Comentários em “Naya: Crônicas de Atlas”: “Capítulo VI: Talentos parte 3”

Leo
Leo
Destacado pelo autor

Como falei que provavelmente aconteceria, li as três partes hoje mesmo haha E isso porque a leitura estava muito agradável como sempre. É incrível como sua fic mesmo falando sobre trivialidades como vestidos e obrigações da realeza consegue prender a atenção e nos instigar a continuar lendo. Parabéns!

Sobre o capítulo, gostei bastante da explicação histórica sobre a guerra e sobre a divisão do poder entre as famílias nobres. Naya e Adna, pelo visto, estão entre os top dos tops, hein? Rumo ao trono supremo haha Gostei de saber que outras famílias controlam outros tipos de magia. Tornou tudo mais dinâmico e interessante. Seria ótimo ler um dia um "spin-off" ou algo do tipo da sua fic focando nessas famílias menos abordadas.

Eu gosto bastante da Adna. Ela é completamente diferente da Naya, por isso não podem ser analisadas da mesma maneira. Observando-a como uma princesa que já entendeu o seu posto e está satisfeita com isso e, mais ainda, gosta do papel que representa, ela se torna muito agradável e alguém até respeitável dada a sua história trágica. Ela seria uma ótima rainha, acredito eu. E também uma boa instrutora para Naya, que ainda tem lá suas dúvidas sobre o trono.

Gosto também da Ariel. É legal ter um personagem humano para contrabalançar todas essas raças que existem neste universo. Faz muito sentido que tenha havido uma guerra e que todos os personagens se lembrem dela com temor. Se nós, humanos, que compomos apenas uma raça, já conseguimos causar duas guerras mundiais (fora os milhares de outros conflitos) e uma baita destruição, imagina essa montoeira de seres, quantas diferenças, preconceitos e ideias contrárias devem possuir?

Ansioso para continuar lendo e saber mais sobre todos os aspectos que compõem o mundo maravilhoso de Atlas. E, é claro, sobre o desfecho cada vez mais próximo dessa história, o qual, felizmente, você já me spoileou, não é o final total de Naya haha Até a próxima, abraços!

Antonio Filho

Trivialidades também fazem parte da vida das pessoas (vou soar chato, mas principalmente da vida de garotas -_- ). Então, como nem sempre d´pra encaixar uma polimorfia, um raio ou talvez uma tempestade de fogo com furações, vale falar sobre os Luni Vestem, o Conselhod dos Nobres ou a Peste Escarlate!

Então, Naya e Adna são mesmo top top das baladas. Naya, a herdeira direta (junto de seu não tão agradável Véu Régio, que praticamente consome todo sua vida social), e Adna, a refinada dos luxos infinitos (me sinto narrando a entrada de As Cariocas, meu deus...). Sobre o Spin-off, acho que não vai ser necessário. Vou mandar um spoiler do próximo livro, ou mais um trailer de palavras kkk. O Naya II: Valerian, como o próprio título diz, vai ter grande parte no reino rubro. Várias famílias vão ter seu enfoque (os Tempore, Vecchis, Vermillion, Caladiel, Aerie, Marine, Baranon e Electros, além dos Elvellon). Cada um com seus próprios reis e rainhas, distritos, domínios e relações nem sempre harmônicas.

A Adna também é uma das minhas favoritas xD O meu preferido é o Loki, o Espírito do Inverno (do segundo livro, mas do 1º, talvez seja a Adna mesmo). Ela é praticamente o que a Naya gostaria de poder ter sido, mas não conseguiu. A princesa perfeita, adorada por todos. Ela seria mesmo uma ótima pessoa para ensinar Naya sobre os deveres da realeza, mas a prima sabe das dificuldades de Naya e tenta respeitar.

Sobre o Ariel, ele não é um humano kkkk ‘-‘. Voltando para a carroça, quando ele e seu pai recolheram Naya do meio do nada, nas descrições deles nós vemos que ele tem o cabelo azul, além de ser dito que ele é mesmo um elfo (acho que eu disse). Ele também é um “vida-longa”, como Adna, Naya e Adan. Apenas Alice no “grupo” é uma humana “vida-curta”.

Guerras. Os anciões tem uma memória melhor, alguns até a presenciaram há 1500 anos. Elfos e fadas, principalmente, além de vampiros, ninfas e outros vidas-longas de menor influência no cenário mundial. A geração jovem apenas ouve falar sobre a carnificina das batalhas, nunca estiveram no que se pode chamar de genocídio mundial. E sobre os preconceitos, não se ainda está implícito demais, mas nós vemos que em Pandora, não existe muito disso. A dinastia de Sinandrin foi muito forte em relação a isso, como nós lembramos numa conversa com Naya onde ela diz que no seu reino a miscigenação era permitida, diferente de Valerian. O reino das fadas é muito ligado a uma questão de supremacia racial, pureza de raças, e individualismo.

Continue lendo então! Estamos chegando perto do clímax da história!

Até mais, obrigado por comentar ^^

Toni.

S
Shadowplay

Não sei, acho que hoje eu consiga terminar tudo– o pouco– que falta! Tentar deixar de procrastinar e também fazer a alegria dos outros autores. Sobre o Adan, não sei, apenas não gostei dele, talvez minha primeira impressão tenha sido pior do que a da Naya, oloco. Pode ter sido a descrição dos seus olhos.

Enfim... falando sobre o capítulo, gosto quando é dito mais sobre o mundo em que vivem (e como disse, deixa tudo mais "vivo"), é fascinante. Também fiquei surpreso pela Alice já ter descoberto sua real identidade, quem imaginava. E concluindo, estou cada vez mais achando a magia muito ÚTIL.

Deixa eu montar uma playlist aqui para continuar lendo o resto.

Antonio Filho

Vish que quer ler tudo ainda hoje? Challege Accepted? kkkkkk. Vamos ver se o Barney tem orgulho de você xD

Adan... Adan... Porque você é assim Adan? Olhos quase malignos e um sorriso meio psicopata.

Gostou das relações lá de Valerian? Dez famílias dominam o reino (Elvellon, Vecchis, Tempore, Vermillion, Baranon, Caladiel, Electros, Dunkel, Marine e Aerie). Um elemento ou tipo mágico para cada! Fadas e silfos são um povinho complicado (oh pessoal pra gostar de complicação. Mais fácil ter um presidente, como em Bellum, a mais poderosa nação humana).

Alice é esperta! Ainda vai surpreender nessa história e na continuação dela. Uma das minhas preferidas essa ruivinha.

Pense como magia é pra lá de útil. Quem me dera ao menos uma vez viver um tempo num inverno rigoroso pra valorizar esse verão eterno (que por sinal, no Ceará nem precisa de magia, por isso desconfio que estou quase em Valerian. Só falta mesmo as folhinhas alaranjadas caindo kkkk).

Mande essa playlist, quero ver depois xD

Toni.