos poucos o passado de cada uma vai se escrevendo nas cartas conforme elas vão ganhando confiança uma na outra. Acho a relação das duas muito profunda, apesar de recente. E o fato de tudo ser escrito em cartas acentua as coisas. Eu me pego imaginando como agiriam Maitê e Acácia se encontrassem-se cara-a-cara. Fico pensando em como reagiriam, se elas se abraçariam ou se acabariam por se tornar tímidas. Mas agora... Me lembrei de outra coisa que esteve presente nessa carta. O tal doutor que toca demais. Senti repulsa instântanea por esse homem, e senti amor eterno pelo outro doutor que dá balas para a Maitê. Acho que se eu tivesse um médico que me tratasse eternamente como se eu fosse uma criança, seria uma pessoa mais feliz. :x E, bem, tem também o irmão morto. Sabe, isso me lembrou de alguma forma a história do Gabriel (através de fatos que estão enterrados no subconsciente dele, mas isso não é importante) e também me lembrou o Alisson. Pensa só, se os Harvey não fossem todos cheios de umas ideias meio Peter Pan, ele poderia muito bem ter morrido dessa forma. Seria até melhor que a AIDS, mais rápido. E agora eu imagino o irmão da Maitê como imagino o Alisson porque sim! huehue. Eeu quero mais! (Acácia, poste. u.u -qq) Beijos! ♥
Pierrot, eu o amo, mas nunca o vi (exceto o boneco, que existe, sim), se criar essa história me mande, afinal, o amo. É, eu gosto disso, é mais ou menos como as amizades acontecem, os primeiros cinco minutos são é a apresentação e aí, bem. É como eu gosto que aconteça e é como eu costumo criar vínculo com os leitores, exceto Déclinant, eu sempre conto as histórias meio de trás pra frente. Acho que a relação delas é assim porque, além de terem tido um bom primeiro contato, elas não tem muitas opções mais de amizade, e tem um ponto em que a vida chega que, simplesmente, não importa tanto então, qualquer sinal de carinho é como uma permissão pra ter esperança, sabe? Nunca tinha pensado nisso antes de falar, bem, acho que a Maitê choraria distante, sabe? Paralisada. É dessas que só tem coragem em situações extremas, e mais nenhuma vez.
Sim, também senti, mas é que precisava equilibrar, se eu só dissesse que tem um doutro ótimo, a cadeia poderia parecer um lugar legal (?). Ah, também queria um, mas normalmente as pessoas me tratam assim automaticamente.
Ah, Gabriel, Allison, meu amores não assumidos, estou atrasada de novo :/
Eu não faço ideia de como o imagino, mas tem um cara que eu beijei e eu imagino ele, mesmo que ele parecesse absolutamente saudável e até inocente demais pra ter coragem de usar drogas.
Aquela mesma tristeza tímida irresistível que me puxa. Que saudade dessa dor bonita que encanta. Assim, como coisa de alma. E aquela mesma vontade de entrar um pouco, laçar os personagens e a história numa fita e prender no cabelo. E soltar e deixar voar, no ar. Não dá só pra ler suas palavras, quem dera, elas prendem e enlaçam, mais que sentir, é almar. Beijos beijos beijos. E flores, para plantar no coração ♥
Sorah,
Minha querida, seu review acaba sendo melhor que o capítulo, quanto sentimento você colocou aqui, meu coração chega a estar apertado. Almar, que verbo lindo, preciso usá-lo, se me permitir. Eu amo essa história como ela é triste, sempre caminhando pra um nível mais triste, porque assim parece muito real e bonito.
Espero que continue gostando, de verdade. Mil beijos pra você, e as mudas das flores que mandou e já plantei em mim ♥
Bird, seu estado sem palavras é cheio de palavras lindas que me fizeram muito feliz, amei ler cada uma delas, respirar em suas vírgulas e pausar nos pontos finais. A loucura é a coisa mais linda Bird, mas infelizmente não aos olhos de todo mundo.
Eu nunca passei por nenhuma situação extrema sobre uso de drogas, felizmente, mas fico contente por conseguir passar a imagem mesmo pra quem já sabe como é, mesmo sendo uma cena horrível. É horrível não ter mais vontade própria.
Agradeço muito pelo ser review, o capítulo logo será postado e espero que goste dele! Beijos, muitos beijos pra você Bird, e um voo suave.
Pierrot inspira tristeza naturalmente. Eu tenho um projeto psicólogico de torná-lo personagem de uma história minha qualquer dia, só preciso tomar vergonha na cara e escreverde uma vez, huehue! Fico feliz de saber que aos poucos o passado de cada uma vai se escrevendo nas cartas conforme elas vão ganhando confiança uma na outra. Acho a relação das duas muito profunda, apesar de recente. E o fato de tudo ser escrito em cartas acentua as coisas. Eu me pego imaginando como agiriam Maitê e Acácia se encontrassem-se cara-a-cara. Fico pensando em como reagiriam, se elas se abraçariam ou se acabariam por se tornar tímidas. Mas agora... Me lembrei de outra coisa que esteve presente nessa carta. O tal doutor que toca demais. Senti repulsa instântanea por esse homem, e senti amor eterno pelo outro doutor que dá balas para a Maitê. Acho que se eu tivesse um médico que me tratasse eternamente como se eu fosse uma criança, seria uma pessoa mais feliz. :x E, bem, tem também o irmão morto. Sabe, isso me lembrou de alguma forma a história do Gabriel (através de fatos que estão enterrados no subconsciente dele, mas isso não é importante) e também me lembrou o Alisson. Pensa só, se os Harvey não fossem todos cheios de umas ideias meio Peter Pan, ele poderia muito bem ter morrido dessa forma. Seria até melhor que a AIDS, mais rápido. E agora eu imagino o irmão da Maitê como imagino o Alisson porque sim! huehue. Eeu quero mais! (Acácia, poste. u.u -qq) Beijos! ♥
Pierrot, eu o amo, mas nunca o vi (exceto o boneco, que existe, sim), se criar essa história me mande, afinal, o amo. É, eu gosto disso, é mais ou menos como as amizades acontecem, os primeiros cinco minutos são é a apresentação e aí, bem. É como eu gosto que aconteça e é como eu costumo criar vínculo com os leitores, exceto Déclinant, eu sempre conto as histórias meio de trás pra frente. Acho que a relação delas é assim porque, além de terem tido um bom primeiro contato, elas não tem muitas opções mais de amizade, e tem um ponto em que a vida chega que, simplesmente, não importa tanto então, qualquer sinal de carinho é como uma permissão pra ter esperança, sabe? Nunca tinha pensado nisso antes de falar, bem, acho que a Maitê choraria distante, sabe? Paralisada. É dessas que só tem coragem em situações extremas, e mais nenhuma vez.
Sim, também senti, mas é que precisava equilibrar, se eu só dissesse que tem um doutro ótimo, a cadeia poderia parecer um lugar legal (?). Ah, também queria um, mas normalmente as pessoas me tratam assim automaticamente.
Ah, Gabriel, Allison, meu amores não assumidos, estou atrasada de novo :/
Eu não faço ideia de como o imagino, mas tem um cara que eu beijei e eu imagino ele, mesmo que ele parecesse absolutamente saudável e até inocente demais pra ter coragem de usar drogas.
Muito obrigada Mozi! Mesmo! Mesmo!
Mil beijos ;***