Continuando a saga de assustar leitores desavisados, você tratou de enfiar uma batalha surpresa dentro de uma cena aparentemente calma. Tudo estava bom demais para ser verdade mesmo com Ariel e Naya rindo, conversando, Floquinho, amor juvenil, Maelthor... De repente, tinha que surgir um invocado para acabar com a graça.
Ainda bem que foi Naya quem, no final, acabou com a graça dele! Você continua me deixando nervoso com esse negócio de colocar a Naya em perigo para só depois pensar em como vai agir. Que bom que, mais uma vez, ela raciocinou rápido. Só espero que seja mais prudente daqui para frente para não acabar em maus bocados.
Excelente a cena da batalha! Todas as magias conjuradas, a forma como foi feito, incrível! Gostei, particularmente, da transformação em ovelha hahaha Só tenho uma pergunta. Não sei se estou sendo burro e talvez li muito depressa, então se estiver, desconsidere, mas achei esse nível de magia meio complexo demais para uma fada com poderes restritos, não? Ou Naya foi capaz de vencer o bloqueio que estava sobre ela quando a adrenalina começou a correr em suas veias e ela se empolgou?
Eu não tenho muito mais para dizer que já não tenha dito. Sou fã dessa história e da sua escrita e, agora, oficialmente na metade da fic, começo a me preocupar com o final, porque não quero que chegue logo hahaha Espero me surpreender muito até lá, no entanto. E sei que vou!
Haha! Aposto que você deve ter pensado: “Acabamos de sair de uma batalha, não deve rolar outra pelos próximos capítulos!”. Bem... Facas, raios e polimofia pra você! Kkkk
Naya voltou ao seu rumo desde que se despediu de seu “amigo” na floresta, após deixar seu presente, já que sua magia de cura horrível não fez praticamente efeito algum. Então, entrando na lojinha discreto dos Maelthor vemos que a vida não é fácil pra ninguém, principalmente em tempos de festival!
Ri com o seu “mais uma vez ela raciocinou rápido”. Digamos que da outra vez foi rápido o suficiente pro coleguinha apanhar até desmaiar haha. Mas dessa vez ela já parecia estar mais preparada, nervosa e de sangue quente, né?
Obrigado por elogiar a cena de batalha. Acho sempre problemático esse tipo de cena sem ter que ficar dizendo: e ele fez isso, e ela fez aquilo, cicrano soltou uma bola de fogo e fulano desviou. É gooool, 7x1. Fica chato assim ‘-‘ Mas tento deixar com um pouco de dinamismo, fluxo de pensamento e narração ao mesmo tempo.
Sobre sua reflexão em relação a complexidade das magias, posso dizer duas coisas. A primeira, seria uma citação: “Por um momento, Naya sentiu seu poder fluindo novamente, como se o bloqueio de Sinandrin houvesse se rompido com a explosão de perigo. E essa era a hora.” Até ai ok, mas você vai pensar que estou sendo muito superficial com a explicação, correto? E também sabe que eu não deixaria você pensar isso. Haha. Ai vem a segundo coisa. Caso você não se contente com a explicação da adrenalina, do sangue quente e da situação de perigo, no capítulo IX – Coração Dividido você terá a resposta que você procura, jovem padawan.
Estamos no marco de 50% então né? O Naya I está mesmo ficando mais perto do final que do início, mas ai também chegam mais notícias. Ao fim do que postei, você terá um final (satisfatório ou não), mas nunca, jamais, never, não mesmo que a saga da princesa Elvellon termina nesse ponto. Nesse exato momento eu estou escrevendo o Naya II: Valerian, que por sinal será gigantescamente maior que as Crônicas de Atlas. Então se um dia eu postar aqui eu te aviso, ou se alguma editora me adotar mando uma cópia pra você kkk, pode cobrar, igual a Naya disse para o Alec sobre seu favor.
Então, até mais. Continue lendo! Espero que goste dos próximos capítulos ;)
Toni.
S
Shadowplay
Drogados até nesse mundo! Tsc! Aliás, tem que estar bem chapado mesmo pra tentar roubar um mago. Bom ver o Ariel novamente. Naya destruiu tudo o negócio em vez de transformá-lo logo, essa meninada em... e ainda senti um bagulho ali no final. Um bagulho estranho.
Eu vejo dorgas. Dorgas everywhere! Drogados em todo canto mesmo! Chapados, mas nem sempre você percebe que está assaltando um mago. Só vê isso depois que leva um raio do meio dos peitos kkkkkk. A Naya não poderia usar a polimorfia sem incapacitar o inimigo antes (o feitiço era mais elaborado e precisava do ritual!).
Continuando a saga de assustar leitores desavisados, você tratou de enfiar uma batalha surpresa dentro de uma cena aparentemente calma. Tudo estava bom demais para ser verdade mesmo com Ariel e Naya rindo, conversando, Floquinho, amor juvenil, Maelthor... De repente, tinha que surgir um invocado para acabar com a graça.
Ainda bem que foi Naya quem, no final, acabou com a graça dele! Você continua me deixando nervoso com esse negócio de colocar a Naya em perigo para só depois pensar em como vai agir. Que bom que, mais uma vez, ela raciocinou rápido. Só espero que seja mais prudente daqui para frente para não acabar em maus bocados.
Excelente a cena da batalha! Todas as magias conjuradas, a forma como foi feito, incrível! Gostei, particularmente, da transformação em ovelha hahaha Só tenho uma pergunta. Não sei se estou sendo burro e talvez li muito depressa, então se estiver, desconsidere, mas achei esse nível de magia meio complexo demais para uma fada com poderes restritos, não? Ou Naya foi capaz de vencer o bloqueio que estava sobre ela quando a adrenalina começou a correr em suas veias e ela se empolgou?
Eu não tenho muito mais para dizer que já não tenha dito. Sou fã dessa história e da sua escrita e, agora, oficialmente na metade da fic, começo a me preocupar com o final, porque não quero que chegue logo hahaha Espero me surpreender muito até lá, no entanto. E sei que vou!
Até a próxima! Parabéns por ser foda, valeu!
Haha! Aposto que você deve ter pensado: “Acabamos de sair de uma batalha, não deve rolar outra pelos próximos capítulos!”. Bem... Facas, raios e polimofia pra você! Kkkk
Naya voltou ao seu rumo desde que se despediu de seu “amigo” na floresta, após deixar seu presente, já que sua magia de cura horrível não fez praticamente efeito algum. Então, entrando na lojinha discreto dos Maelthor vemos que a vida não é fácil pra ninguém, principalmente em tempos de festival!
Ri com o seu “mais uma vez ela raciocinou rápido”. Digamos que da outra vez foi rápido o suficiente pro coleguinha apanhar até desmaiar haha. Mas dessa vez ela já parecia estar mais preparada, nervosa e de sangue quente, né?
Obrigado por elogiar a cena de batalha. Acho sempre problemático esse tipo de cena sem ter que ficar dizendo: e ele fez isso, e ela fez aquilo, cicrano soltou uma bola de fogo e fulano desviou. É gooool, 7x1. Fica chato assim ‘-‘ Mas tento deixar com um pouco de dinamismo, fluxo de pensamento e narração ao mesmo tempo.
Sobre sua reflexão em relação a complexidade das magias, posso dizer duas coisas. A primeira, seria uma citação: “Por um momento, Naya sentiu seu poder fluindo novamente, como se o bloqueio de Sinandrin houvesse se rompido com a explosão de perigo. E essa era a hora.” Até ai ok, mas você vai pensar que estou sendo muito superficial com a explicação, correto? E também sabe que eu não deixaria você pensar isso. Haha. Ai vem a segundo coisa. Caso você não se contente com a explicação da adrenalina, do sangue quente e da situação de perigo, no capítulo IX – Coração Dividido você terá a resposta que você procura, jovem padawan.
Estamos no marco de 50% então né? O Naya I está mesmo ficando mais perto do final que do início, mas ai também chegam mais notícias. Ao fim do que postei, você terá um final (satisfatório ou não), mas nunca, jamais, never, não mesmo que a saga da princesa Elvellon termina nesse ponto. Nesse exato momento eu estou escrevendo o Naya II: Valerian, que por sinal será gigantescamente maior que as Crônicas de Atlas. Então se um dia eu postar aqui eu te aviso, ou se alguma editora me adotar mando uma cópia pra você kkk, pode cobrar, igual a Naya disse para o Alec sobre seu favor.
Então, até mais. Continue lendo! Espero que goste dos próximos capítulos ;)
Toni.
Drogados até nesse mundo! Tsc! Aliás, tem que estar bem chapado mesmo pra tentar roubar um mago. Bom ver o Ariel novamente. Naya destruiu tudo o negócio em vez de transformá-lo logo, essa meninada em... e ainda senti um bagulho ali no final. Um bagulho estranho.
Eu vejo dorgas. Dorgas everywhere! Drogados em todo canto mesmo! Chapados, mas nem sempre você percebe que está assaltando um mago. Só vê isso depois que leva um raio do meio dos peitos kkkkkk. A Naya não poderia usar a polimorfia sem incapacitar o inimigo antes (o feitiço era mais elaborado e precisava do ritual!).