''E ah (...) quando eu
começar a te amar, pode ter certeza,
eu vou te amar pra sempre, tão
loucamente que vai chegar a doer
em mim e em você.'' vou estampar uma camisa com essa declaração, vou colocar isso na minha bio, no meu status, na parede do meu quarto.
Um dia desses fiquei procurando que nem louca seu user no nyah! (Estou sem internet há um mês e só consigo entrar pelo cel, onde o mobile do site é uma bosta, nunca ia pra página de recomendações que recomendei uma história sua, embora nunca conseguisse lembrar o título)
Em fim, reli As Vantagens de Ser Invisível e lembrei de como a sua escrita se assemelhava com a do autor. Eu colocava 'Wrakanova' na busca e nada, moça que nomes difíceis (e bonitos) você escolhe pra user viu? hahahaha bom, mas aí acordei um dia e me lembrei que o nome da bendita história era Amortecer. E aqui estou eu.
Desculpa pelo review imenso, mas passei quase por uma saga pra achar seu user que tive de desabafar.
Agora vamos finalmente para a Tic-Tac.
Acho que estou apaixonada por essas duas. Eu amo cartas, fica tão mais pessoal, tão mais intenso. E eu sempre encontro essas duas coisas nas suas histórias, além da loucura e dos finais trágicos <3 você coloca muito de si no que escreve, de forma que qualquer outra descrição física ou de lugar da Maitê e da Acácia se torna trivial para a história, tudo o que mais me importa é o que que elas sentem.
Muito, muito obrigada por mais uma história emocionante.
Beijos&inspiração
Bom, tenho que dizer que, sim, essa frase é incrível, mas foi a Acácia que escreveu esse capítulo, eu sou a das cartas em números ímpares, aquelas escritas pela Maitê, e a Acácia é, bem, a Acácia.
Ah, eu sou uma nômade daqui, troco os users, às vezes troco as contas, excluo as histórias, não deixo vestígios, depois me arrependo, coloco de volta, trago das cinzas, é que às vezes eu gosto do passado, e às vezes eu o detesto, e entre amar e detestar eu vou mudando, moldando. Esses dias, poucos dias, eu tirei Amortecer da lixeira, porque vi uma fic parecida e me senti pioneira, orgulhosa. Eu fico feliz que tenha me encontrado, espero que não nos percamos mais.
Eu ainda não li esse livro, bem eu li uma páginas, mas como era no computador, fiquei com dor de cabeça e tive que parar, obviamente vou voltar a ler, principalmente agora que você falou sobre ele.
Bom, já foi meu próprio nome, mas acho que sou mais Cristalline agora, porque quero ser transparente, cristalina, se não conseguir, mudo de novo! Fico feliz que goste dos meus nomes, e gosto do seu user, e lembro dele, lembro sim.
Tudo bem, eu adorei ouvir seu desabafo, sério, sempre que quiser desabafar, bem, estarei aqui, talvez não com o mesmo nome, mas ainda assim serei eu. Tudo bem desabafar, acho que faço/fiz isso também.
Eu adorei ler isso, sobre Tic-tac, eu gosto de como faz ver a história de uma maneira sua, e me faz adotá-la como minha. Sempre deu enfase nos sentimentos e mesmo que eles sejam consequências do externo, quem os cultiva (ou mata) são seus donos. Eu gosto de como os sentimentos fazem parecer que temos opção, mas são eles quem mandam, são eles que acabam com a insanidade, por mais firme que ela seja. Sempre valorizei isso, sempre achei bonito, a tristeza principalmente.
Eu adoro que possa compartilhar com alguém que entenda, e concorde.
Eu que agradeço Bird, muito obrigada mesmo por primeiro: Lembrar de mim.
Então, obrigada por me procurar, me encontrar, ler, comentar e me desejar inspiração. É muito especial e eu quero que saiba, porque é mesmo.
Paranoia! Amo paranoia. Amo ler paranoia e amo mais ainda quando o autor me faz entrar na paranoia do personagem. Eu juro que vi um relógio de pêndulo balançando a minha frente freneticamente, marcando avidamente cada hora, cada minuto, cada segundo sem parar. Já entendi que as cartas da Acácia são escritas pela Acácia, huehuehue, e sendo a primeira coisa que li sua eu simplesmente me surpreendi. Você consegue passar as sensações da personagempara os leitores de uma forma impressionante. E eu fico imaginando se vai haver um romance lésbico. Ou se Maitê e Acácia vão se encontrar. Não as obrigo a responder, huehuehue, mas fico aqui imaginando com os meus botões. Enfim, muito obrigada por me proporcionar essa leitura tão maravilhosa. Beijos! ♥
Eu fui uma chata no outro review, eu sei, me desculpe.
Bem, beja só... A Maitê... Deus, não sei se posso dar spoiler hsuahsua, mas a Maitê está numa prisão.
Obrigada, Mozi, muito obrigada :3
Você é tão agradável, né. Beijos.
M
Morgana
Foi o tac mais longo da minha vida, mas veio. E quero pedir desculpas pela confusão surda-muda que fiz, me desculpe.
Foi muito sensível, e me emocionou demais, talvez pela intensidade, talvez pela língua da morte. Kkk o que faz pensar me em qual língua cantaria a vida... Um beijo :)
Eu acho que a Acácia precisava que tudo tivesse línguas, porque ela era muda. Então a explosão que o francês proporcionaria era necessário pra ela escutar a morte chamando, porque ela não podia falar. A nossa voz é a voz da morte, não importa a língua, e a nossa pode ser a da vida, tudo depende da gente.
Me sinto lisonjeada, obrigada. Não precisa se desculpar, sabe disso, não é? Não precisa ser educada aqui como teria que ser -obrigatoriamente- com as outras pessoas. f***m-se os bons costumes, e não te desculpo porque não há o que desculpar. :3
Oh Sorah, senti sua falta com os seus reviews mais bonitos que a própria história. Volte sempre, sempre, sempre que puder.
Oi Bird! Como vai?
Bom, tenho que dizer que, sim, essa frase é incrível, mas foi a Acácia que escreveu esse capítulo, eu sou a das cartas em números ímpares, aquelas escritas pela Maitê, e a Acácia é, bem, a Acácia.
Ah, eu sou uma nômade daqui, troco os users, às vezes troco as contas, excluo as histórias, não deixo vestígios, depois me arrependo, coloco de volta, trago das cinzas, é que às vezes eu gosto do passado, e às vezes eu o detesto, e entre amar e detestar eu vou mudando, moldando. Esses dias, poucos dias, eu tirei Amortecer da lixeira, porque vi uma fic parecida e me senti pioneira, orgulhosa. Eu fico feliz que tenha me encontrado, espero que não nos percamos mais.
Eu ainda não li esse livro, bem eu li uma páginas, mas como era no computador, fiquei com dor de cabeça e tive que parar, obviamente vou voltar a ler, principalmente agora que você falou sobre ele.
Bom, já foi meu próprio nome, mas acho que sou mais Cristalline agora, porque quero ser transparente, cristalina, se não conseguir, mudo de novo! Fico feliz que goste dos meus nomes, e gosto do seu user, e lembro dele, lembro sim.
Tudo bem, eu adorei ouvir seu desabafo, sério, sempre que quiser desabafar, bem, estarei aqui, talvez não com o mesmo nome, mas ainda assim serei eu. Tudo bem desabafar, acho que faço/fiz isso também.
Eu adorei ler isso, sobre Tic-tac, eu gosto de como faz ver a história de uma maneira sua, e me faz adotá-la como minha. Sempre deu enfase nos sentimentos e mesmo que eles sejam consequências do externo, quem os cultiva (ou mata) são seus donos. Eu gosto de como os sentimentos fazem parecer que temos opção, mas são eles quem mandam, são eles que acabam com a insanidade, por mais firme que ela seja. Sempre valorizei isso, sempre achei bonito, a tristeza principalmente.
Eu adoro que possa compartilhar com alguém que entenda, e concorde.
Eu que agradeço Bird, muito obrigada mesmo por primeiro: Lembrar de mim.
Então, obrigada por me procurar, me encontrar, ler, comentar e me desejar inspiração. É muito especial e eu quero que saiba, porque é mesmo.
Mil beijos ;***
Paranoia! Amo paranoia. Amo ler paranoia e amo mais ainda quando o autor me faz entrar na paranoia do personagem. Eu juro que vi um relógio de pêndulo balançando a minha frente freneticamente, marcando avidamente cada hora, cada minuto, cada segundo sem parar. Já entendi que as cartas da Acácia são escritas pela Acácia, huehuehue, e sendo a primeira coisa que li sua eu simplesmente me surpreendi. Você consegue passar as sensações da personagempara os leitores de uma forma impressionante. E eu fico imaginando se vai haver um romance lésbico. Ou se Maitê e Acácia vão se encontrar. Não as obrigo a responder, huehuehue, mas fico aqui imaginando com os meus botões. Enfim, muito obrigada por me proporcionar essa leitura tão maravilhosa. Beijos! ♥
Eu fui uma chata no outro review, eu sei, me desculpe.
Bem, beja só... A Maitê... Deus, não sei se posso dar spoiler hsuahsua, mas a Maitê está numa prisão.
Obrigada, Mozi, muito obrigada :3
Você é tão agradável, né. Beijos.
Foi o tac mais longo da minha vida, mas veio. E quero pedir desculpas pela confusão surda-muda que fiz, me desculpe.
Foi muito sensível, e me emocionou demais, talvez pela intensidade, talvez pela língua da morte. Kkk o que faz pensar me em qual língua cantaria a vida... Um beijo :)
Eu acho que a Acácia precisava que tudo tivesse línguas, porque ela era muda. Então a explosão que o francês proporcionaria era necessário pra ela escutar a morte chamando, porque ela não podia falar. A nossa voz é a voz da morte, não importa a língua, e a nossa pode ser a da vida, tudo depende da gente.
Me sinto lisonjeada, obrigada. Não precisa se desculpar, sabe disso, não é? Não precisa ser educada aqui como teria que ser -obrigatoriamente- com as outras pessoas. f***m-se os bons costumes, e não te desculpo porque não há o que desculpar. :3
Oh Sorah, senti sua falta com os seus reviews mais bonitos que a própria história. Volte sempre, sempre, sempre que puder.
Um beijo :>)